Felipe Neto pedófilo?

Felipe Neto Rodrigues Vieira, conhecido popularmente apenas como Felipe Neto, é um vlogger, ator e empresário luso-brasileiro. É conhecido por ter um dos maiores canais brasileiros no Youtube e o maior canal de irmãos do mundo com Luccas Neto (Luccas Neto Ferreira, seu irmão), o canal Irmãos Neto.

Seria Felipe Neto pedófilo? Seria Luccas Neto pedófilo? Ambos irmãos seriam uma dupla de pedófilos? O presente artigo busca refletir sobre a questão e acusações sofridas pelos Irmãos Neto.

Pedofilia é uma forte orientação sexual antes da puberdade, em geral, antes dos 9 anos de idade. Só que há um detalhe: Quem entende esse conceito é geralmente quem pesquisou sobre o assunto de forma séria. A maioria das pessoas não pesquisam nada. Repetem o que ouvem pela mídia sensacionalista. E a mídia banalizam a pedofilia e associa a pedofilia ao abuso sexual infantil.

Dada o conceito de pedofilia, pode-se ver claramente que o comentário abaixo do Felipe nada tem a ver com pedofilia, a não ser que a intenção dele fosse banalizar a pedofilia para normalizá-lo. Ou seja, extender o conceito de pedofilia para incluir adolescentes e assim Neto se considerar igual a todo mundo.

“Se Deus reprovasse a pedofilia, maninas de 15 anos não teriam esses peitos” (Felipe Neto).

Comentário semelhante foi feito por Whindersson Nunes:

“Seu Deus reprovasse a pedofilia, meninas de 14 anos não teriam esses peitos deliciosos (Whindersson Nunes).

Felipe Neto teria apenas feito uma afirmação idiota ou seria pedófilo e estaria banalizando a pedofilia para justificando a sua orientação sexual pedofílica ou, o que é pior, tornando justificável o abuso sexual de crianças? Dizer-se contra a pedofilia não é resposta. Mesmo pedófilos assumidos se dizem contra.

Curiosamente, o maior público do Felipe Neto e de seu irmão (donos do canal “Irmãos Neto”) é de crianças e de deficientes mentais. Há muitas crianças de 2 anos já assistindo aos dois. Esses youtubers gostam mesmo de crianças, no sentido etimológico da palavra pedofilia ou no sentido psiquiátrico, ou a verdade é que apenas exploram crianças para ganhar dinheiro?

Dizer-se contra a pedofilia, que é moda atualmente, não faz ninguém deixar de ser pedófilo. Assim, como existem gays enrustidos que se dizem contra a homossexualidade, mas fazem sexo com pessoas do mesmo sexo. Também há pedófilos enrustidos que se dizem contra a pedofilia (pedossexualidade), mas fazem sexo com crianças.

Se Felipe Neto, ou Luccas Neto, for pedófilo, deve buscar ajuda. Há grupos de ajuda para pedófilos (pedossexuais). Se a sociedade não aceita a orientação sexual pedofílica, se revoltar e praticar violência só vai piorar tudo.

Pode ser mentira que algum dos irmãos netos seja pedófilo, mas o interesse deles por crianças acaba fomentando a suspeita sobre sua orientação sexual. Pedófilos gostam de estar com crianças. O mundo infantil os encanta. Michael Jackson (Michael Joseph Jackson) também é visto como pedossexual, apesar de nunca ter admitido.

Além da pedofilia, há outras polêmicas sobre os irmãos neto. Felipe Neto diz que os pais têm que decidir o que a criança pode assistir ou não. Que é responsabilidade dos pais o que os filhos consomem. Isso é uma verdade, mas não é desculpa para Youtubers se aproveitarem de crianças. Felipe e Luccas são acusados de explorarem crianças, de manipularem crianças para ficarem presas às telas (de computadores, tablets e smartphones) e de induzi-las comprar seus produtos.

Felipe Neto queria que o MP (Ministério Público) proibisse o MC Doguinha de cantar, mas se diz perseguido quando alguém crítica-o por falar palavrão, incentivar o consumismo, a má alimentação e explorar crianças por dinheiro. Um menino, supostamente de 11 anos, não pode cantar. Mas, crianças de 2 anos podem ser exploradas comercialmente. Que contradição!

Olha FN, eu queria poder lhe admirar como alguém que não era elite brasileira e ficou milionário, mas a sua postura apenas mostra a pior face do capitalismo, que é explorar pessoas, não poupando nem as crianças. Tudo por lucro. Felipe Neto se comporta como um psicopata mercenário.

[1]”archive.today @felipeneto maninas” -http://archive.li/2NnFS

[2]”@felipeneto maninas” -https://twitter.com/search?f=tweets&q=%40felipeneto%20maninas&src=typd

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Felipe Heiderich Gay e Pedófilo?

Pastora Bianca Toledo se separa e acusa marido, Pastor Felipe Heiderich (Felipe Garcia Heiderich), de ser gay e pedófilo. O casal tinha fundado o ministério AME (Associação Mundial de Evangelização e Ensino). Eles também fazem parte faz parte do conselho de líderes internacionais da KGM (Kingdom Global Ministry), entidade norte-americana fundada por Larry Tituscom sede em Dallas, Texas, EUA. Bianca Toledo e Felipe Heiderich se casaram em 2013.

Bianca Toledo, Felipe Garcia Heiderich e o menino filho dela

Casal Bianca Toledo e Felipe Heiderich, e o menino filho da pastora.

Bianca acusou o companheiro de abusar sexualmente do enteado de 5 anos, filho de um relacionamento anterior dela. Segundo a denúncia, os abusos sexuais aconteciam durante o banho da criança. A pastora divulgou um vídeo dizendo que estava se separando de Felipe após descobrir que ele era homossexual e encontrava-se “acautelado por crime de pedofilia“.

Felipe nega todas as acusações. Segundo seu advogado, Leandro Meuser, o pastor está sendo vítima de injustiça: “Na qualidade de Advogado de Felipe G. Heiderich venho a público informar que as acusações formuladas contra Felipe são inteiramente falsas… iremos provar a inocência de Felipe nos autos do inquérito policial, confiando no trabalho da Policia e da Justiça! Orem por Felipe para que ele tenha forças para superar essa grave injustiça, e peçam a Deus que ele faça apenas JUSTIÇA, nada mais!”

A mídia como sempre erra ao falar que alguém é preso por pedofilia. Ninguém é preso por pedofilia, porque pedofilia não é crime. Felipe Heiderich foi indiciado pelo crime de estupro de vulnerável por ter feito sexo com uma criança de 5 anos de idade. No Antigo Testamento da Bíblia, não há condenação por alguém fazer sexo com uma criança, mas há pena de morte para quem prática atos homossexuais (sodomia).

A Bíblia cita dois papeis num relacionamento homossexual, o sodomita e o efeminado (ou afeminado).O sodomita é o indivíduo que faz o papel do homem, chamado de homossexual ativo. O sodomita pratica a penetração (sodomização) e têm o seu pênis estimulado pelo outro homem (chupado, masturbado, etc). Já o efeminado é o que faz o papel da mulher, chamado de homossexual passivo. O efeminado é penetrado, têm a sua região anal estimulada e estimula o pênis do outro homem (chupando, masturbando, etc).

Se o pastor Felipe tiver se comportado apenas como efeminado, sem penetrar ou estimular a região anal da criança, provavelmente não afetará a sexualidade do menino, ou seja, a criança continuará heterossexual. Mas, se o pastor tiver se comportado como sodomita, sodomizando, penetrando, estimulando a região anal do menino ou pedindo para a criança chupar o seu pênis, provavelmente afetará a sexualidade da criança e ela poderá se assumir homossexual ou bissexual. Sodomitas produzem efeminados.

Não é porque uma pessoa faz sexo com criança que essa pessoa seja pedófila. Pedofilia é apenas a forte atração sexual por quem não atingiu a puberdade. Pedofilia não a prática sexual com crianças. Há vários motivos para alguém fazer sexo com uma criança, além da pedofilia. Felipe pode ser um efeminado que buscou na criança, por ser menino, uma satisfação sexual, como buscaria com qualquer homem.

Felipe Garcia Heiderich

Felipe Heiderich defendendo a pureza: “Pureza é coisa de homem”

 

Caio Fábio, Pedofilia, Abuso Sexual Infantil

O apresentador Danilo Gentili do programa “The Noite” do SBT, entrevistou o pastor Caio Fábio. Pela primeira vez no programa, o reverendo criticou evangélicos e, quase ao final da entrevista, respondeu que tinha experimentado sexo aos cinco anos de idade através de sua babá, ao ser perguntador por Gentili se tinha experimentado sexo antes do casamento.

Caio Fábio contou que aos cinco 5 anos de idade foi aliciado por sua babá, uma jovem de quinze anos. Danilo o considerou o pastor um grande sortudo pelas experiências sexuais na infância que teve.

Casos como o ocorrido com Caio Fábio não são raros. Muitas mulheres, especialmente adolescentes, iniciam sexualmente meninos. Os homens que tiveram essas experiências sexuais na infância não costumam achar ruim, muito menos reclamar, pelo contrário se consideram sortudos por isso. Porém, esses mesmo homens que consideram bem vindo uma mulher de quinze anos praticar sexo com crianças de cinco anos, odiariam profundamente o caso inverso, de um rapaz de quinze anos praticar sexo com uma menina de cinco.

O Caio Fábio contou a realidade de muitos homens. É comum mulheres iniciarem sexualmente meninos, às vezes por falta de namorado ou mesmo por medo de engravidar. Um menino não pode engravidar uma mulher, logo há mulheres que colocam meninos para estimulá-las sexualmente.

O Caio está de parabéns por ser honesto, de assumir que gostou da coisa e tal, mas como pastor ele deveria desaprovar a experiência sexual que teve.

Essa mulher corrompeu sexualmente o Caiozinho.

É bom frisar que estamos falando de crianças que são, de fato corrompidas sexualmente por mulheres, especialmente adolescentes.

Caio Fábio: Vítima de Abuso Sexual Infantil.

Acusado por apologia a pedofilia, Caio Fábio demonstra uma satisfarção bastante comum entre os homens que passaram pela mesma experiência.

Caio Fábio fez bem em contar. São casos que acontecem bastante e devem ser contados. Porém, o Caio Fábio aparentou ter aprovado a situação, como acontece com homens seculares.Jussara Oliveira, o caso do Caio Fábio não é raro. Muitas mulheres, especialmente adolescentes, praticam sexo com crianças e isso muitas vezes é aprovado pelos próprios pais, como símbolo de masculinidade.A maioria dessas mulheres não são pedófilas, ou seja, não sentem atração sexual primária por pré-púberes. Praticam sexo por praticar mesmo, às vezes por falta de namorado ou mesmo por medo de engravidar. Um menino não pode engravidar uma mulher, logo há mulheres que colocam meninos para estimulá-las sexualmente.O que essa mulher fez com o caiozinho foi corrompê-lo sexualmente.

Pedofilia é a atração sexual primária por pré-púberes (em geral, menores de 9/10 anos).Um adolescente pode ser pedófilo como qualquer adulto. Aliás, biologicamente adolescentes são adultos. Adulto é quem alcançou a capacidade reprodutiva.Não existe crime de pedofilia. Pedofilia é um interesse sexual primário e não uma prática sexual.Se essa mulher de 15 anos têm atração sexual primária por meninos de 5 anos (pré-púberes) ela é pedófila. Mas, se ela apenas fez sexo por fazer, apenas para se estimular sexualmente, ela não é pedófila.

Adolescentes Pedófilos: A história de Brian Oliver

A juventude precisa discutir mais sobre pedofilia, escreveu Brian Oliver, Ph.D em Criminologia e Justiça Penal pela Universidade do Missouri, em seu artigo “Pensamentos para combater a pedofilia em adolescentes não-criminosos“, endereçado ao editor da revista Archives of Sexual Behavior, em 2005. No texto, Oliver diz não saber por que virou pedófilo. Entre as possíveis causas, estão baixa auto-estima, bullying na escola (atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetitivos, praticados por um indivíduo ou grupo, com objetivo de intimidar ou agredir outro, incapaz de se defender) e o fato de quase não ter amigos. “Comecei a me masturbar frequentemente como um mecanismo de fuga. Fantasiava pensando em um garoto de 6 anos que morava na rua atrás da minha. Não estou certo por que minhas fantasias eram ligadas a ele, mas acredito que era por ser a pessoa menos ameaçadora que eu conhecia. Apesar de eu ter 12 anos, não tinha a menor noção de que havia qualquer coisa errada em me sentir atraído sexualmente por um menino. A masturbação fazia bem, era tudo que importava“, escreve.

Com o desenrolar da puberdade, o problema se agravou e fez com que Brian Oliver suspeitasse que era gay. Aos 15, percebeu que era diferente de outros homossexuais. “Eu me sentia sexualmente atraído por meninos bem mais jovens que eu. Depois de verificar que meu comportamento enquadrava- se em um termo utilizado em um livro do Ensino Médio, percebi que, de fato, era um pedófilo“, lembra. Depois da constatação, Oliver ficou aflito por não conseguir mais por fim às fantasias. “Queria desesperadamente ajuda, porém não tinha ideia de onde ir para conseguir auxílio“, conta. Procurou a professora de educação sexual da escola – o que não ajudou muito. “A reação inicial dela foi de total atordoamento. Assim como a maioria dos adultos da época (1986), ela não sabia o que fazer com a ‘confissão’. Recomendou a minha mãe que eu passasse a frequentar a Growing American Youth, que oferece suporte a adolescentes gays e lésbicas, porém esta orientação não me ensinou como poderia viver sem molestar crianças“, diz.

Entretanto, a parte mais efetiva do tratamento, segundo Oliver, foi a criação de empatia pelas vítimas e a compreensão da dor que havia causado. Para ele, o adolescente de hoje tem mais chances de se recuperar devido à Internet e a maior abertura sexual, mas ainda é necessário investir em informação. “Existem centenas de panfletos e livros disponíveis que falam sobre vício em drogas, alcoolismo, divórcio, depressão, orientação sexual, porém não há praticamente fontes para quem luta contra a pedofilia. Tê-las disponíveis daria a estes jovens a certeza de que não são ruins por terem pensamentos sexuais não-apropriados, que o contato sexual com as crianças não é legal, que há ajuda disponível e que não é bom manter o problema em segredo“.

Por Agência Notisa de Jornalismo Científico, publicado em http://psiquecienciaevida.uol.com.br/ESPS/edicoes/27/artigo77880-4.asp

A Pedofilia Que É Acobertada

A Pedofilia e a Pederastia Que São Acobertadas

Apesar de “Pedofilia” se referir a atração sexual primária por pré-púberes (quem ainda não alcançou a puberdade), a mídia ignora isso e passa a incluir também adolescentes (púberes e pós-púberes) como vítimas de “pedofilia”. Pode parecer aos mais ingênuos que tal erro seria com a “boa intenção” de proteger adolescentes. Será que uma mídia, que não anda nem se preocupando com crianças de fato, vai se preocupar com adolescentes? A mídia vive de audiência, e a ela não costuma pensar duas vezes antes de polemizar qualquer tema para aumentar os seus lucros, além também dos seus interesses particulares (políticos, ideológicos etc.) por trás do que noticia.

O que vemos por ai é um verdadeiro bombardeio contra instituições religiosas, contra a instituição família e contra o homem em si, que nada mais é que a pessoa designada por Deus para ser “o cabeça” de sua família. Em qualquer organização de pessoas, quem é o mais visado pelos inimigos se não “o cabeça”? Você consegue entender por que há tanta propaganda negativa contra o homem hétero oficialmente adulto? Veja esta queixa:

Desconfiança continua em relação aos pais

O homem adolescente costuma ser poupado desses embates, e não é por bondade. Há interesses obscuros por trás disso, basicamente por dois motivos:

  1. Os adolescentes incham (juntamente com as adolescentes) as estatísticas de vitimas de “pedofilia“: Você colocar “adolescentes” como vítimas de pedofilia, aumentam as estatísticas de notificação em dezenas de vezes; Em contrapartida, há uma tendência de subestimar o número de adolescentes abusadores, uma vez que essa abordagem coloca crianças e adolescentes num mesmo nível. Algo similar acontece com as expressões “de menor“, “menor de idade” etc. Que acabam contribuindo culturalmente para quem não é considerado oficialmente “adulto” ser tratado como mera “criança”.
  2. Os adolescentes ficam livres e culturalmente motivados para fazerem sexo com crianças (uma vez que você acredite que o adolescente seja uma criança também; o contato sexual (a pederastia) do adolescente com a criança de fato, acaba sendo menosprezado; mesmo o adolescente tendo pênis adulto e podendo fazer filhos como qualquer adulto, na sua mente vai aparecer algo do tipo: “ele só tem 14 anos! É apenas um menino!”).

Não precisa ser um gênio para ver que quando se colocam “adolescentes” como vítimas de “pedofilia” ao usar, por exemplo, a maioridade civil como referência (a referência correta é a puberdade), as estatísticas aumentam dezenas vezes, ajudando a baralhar a realidade dos abusos sexuais cometidos contra crianças de fato. Incham as estatistas e o foco deixa de ser a criança; ao mesmo tempo em que passam uma imagem infantilizada do adolescente.

Quem falou para vocês que adolescentes são crianças? Foi Deus? O Deus da Bíblia que encarregou vários adolescentes com missões típicas de “adultos”? Para quem não sabe, no contexto Bíblico, adolescentes eram considerados adultos, assim como em praticamente toda a humanidade, seja formalmente ou informalmente (facilmente perceptível em regiões interioranas e suburbanas do nosso Brasil). A grande passagem que temos do mundo “infantil” para o mundo “adulto” se chama “puberdade“. E no adolescente há uma rejeição do estado de dependência, que é característica da infância, e um forte ímpeto por interações sociais. Não é à toa que o adolescente quer trabalhar, não tolera ser controlado pelos pais e busca participar de eventos sociais.

Com o título “A Pedofilia Que É Acobertada” venho abordar algo trágico, que faz parte da nossa realidade diária: Adolescentes que abusam sexualmente de crianças. Muitos adolescentes, para satisfazer seus desejos sexuais, acabam se aproveitando de crianças. Esses adolescentes não necessariamente sentem desejos sexuais por crianças, porém eles projetam, nas crianças, o seu alvo de desejo; e buscam fazer, com essas crianças, aquilo que desejam fazer com seu alvo. O adolescente abusador não se contenta com a automasturbação e nem se preocupa com o que possa estar fazendo de mal para com o outro (a criança), ele simplesmente deixa imperar o seu lado egoísta e sem caráter.

Você já parou para pensar que os maiores abusadores de crianças possam ser adolescentes? Infelizmente, a mídia só sabe focar no adulto e o adolescente abusador acaba sendo menosprezado. Eu afirmo: os maiores abusadores de crianças são adolescentes e não adultos. Duvida? Comece a investigar os casos de sexo na infância. Você provavelmente verá que os grandes aliciadores e abusadores são adolescentes.

Há uma “Sodoma” onde adolescentes abusam sexualmente de crianças. E a prática mais perversa é o garoto adolescente sodomizar meninos de menos de dez anos de idade (Leia também: Garotos Sodomitas). Tal prática costuma ser muito bem acobertada, onde o adolescente abusador promove um pacto de silêncio (se aproveitando da confiança da criança ou mesmo por ameaças), enquanto a criança constrangida pela sodomização, fica envergonhada e acaba aderindo ao pacto de silêncio proposto pelo seu abusador.

Quando o adolescente sodomiza a criança, ele está estimulando uma região cheia de terminações nervosas e altamente ligada ao sistema sexual da criança, o que fará consequentemente a criança sentir prazer com isso. Com a primeira sodomização feita, o adolescente sodomita não vai se contentar e vai aproveitar todas as oportunidades em que conseguir isolar a criança para continuar sodomizando-a. O adolescente sodomita e pederasta faz da criança sua “mulherzinha“, como no ditado “quem não tem cão, caça com gato“.

Um homem sodomizado na sua infância, sendo socialmente hétero, tem vergonha disso e prefere manter o máximo sigilo (afinal, se expor para quê, apenas para ficar com fama de “viado”? – Receio este que já aparece na infância e colabora ainda mais para o pacto de silêncio proposto pelo adolescente pederasta e sodomita). Já quem é homossexual assumido não se sente abusado e prefere evitar expor publicamente que teve relações sexuais na sua infância (sexo na infância não é bem visto pela sociedade). E assim nós temos uma cultura que acoberta esses abusos sexuais na infância, ainda mais reforçada com a influência da mídia de tratar adolescentes como “crianças”, passando assim uma imagem infantilizada dos adolescentes. 

O que você acha que acontece com a cabeça de uma criança que é sodomizada? Provavelmente ela terá prazer e absorverá tal prática na sua sexualidade. Dependendo de como são essas práticas sexuais (mais ou menos “amorosas” com beijos, carícias etc.) e do ambiente que cerca a criança, ela poderá aceitar essa “sexualidade” (como no caso dos homossexuais, transexuais, bissexuais, etc) ou viver num eterno dilema onde ela não quer expor publicamente essa “sexualidade” , mas a pratica de forma discreta.

Na próxima imagem, um exemplo de pessoa que pratica o ato homossexual discretamente (ela, como mesma diz, foi sodomizada quando tinha 5-6 anos de idade) e se identifica como “hétero passivo”, ou seja, heterossexual que curte apenas ser penetrado por outros homens e não sente atração sexual por homens:

Hétero passivo: Heterossexual e passivo

Hétero passivo, ou seja, heterossexual que curte apenas ser penetrado por outros homens e não sente atração sexual por homens. No caso da imagem, o homem pratica o ato homossexual discretamente e começou a ser sodomizado quando tinha 5 ou 6 anos de idade.

Vejam esta constatação feita pelo pastor Joide Miranda sobre quando era travesti:

Destacando o que ele disse: “99% dos homens que saem com travestis, quem são os ativos são os travestis“. Ele continua dizendo que são homens casados que deixam as suas esposas em casa e vão atrás de travestis. Percebeu a similaridade com o caso anterior (do rapaz casado que frequenta saunas gays)? Em ambos contextos, os maridos vão atrás de outros homens para serem os passivos e não os ativos na relação homossexual. Estamos diante de uma situação alarmante, onde muitas crianças são sodomizadas na infância e carregam esse fardo por toda a vida.

Vimos casos de homens que praticam atos homossexuais discretamente e agora vamos ver os casos de homens que se assumem publicamente homossexuais, transexuais e bissexuais. O que leva esses homens a se assumirem e a se identificarem como tais depende basicamente destas variáveis:

  1. A prática homossexual em si já é suficiente, porém um teor “amoroso” na relação ajuda a reforçar a condição de “hétero passivo”, homossexual, bissexual, travesti ou transexual (transgênero, bigênero ou agênero). Analisaremos um exemplo desse no decorrer do texto.
  2. Algo comum é a pessoa (criança, adolescente ou adulto) que é levada a prática homossexual acabar associando suas frustrações com o sexo oposto a uma sensação de incapacidade emocional e sexual com a pessoa do sexo oposto. Afinal, as pessoas convivem mais com outras do mesmo sexo, acabam tendo maior afinidade com elas, enquanto que com pessoas do sexo oposto há um chamado biológico para a responsabilidade (família).
  3. E a criação e o ambiente em que a criança vive.

Veremos agora a história de sexo na infância de uma pessoa, que atualmente se identica como transexual (ou transgênero, pessoa que se identifca como sendo do sexo oposto, de ambos os sexos, bigênero ou de nenhum, agênero) e fez cirurgia de mudança de sexo, cirurgia de redesignação sexual, ou ainda cirurgia de redefinição sexual, em 2012, até então ele apenas se identificava como homossexual passivo ou travesti, depois da cirurgia passou a se indentificar como trans (transexual ou transgênero). Repare, no decorrer do texto, que esse transexual foi abusado quando criança, mas acredita não ter sido abusado. Essa aceitação do abuso como uma prática sexual normal é um dos acobertadores de adolescentes abusadores sexuais de crianças. Muitas vítimas de adolescentes não acham que foram abusadas, diferentemente dos casos em que o abusador sexual é o pai, padrasto ou avô (nunca vi nenhum caso onde a vítima de um avô não tenha se sentido abusado).

O conteúdo que vou mostrar foi publicado publicamente pelo transexual em questão, assim que acessei me deparei com isto:

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Como já venho analisando essas histórias de sexo na infância e pelo texto chutei que o abusador fosse um adolescente de 13 anos. Chutei pelo fato de ser a idade que mais tenho visto repetir nas histórias que analisei. E pelo jeito acertei, o adolescente abusador tinha mesmo 13 anos:

Pedofilia_000

O transexual diz que os atos sexuais foram consentidos mesmo ele não entendendo direito o que estava acontecendo (aceitação do abuso como algo normal). Reparem que o adolescente abusador disse “Vamos fazer uma brincadeira gostosa que todo mundo faz?“. Nada malicioso esse adolescente, não é mesmo? Pense nele falando isso para um filho seu! Ele instigou a curiosidade da criança para induzi-la à prática sexual. Algo que eu acho muito sem sentido é que se esse mesmo garoto de 13 anos fizesse sexo com uma mulher de 18 anos (como o cantor Felipe Dylon), haveria o crime de “estupro de vulnerável”, porém um adolescente de 13 anos fazer sexo com uma criança de 6 anos não dá em nada, porque, de acordo com a lei, ambos não podem consentir sexo e menor de 18 anos não comete crime.

Vejamos como ficou a cabeça do menino que aos 6 anos foi feito de “mulherzinha” pelo seu vizinho adolescente de 13 anos:

Pedofilia_001

Percebam a confusão que ficou a cabecinha dessa criança depois de ser feita de “mulherzinha” pelo seu vizinho adolescente de 13 anos! Enquanto a mídia vive focando no adulto abusador, criando um clima de desconfiança generalizada entre adultos; um garoto de 13 anos, que você acha ser apenas um “menino”, pode estar sendo o mais eficiente dos abusadores, alguém que abusa à vontade, discretamente e sem levantar suspeita. 

Vamos ao próximo relacionamento citado pelo transexual:

Pedofilia_004: Adolescente abusador de 15 anos

Pelos relatos, o rapaz pederasta de 13 anos devia ter um pênis praticamente adulto e o homem de 15 anos devia ter um pênis de tamanho acima da média.

Vejamos nos comentários mais um caso de adolescente abusando sexualmente de criança:

Pedofilia_005__comentário_01

Pelo relato desse “Anônimo”, dá para perceber que trata-se de mais um homossexual que foi abusado sexualmente na infância por um pederasta, no caso um adolescente sodomita, e não se considera vítima de abuso sexual. Se o abusador pederasta fosse o seu próprio pai, ele não se sentiria também abusado? Duvido. Perceba como abusos de adolescentes contra crianças tendem a ser facilmente acobertados socialmente.

Pedofilia_005__comentário_02

A pessoa do comentário acima relatou algo muito grave: “os pequenos servindo aos maiores (adolescentes)”. Há uma “Sodoma” ou “pederastia” onde adolescentes abusam sexualmente de crianças e isso não é denunciado em nenhuma reportagem por ai.

Felizmente, alguém que não acha certo esses abusos sexuais:

Pedofilia_005_críticas 01

O próximo comentário é uma crítica às práticas homossexuais na infância relatadas no texto do transexual. Porém, o autor do comentário peca em sugerir que o transgênero não revele tais acontecimentos publicamente para evitar “preconceito”.

Pedofilia_005_críticas 02

Diante de críticas, o transexual dá suas justificativas:

Pedofilia_005_justificativa 01

Pedofilia_005_justificativa 02

Vimos o relato de um transexual e alguns comentários sobre suas práticas sexuais na infância, onde ele aceita como não-abusivo, os abusos sexuais que sofreu por parte de adolescentes. Como foi falado, tal postura é um dos fatores que colaboram para o encobertamento de abusos sexuais cometidos por adolescentes.

Pior que a “impunidade” é a “sensação de impunidade“: Abaixo os comentários de adolescentes feitos numa página do Facebook. Percebam a sensação de impunidade que transmitem em seus comentários. Como resolver este problema?

Adolescentes ao verem fotos de crianças e adolescentes

Triste realidade do abuso sexual infantil: Há muitos casos de adolescentes que abusam de crianças de cinco e seis anos.

Pela proteção das crianças, um limite mais adequado :

225326_483521361696968_1300181000_n[1]

Campanha contra o abuso sexual infantil:

Campanha05Página no FacebookBrasil Sem Adolescentes Pedofilos Abusadores De Criancas

Site de notícias: Adolescentes Pedófilos.

Pela redução da maioridade penal: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=redmai

A trans (transexual) citada no artigo foi a Barbara K Aires, que contou a sua história no seu próprio blog “Relatos de uma trans“[1] acessado em 19/03/2013. O artigo usou como referência as seguintes postagens: “Relatos de Uma Trans: O início de tudo!!“[2], “Relatos de Uma Trans: Experiências Sexuais na Infância“[3], “Relatos de Uma Trans: Sobre Experiências Sexuais na Infância, Atualidades e Preconceito pra Locação“[4]

[1]http://barbarakaires.blogspot.com.br/
[2]http://barbarakaires.blogspot.com/2012/04/o-inicio-de-tudo.html
[3]http://barbarakaires.blogspot.com/2012/04/experiencias-sexuais-na-infancia.html
[4]http://barbarakaires.blogspot.com/2012/05/sobre-experiencias-sexuais-na-infancia.html

Adolescentes Pedófilos e Adolescentes Abusadores de Crianças

Adolescentes Pedófilos e Adolescentes Abusadores de Crianças

Adolescentes Pedófilos

Adolescentes Pedófilos são adolescentes que sentem atração sexual primária por crianças pré-púberes. Não necessariamente abusam de crianças.

Adolescentes Abusadores de Crianças

Adolescentes Abusadores de Crianças são adolescentes que usam crianças para satisfazer os seus desejos sexuais. A maioria dos adolescentes abusadores não são naturalmente pedófilos, porque o seu desejo primário não é por crianças pré-púberes, porém acabam se aproveitando da ingenuidade, depedência e confiança dessas crianças para satisfazer os seus desejos sexuais, na intenção de quem tem sinais claros de puberdade (outros adolescentes e adultos). A maioria dos adolescentes abusadores são garotos (mais comum na faixa dos 12 aos 14 anos de idade) que sodomizam crianças (mais comum na faixa dos 5 aos 9 anos de idade) do mesmo sexo, provavelmente, em virtude da convivência, uma vez que garotos ficam mais tempo com outros garotos do que com garotas. Esses abusadores têm plena consciência de que fazem algo errado e costumam ameaçar as crianças abusadas por eles.

A nossa sociedade atual anda infantilizando a adolescência, o que agrava muito o quadro de abusos sexuais contra crianças. Os adolescentes abusadores acabam se escondendo atrás da máscara de uma pseudo-imaturidade/pseudo-inocência/pseudo-ingenuidade, que os coloca numa pseudo-condição de igualdade com crianças pré-púberes. Nisso os pais e sociedade acabam deixando crianças à mercer desses abusadores que as estuprarão, condicionando-as principalmente ao homossexualismo (homossexualidade) atravez da sodomia, já que a maioria dos casos é de garotos adolescentes sodomizando meninos pré-púberes. Por isso, é preciso urgentemente haver a separação de crianças e adolescentes e a conscientização de que adolescentes não são crianças.

Adolescentes, em virtude, de sua sexualidade aflorada, são potencialmente perigosos para as crianças pré-púberes. Por isso, pais e responsáveis não confiem seus filhos a qualquer adolescente.

Cuidado com os Garotos Adolescentes Sodomitas Abusadores de Crianças! Eles em geral abusam de parentes ou vizinhos, devido ao fácil acesso a eles.

Pedofilia

Pedofilia

A pedofilia (pedo + filia), também chamada de paedophilia erotica ou pedosexualidade, é a atração sexual primária por crianças, pessoas pré-púberes (quem ainda não atingiu à puberdade), em geral garotas com menos de nove anos e garotos com menos de dez anos. Comumente, um pedófilo pode ser adolescente ou adulto. Ou seja, quem já atingiu a puberdade (do latim pubertas; de puber – adulto com capacidade de procriar) já que a puberdade é grande responsável pelo erotismo.

Portanto, pedofilia não é abuso sexual infantil, violência sexual, molestação de menores, estupro de criança, prostituição infantil, pornografia infantil, sadismo, pederastia, efebofilia, hebefilia, relacionamento adolescente-adulto, relação inter-geracional, sexo com crianças, corrupção de menor, aliciamento de menores, crime sexual, assédio sexual, exploração sexual, estupro de vulnerável etc.

A mídia sensacionalista banaliza o uso da palavra pedofilia, que não é nem comportamento sexual e nem se refere a adolescentes, porque adolescentes já atingiram ou passaram pela puberdade, que começa aos 9 anos. O primeiro sinal visível da puberdade costuma ser o broto mamário, nas meninas, e o aumento dos testículos nos meninos. A menarca (primeira menstruação) vem depois de 2,5 a 5 anos do início da puberdade e ainda pode ser adiada artificialmente .

Infelizmente, a mídia trata o pedófilo como sinônimo de abusador sexual de crianças. Mas, pedofilia não é abuso sexual. Pedofilia é apenas uma forte orientação sexual por impúberes (quem não atingiu a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade). Em pessoas “normais”, a puberdade é a grande motivação para o sexo, mas com o pedófilo ocorre o contrário. A falta da puberdade é que torna a pessoa sexualmente atraente. O pedófilo diante da impossibilidade de realizar o seu desejo, sofre, e pode, em alguns casos, tomar atitudes violentas e ser até um abusador sexual. Mas, a maioria dos abusadores sexuais de crianças não é pedófila. O abusador pode abusar de uma criança por vários motivos: por ter raiva da criança, por vingança, por achar que a criança é obrigada a lhe satisfazer sexualmente etc. A pessoa não precisa ser pedófila, ou ter um desejo sexual particular pela criança, para abusar dela.

E no caso dos padres, provavelmente as maiores motivações são o celibado e a homossexualidade, não a pedofilia. Homens héteros podem ter práticas homossexuais se estiverem em abstinência de sexo hétero, por exemplo. Também, há pouco tempo atrás, homens recebiam muita pressão para casar com mulheres, o que não é a praia dos homossexuais que viram na Igreja uma forma de fugir da pressão social para o casamento. E os coroinhas, muitas vezes adolescentes liberando seus feromônios, acabam sendo uma tentação para os padres homossexuais. Não é todo mundo que consegue ser celibatário. O maior instinto que existe é o reprodutivo, ou seja, o sexual. O instinto reprodutivo é mais forte até que o instinto de sobrevivência.

Pedofilia não é o nome de uma pratica sexual, ou de um comportamento sexual, nem muito menos de abuso sexual infantil. Por isso, pedofilia não é crime. Não existem crimes de pedofilia. A pedofilia não é ato, ação, prática ou comportamento para poder ser criminalizada. Sentimento, desejo, atração e afeição não são criminalizáveis.

Nepiofilia ou infantofilia é a atração sexual e afetiva por infantes, crianças até 3 anos.

Por que só há pedofilia antes da puberdade?

Porque é na puberdade que ocorre todas as mudanças necessárias para habilitar a espécie humana para a reprodução. A puberdade é a responsável pelo desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários:

Nos homens: massa muscular, ombros largos, pelos no corpo e no rosto, mandíbulas grandes, voz grave, Proeminência Laríngea (popularmente conhecida como Pomo-de-Adão, Maçã-de-Adão), acne, etc.

Nas mulheres: telarca (o crescimento dos seios), pubarca (desenvolvimento de pelos pubianos e axilares), alargamento da bacia, menstruação, acne, acúmulo de tecido adiposo, etc.

Para se ter um ideia, até o cheiro da pessoa muda. A pessoa que entra na puberdade passar efetivamente a desejar e ser desejado sexualmente, como reflexo do conjunto de mudanças inerente ao processo de puberdade. Antes da puberdade, espera-se não haver um interesse sexual relevante, como mostrado no gráfico abaixo (veja que antes dos 9 anos de idade o poder de atração sexual feminino cai a praticamente zero).

Poder de atração sexual da mulher e idade

Gráfico mostra o poder de atração sexual da mulher com a idade.
A mulher entra na puberdade, por volta dos 9 anos de idade. Com o desenvolvimento puberal, o seu poder de atração sexual dispara. Esse poder de atração sexual alcança o seu pico e logo começa a diminuir com o tempo.

Casos de pedófilos:

“A primeira vez que ele notou que sentia atração por crianças ele tinha 11 anos. Ele ficou a fim de um garoto do jardim da infância e seu desejo era alimentado por breves espiadas dele nos corredores. Quando chegou aos 16 anos, seu interesse sexual por crianças tomou mais forma. Ele se sentia atraído, principalmente, por meninos entre três e sete anos e meninas com idades entre 5 e 8 anos de idade.”[1]

“Comecei a me masturbar frequentemente como um mecanismo de fuga. Fantasiava pensando em um garoto de 6 anos que morava na rua atrás da minha. Não estou certo por que minhas fantasias eram ligadas a ele, mas acredito que era por ser a pessoa menos ameaçadora que eu conhecia. Apesar de eu ter 12 anos, não tinha a menor noção de que havia qualquer coisa errada em me sentir atraído sexualmente por um menino. A masturbação fazia bem, era tudo que importava”.[2]

“Tive o primeiro gosto desconfortável de minha sexualidade aos 12 anos quando um grupo de meus colegas da sexta série e eu estávamos falando sobre as meninas da nossa classe que achamos atraentes. Os outros rapazes ressaltaram quão linda era a garota mais desenvolvida da aula e eu clamava porque a menina que eu gostava era a menina menos desenvolvida. Mas meu verdadeiro despertar sexual foi cerca de um ano depois, quando vi uma vizinha de sete anos de idade no lugar dos meus avós e percebi que minha preferência era para meninas significativamente mais jovens do que eu imaginava pela primeira vez.”[3]

O normal para os jovens dos exemplos anteriores seria sentir atração sexual por adolescentes/adultos, ou seja, atração sexual por púberes/pós-púberes. Como comumente acontece por ai, onde adolescentes se masturbam ao verem revistas pornográficas ou quando pensam em alguma “gostosa” do colégio ou nas bailarinas do Faustão, etc.

A palavra “pedofilia”, vem do grego “παιδοφιλια” (paidophilia) formado por παις (pais, “criança”) e φιλια (philia, “amizade”, “afinidade”, “amor”, “afeição”, “atração”). Como enofilia (apreciação por vinhos) e cinefilia (amor pelo cinema), pedofilia é “amor pelas crianças”. No entanto, ela foi cunhada no século XIX, e introduzida no vocabulário médico pelo psiquiatra vienês Richard von Krafft-Ebing por meio de sua obra “Psychopathia Sexualis“, publicada em 1886, com o conceito de atração sexual primária para indivíduos impúberes ou com puberdade precoce[6].

Não confundir com o termo “pederastia” (do grego clássico παιδεραστής, composto de παῖς (“criança”) e ἐράω (“amar”), que apesar do sentido parecido, costuma ser usado para designar o relacionamento erótico entre um homem mais velho e outro mais jovem ou criança; além ser utilizado para qualquer relacionamento homossexual masculino. No Brasil, há o crime militar de pederastia no artigo 235 do Código Penal Militar (Decreto-Lei nº 1001/69), para penalizar atos sexuais praticados dentro das Forças Armadas, homossexuais ou não.

O Dr. Paulo Ghiraldelli Jr., (professor universitário, filósofo e escritor, doutor e mestre em filosofia pela Universidade de São Paulo), gerou polêmica ao resgatar a etimologia da palavra pedofilia em seu texto associado a Jesus Cristo, Pedofilia saudável e recomendável. Jesus era pedófilo [4], onde ele afirma:

A palavra pedofilia é uma daquelas que torna muita gente não pensante. Não deveria. As pessoas deveriam pensar justamente quando incomodadas. Mas essa regra não vale. Ao menos não vale com certas palavras, uma delas é essa mesmo: PEDOFILIA. A palavra é grega e indica quem gosta de criança. Philia indica filiação, amor de amigo ou sócio ou parceiro. Eu me filio a tal clube ou partido, eu venho de tal filiação paterna, sou filiado a tais e tais ideias etc. Não é amor eros ou agape, ou seja, não se trata de relacionamento erótico ou de amor cristão pelo semelhante. Assim, o pedófilo é um amigo da criança, um cuidador, como o pedagogo, embora não seja escravo e nem deva levar criança para a escola, como este fazia. Jesus era evidentemente pedófilo nos termos do mundo antigo. Ele tornou isso claro: “vinde a mim as criancinhas”, disse ele. Jesus gostava de criança. [4]

No sentido original da palavra, pedofilia seria ter amizade, ter afinidade, amar, gostar, ter afeto, ter atração por crianças. Ser pedófilo seria ser amigo, afetuoso etc. Porém, a palavra Pedofilia tomou um sentido restrito de “atração erótica” na Psiquiatria/Psicologia e foi listada como um transtorno da preferência sexual (como Fetichismo, Travestismo, Exibicionismo, Voyeurismo, Sadomasoquismo, Transtornos múltiplos da preferência sexual e outros transtornos da preferência sexual), uma desordem patológica, no CID 10 (Classificação Internacional de Doenças) da OMS (Organização Mundial de Saúde) e no DSM (Manual Diagnóstico de Transtornos Mentais) da APA (Associação Americana de Psiquiatria).

No CID 11, a pedofilia deixou de ser considerada doença (transtorno de preferência sexual). Mas, no lugar ficou a desordem, distúrbio ou transtorno pedofílico (pedophilic disorder), que abrange os pedófilos com grande dificuldade de se controlarem ou que sofrem muito por sua condição de orientação sexual, como está na descrição:

O transtorno pedofílico é caracterizado por um padrão sustentado, focalizado e intenso de excitação sexual – manifestado por pensamentos sexuais persistentes, fantasias, impulsos ou comportamentos orientadas para pessoas pré-púberes. Além disso, para que o transtorno pedofílico possa ser diagnosticado, o indivíduo deve ter agido com base nesses pensamentos, fantasias ou impulsos ou ser acentuadamente angustiado por eles.[5]

Pedofilofobia (ou pedofobia) é a aversão ou hostilidade a pedófilos.

Há grupos de ajuda a pedófilos, para dá-lhes apoio na sua convivência com sua orientação sexual pedofílica. Um desses grupos é o “Virtuous Pedophiles” (Pedófilos Virtuosos) que prega o celibato como alternativa de vida. Há também projetos, como o do Ph.D Brian Oliver, que é voltado a orientar adolescentes pedófilos. Outros grupos: B4U-ACT, NAMBLA, Ipce, PIE.

Ativismo pedófilo e Ativismo pró-pedofilia:

A maioria dos ativistas pedófilos concordam com os seguintes objetivos: mudança do conceito social de pedofilia; distinção de abuso sexual infantil e relações sexuais consentidas; liberdade sexual de crianças; desclassificação da pedofilia como doença, patologia e parafilia das listas oficiais de doenças e transtornos mentais;
reconhecimento da pedofilia, pedossexualidade, como uma orientação sexual normal;
eliminação das leis de idade de consentimento sexual; direito à liberdade de expressão e de informação.

Segundo ativistas, as evidências são claras de que pedofilia não é um transtorno mental, que faz parte da diversidade sexual humana, e a patologização dessa orientação sexual pode causar enorme estigma para as pessoas que são pedófilas.

A filósofa Simone de Beauvoir (feminista radical e principal ícone da Segunda Onda do Feminismo, autora da frase “Ninguém nasce mulher, torna-se mulher”) assinou, com outros intelectuais, uma petição ao parlamento francês em 1977 solicitando a abolição da idade de consentimento sexual e em prol da descriminalização do sexo consensual. A petição foi assinada por 69 personalidades, como os filósofos Michel Foucault, Jean-Paul Sartre, Jacques Derrida, Louis Althusser, Jean-François Lyotard, Gilles Deleuze, Roland Barthes, André Glucksmann, os escritores Philippe Sollers, Catherine Millet e Louis Aragon, a psicanalista infantil e pediatra Françoise Dolto, dentre outros. Para Simone de Beauvoir, leis de idade de consenitmento sexual são machistas e moralistas.

Frits Bernard (Rotterdam, 28 de agosto de 1920 – 23 de maio de 2006) psicólogo, sexólogo, ativista pelos direitos dos homossexuais e pedossexuais, membro destacado da Associação para o Progresso da Investigação Científico-Social da Sexualidade, fundador do Enclave Kring (grupo dedicado ao estudo científico da pedofilia, considerado como a primeira associação do ativismo pedófilo), especialista em pedofilia, publicou inúmeros trabalhos científicos sobre pedossexualidade.

Frits Bernard dizia que a maioria dos estudos sobre pedófilos são realizados em condições degradantes para eles (prisões, hospitais psiquiátricos) e que apenas se incide no abuso sexual infantil. Segundo Bernard, nunca se pergunta às crianças sobre os seus sentimentos reais que tenham dos pedófilos antes de um grande escándalo que as condiciona para responderem negativamente sobre a sua experiência sexual. Bernard afirmava que as intervenções estatais (como interrogatórios policiais, exames psiquiátricos, detenção e separação do parceiro adulto, julgamentos) nas interações adulto-criança como a causa real de traumas psicológicos nas crianças.

[1] “Você tem 16 anos. É um Pedófilo e Não Quer Machucar Ninguém. E Agora, o Que Você Faz?” -https://medium.com/brasil/voce-tem-16-anos-voce-e-um-pedofilo-voce-nao-quer-machucar-ninguem-e-agora-o-que-voce-faz-6d07d98042fb

[2] A história de Brian Oliver

[3] “7 reasons why pedophilia is a sexual orientation”, Not A Monster, Todd Nickerson -https://notamonsterblog.wordpress.com/2017/04/07/7-reasons-why-pedophilia-is-a-sexual-orientation/

[4] Paulo Ghiraldelli, “Pedofilia saudável e recomendável. Jesus era pedófilo” -http://ghiraldelli.pro.br/pedofilia-saudavel-e-recomedavel/ ou -https://archive.is/bzhlm ou -https://web.archive.org/web/20160208191746/http://ghiraldelli.pro.br/pedofilia-saudavel-e-recomedavel/

[5] “Desordem, Transtorno ou Distúrbio Pedofílico”, “6D32 Pedophilic disorder”, ICD-11, WHO -https://icd.who.int/browse11/l-m/en#/http://id.who.int/icd/entity/517058174

[6] Krafft-Ebing, Richard. Psychopathia Sexualis, 1886.