Felipe Heiderich Gay e Pedófilo?

Pastora Bianca Toledo se separa e acusa marido, Pastor Felipe Heiderich (Felipe Garcia Heiderich), de ser gay e pedófilo. O casal tinha fundado o ministério AME (Associação Mundial de Evangelização e Ensino). Eles também fazem parte faz parte do conselho de líderes internacionais da KGM (Kingdom Global Ministry), entidade norte-americana fundada por Larry Tituscom sede em Dallas, Texas, EUA. Bianca Toledo e Felipe Heiderich se casaram em 2013.

Bianca Toledo, Felipe Garcia Heiderich e o menino filho dela

Casal Bianca Toledo e Felipe Heiderich, e o menino filho da pastora.

Bianca acusou o companheiro de abusar sexualmente do enteado de 5 anos, filho de um relacionamento anterior dela. Segundo a denúncia, os abusos sexuais aconteciam durante o banho da criança. A pastora divulgou um vídeo dizendo que estava se separando de Felipe após descobrir que ele era homossexual e encontrava-se “acautelado por crime de pedofilia“.

Felipe nega todas as acusações. Segundo seu advogado, Leandro Meuser, o pastor está sendo vítima de injustiça: “Na qualidade de Advogado de Felipe G. Heiderich venho a público informar que as acusações formuladas contra Felipe são inteiramente falsas… iremos provar a inocência de Felipe nos autos do inquérito policial, confiando no trabalho da Policia e da Justiça! Orem por Felipe para que ele tenha forças para superar essa grave injustiça, e peçam a Deus que ele faça apenas JUSTIÇA, nada mais!”

A mídia como sempre erra ao falar que alguém é preso por pedofilia. Ninguém é preso por pedofilia, porque pedofilia não é crime. Felipe Heiderich foi indiciado pelo crime de estupro de vulnerável por ter feito sexo com uma criança de 5 anos de idade. No Antigo Testamento da Bíblia, não há condenação por alguém fazer sexo com uma criança, mas há pena de morte para quem prática atos homossexuais (sodomia).

A Bíblia cita dois papeis num relacionamento homossexual, o sodomita e o efeminado (ou afeminado).O sodomita é o indivíduo que faz o papel do homem, chamado de homossexual ativo. O sodomita pratica a penetração (sodomização) e têm o seu pênis estimulado pelo outro homem (chupado, masturbado, etc). Já o efeminado é o que faz o papel da mulher, chamado de homossexual passivo. O efeminado é penetrado, têm a sua região anal estimulada e estimula o pênis do outro homem (chupando, masturbando, etc).

Se o pastor Felipe tiver se comportado apenas como efeminado, sem penetrar ou estimular a região anal da criança, provavelmente não afetará a sexualidade do menino, ou seja, a criança continuará heterossexual. Mas, se o pastor tiver se comportado como sodomita, sodomizando, penetrando, estimulando a região anal do menino ou pedindo para a criança chupar o seu pênis, provavelmente afetará a sexualidade da criança e ela poderá se assumir homossexual ou bissexual. Sodomitas produzem efeminados.

Não é porque uma pessoa faz sexo com criança que essa pessoa seja pedófila. Pedofilia é apenas a forte atração sexual por quem não atingiu a puberdade. Pedofilia não a prática sexual com crianças. Há vários motivos para alguém fazer sexo com uma criança, além da pedofilia. Felipe pode ser um efeminado que buscou na criança, por ser menino, uma satisfação sexual, como buscaria com qualquer homem.

Felipe Garcia Heiderich

Felipe Heiderich defendendo a pureza: “Pureza é coisa de homem”

 

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Maomé Pedófilo?

Maomé era pedófilo?

“… a inspiração divina não vem a mim em mais nenhuma cama senão na cama da Aisha.”
(Maomé, Bukhari 47:755).

Maomé (Muḥammad, Mohammad ou Moḥammed transliterado do árabe مُحَمَّد), foi militar árabe, político e líder religioso fundador do Islã, Islão ou Islamismo (Islām, transliterado do árabe إسلام;). Nasceu em Meca, 25 de Abril de 571, morreu em Medina, 8 de Junho de 632). Segundo a religião islâmica, Maomé é o mais recente e último profeta de Alá ou Allah (Allāh, transliterado do árabe الله), palavra utilizada no árabe para designar Deus (al ilāh, literalmente “O Deus”). Reconhecido como Deus de Abraão. Para os muçulmanos (ou islamitas), Maomé, chamado de Profeta de Alá (e apóstolo de Alá), foi precedido em seu papel de profeta por Jesus, Moisés, Davi, Jacó, Isaac, Ismael e Abraão. Como figura política, Maomé unificou várias tribos árabes, o que permitiu as conquistas árabes daquilo que viria a ser um império islâmico que se estendeu da Pérsia até à Península Ibérica. Ele não é considerado pelos muçulmanos como um ser divino, mas sim, um ser humano; contudo, entre os fiéis, ele é visto como um dos mais perfeitos seres humanos,[1] e o próprio Alcorão o estabelece.[2] 

“O apóstolo de Alá (que a paz esteja sobre ele) se casou comigo quando eu tinha seis anos, e eu fui admitida em sua casa quando eu tinha nove anos”.
(Aisha, Sahih Muslim Livro 008, número 3310)

O profeta Maomé casou aos 53 anos com Aixa (Aisha) de apenas 6 anos e consumado o casamento quando ela tinha 9 anos. Aixa binte Abu Baquir ou Aixa binte Abu-Becre (em árabe: عائشة بنت أبي بكر; transl.: `ā’iša bint abī bakr; nasceu em 614 em Meca e faleceu em julho de 678 em Medina, ambas cidades na Arábia Saudita.

Diante da histeria pedofóbica moderna, esse fato é usado para difamar o Profeta do Islã. Etaristas e islamofóbicos usam a histeria pedofóbica para atacar muculmanos. Prática também feita por cristãofóbicos (para atacar cristãos em geral e chamam a Bíblia de pedófila), catolicofóbicos (para ofender padres), antissemitas, homofóbicos, etc. Ou seja, grupos raivosos usam a pedofilia (forte orientação sexual e afetiva por pré-púberes), de forma pejorativa, como ofensa para agredir a quem eles odeiam.

“O Profeta Maomé é o modelo que seguimos. Ele tomou Aisha como sua esposa quando tinha 6 anos, mas só fez sexo quando ela tinha 9″.
(Saudita Ahmad Al Mu’bi)

Maomé casou com uma menina de 6 anos por ser cultural, não porque seria um “pedófilo”. Ele teve outras mulheres. A primeira mulher com quem ele casou se chamava Cadija ou Khadija (Khadijah transliterado do árabe خديجه; nome completo Khadijah bint Khuwaylid, خديجة بنت خويلد; filha de Khuwaylid ibn Asad e Fátima bint Za’idah, pertencia ao clã dos Banu Hashim), nasceu e morreu em Meca, Arábia Saudita (555 d.C. – 620 d.C) e tinha 40 anos, enquanto ele 25 (o casamento durou 25, Khadija morreu aos 65 anos). Um comportamento de quem não é etarista, assim como Deus.

Aisha relata seu ciume de Khadija:

“Eu nunca tive tanto ciúme por outra mulher quanto eu tinha de khadija, embora ela já houvesse morrido três anos antes do profeta ter casado comigo, e isso porque eu o ouvia falar dela muitas vezes e porque o Senhor o havia mandado dar boas notícias a ela pois teria um palácio no paraíso, feito de Qasab e porque ele costumava abater uma ovelha e distribuir a carne entre os amigos dela.”
(Aisha, Sahih Bukhari volume 8, livro 73, número 33)

Mulçumanos são um povo que levam o casamento muito a sério e mantém códigos de condutas, como criminalizar o adultério feminino, como a Torá (livro sagrado dos judeus, o Pentateuco dos cristãos) faz. No Alcorão (ou Corão) e nem na Bíblia há idade mínima para o casamento.

A Igreja Católica chegou a estipular a idade de 7 anos (idade da razão) para validar o matrimônio. Na Europa medieval, Graciano, o influente fundador do direito canônico do século XII, confirmou isso ao dizer que o consentimento era significativo se as crianças tivessem mais de sete anos. Algumas autoridades afirmaram que o consentimento poderia ocorrer antes.

Portanto, o casamento foi válido para o judaísmo, cristianismo, além do próprio islamismo. É pura desonetidade cristãos de hoje usarem o casamento de Maomé com Aixa para atacar muçulmanos. E nesses ataques ainda apelam para exemplos de meninas supostamente mortas em lua de mel, realidade radicalmente oposta ao de Aixa, uma menina que parece ter sido bem tratada e feliz no seu casamento.

[1] Adamgy, M.Yiossuf. «Al-Mawlid Annabawi – O Nascimento do Selo dos Profetas». Al Furqán. -www.alfurqan.pt/index.php/temas-islamicos/profeta-muhammad-s-a-w/107-al-mawlid-annabawi-o-nascimento-do-selo-dos-profetas

[2] «Sura Al-Qalam 68.4ː Que tu (ó Mensageiro) não és, pela graça do teu Senhor, um energúmeno! Em verdade, ser-te-á reservada uma infalível recompensa. Porque és de nobilíssimo caráter.». Tanzil.net.  -http://tanzil.net/#trans/pt.elhayek/68:4

Jô Soares pedófilo?

Jô Soares (José Eugênio Soares) ou simplesmente humorista, escritor, diretor teatral, músico, dramaturgo, ator, pintor brasileiro e apresentador de televisão. Ele apresenta desde 2000 o Programa do Jô na Rede Globo de Televisão.

Em seu programa, Programa do Jô, exibido numa noite de quinta-feira (26/11/2015), Jô Soares entrevistou a atriz Bruna Lombardi (Bruna Patrizia Maria Teresa Romilda Lombardi, atriz, modelo e escritora brasileira)., de 63 anos. No decorrer da conversa, o apresentador relembrou a época quando conheceu Bruna, na época uma menina de 9 anos de idade: “Ela com o pai dela, o (cineasta Ugo) Lombardi, ela sentava no meu colo, com nove anos. Cabelo louro, que ia até a cintura, a mãe dela vestia ela como uma bonequinha”, disse Jô. “Eu olhava para ela com nove aninhos… E tinha sonhos eróticos”, contou. E respondeu a atriz: “Não fala isso, Jô”. E rebateu o apresentador: “Mas no sonho você já tinha 19”.

Jô Soares e Bruna Lombardi

Entrevista de Bruna Lombardi no Programa do Jô

Por essa mera citação, Jô Soares foi chamado de pedófilo por seus odiadores, seja de esquerda ou de direita.
Infelizmente, o termo pedofilia é usado como insulto, para ofender, injuriar, uma pessoa associando-a a alguém faz sexo com crianças ou abusa sexualmente delas, assim como a palavra gay é usada para ofender o homem associando a um homem que se interessa sexualmente por outros homens. A esquerda que se diz defensora de minorias como negros, homossexuais e mulheres, usa com naturalidade a palavra pedofilia para ofender. Será que essa mesma esquerda de hoje não seria a mesma a perseguir homossexuais e negros no passado? É muito fácil bater em quem é marginalizado pela elite e pelas leis.

Jô ter achado Bruna sexualmente atraente aos 9 anos não significa que ele seja pedófilo. Porque pedofilia é a atração sexual primária, ou orientação sexual primária, por quem não atingiu a puberdade (geralmente, garotas com menos de 9 anos de idade) .

Nem o programa Sensacionalista CQC (Custe o Que Custar), exibido pela Band (Rede Bandeirantes), que vive inventando pedofilia onde não tem, para mendigar por audiência mesmo atropelando a lei, chamou Jô Soares de pedófilo. Pelo contrário, seus apresentadores se divertiram com a situação. Para não serem processados? Talvez. Para não desagradarem ao Jô? Provavelmente. Jô Soares não é nenhum cara comum, “zè ninguém”, para ser desrespeitado pelo CQC, que se aproveita da ignorância, do moralismo, do preconceito e da histeria. Apesar de se dizer a favor dos direitos humanos e das minorias, é um programa que gosta de desonestamente explorar temas, e certamente perseguiria negros e homossexuais se fosse feito há um século atrás.

Humaniza Redes e Pedofilia

A página Humaniza Redes, do governo federal da presidenta Dilma Rousseff, foi acusada de apologia a pedofilia por ter veiculada o seguinte post:
Humaniza redesO post foi duramente criticado por opositores da presidenta Dilma, como os deputados Pastor Marco Feliciano e Jair Bolsonaro, e lideranças evangélicas, como Pr. Silas Malafaia. Mas, algumas pessoas entenderam a mensagem, como o caso do senhor Veri E Roger que afirmou “Eu entendi o texto. Eles querem dizer que nem todo abusador é pedófilo, pois pedofilia é considerado um transtorno pela psiquiatria. No entanto, se o abusador não é pedófilo (diagnosticado com este transtorno) logo ele é pior, é um criminoso que fez o que fez com sua saúde mental normal, não tendo esse álibi. Pedófilo ou criminoso, abusar de crianças ou qualquer pessoa é, sim, crime.”

O post da página Humaniza Redes apenas faz uma distinção entre a pedofilia e o abuso sexual de crianças e adolescentes. A afirmação “É importante saber que nem todo abusador pode ser considerado pedófilo” está correta. Qualquer psicológico, ou psiquiatra, especialista na área sabe que a maioria dos abusadores de crianças não é pedófila e que nem todo pedófilo abusa de crianças. Pedofilia não é crime.
Apesar da Humaniza Redes postar conteúdos sem noção, como um sobre racismo, ela acertou dessa vez. Postou um conteúdo sério que vai ao encontro dos especialistas em pedofilia.

Caio Fábio, Pedofilia, Abuso Sexual Infantil

O apresentador Danilo Gentili do programa “The Noite” do SBT, entrevistou o pastor Caio Fábio. Pela primeira vez no programa, o reverendo criticou evangélicos e, quase ao final da entrevista, respondeu que tinha experimentado sexo aos cinco anos de idade através de sua babá, ao ser perguntador por Gentili se tinha experimentado sexo antes do casamento.

Caio Fábio contou que aos cinco 5 anos de idade foi aliciado por sua babá, uma jovem de quinze anos. Danilo o considerou o pastor um grande sortudo pelas experiências sexuais na infância que teve.

Casos como o ocorrido com Caio Fábio não são raros. Muitas mulheres, especialmente adolescentes, iniciam sexualmente meninos. Os homens que tiveram essas experiências sexuais na infância não costumam achar ruim, muito menos reclamar, pelo contrário se consideram sortudos por isso. Porém, esses mesmo homens que consideram bem vindo uma mulher de quinze anos praticar sexo com crianças de cinco anos, odiariam profundamente o caso inverso, de um rapaz de quinze anos praticar sexo com uma menina de cinco.

O Caio Fábio contou a realidade de muitos homens. É comum mulheres iniciarem sexualmente meninos, às vezes por falta de namorado ou mesmo por medo de engravidar. Um menino não pode engravidar uma mulher, logo há mulheres que colocam meninos para estimulá-las sexualmente.

O Caio está de parabéns por ser honesto, de assumir que gostou da coisa e tal, mas como pastor ele deveria desaprovar a experiência sexual que teve.

Essa mulher corrompeu sexualmente o Caiozinho.

É bom frisar que estamos falando de crianças que são, de fato corrompidas sexualmente por mulheres, especialmente adolescentes.

Caio Fábio: Vítima de Abuso Sexual Infantil.

Acusado por apologia a pedofilia, Caio Fábio demonstra uma satisfarção bastante comum entre os homens que passaram pela mesma experiência.

Caio Fábio fez bem em contar. São casos que acontecem bastante e devem ser contados. Porém, o Caio Fábio aparentou ter aprovado a situação, como acontece com homens seculares.Jussara Oliveira, o caso do Caio Fábio não é raro. Muitas mulheres, especialmente adolescentes, praticam sexo com crianças e isso muitas vezes é aprovado pelos próprios pais, como símbolo de masculinidade.A maioria dessas mulheres não são pedófilas, ou seja, não sentem atração sexual primária por pré-púberes. Praticam sexo por praticar mesmo, às vezes por falta de namorado ou mesmo por medo de engravidar. Um menino não pode engravidar uma mulher, logo há mulheres que colocam meninos para estimulá-las sexualmente.O que essa mulher fez com o caiozinho foi corrompê-lo sexualmente.

Pedofilia é a atração sexual primária por pré-púberes (em geral, menores de 9/10 anos).Um adolescente pode ser pedófilo como qualquer adulto. Aliás, biologicamente adolescentes são adultos. Adulto é quem alcançou a capacidade reprodutiva.Não existe crime de pedofilia. Pedofilia é um interesse sexual primário e não uma prática sexual.Se essa mulher de 15 anos têm atração sexual primária por meninos de 5 anos (pré-púberes) ela é pedófila. Mas, se ela apenas fez sexo por fazer, apenas para se estimular sexualmente, ela não é pedófila.

Pedofilia: um transtorno, não um crime

Por Margo Kaplan Outubro 5, 2014

Margo Kaplan

Margo Kaplan

Camden, NJ – Pense na sua primeira paixão de infância. Talvez fosse um colega ou um amigo ao lado. Muito provavelmente, na escola e na vida adulta, suas afeições continuou a se concentrar em outros em seu grupo de idade aproximada. Mas imagine se eles não o fizeram.Por algumas estimativas, um por cento da população masculina continua, muito tempo depois da puberdade, para encontrar-se atraído por crianças pré-púberes. Essas pessoas estão vivendo com a pedofilia, uma atração sexual por pré-púberes que constitui muitas vezes uma doença mental. Infelizmente, as nossas leis estão falhando-los e, conseqüentemente, ignorando oportunidades para prevenir o abuso de crianças.

O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais define a pedofilia como um interesse sexual intenso e recorrente em crianças pré-púberes, e uma desordem se faz uma pessoa “sofrimento acentuado ou dificuldade interpessoal” ou se a pessoa age em seus interesses. No entanto, as nossas leis ignorar pedofilia até depois da prática de um crime sexual, enfatizando a punição, não de prevenção.Parte deste fracasso decorre do equívoco de que a pedofilia é o mesmo que abuso sexual infantil. Pode-se viver com a pedofilia e não agir sobre ela. Sites como virtuosos Pedófilos fornecer suporte para os pedófilos que não molestam crianças e acreditam que o sexo com crianças é errado. Não é que estas pessoas são “inativos”, ou pedófilos “não praticante”, mas sim que a pedofilia é um estado e não um ato. Na verdade, mostra a pesquisa, cerca de metade de todos os molesters criança não são sexualmente atraídos por suas vítimas.

Um segundo equívoco é que a pedofilia é uma escolha. Uma pesquisa recente, embora muitas vezes limitado a criminosos sexuais – por causa do estigma da pedofilia – sugere que o distúrbio pode ter origens neurológicas. Pedofilia poderia resultar de uma falha no cérebro para identificar quais os estímulos ambientais deve provocar uma resposta sexual. Ressonâncias magnéticas de criminosos sexuais com pedofilia mostrar menos dos caminhos neurais conhecidas como matéria branca em seus cérebros. Homens com pedofilia são três vezes mais propensos a ser canhoto ou ambidestro, um achado que sugere fortemente uma causa neurológica. Algumas descobertas também sugerem que as perturbações no neurodesenvolvimento no útero ou na primeira infância aumenta o risco de pedofilia. Estudos também mostraram que os homens com pedofilia têm, em média, notas mais baixas em testes de habilidade visual-espacial e memória verbal. A Virtuoso Pedófilos site está cheio de depoimentos de pessoas que nunca prometem tocar uma criança e ainda vivem em terror. Eles devem esconder sua desordem de todos que sabem – ou o risco de perder oportunidades de educação e emprego, e enfrentam a perspectiva de assédio e até violência. Muitos se sentem isolados; alguns contemplar o suicídio. O psicólogo Jesse Bering , autor de “Perv: The Deviant Sexual em All of Us”, escreve que as pessoas com a pedofilia “não estão vivendo suas vidas no armário; eles estão eternamente agachou-se em uma sala de pânico. ”

Enquanto o tratamento não pode eliminar interesses sexuais da pedofilia, uma combinação de terapia cognitivo-comportamental e medicação pode ajudá-lo a gerenciar impulsos e evitar cometer crimes. Mas a razão que não sabemos o suficiente sobre o tratamento eficaz é porque a pesquisa tem sido geralmente limitada para aqueles que cometeram crimes. Nossa lei atual é incoerente e irracional. Por exemplo, a lei federal e 20 estados permitem judicial para emitir uma ordem civil cometer um criminoso sexual, especialmente um com um diagnóstico de pedofilia, a um estabelecimento de saúde mental imediatamente após a conclusão de sua sentença – segundo as normas que são muito mais flexíveis do que para “compromisso civil” comum para as pessoas com doença mental. E, no entanto, quando se trata de políticas públicas que possam ajudar as pessoas com pedofilia vir para a frente e procurar tratamento antes de ofender, a lei omite pedofilia de proteção. O Americans with Disabilities Act de 1990 e Seção 504 da Lei de Reabilitação de 1973 proíbem a discriminação contra as pessoas de outra forma qualificada com deficiência mental, em áreas como o emprego, a educação e cuidados médicos. Congresso, no entanto, explicitamente excluídos pedofilia de proteção ao abrigo destas duas leis cruciais.

É hora de revisitar essas exclusões categóricas. Sem proteção legal, um pedófilo não pode correr o risco de procurar tratamento ou divulgar seu status a qualquer um de apoio. Ele poderia perder o emprego, e as perspectivas futuras de trabalho, se ele é visto em uma sessão de terapia de grupo, pede uma acomodação razoável para tomar a medicação ou ver um psiquiatra, ou solicita um limite em sua interação com as crianças. Isolando indivíduos de emprego e tratamento adequado só aumenta o risco de cometer um crime. Não há dúvida de que a extensão da proteção dos direitos civis para pessoas com pedofilia deve ser pesado contra as necessidades de saúde e segurança de outras pessoas, especialmente as crianças. É lógico que um pedófilo não deve ser contratado como professor da escola primária. Mas tanto o ADA e da Lei de Reabilitação contêm isenções para as pessoas que estão “de outra forma não qualificada” para um emprego ou que representam “uma ameaça direta para a segurança e a saúde dos outros” que não podem ser eliminados por uma acomodação razoável. (É por isso que os empregadores não têm de contratar motoristas de ônibus cegos ou seguranças mentalmente instáveis.)

A análise em ameaça direta rejeita a idéia de que os empregadores podem confiar em generalizações; que deve avaliar o caso específico e dependem de provas, não pressuposições. Aqueles que se preocupam que os empregadores seriam compelidos a contratar pedófilos perigosos deve olhar para jurisprudência HIV, onde por anos os tribunais eram altamente conservador, errando no lado de encontrar uma ameaça direta, mesmo em final de 1990, quando as autoridades médicas estavam de acordo em que pessoas com HIV podem trabalhar com segurança, por exemplo, serviços de alimentação. Remover a exclusão pedofilia não prejudicaria justiça criminal ou seu papel na resposta ao abuso infantil. Não seria mais fácil, por exemplo, para alguém acusado de abuso sexual infantil de se declarar inocente por razões de insanidade. Um pedófilo deveria ser responsabilizado pela sua conduta – mas não para a atração subjacente. Defendendo os direitos dos grupos desprezados e incompreendidos nunca é popular, especialmente quando eles estão associados com dano real. Mas o fato de que a pedofilia é tão desprezado é precisamente por isso que as nossas respostas a ele, na justiça criminal e de saúde mental, têm sido tão incoerente e contraproducente. Reconhecendo que os pedófilos têm um transtorno mental, e remover os obstáculos à sua vinda para a frente e buscando ajuda, não é apenas a coisa certa a fazer, mas também iria avançar os esforços para proteger as crianças de danos.

Margo Kaplan é professora assistente da Universidade Rutgers School of Law, Camden.

Original:  http://www.nytimes.com/2014/10/06/opinion/pedophilia-a-disorder-not-a-crime.html

Comentário do blog Foco Cristão:

O título “Pedofilia: um transtorno, não um crime” pode chocar aos desinformados que acreditam que exista crime de pedofilia ou que pedofilia seja prática sexual. Pedofilia não é um crime e nem tipo de crime. Pedofilia é apenas a atração sexual primária por quem não atingiu a puberdade, em geral, garotas menores de nove anos e garotos menores de dez anos.
A professora Margo Kaplan, em seu artigo, chama atenção para a falta de tratamento para a pedofilia nos Estados Unidos da América.

Segundo o professor de psiquiatria Raphael Boechat Barros, da Universidade Federal de Brasília, vários estudos indicam que a maioria dos pedófilos sofreu abusos na infância, mas não se trata de uma regra geral. Da mesma maneira, nem sempre as vítimas se tornarão criminosas. Alguns estudos que ligam o fato das pessoas que sofreram de maus-tratos, ou até mesmo abusos sexuais na infância, terem maior propensão de se tornar pedófilos, mas isso não vale para todos os casos.

Bancada Evangélica e IPCO apoiam a destruição de famílias e o aborto

Consideradas pró-família e pró-vida, a bancada evangélica (Frente Parlamentar Evangélica) e o IPCO (Instituto Plínio Corrêa de Oliveira) apoiaram a criminalização de famílias e a imposição do aborto ao serem contra a reforma do novo código penal (PLS 236/2012 original), onde seria reduzida a idade de consentimento (estupro de vulnerável) de 14 anos para 12 anos de idade em casos de consentimento por parte do adolescente. Com a desculpa esfarrapada de combater a pedofilia, grupos como a Frente Parlamentar Evangélica e Instituto Plínio Corrêa de Oliveira se opuseram ao projeto. Esses grupos, que são formados por pessoas instruídas, deveriam saber que pedofilia é a atração sexual primária por pré-púberes e que a puberdade começa, em média, aos 9 anos, com o aparecimento do broto mamário, nas meninas e aos 10-11 anos, com o aumento dos testículos, nos meninos. A menarca na mulher ocorre, em média, aos 12 anos de idade. A redução da idade de consentimento (menoridade sexual) nada tem a ver com pedofilia. Mas, isso não importa para esses grupos que se dizem “defensores da família e da vida“. Para eles o que importa é se aproveitar da polêmica palavra “pedofilia” para ganhar espaço na mídia, como faz a própria mídia para aumentar sua audiência. Não importa para essa gente que famílias sejam destruídas e que o aborto seja imposto culturalmente, por meio de leis e de pseudo-pregações cristãs. Historicamente, adolescentes casavam e trabalhavam. Inclusive muita gente casou aos 12 anos. Em qualquer comunidade onde não haja a necessidade de estudar, provavelmente as pessoas casam cedo, como índios, povo do interior etc. Em um lugar onde as pessoas não estudam ou estudam até o 5º ano (antiga 4ª – primário), não há o porquê das pessoas demorarem a casar. Não é à toa que em vários lugares do Brasil, uma garota de 16 anos, sem casamento à vista, já era rotulada de “tá ficando para titia”.

Matheus Chequer e Larissa Manoela, Namorados, Atores de Chiquititas

Matheus Chequer e Larissa Manoela, Namorados, Atores de Chiquititas.

O Brasil está cheio de garotas de 12 anos se relacionando com rapazes de 13-16 anos, onde eventualmente ocorrem práticas sexuais. Graças à bancada evangélica e ao IPCO, essas práticas sexuais são legalmente “estupros de vulneráveis“. Relacionamentos consentidos sendo considerados crimes hediondos e com o sistema de saúde pronto a tratar essas garotas como “vítimas de violência sexual“. Bancada evangélica ou abortista? IPCO uma instituição católica? Jesus foi rejeitado, em sua época, pelo seu povo. Herodes tentou matá-lo quando criança. Hoje Jesus poderia ser abortado e o seu pai adotivo preso como estuprador com o aval de muitos líderes e grupos que se dizem cristãos hoje (igrejas evangélicas, bancada evangélica, Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, Paulo Fernando Melo da Costa (assessor parlamentar no congresso nacional), Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz (Presidente do Pró-Vida de Anápolis), Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, Damares, psicóloga Marisa Lobo, deputado Pr. Paulo Freire, Pr. José Wellington (Presidente da CGADB), Manuel Ferreira, senador Magno Malta, deputada Lauriete Rodrigues Malta, Liliam Sá, Rubens Teixeira, Júlio Severo, Zenobio Fonseca, Uziel Santana da ANAJURE, Pr. Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo etc).

Jesus e Maria, uma mãe adolescente

Jesus e Maria, uma mãe adolescente

Judias casavam por volta dos doze anos de idade. As referências sobre Maria não é exceção. O desposo seria em torno dos doze anos, e o nascimento de Jesus cerca de um ano mais tarde [3]. Não muitos diferentes de Israel, na Roma antiga, as mulheres se casavam antes dos 12 anos e os meninos a partir dos 14 anos. Após o Novo Testamento, judeus passaram a fixar idades mínimas para o casamento (mulheres: doze anos e homens: treze anos). E os romanos estabeleceram as idades mínimas de doze anos, para mulheres, catorze anos, para homens.

De que adianta a representante da Frente Parlamentar Evangélica, Damares Alves, lutar contra a legalização oficial do aborto e apoiar liberação do aborto através da criminalização de atos sexuais? Vale ressaltar que não é apenas a liberação do aborto, mas sim a imposição cultural do aborto, já que atos sexuais praticados pelas adolescentes acabam sendo considerados estupros, independentemente do seu consentimento e elas consideradas incapazes de consentir, que não tem discernimento para o ato sexual. Garotas, que naturalmente aceitam sua maternidade, estão sendo doutrinadas a se considerarem incapazes de terem seus próprios filhos.

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Damares, a redução da idade de estupro de vulnerável salvaria mais vidas que todo o seu trabalho contra o infanticídio indígena. De que adianta salvar alguns índios e, ao mesmo tempo, apoiar que milhares de brasileirinhos sejam dizimados?

Adolescentes não engravidam por doença, elas engravidam por estarem na época de poderem engravidar. É algo natural! Quem for pesquisar a história da humanidade verá que a gravidez na adolescência sempre foi comum. É a regra, não a exceção. O comum, durante toda a humanidade, foi mulheres adolescentes casarem e terem seus filhos. Inclusive, os pais da Igreja e outros escritos citam Maria, a mãe de Jesus, como sendo uma jovem de não mais que catorze anos de idade. Garotas, como a do vídeo, que naturalmente podem ser mães, estão sendo doutrinadas a serem abortistas por se tratar de “estupro de vulnerável” (definição legal criada em 2009). “Estupro de Vulnerável” é igual a aborto: Toda garota que faz sexo com 12, 13 anos é considerada legalmente incapaz (que não tem discernimento). Porém, a menarca, em média, é aos 12 anos. São garotas que naturalmente estão na fase de poderem engravidar. É comum garotas como ela, de comunidade, abraçarem a maternidade com mais facilidade do que as garotas de classes mais altas. O que é um paradoxo do ponto de vista financeiro, pode ser explicado quando se analisa as culturas envolvidas. Nas classes mais pobres, adolescentes cuidam de seus irmãos mais novos, fazem comida, cuidam da casa etc. Sendo vistas como moças (mulheres), logo, no caso de gravidez, o aborto tende a ser visto como ilegítimo. Pois a família já a vê como mulher apta a assumir responsabilidades. Essa percepção de “mulher capaz” da adolescente têm diminuído, por influências especialmente da mídia. Já garotas abastadas, que não arrumam o próprio quarto, vivem shoppings, festas etc. Praticamente sem assumir responsabilidades, tendem a ser vistas como “crianças”. Gerando a polêmico situação de “criança” grávida de outra criança, tornando assim o aborto aceitável ou mesmo bem visto, por tirar daquela “criança” (a adolescente) o peso de ser mãe.

Não ao aborto

Não ao aborto

A própria mídia que vive tratando adolescentes como vítimas de pedofilia, não deixa de sexualizar adolescentes. Inclusive, a programação voltada para adolescentes é focada em sexo e relações amorosas que culminam em sexo (eles nunca falam de casamento ou se preservar para o casamento). Na verdade, a mídia não anda respeitando nem as crianças pré-púberes (verdadeira pedofilia), quanto mais respeitar adolescentes. Pelo contrário, o que ela faz é infantilizá-los e ao mesmo tempo estimulá-los a prática sexual, criando o cenário ideal para o aborto e outras irresponsabilidades. É necessário frisar que está havendo toda uma doutrinação para tornar a adolescência uma fase abortista (A Legalização Do Aborto na Adolescência Avança Cada Vez Mais), algo que já acontece nas classes mais altas e nos países considerados desenvolvidos. Uma pesquisa realizada em 1998, pela UFCE, constatou que cerca de 80% das garotas das classes mais baixam não abortavam seus filhos; já nas classes mais altas, essa porcentagem caia para apenas 20% (ou seja, apenas 20% das adolescentes das classes mais altas não abortavam). Isso ajuda a explicar o porquê da gente não andar vendo mães adolescentes nas classes mais altas. Não é tratando o adolescente como um incapaz que se vai evitar que ele pratique atos sexuais. Muito pelo contrário, ele, “consciente” de sua incapacidade legal, será tentado a fazer sexo, já que o mesmo não será cobrado a assumir nenhuma responsabilidade, estando assim livre para ser promíscuo, abortar, estuprar e abusar de crianças (A Pedofilia Acobertada). É comum adolescentes se aproveitarem de crianças para se satisfazerem sexualmente, para treinar sexo ou mesmo por pura maldade. Um garoto de 13 anos que abusa de uma criança de 5 anos, por lei, não comete nenhum crime ou infração já que o mesmo, tendo 13 anos, ainda é considerado tão incapaz quanto a criança de 5. A legislação não faz distinção alguma. Todos os menores de 14 anos são considerados igualmente incapazes. Será que alguma garota de 12 anos vai deixar de fazer sexo por ser legalmente incapaz? Não é comum garotas iniciarem sua vida sexual às escondidas? Se elas, muitas vezes, não respeitando nem os próprios pais, irão respeitar uma legislação que as trata como incapazes? Ou a tendência será delas serem a cada dia mais irresponsáveis? Afinal, por lei, são consideradas sempre vítimas, coitadinhas, que não têm o discernimento para consentir. Logo, não deixa de ser uma tentação “aproveitar” essa fase para ariscar mais e degustar do prazer sexual com maior tranquilidade, já que em caso de gravidez, houve “estupro de vulnerável” mesmo, basta ir ao sistema de saúde para receber seu atendimento como “vítima de violência sexual“. A pesar das DST´s  e dos anticoncepcionais, a gravidez ainda é a maior preocupação de quem pratica sexo. Tratar as adolescentes como incapazes só tende a minguar a preocupação delas mesmas com uma possível gravidez e contribuir para o uso cada vez mais recreativo, promíscuo e irresponsável do sexo. Consequentemente, cria-se um ambiente altamente favorável à prática do aborto. Como se já não bastasse a banalização do sexo, a declaração de incapacidade legal acaba sendo a gota d’água, a peça chave uma cultura abortista. A prostituta Lola Benvenutti, de 21 anos, perdeu sua virgindade aos 11 anos de idade com um homem de 30 anos. Será que ela foi uma incapaz aos 11 anos de idade? Ela mesma diz que não era incapaz coisa nenhuma e que ainda estava com mais vontade de fazer sexo que o seu parceiro. Ela não via a hora de perder a virgindade, preparou o cenário e chamou para fazer o “serviço” o homem em questão. Não é nenhuma novidade que ela tenha feito sexo às escondidas, como a maioria das garotas fazem. E ela nem precisaria de alguém maior de 18 para tal ato. Qualquer adolescente tem libido de sobra para isso. Muitos não vê a hora de ter uma chance dessa. Certas pessoas ficam, em nome de uma pseudo-pedofilia, tentando convencer a Lola de que a mesma foi estuprada. Essas pessoas, além de irresponsavelmente quererem implantar, na mente da mulher, a sensação de estupro (uma cruel violência psicológica), colaboram para deixar as garotas ainda mais irresponsáveis, sob o manto de uma pseudo-incapacidade. Não adianta nada chorar diante do documentário Blood Money – Aborto Legalizado, que retrata a prática do aborto nos Estados Unidos da América, e colaborar para que o Brasil siga o mesmo caminho. Os EUA, que definiram leis de idade de consentimento na maioria dos seus estados em 1880 (idades 7, 10 e 12 anos), aumentaram essas idades em 1920 (para 14, 16 e 18 anos). Tornando a adolescência uma fase de incapazes, o passo base para a cultura do aborto se estabeleça. A maternidade, uma condição natural da mulher, é relativizada. Questionados a respeito dessa situação, o presidente da frente parlamentar evangélica, Pr. Paulo Freire, nada respondeu e bloqueou o contato; Damares Alves diz querer coibir a prostituição na Copa do mundo (mas aborto e destruir famílias pode?): O Rubens Teixeira sempre fugindo de um diálogo, prefere seguir a mesma linha do restante, mesmo que para isso famílias sejam destruídas e a cultura do aborto seja imposta. É nessas horas que a gente ver quem são os verdadeiros cristãos.

Marisa Lobo

Psicóloga Marisa Lobo, Jesus Cristo, Pedofilia, pederastia, adolescentes, estupro de vulnerável, sexo, aborto e bebê.

Jesus Cristo e São José

Jesus e José (um pedófilo pederasta, segundo a psicóloga Marisa Lobo)

Adendos: Na menarca, a adolescente já alcançou 95,5% da estatura final. Por mais 3 ou 4,8 anos, incrementos progressivamente menores irão ocorrer. Estirão da puberdade (ou estirão da adolescência), crescimento com a idade e estatura final[1]:

Estirão

Pesquisa sobre a idade da menarca na cidade de Londrina[2]:Londrina [1]Crescimento Pós-Menarca (*http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302000000300003.)

[2]IDADE DA MENARCA EM ADOLESCENTES DE LONDRINA – PR – 1999 (*http://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/RBAFS/article/view/1006)

[3]http://books.google.com.au/books?id=m_OShrBh0I0C&lpg=PP1&pg=PA12#v=onepage&q=betrothal&f=false

[4]http://www.newadvent.org/cathen/08504a.htm

M.A. Friedman (1980), Jewish Marriage in Palestine, Vol 1, The Jewish Theological Seminary of Americ.

Richard Burn, Robert Tyrwhitt and Robert Phillimore, The Ecclesiastical Law, Volume 4, Sweet Stevens & Norton (London), page 54