Menina de 12 anos foge com “cinquentão” hippie

A mesma notícia sendo abordada de forma diferente pelo portal R7 (r7.com) em duas reportagens (matérias jornalisticas), uma feita pelo RecordTV Minas e outra pelo Cidade Alerta.

Reportagem da RecordTV Minas: “Menina de 12 anos foge com ‘cinquentão’ e deixa carta dizendo que iria suicidar“[1]

Reportagem do Cidade Alerta: “Mãe salva filha de 12 anos das mãos de pedófilo“[2]

A RecordTV Minas foi preconceituosa ao destacar o “cinquentão” (preconceito etário).
Mas, apesar disso, abordou a notícia de forma melhor e mais isenta que o Cidade Alerta, que infelizmente, vive de sensacionalismo. Um programa sem credibilidade nenhuma por ser demasiadamente sensacionalista e que lucra em cima da violência e do medo das pessoas. Imaginem um programa desse na época em que negros e gays eram discriminados. Esses programas seriam cruelmente racistas e homofóbicos.

A reportagem do RecordTV Minas acertou ao chamar a mulher de 12 anos de adolescente. Sim, tanto legalmente, quanto biologicamente, uma menina de 12 anos é adolescente, não criança. Felizmente, não apelaram para o “criança de 12 anos” e nem para o “pedófilo“. Típicos termos que maus jornalistas se valem para fazer suas reportagens sensacionalistas, como as reportagens do Cidade Alerta. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade. Pedofilia é antes da puberdade.

O Cidade Alerta é o típico programa que transforma qualquer ladrão de galinha em perigosíssimo serial killer. É comum pessoas inocentes serem cruelmente prejudicadas por programas assim. É um programa que se aproveita do medo das pessoas para lucrar com audiência. Falta ética e profissionalismo nesse programa. Mas, nesse mundo capitalista ganhar dinheiro é o mais importante na mente de muitas pessoas.

A mãe não salvou a filha de pedófilo nenhum. Uma garota de 12 anos é velha para um pedófilo (pedofilia é antes dos 9 anos de idade) e a moça fugiu com o rapaz, ela não foi raptada pelo homem. Ela fugiu e estava querendo ser salva da própria mãe. A situação é tão séria que a jovem prometeu se suicidar (deixou uma carta dizendo que iria tirar a própria vida).

Se o jovem adolescente, seja homem ou mulher, não se entende com seus pais, é melhor que fuja de casa do que atente contra a própria vida ou chegue ao ponto de matar seus próprios pais, como nesse infeliz e drágico caso: Menina mata a mãe

Será que a jovem mulher é apaixonada pelo hippie e fugiu para viver esse amor? Ou o ambiente famíliar é muito hostil? Dizem que o homem tem mais de 50 anos (não parece tanto) e muita gente é preconceituosa. O problema de muitos pais é idealizar os próprios filhos e nessa idealização há muitos preconceitos embutidos e a vontade de realização dos pais nos filhos. Mas, os filhos não são continuação dos seus pais. São outras pessoas e é natural que discordem de seus pais.

No vídeo, a mãe diz: “Você poderia fazer qualquer coisa, mas fugir? Minha filha você sabe o que esse homem vai fazer com você? Ele vai te estuprar e depois te prostituir”. Diante do desespero da mãe a menina não demostrou nenhum sinal de arrependimento e ainda gritou com a mãe: “Tira suas mãos de mim.” A mãe pediu ajuda de pessoas no lugar para impedir o embarque da jovem mulher.

Vídeo: MÃE IMPEDE FUGA DA FILHA DE 12 ANOS COM HIPPIE:

Vídeo: Mãe consegue impedir que filha de 12 anos fugisse com hipster:

Aparentemente é mais um caso de filha que foge com amante por seus pais não aceitarem o seu relacionamento amoroso. Ela não é a primeira mulher a fugir e nem será a última. Esses casos não são raros. Por que será que jovens mulheres chegam ao ponto de fugir com seus amados?

Apesar da sociedade moderna infantilizar adolescentes, a adolescência faz parte da fase adulta. A infância termina por volta dos 9 anos de idade, com o início da puberdade (a puberdade feminina não começa com a menarca, mas sim anos antes e o primeiro sinal visível é o aparecimento do broto mamário).

Uma mulher de 12 anos de idade já está na fase de deixar seus pais e ir formar seu próprio ninho com o seu amante. Por isso, que elas sentem muita vontade de namorar e de enfretar a autoridade dos pais. Ela sente grande desejo de ser independente e fazer as suas próprias escolhas, como qualquer mulher adulta. E ela é adulta! A fase adulta da mulher começa com a puberdade. A puberdade começa por volta dos 9 anos de idade, não 18.

Com a puberdade, o sexo ganha importância na vida das pessoas (homens e mulheres). O jovem adulto passa a deixar os pais de lado e a querer resolver seus próprios problemas, a valorizar mais as amizades (seu relacionamento social) e a buscar possíveis parceiros sexuais e amorosos. Por isso, que há mulheres, em geral, maiores de 11 anos, que chegam a fugir com seus amados. Essas mulheres apenas estão seguindo o caminiho natural da vida. Não são vadias e nem vagabundas por isso, como infelizmente algumas pessoas falam. São mulheres de atitude, que vão atrás do que querem. E como toda experiência pode ser boa ou ruim. A jovem mulher pode viver um grande amor ou quebrar a cara, se decepcionar. Faz parte da vida.

[1]http://noticias.r7.com/minas-gerais/menina-de-12-anos-foge-com-cinquentao-e-deixa-carta-dizendo-que-iria-suicidar-24032017

[2]http://noticias.r7.com/cidade-alerta/videos/-mae-salva-filha-de-12-anos-das-maos-de-pedofilo-24032017

Kelly Key, Baba Baby e Amor

Baba“, também conhecida como “Baba Baby“, música de Kelly Key (Kelly de Almeida Afonso Freitas) do seu álbum Kelly Key de 2001, seu primeiro álbum homônimo, lançado em 17 de agosto pela Warner Music Brasil. Kelly mostrou para Andinho, um parceiro de composição, uma canção composta por ela aos 13 anos de idade, intitulada “Baba”, a qual tratava de um professor que havia a desprezado quando criança e passou a se interessar por ela já adolescente, ou seja, quando a criança cresceu e se tornou uma bela mulher. Apesar de inicialmente não achar que a canção seria boa o suficiente para o seu trabalho musical, ela e Andinho trabalharam na faixa de música, incorporando novos versos e criando um desfecho para incluí-la no álbum. A música acabou sendo o maior sucesso da artista e fez parte da campanha do Governo Federal pelo incentivo ao uso da camisinha, em 2002.

‘O papel de conselheira é o mesmo que Kelly interpretou quando contratada pelo Ministério da Saúde para fazer campanha pelo uso da camisinha, no Carnaval passado. Apesar de doar o cachê – cerca de R$ 50 mil – a uma instituição, a escolha do governo gerou polêmica. Quem a criticou disse que ela não tinha bagagem pedagógica para falar sobre o certo e o errado à juventude. Também foi qualificada como fútil e mulher-objeto. “Não sou a pessoa correta para dar conselho, porque já recebi muitos e não segui nenhum”, explica-se. “Mas nunca tive problemas com drogas e sempre usei camisinha. Tenho o perfil certo para falar com a juventude, porque vivi muito nova a minha vida.”’ (istoegente)[5]

Faixas do álbum de 2001: “Escondido“, “Só Quero Ficar“, “Bolada“, “Anjo“, “Baba“, “Brincar de Amor“, “Tudo Com Você“, “Quem é Você?“, “Viajar no Groove“, “Cachorrinho“, “Escondido” (remix). Foram gravadas em 2000 e 2001.

A canção “Baba”, Baba Baby, foi escrita originalmente quando ela tinha 13 anos, como um desabafo pessoal. Kelly Key, aos 7 anos de idade, era apaixonada pelo seu professor de educação física, que não queria nada com ela por ser muito nova. Mas, quando ela chegou à puberdade, e cresceu, ele passou a se interessar por ela. A mulher atraente de 12-13 anos, de corpo exuberante, já não era mais aquela criança de 7 anos, sem desenvolvimento puberal.

Kelly Key, além de ter um corpo maravilhosamente moldado pela puberdade, aos 12 anos, a mulher ainda malhava numa academia. O seu professor, que não se interessara pela menina de 7 anos, passou a desejar a mulher de 12-13 anos, que magoada pelo desprezo de outrora, passou a provocar e desprezar o tal professor, como vingança. Aos 13 anos, ela escreve a música “Baba” e conhece o seu novo amor, o cantor Latino (nome artístico de Roberto de Souza Rocha) e começou a namorá-lo. Latino logo engatou um relacionamento com a jovem mulher com quem casou aos 16 anos e teve uma filha. Ficaram juntos 5 anos (1997-2002). 

“Da infância tímida em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, Kelly de Almeida Afonso não era sombra do que é, hoje: cantora desinibida, mulher polêmica. Esse perfil começou a ser traçado aos 13 anos, quando ela investiu numa história de amor com um homem dez anos mais velho, casado e com filhos na bagagem. Latino, nome artístico de Roberto Souza Rocha, um cantor de funk do subúrbio carioca de Maria da Graça, foi por cinco anos um misto de amante, marido e empresário de Kelly” (istoegente)[5]

Kelly Key com o seu namorado Latino

Kelly Key, aos 13 anos de idade, começou a namorar Latino de 23.

Trechos da canção “Baba”:

“Você não acreditou
Você nem me olhou / Você sequer notou
Disse que eu era muito nova pra você
Mas agora que cresci você quer me namorar”
“Não vou acreditar nesse falso amor
Que só quer me iludir me enganar isso é caô
E pra nao dizer que eu sou ruim
Vou deixar você me olhar
Só olhar, só olhar, baba
Baby, baba”
“Olha o que perdeu
Baba, criança cresceu
Bem feito pra você, é, agora eu sou mais eu
Isso é pra você aprender a nunca mais me esnobar
Baba baby, baby, baba, baba
Baby, baba”[1]

Muitas garotas se irritam com o fato de não despertarem interesse relevante do sexo maculino quando ainda não entraram na puberdade, ou estão no início dela, e depois, com o corpo desenvolvido, passarem a se preterida por muitos homens. Elas ficam chateadas com a realidade, porque acreditam que um homem deveria ter interesse por ela antes dela ter o corpo desenvolvido para ser amor de verdade. Afinal, no conceito cristão de ágape, quem ama, ama além do corpo. Mulheres querem ser amadas independentemente do corpo que tenham.

Novinha feliz por emagrecer e ficar gata

A garota não precisou se esforçar muito. Porque os hormônios sexuais, devidos a puberdade, emagrecem e definem o corpo.

A puberdade feminina começa por volta dos 9 anos, é esperado que o erótico e o sexo ganhe importância em sua vida, que o corpo seja modelado e amadureça sexualmente. Logo, não se trata de sexualidade infantil, que por definição é impúbere, mas de sexualidade adulta, que é púbere. Nessa mudança corporal, muitas jovens mulheres se frustam ao ver como um corpo desenvolvido e bonito faz diferença na hora de arrumar um namorado, mas, por outro lado, também ficam envaidecidas diante do seu poder de sedução. O crush (gíria copiada dos EUA, que significa pessoa por quem se tem sentimento, desejo, paixão ou amor platônico), que antes a esnobava, pode começar a se deslumbrar e desejá-la.

[1]https://www.vagalume.com.br/kelly-key/baba.html

[2]https://pt.wikipedia.org/wiki/Kelly_Key_(álbum_de_2001)

[3]http://www.letras.com.br/curiosidades/kelly-key

[4]http://livrocaiunarede.blogspot.com.br/2006/03/baba-kelly-key.html

[5]http://www.terra.com.br/istoegente/199/reportagens/capa_kelly_key_01.htm

Adolescentes na Playboy

As mulheres mais jovens a posarem para a revista brasileira “Playboy” foram adolescentes. O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) define como adolescente a pessoa entre 12 e 18 anos de idade. A OMS (Organização Mundial de Saúde) classifica como adolescente o indivíduo entre 10 e 20 anos. Já biologicamente, a adolescência começa por volta dos 9 anos de idade, com o início da puberdade, e termina entorno dos 13-14 anos, com o fim da puberdade. Do ponto de vista biológico, a adolescência é a própria puberdade.

Algumas adolescentes, jovens mulheres menores de idade, já posaram nuas para a revista Playboy do grupo Abril de Roberto Civita. A publicação periódica de entretenimento contou com ensaios de belas novinhas, teens, como Verônica Rodrigues (14), Andréa Cardoso (14), Luciana Vendramini (16), Tania Tavares (16), Patricia Paixão (16) e Claudia Raia (17). Para aproveitar o mercado de ninfetas, chegou a lançar a publicação Ninfetas da Playboy e a anunciar a atriz Paloma Duarte como “Paloma Duarte – 18 anos com corpinho de 15”, em outdoors e cartazes..

A Playboy não era uma revista pornográfica, porque não havia práticas sexuais. A publicação de entretenimento masculino fazia apenas ensaios sensuais com mulheres peladas, ou seja, com a nudez feminina, como uma obra de arte, um trabalho de modelo fotográfica. Mulher de 14 anos chegando a comprar apartamento apenas por posar nua não é nada demais, não deixa de ser um grande negócio. A pesar de algumas mulheres menores de idade posarem nua na revista, as publicações da Playboy tinham sua venda proibida para menores de 18 anos, ou seja, pura hipocrisia. Mas, adolescentes sempre davam um jeito que obtê-las.

Adolescentes legais, como definidos pelo ECA, não são crianças. Criança é quem tem menos 9 anos, quem não atingiu a puberdade. A puberdade começa por volta dos 9 anos, não 18. Adolescentes são eróticos por natureza. Não é à toa que, historicamente, aos 12 anos, mulheres já estavam casando, como os índios fazem. Nos rapazes, o período de maior ocorrência da polução noturna é de 12 a 20 anos (ejaculação involuntária que ocorre durante o sono), devidas às altas taxas hormonais.

Posar para a Playboy, não há grande exposição e fama como ser artista, cantor, cantora, ator, atriz apresentador(a) de televisão, como a dupla Sandy e Júnior, de 4 e 5 anos, e a apresentadora Maísa Silva, de 6 anos. Se crianças podem ficar muito famosas e sofrerem com isso, já que a fama tem o seu preço. Uma mulher adolescente posar para a Plaboy, assim como ser modelo fotográfico, não seria nada demais, especialmente hoje em dia que mulheres se desnudam de graça na Internet e a nudez está mais naturalizada.

Não há nada de erotização precoce numa fase da vida onde se pode até engravidar. Quem erotiza é a própria puberdade e essa erotização é natural. Negar essa realidade é imoral, antinatural e anticristã. E movimentos que infantlizam adolescentes são satânicos, desonestos e antiéticos.

Aos puritanistas cristãos, digo, não se pode negar a sexualidade como forma de evitar a banalização do sexo. Negar a sexualidade é negar o próprio Deus. As pessoas entram na puberdade para se reproduzir, para fazer sexo mesmo, por isso que existe a atração sexual, que é uma atração adulta, não-infantil. A puberdade desenvolve as características sexuais secundárias (ou seja, adultas). A fase adulta começa com a puberdade por volta dos 9 anos e não 18 (maioridades civil e penal). Logo, é imoral negar a sensualidade e o erotismo da adolescência e infantilizar a sexualidade do jovem. A maioridade civil foi indevidamente usada para separar maiores de menores, infantilizando adolescentes. A verdadeira maioridade é a puberdade e esta realidade não pode ser negada.

As novinhas (ou seja, as jovens mulheres adolescentes) são inspiração de músicas, como Garota de Ipanema, da Bossa Nova, às populares canções do funk e sertanejo.

Verônica Rodrigues, 14 anos, Garota de Ipanema de 1989 e Capa da Playboy

A modelo Verônica Rodrigues foi Garota de Ipanema de 1989 e gata da capa da revista Playboy de Julho de 1989, aos 14 anos de idade. Ela começou a participar de concursos de beleza aos 13 anos, participou de 10 concursos e venceu todos, dentre eles, o concurso Garota de Ipanema. Ela participou do concurso Garota de Ipanema ainda com 13 anos e disputou com umas 60 candidatas. Completou 14 anos em janeiro de 1989, dias antes da final do concurso. A adolescente estudava normalmente e fazia ballet.

O seu principal incentivador foi seu pai, que a acompanhava. Já sua mãe não curtia muito o fato dela ser modelo. Era natural que todas as Garotas de Ipanema recebessem convite da Playboy. Veronica venceu o Concurso Garota de Ipanema de 89 e foi convidada para posar para a Playboy no mesmo ano. A final do concurso aconteceu em janeiro de 1989, dias após Verônica completar 14 anos. Em seguida, a revista entrou em contato. As fotos foram feitas em abril do mesmo ano. Ser Garota de Ipanema era o sonho de menina da Verônica.

A exigência da mãe da Verônica para poder permitir que a filha posasse nua para a revista, foi que as fotos fossem discretas. Sua mãe não curtia sua carreira de modelo fotográfico. Mas, seu pai, ao contrário, era um grande incentivador. Com o dinheiro recebido por ter posado nua, Verônica comprou um apartamento (seu primeiro imóvel).

“Sinto orgulho por fazer parte da história da Playboy, por ter conquistado um imóvel aos 14 anos com um trabalho honesto, por ter me destacado”
(Verônica Rodrigues, issuu.com/playbrinks, agosto/2014)

Verônica Rodrigues Entrevistada pela Playbrinks

Verônica Rodrigues conta sua história numa entrevista para a Playbrinks em agosto de 2014

Garota de Ipanema” foi uma canção composta por Tom Jobim e Vinícius de Moraes quando viram a jovem Helô Pinheiro (ainda Heloísa Eneida Menezes Paes Pinto) , aos 17 anos, andando distraída de biquíni pelas areias da Praia de Ipanema, em frente ao Bar Veloso (hoje Garota de Ipanema). A música foi baseada na “Menina que passa“. Por ter inspirado a canção, Helô Pinheiro é considerada a Eterna Garota de Ipanema.

“…Tão linda no espaço
Eu vi a menina
Que vinha num passo
Cheio de balanço
Caminho do mar”
(Menina que passa)

“Olha que coisa mais linda,

Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Num doce balanço, a caminho do mar
Moça do corpo dourado
Do sol de Ipanema
O seu balançado é mais que um poema
É a coisa mais linda que eu já vi passar…”
(Garota de Ipanema, 1962)

Verônica Rodrigues (nasceu em janeiro de 1975) na capa da Playboy:

Verônica Rodrigues eleita Garota de Ipanema de 1989 e Capa da Playboy de julho de 1989

Verônica Rodrigues, 14 anos de idade, Garota de Ipanema de 1989 e Gata da Capa da Revista Playboy de julho de 1989.

“Fiz a revista com 14 anos. Meus pais autorizaram porque naquela época com o dinheiro do trabalho comprei meu primeiro imóvel. Hoje em dia as meninas saem praticamente de graça, se desvalorizam postando fotos praticamente peladas na internet.” (Verônica Rodrigues)[1].

Afirmações de Verônica Rodrigues no Instagram leitor.playboy

Comentários de Verônica Rodrigues sobre quando foi capa da revista Playboy no perfil leitor.playboy do Instagram.

Além da Verônica Rodrigues, Garota de Ipanema de 1989, não se pode deixar de citar outras belas mulheres menores de idade que fizeram muitos homens babar por sua sensualidade.

Andréa Cardoso (Andréa Ormeneze Cardo) nasceu 31/12/1975: Por tanto, tinha 14 anos na Playboy de setembro de 1990 (capa Mônica Fraga) e 15 na Ninfetas da Playboy de abril de 1991 (sendo capa).

Playboy de setembro de 1990 com Mônica Fraga e Andréa Cardoso

Playboy de setembro de 1990 com Mônica Fraga (capa da revista) e a Ninfeta do Fantastico Andréa Cardoso

Aos 14 anos de idade, Andréa Cardoso posou nua para a Playboy de setembro de 1990, mas Mônica Fraga foi a capa. Já aos 15 anos de idade, Andréa foi capa da Ninfetas da Playboy de abril de 1991.

As Ninfetas da Playboy abril 1991 Andréa Cardoso capa da Playboy

As Ninfetas da Playboy 189 de abril de 1991 com Andréa Cardoso (capa da revista)

Luciana Vendramini, quase paquita do Xou da Xuxa e Capa da Playboy

Muitos pensam que Luciana Vendramini foi paquita do Xou da Xuxa por causa da sua foto vestida de paquita, mas ela, apesar de muito bonita, não foi selecionada para o grupo da primeira geração de paquitas. A ninfeta se dizia virgem quando posou nua para a Playboy

Luciana Regina Vendramini

Luciana Regina Vendramini (Jaú, 10 de dezembro de 1970). Estreou na televisão como candidata a paquita do Xou da Xuxa (primeira geração) na TV Globo, em 1986, mas perdeu para Ana Paula Guimarães (a primeira Catuxa do grupo paquitas). Foi Garota do Fantástico e posou para um ensaio da revista Playboy em 1987 (capa de dezembro).

Claudia Raia (Maria Cláudia Motta Raia de Mello, nascimento: 23 de dezembro de 1966), posou com 17 anos quando foi capa de 03/1984.
A atriz global Claudia Raia ainda era conhecida como “Maria Cláudia” quando posou nua para a revista pela primeira vez em 03/1984.

Maria Cláudia Capa da Playboy de Marco de 1984

Cláudia Raia, aos 17 anos de idade, foi capa da revista Playboy pela primeira vez. A atriz da Globo ainda se chamava “Maria Cláudia” quando posou nua.

A pesquisa parou por aqui. Encontrar essas mulheres deu trabalho e foi suficiente para elaboração desse artigo. Provavelmente as mulheres mais novas a posar para a revista Playboy tinham 14 anos, como as meninas citadas. Ganharam bastante dinheiro com a sensualidade que Deus lhes deu. As publicações são legais porque os pais permitiram que suas filhas posassem nuas na época.
Não faz sentido em haver polêmica com a nudez de uma jovem mulher, adolescente, novinha ou teen, como queira se referir. A puberdade começa aos 9 anos, não 18. E a idade da razão é aos 7 anos. Não deveria haver qualquer discriminação na sexualidade, já que ela é natural

Links acessados em 20/02/2016

[1]https://www.instagram.com/p/BAH85aEJZlE/

[2]https://www.instagram.com/p/qHgn6tCESQvhOIom50vLw0BQI7Fw1zoZSYpdI0/

[3]issuu.com/playbrinks

[4]femeasvip.blogspot.com.br/2011/07/andrea-cardoso.html

[5]https://noticias.uol.com.br/politica/politicos-brasil/2006/deputado-estadual/31121975-andrea-cardoso.jhtm

Filha mata mãe com ajuda do namorado

Adolescente de 14 anos assassina a própria mãe com a ajuda do namorado de 16 anos. O motivo teria sido porque a mãe da menina, aluna do Colégio Adventista da Cohab, não apoiava o relacionamento dela com o rapaz, ambos menores de idade (vulgo “di menó“).

Namorados homicidas

Casal de adolescentes assassinos.  Leths Cutrim e Guii Botelho II (Fonte: Facebook).

Um crime bárbaro cometido na manhã de sábado (23/07/2016) chocou pela crueldade. Tatiana Albuquerque Cutrim Alves, de 49 anos, foi assassinada em sua residência no bairro do Parque Aurora, próximo ao Cohatrac, em São Luís, no Maranhão. A vítima assassinada foi encontrada com um armador de redes envolvido no pescoço. A mulher recebeu três golpes de faca, duas facadas no pescoço e outra facada no abdômen.

Mãe morta pela filha de catorze e seu namorado de dezesseis

Adolescente mata a própria mãe, que não concordava com seu relacionamento. amoroso. Postagem compartilhada, na rede social Facebook, por pessoas indignadas com o assassinato

De acordo com informações da polícia, a jovem adolescente de 14 anos agiu com a ajuda do namorado de 16 anos. Segundo o delegado da Delegacia de Homicídios, Estefânio Aragão, a razão do crime de homicídio teria sido porque a mãe adotiva da novinha não teria aprovado o relacionamento amoroso dela.

Tatiana Albuquerque Cutrim

Tatiana Albuquerque Cutrim Alves, assassinada pela filha adotiva de 14 anos.

O que fazer nessa situação?

O casal cometeu um crime bárbaro, um assassinato, crime hediondo, um homicídio qualificado, talvez um feminicídio pela relação de parentesco. Mas, por serem menores de 18 anos (a idade penal), eles não respondem diretamente por esse homicídio bárbaro, que à luz do ECA trata-se apenas de ato infracional, que pode levar os jovens a serem internados por alguns meses.

No ano passado, em 2015, foi aprovada em dois turnos, na câmara dos deputados, a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos, exceto tráfico de drogas. Mas, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) não andou no Senado. Mesmo assim, ainda seria pouco, porque a assassina da própria mãe tem 14 anos, menos de 16 anos.

O fato do rapaz ter concordado em cometer um assassinato (matar a mãe da moça) já evidencia que a mãe tinha razão em proibir o relacionamento deles, mas talvez a mãe não esperava que a própria filha fosse pior que o namorado.

Casos de filhas aliciando namorado para matar os próprios pais infelizmente acontece e talvez o mais famoso deles no Brasil seja o caso da Suzane von Richthofen, que mandou matar os próprio pais Manfred Albert von RichthofenMarísia von Richthofen, casal assassinado pelos irmãos Daniel Cravinhos e Cristian Cravinhos a mando da filha.

Está escrito na Bíblia:

“Desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne”. Marcos 10:6-8

É fato que a sociedade moderna infantiliza adolescentes, tratando-os como crianças grandes, e tal tratamento causa grande irritação nesses jovens, mas isso não justifica tamanha crueldade com os próprios pais.

Mitos sobre Pedofilia

O termo pedofilia é muito banalizado pela mídia, a qual promove a desinformação e a ignorância sobre a parafilia pedofilia. Este artigo busca desconstruir alguns mitos. São eles:

Mito 1: Pedofilia é crime.

Pedofilia não é crime. Pedofilia não pode ser criminalizada, porque não é uma prática sexual, mas uma orientação sexual. O pedófilo tem sua sexualidade orientada para quem não atingiu a puberdade (em geral, menores de 9 anos).
Como a mídia banaliza o uso da palavra pedofilia, muita gente acha equivocadamente que pedofilia seja crime, exploração sexual, prostituição, estupro de vulnerável, incesto, relacionamento entre pessoas com grandes diferenças de idade (nesse caso a midia promove o preconceito etário), etc.

Mito 2: Todo abusador de crianças é pedófilo.

A maioria dos abusadores de crianças não é pedófila. Estima-se que menos de 20% dos abusadores de crianças possa ter pedofilia.

Mito 3: Todo pedófilo é abusador de crianças.

Ser pedófilo não significa ser abusador de crianças. Muitos pedófilos não fazem sexo com crianças, não abusam sexualmente de crianças e nem cometem crimes sexuais.

Mito 4: O Funk promove a pedofilia com as novinhas

Novinhas não são mulheres com menos de 9 anos, por tanto, não são crianças. Repito: novinhas não são crianças. E pedofilia não é algo que possa ser estimulado. Ninguém vira pedófilo por ver uma criança nua.
Por causa da desinformação da mídia, vemos músicas como:

“Se eu não como, outro come; se eu como, é pedofilia, ai caralho o que que eu faço com as novinha”. (Mc Fhael)

Provavelmente o Mc Fhael não está se referindo a mulheres menores de 9 anos de idade. Logo, a sua música nada tem a ver com pedofilia, mas como a mídia banaliza a palavra pedofilia, o jovem acha que é pedofilia e canta umas músicas dessas.

Mito 5: Pedófilos sentem prazer em torturar crianças
Sentir prazer em torturar alguém é sadismo, não pedofilia. O pedófilo sente atração sexual e afetiva por crianças. O prazer não é só do ato sexual, mas da convivência com a criança.

Mito 6: Adolescente não pode ser pedófilo.

Adolescentes podem ser pedófilos sim. Apesar de se evitar de rotular adolescentes de pedófilos para evitar que sejam estigmatizados, muitos pedófilos se perceberam como pedófilos por volta dos 11-12 anos, quando notaram que o seu desejo sexual era diferente da maioria dos jovens de sua idade.

Mito 7: Pedofilia é atração sexual por menores.

Pedofilia é a atração sexual por impúberes, por pessoas que não atingiram a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade. Por tanto, não é atração sexual por adolescentes. Como a puberdade é a grande responsável pela atração sexual, atração sexual por adolescentes é normal e toda pessoa saudável sente.

Mito 8: Pedofilia é fazer sexo com crianças.

Pedofilia é apenas sentir forte atração sexual por menores de 9 anos (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). Pedofilia não é pratica sexual. Por tanto, pedofilia não é fazer sexo com crianças. Muito menos fazer sexo com adolescentes ou sexo com menores.

Mito 9: Pedofilia é abuso sexual, violência sexual ou estupro de vulnerável.

Pedofilia não é pratica sexual. Logo, não faz sentido falar de abuso sexual, estupro de vulnerável ou violência sexual.

Mito 10: Pedofilia é prostituição de menores

Pedofilia não é pratica sexual. Logo, não faz sentido falar em prostituição de menores. E prostituição infantil (prostituição de criança) não é prostituição adolescente.

Mito 11: Pedofilia é pornografia infantil (pornografia de crianças).

Pedofilia não é ato sexual. Logo, não faz sentido falar de pornografia infantil (pornografia de crianças, pornografia de menores de 9 anos). E pornografia adolescente (Adolescent Pornography) não é pornografia infantil (CP, Child Pornography).

Mito 12: O celibato dos padres os leva à pedofilia.

Não há nenhuma evidência que indique que alguém que não faça sexo possa se tornar pedófilo.

Mito 13: Mulheres adultas vestidas com roupas de crianças é uma alternativa para pedófilos.
Pedofilia não é ter fetiche por mulheres adultas vestidas como crianças. O interesse do pedófilo é pela condição impúbere, de não ter entrado na puberdade, da criança. Mulheres adultas já entraram na puberdade e uma mera vestimenta não muda essa realidade. Roupas infantis não tiram a puberdade das mulheres.

Mito 14: Lolita é sobre pedofilia.
Ao contrário do que algumas pessoas dizem por ignorância ou má fé, Lolita, romance de Vladimir Nabokov, não é sobre pedofilia. Porque o protagonista Humbert Humbert era obcecado por Lolita, Dolores Haze, uma jovem mulher adolescente de 12 anos de idade, não por crianças. A faixa etária de interesse do personsagem era entre 9 e 14 anos, ou seja, meninas já na puberdade e pedofilia é antes da puberdade.

 

Novinhas não são crianças!

Novinhas não são crianças! Novinhas são mulheres adolescentes e adultas (ou seja, púberes e pós-púberes). Criança é quem não atingiu a puberdade (em geral, garotas com menos de nove anos de idade, ou seja, pré-púberes).

No BBB16 (Big Brother Brasil 2016), o participante Laercio de Moura, de 53 anos, foi vítima de preconceito etário, ofensa e calúnia por ser acusado de ser “Velho, nojento e pedófilo“, pela Ana Paula (participante de 34 anos que disse ser machista) por dizer que gosta de novinhas. Apesar de pedofilia não ser crime, o termo “pedofilia” é erroneamente usado pela mídia como sinônimo de crime sexual. Se Ana Paula acusou Laércio de crime sexual, deveria ter, no mínimo, provado. Mas não há provas de nenhum crime sexual que possa ter sido praticado por Laércio. Ele não está respondendo a nenhum processo criminal e nem cível. As fãs de Ana Paula ainda tentaram alegar que Laércio curte a página de Valentina Schulz do MasterChef Júnior 2015 e que compartilhou a foto de uma jovem mulher:

Laercio de Moura compartilhou foto de adolescente

Um amigo o chamou brincando de pedófilo. Laercio respondeu se dizendo efebófilo.

A foto compartilhada não é de uma criança, mas sim de uma jovem mulher, talvez ainda legalmente adolescente. Um homem de 53 anos gostar de mulheres jovens é crime? Sentimentos não são criminalizáveis e se relacionar sexualmente com maiores de 14 anos não é crime. Mas, os etaristas (preconceituosos etários) querem é promover o preconceito de qualquer maneira, mesmo cometendo crime (discriminação por idade, assim como raça, sexo, religião, é crime).

Um amigo o chamou brincando de pedófilo e Laercio respondeu dizendo ser efebófilo.
Efeboflia seria a preferência por adolescentes. Nada ver com pedofilia (atração sexual primária por quem não atingiu a puberdade). Todo homem saúdavel é atraído preferencialmente por mulheres jovens, porque nelas há maior chance de haver uma fecundação de sucesso e filhos mais saudáveis (fato científico).

Em tom poético, Pedro Bial faz o discurso de eliminação de Laercio do Reality: “… Você que dorme de cuecas, já que não pode dormir nu como de costume. Você e suas Lolitas, suas Anitas e a maioridade. Você e sua idade…”

Novinha é um termo que surgiu da periferia, do negro e do funk. E como tudo que vem da favela, da comunidade, da periferia, da negritude, de cultura não elite branca europeia, é demonizado, marginalizado e subjugado.

Laércio é o “negro” que a esquerda e o feminismo preconceituosos querem chamar de pedófilo, mas não podem para não serem considerados racistas ou politicamente incorretos. Afinal, tanto esquerdistas, quanto feministas, gostam de outorgar-se defensores dos negros, pobres e favelados.

Luiz Gonzaga – O xote das meninas (Mandacaru quando fulora na seca – 1953):

“Ela só quer, só pensa em namorar”

Novinha se revolta por não ter namorado: “Toda garota tem namorado menos eu”

 

Mito: Noivas meninas, 554 mil crianças casadas no Brasil

Títulos sensacionalistas, como “Noivas meninas: realidade de 554 mil crianças casadas no Brasil” são noticiados para chamar atenção e não passam de mentiras. As reportagens são sobre o casamento de mulheres adolescentes, geralmente casamentos consensuais.

Ivonete da Silva, de 14 anos, e Thainá Darri, de 17 anos

Ivonete da Silva, 14 anos, é mãe de Rayslani, de 1 ano. Thainá Darri, 17, casada desde os 15, está grávida.

A mídia em busca de audiência fácil fica desonestamente comparando o Brasil onde algumas garotas de 10 a 17 anos casam por livre e expontânea vontade com meninas de 7 anos do Oriente Médio que são obrigadas a se casar para ter uma vida melhor ou mesmo são vendidas. Parece que esses repórteres odeiam tanto o Brasil que só sabem falar mal do país.

Não há relato de meninas com menos de 9 anos casadas do Brasil. Assim, não se pode dizer que haja casamento infantil ou casamento de crianças no país do Pau-brasil. No Brasil, ocorre apenas casamentos de mulheres adolescentes, ou seja, de garotas com mais de 9 anos de idade, garotas que entram na puberdade e voluntariamente buscam por relacionamentos estáveis, e que deveriam ser devidamente reconhecidos pelo Estado.

Casamento infantil não existe no Brasil, não existem crianças casadas, não existem noivas meninas, porque criança é quem não atingiu a puberdade (geralmente, individuos com menos de nove anos de idade). Os casamentos e uniões no Brasil são realizados com pessoas maiores de nove anos. Pessoas que já entraram na puberdade, sendo portando adolescentes ou adultos. mas infelizmente a grande mídia e ONGs não fazem essa observação e divulgam a ideia equivocada de haver casamentos de crianças no Brasil.

Colocam vários defeitos no casamento como a baixa escolaridade das garotas, como se não fosse possível conciliar casamento e escola, e ignoram que o problema da baixa escolaridade está na dificuldade de acesso à educação e ao ensino regular, além da baixa qualidade que desestimula qualquer aluno. A pesar de Constitucional, o Estado não garante o direito à educação de qualidade a todos brasileiros.

Combater o casamento de jovens só vai levar as mulheres cada vez mais para a promiscuidade e a relacionamentos instáveis, aumentando a chance de pegarem DST’s, terem gravidez indesejada, serem mães solteiras etc. Não existe casamento infantil no Brasil. Criança é quem não atingiu a puberdade (em geral, garotas com menos de 9 anos de idade). Infelizmente, chamam equivocadamente o “casamento adolescente ou casamento adulto” de “casamento infantil”. Equivocadamente porque casamento infantil é apenas o casamento de pessoas com menos de 10 anos, idade que a própria ONU define como o início da adolescência, que considera criança quem tem menos de 10 anos. É uma boa referência porque criança é quem não atingiu a puberdade e a puberdade começa por volta dos 9 anos de idade.

É normal que mulheres adolescentes tenham relacionamentos. Se não há casamentos ou relacionamentos estáveis, abre espaços para condutas clandestinas, basta ver que mulheres jovens (12-24 anos) são as maiores vítimas da AIDS atualmente, fruto de relacionamentos cada vez mais eventuais, que aumentam a probabilidade de contágio. Relacionamentos eventuais muitas vezes são fruto do machismo, já que pais adoram “segurar” suas filhas e elas para ter mais liberdade, acabam fazendo coisas às escondidas e buscando a promiscuidade para viver a sua sexualidade, uma vez que têm dificuldade de arranjar um parceiro fixo.

É preciso se livrar do moralismo e encarar a realidade da sexualidade, porque enquanto a ONU e outras organizações estiverem aberta ao moralismo, assim como os governos, ficará difícil cuidar da saúde das jovens mulheres. Basta ver a histeria que ocorre com a vacinação de garotas contra o HPV, métodos contraceptivos, exames ginecológicos etc.

“Aqui, as meninas se jogam no funk, bebem e nem sabe quem é o pai do filho delas. O casamento me poupou disso”. Thainá Darri

Thaina Darri, 17 anos

“Aqui, as meninas se jogam no funk, bebem e nem sabe quem é o pai do filho delas. O casamento me poupou disso” Thaina Darri