Mito: Noivas meninas, 554 mil crianças casadas no Brasil

Títulos sensacionalistas, como “Noivas meninas: realidade de 554 mil crianças casadas no Brasil” são noticiados para chamar atenção e não passam de mentiras. As reportagens são sobre o casamento de mulheres adolescentes, geralmente casamentos consensuais.

Ivonete da Silva, de 14 anos, e Thainá Darri, de 17 anos

Ivonete da Silva, 14 anos, é mãe de Rayslani, de 1 ano. Thainá Darri, 17, casada desde os 15, está grávida.

A mídia em busca de audiência fácil fica desonestamente comparando o Brasil onde algumas garotas de 10 a 17 anos casam por livre e expontânea vontade com meninas de 7 anos do Oriente Médio que são obrigadas a se casar para ter uma vida melhor ou mesmo são vendidas. Parece que esses repórteres odeiam tanto o Brasil que só sabem falar mal do país.

Não há relato de meninas com menos de 9 anos casadas do Brasil. Assim, não se pode dizer que haja casamento infantil ou casamento de crianças no país do Pau-brasil. No Brasil, ocorre apenas casamentos de mulheres adolescentes, ou seja, de garotas com mais de 9 anos de idade, garotas que entram na puberdade e voluntariamente buscam por relacionamentos estáveis, e que deveriam ser devidamente reconhecidos pelo Estado.

Casamento infantil não existe no Brasil, não existem crianças casadas, não existem noivas meninas, porque criança é quem não atingiu a puberdade (geralmente, individuos com menos de nove anos de idade). Os casamentos e uniões no Brasil são realizados com pessoas maiores de nove anos. Pessoas que já entraram na puberdade, sendo portando adolescentes ou adultos. mas infelizmente a grande mídia e ONGs não fazem essa observação e divulgam a ideia equivocada de haver casamentos de crianças no Brasil.

Colocam vários defeitos no casamento como a baixa escolaridade das garotas, como se não fosse possível conciliar casamento e escola, e ignoram que o problema da baixa escolaridade está na dificuldade de acesso à educação e ao ensino regular, além da baixa qualidade que desestimula qualquer aluno. A pesar de Constitucional, o Estado não garante o direito à educação de qualidade a todos brasileiros.

Combater o casamento de jovens só vai levar as mulheres cada vez mais para a promiscuidade e a relacionamentos instáveis, aumentando a chance de pegarem DST’s, terem gravidez indesejada, serem mães solteiras etc. Não existe casamento infantil no Brasil. Criança é quem não atingiu a puberdade (em geral, garotas com menos de 9 anos de idade). Infelizmente, chamam equivocadamente o “casamento adolescente ou casamento adulto” de “casamento infantil”. Equivocadamente porque casamento infantil é apenas o casamento de pessoas com menos de 10 anos, idade que a própria ONU define como o início da adolescência, que considera criança quem tem menos de 10 anos. É uma boa referência porque criança é quem não atingiu a puberdade e a puberdade começa por volta dos 9 anos de idade.

É normal que mulheres adolescentes tenham relacionamentos. Se não há casamentos ou relacionamentos estáveis, abre espaços para condutas clandestinas, basta ver que mulheres jovens (12-24 anos) são as maiores vítimas da AIDS atualmente, fruto de relacionamentos cada vez mais eventuais, que aumentam a probabilidade de contágio. Relacionamentos eventuais muitas vezes são fruto do machismo, já que pais adoram “segurar” suas filhas e elas para ter mais liberdade, acabam fazendo coisas às escondidas e buscando a promiscuidade para viver a sua sexualidade, uma vez que têm dificuldade de arranjar um parceiro fixo.

É preciso se livrar do moralismo e encarar a realidade da sexualidade, porque enquanto a ONU e outras organizações estiverem aberta ao moralismo, assim como os governos, ficará difícil cuidar da saúde das jovens mulheres. Basta ver a histeria que ocorre com a vacinação de garotas contra o HPV, métodos contraceptivos, exames ginecológicos etc.

“Aqui, as meninas se jogam no funk, bebem e nem sabe quem é o pai do filho delas. O casamento me poupou disso”. Thainá Darri

Thaina Darri, 17 anos

“Aqui, as meninas se jogam no funk, bebem e nem sabe quem é o pai do filho delas. O casamento me poupou disso” Thaina Darri

Anúncios

Maria de Nazaré, uma mãe adolescente

Destacado

A verdadeira história de Maria, mãe de Jesus: Quem foi Maria se não uma mãe adolescente? Ela foi a virgem teen escolhida. Uma donzela israelita e moça suburbana, uma jovem periférica, apesar da sua descendência de Davi. Uma mulher adolescente recatada, do lar e fiel a Deus. Não uma lolita, ou ninfeta ou periguete, vaidosa e entregue aos desejos e prazeres da carne, e nem uma patricinha ou socialite soberba apegada à luxúria e à avareza.

Maria de Nazaré, Virgem Maria, Santa Maria, Ave Maria, Mãe de Deus, Rainha dos Céus, Nossa Senhora e Teótoco são nomes e títulos atribuídos à mulher, a bem-aventurada entre as mulheres, que engravidou na adolescência de Jesus Cristo, o filho de Deus, por intervenção do Espírito Santo (Mateus 1:16-25, Lucas 1:26-56, Lucas 2:1-7). Descendente do rei Davi, Maria foi uma donzela, judia, adolescente, humildade e pobre. E foi essa simples mulher, a escolhida para ser a mãe do Messias, o Salvador Jesus Cristo.

“Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.” Maria, Lc 1:46-49

Maria de Nazaré

Maria de Nazaré, a novinha escolhida por Deus.
Maria, Mariam ou Miriam, tanto faz.

Maria (grego koiné: Μαριας ou Μαριαμ), Mariam (aramaico: Maryām; árabe: مريم, Maryam) ou Miriam (hebraico: מִרְיָם, Miriam), dedicou-se ao Templo dos 3 anos aos 12 anos quando saiu para se casar, como era o costume das judias de sua época. Os evangelhos canônicos descrevem Maria como uma jovem virgem (grego: παρθένος, parthenos).

Jesus e Maria, uma jovem mãe adolescente

Maria, mãe de Jesus, foi uma jovem adolescente grávida. A novinha grávida do Espírito Santo.

Maria de Nazaré, a Virgem Maria, foi desposada aos 12 anos de idade pelo carpiteiro José de 90 anos, um senhor de idade avançada, que morreu aos 110 anos. José ficou viúvo aos 89 anos, cerca de um ano antes de desposar Maria, de um casamento que durou 49 anos com uma mulher chamada Melcha, Escha por alguns e Salomé por outros; Eles tiveram seis filhos, duas meninas e quatro meninos, o mais jovem deles seria Tiago, o Justo, que se tornou discípulo de Jesus e ficou conhecido como “O Irmão do Senhor”.

Conforme o costume judaico, o desposo, uma espécie noivado sério com valor de casamento, teria ocorrido quando Maria de Nazaré tinha cerca de 12 anos, o nascimento de Jesus aconteceu cerca de um ano depois [1]. Ela se casou com José e o acompanhou a Belém, onde Jesus nasceu.

São José, Nossa Senhora e Senhor Jesus Cristo

O idoso José e sua mulher adolescente, Maria, a mãe do Filho de Deus encarnado. Nota-se que Deus é contra o preconceito etário (Ele é anti-preconceito inter-etário).

Hoje em dia a gravidez na adolescência é estimatizada. Mulheres adolescentes são hostilizadas por engravidar. Não é anormal engravidar na adolescência. Gravidez na adolescência foi a regra na humanidade. Não era cultural esperar muitos anos para uma mulher casar e ter filhos, como acontece com os índios. A sociedade ocidental atual é antimaternidade, a mulher é doutrinada a ser carreirista e deixar os filhos só para mais tarde, ou mesmo, nem tê-los.

Na tradição judaica uma menina de 12 anos é considerada mulher adulta, maior de idade. Diferentemente da sociedade ocidental moderna que considera uma mulher de 12 anos como menor de idade, já que a maioridade civil varia de 15 a 21 anos. Na Bíblia não existe uma idade para a maioridade, muito menos uma idade de consentimento sexual ou idade mínima para o casamento.

Jesus Cristo e São José

Jesus e José. As imagens mais antigas de São José o retratam como homem idoso, como descrito em escritos antigos.

Na sociedade ocidental moderna, o casal sagrado do cristianismo, além de ser vítima de preconceito por uma gravidez considerada precoce, seria vítima de preconceito etário, ou preconceito inter-etário, porque Maria foi uma novinha de 12 anos desposada pelo idoso José de 90, um relacionamento intergeracional. Maria seria tratada como vítima de casamento infantil, mesmo não sendo criança, e José criminalizado e taxado de pedófilo, devida a histeria promovida pela mídia sensacionalista e também, lamentavelmente, por conservadores cristãos.

Conservadores cristãos, católicos, protestantes e evangélicos, que se dizem pró-vida e pró-família, seriam os primeiros a hostilizar e condenar o casal sagrado do cristianismo, como fazem com casais semelhantes atualmente, devida a criminalização do sexo consentido e do próprio casamento. Esses hereges moralistas associam um relacionamento aprovado por Deus à pedofilia.

Mulheres grávidas aos 12 anos, adolescentes grávidas aos 14 anos, jovens grávidas aos 16 anos, … Sejam periguetes, ninfetas, lolitas, patricinhas, socialites ou moças recatadas de igreja (ou não). Todas essas teens podem engravidar na adolescência. Essas moças sofrem grande hostilidade de uma sociedade que trata uma gravidez como se fosse o fim do mundo. Governo e ONGs internacionais tratam essas gravidezes como se fossem doenças e deixam essas jovens mulheres estigmatizadas e sem direitos.

Todo cristão verdadeiro deve se esforçar para reduzir a idade de consentimento sexual para 10 anos e assim dar segurança legal para os relacionamentos das jovens mulheres, evitar que pessoas sejam presas injustamente, que famílias sejam destruídas e que abortos sejam induzidos por pressão psicológica motivadas pela lei.

Na Bíblia sequer existe idade de consentimento sexual. Idades de consentimento altas são absurdas. Levando em conta que a idade da razão é aos 7 anos e que a puberdade começa aos 9 anos, a tendência natural dos jovens é mesmo namorar e fazer sexo. Uma idade de consentimento sexual não pode ser maior que 10 anos.

[1] Allison, Dale C., Matthew: A Shorter Commentary, p.12 Continuum International Publishing Group, 2004 ISBN 0-567-08249-0

[2]http://www.newadvent.org/cathen/08504a.htm

M.A. Friedman (1980), Jewish Marriage in Palestine, Vol 1, The Jewish Theological Seminary of Americ.

Richard Burn, Robert Tyrwhitt and Robert Phillimore, The Ecclesiastical Law, Volume 4, Sweet Stevens & Norton (London), pag 54

Protoevangelho de Tiago

Marisa Lobo blasfema contra Deus

Marisa Lobo (Marisa Lobo Franco Ferreira Alves) blasfema contra Deus e chama São José de pederasta.

“Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo” (Marcos 3:29)

Marisa Lobo no seu ódio etarista chama até José, esposo da Virgem Maria, de pederasta. Pederastia é um relacionamento homossexual entre um adolescente e outro homem bem mais velho (na Grécia, a pederastia foi uma instituição pedagógica). Não há nada a ver com relacionamento heterossexual. Mas, Marisa Lobo usa indevidamente a palavra pederastia para despertar a homofobia dos seus leitores e assim estigmatizar o relacionamento intergeracional hétero. Para quem não sabe, Maria de Nazaré, tinha 12 anos quando foi desposa por José de 90 anos. Deus é claramente contra o preconceito inter-etário

Marisa Lobo

Psicóloga Marisa Lobo, Jesus Cristo, Pedofilia, pederastia, adolescentes, estupro de vulnerável, sexo, aborto e bebê.

Marisa Lobo se diz cristã, mas é movida a ódio e preconceito etário. Ela blasfema contra o próprio Cristianismo. Quem são o casal sagrado cristianismo, senão uma adolescente e um homem idoso? Segundo a Tradição Cristã, Maria ficou dedicada ao Templo dos 3 até os 12 anos de idade, quando saiu para casar. Foi desposada pelo viúvo José, um senhor de 90 anos, que apesar da idade avançada era bem disposto.
Deus é contra o preconceito etário

José e Maria, a mãe de Jesus Cristo

José e Maria, a mãe de Jesus Cristo

Marisa Lobo com o seu etarismo acaba promovendo o aborto de jovens mulheres e ainda se diz contra o aborto. Ela com o seu etarismo acaba promovendo o aborto de jovens mulheres e ainda se diz pró-vida (contra o aborto). Promove a destruição das famílias dessas mulheres e ainda se diz pró-familia
Marisa Lobo se diz cristã defendora da família, mas estigmatiza famílias análogas ao do próprio casal sagrado do cristianismo. Contradições e mais contradições de uma pessoa que se diz “cristão”, pró-vida e pró-família.

A idade de consenso deve ser de acordo com a puberdade (dom de Deus). Não existem pré-púberes de 12 anos (a não ser por alguma doença). Mais de 12 anos para a idade de consenso, acabamos condenando o próprio povo de Israel e rejeitando aquilo que Deus definiu. Foi Deus quem definiu a puberdade. Não podemos considerar ilegal algo que é legitimado pelo próprio Deus. Por isso, defendo a redução da idade de consentimento sexual para 12 anos.

Marisa Lobo teve o seu registro de psicóloga cassado, como deveriam ter vários outros psicólogos. Como uma pessoa cheia de preconceitos e ódio pode ser psicólogo de alguém? A psicológia é para ajudar pessoas.

O movimento LGBT chama Marisa Lobo de psicóloga cristã fundamentalista. Evangélicos de esquerda acusam Marisa de “fudamentalismo religioso”. Discordo. Ser fundamentalista em Cristo é amar e não ter preconceitos, Marisa é justamente oposto disso. Ela se aproveita do cristianismo para promover ódio e preconceitos.

Quem é fundamentalista em Jesus Cristo, segue o seu exemplo. Bem diferente, de Maria que mais parece seguidora do Diabo.