Crianças não engravidam

A definição de criança é justamente quem não atingiu a puberdade. Quem ainda não começou a desenvolver os caracteres secundários (adultos) da sexualidade. Em, geral garotas entram na puberdade por volta dos 9 anos de idade, com o broto mamário, tornando-se púberes, e saem da puberdade por volta dos 13 anos, tornando-se pós-púberes. A menarca ocorre em média aos 12 anos de idade. A primeira menstruação é um fenômeno tardio dentro do processo puberal.

A infância termina com o início da puberdade. A puberdade feminina começa por volta dos nove anos de idade com o broto mamário, assim a mulher deixa de ser criança (quem não atingiu a puberdade) e passa a ser adolescente (quem alcançou a puberdade). Por volta dos 12 anos a mulher têm a primeira ovulação e ocorre a menarca (primeira menstruação). Tornar-se uma mulher adulta (quem alcançou a capacidade reprodutiva).

Biologicamente, criança é quem não atingiu a puberdade. Adolescente, quem entrou na puberdade. E adulto, quem alcançou a capacidade reprodutiva. A Biologia não é um mero papel onde qualquer pessoa coloca o que quer. A Biologia define nossas vidas. Uma mulher de 11-13 anos que ovula, ou esteja pestes a ovular, não é nenhuma surpresa que busque por relacionamentos, vá atrás de homens que lhe interessa. Afinal, alguém tem fecundar seus óvulos. Por isso, que essas mulheres chegam ao ponto de fugir com namorados e engravidam.

Uma mulher adolescente que já está na idade até de ter filhos, claro que vai atiçar o desejo dos homens. Logo, a fêmea tem que ser sexualmente atraente para atrair o macho e assim poder ser fecundada para gerar a prole, ou seja, seus filhos. As ninfetas, jovens mulheres, inspiram homens a fazer melodias como Garota de Ipanema, clássica canção de bossa nova e MPB de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, e as novinhas do funk e do sertanejo universitario.

A ONU classifica como criança quem tem menos de 10 anos de idade, mas dá um novo e equivocado sentido à palavra criança ao chamar de “crianças” os menores de idade, ou seja, pessoas que não alcançaram a maioridade civil, que na maioridade dos países é aos 18 anos de idade. O melhor é não confundir esses conceitos e usar o mais correto, porque novinhas, teens, ninfetas, adolescentes, não são crianças.

Atualmente, como garotas planejam seu futuro em terninar “os estudos”, fazer faculdade, ter uma carreira, acabam adiando a gravidez. Por isso, que a maioria das mulheres não engravidam na adolescência. Mesmo tendo vontade de engravidar jovem, na adolescência, que é o ideal, do ponto de vista biológico.
Imagine se não houvesse todo um planejamento de futuro. Alguém acha que a maioria das mulheres não engravidariam na adolescência?
Mulheres da periferia, do interior ou mesmo indígenas engravidam na adolescência, porque elas não têm tanta expectativa de futuro como a garota de classe alta, que já nasce com o futuro todo definido pelos pais, para ser não menos que juíza, engenheira ou médica.

Mulheres, que geralmente, não engravidam na adolescência, arrumam motivos para adiar esse momento especial. Não é por falta de vontade ou desejo. Se fosse depender da vontade delas, ficavam todas barrigudinhas na adolescência. E levando em conta que a popularização do ensino regular é algo recente, bem como as exigências do mercado de trabalho. Não é novidade que a gravidez na adolescência tenha sido a regra geral durante a história humana na Terra.

E quem definiu isso? A nossa biologia. A natureza! Mulheres adolescentes da modernidade são como borboletas que escolhem não voar, por motivos sociais, mesmo tendo asas e o desejo. Muitas querem ser mãe e adiam esse sonho por pressão social, como a jovem do vídeo a seguir:

“GRÁVIDA AOS 13 – MÃE AOS 14”

“Sim, grávida aos 13”

Aulas básicas sobre Biologia:

Ensino Médio Telecurso: https://www.youtube.com/watch?v=ifhBMyw3big

Prof. Paulo Jubilut: https://www.youtube.com/watch?v=oLtKGtyhgbw

Ótimos vídeos do especialista em reprodução humana Dr. Elsimar Coutinho: https://www.youtube.com/user/ElsimarCoutinho/videos

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Legalização do Aborto nos Estados Unidos

O filme Blood Money – Aborto Legalizado parece não ser suficiente para haver uma reflexão da aceitação do aborto no maior país cristão protestante do mundo. Como pode o aborto ter tido tanto espaço num pais onde se criminaliza até sexo oral e anal?
O país berço da produção pornográfica e do dia da bruxas mostra as controvérsias desse país com forte influência conservadora, que foi fundado por protestantes calvinistas. Como pode um país de origem cristã protestante ter aceito a legalização do aborto? Como um pais conservador se tornou abortista?
Demonizando o sexo! Os conservadores americanos são tão conservadores que prenderiam até Jesus Cristo por transformar água em vinho. Bebidas alcoólicas já foram criminalizadas em 1920, coincidentemente na mesma época onde levantaram as idades de consentimento, criminalizando sexo com adolescentes e jovens adultos, com segue:

Limite de idade em leis de consenso etário em Estados Americanos:

1880 1920 2007
Estados Unidos
Alabama 10 16 16
Alasca 16 16
Arizona 12 18 18
Arkansas 10 16 16
Califórnia 10 18 18
Colorado 10 18 15
Connecticut 10 16 16
Distrito de Columbia 12 16 16
Delaware 7 16 16
Flórida 10 18 18
Georgia 10 14 16
Hawaii 16
Idaho 10 18 18
Illinois 10 16 17
Indiana 12 16 16
Iowa 10 16 16
Kansas 10 18 16
Kentucky 12 16 16
Louisiana 12 18 17
Maine 10 16 16
Maryland 10 16 16
Massachusetts 10 16 16
Michigan 10 16 16
Minnesota 10 18 16
Mississipi 10 18 16
Missouri 12 18 17
Montana 10 18 16
Nebraska 10 18 17
Nevada 12 18 16
New Hampshire 10 16 16
New Jersey 10 16 16
Novo México 10 16 17
Nova Iorque 10 18 17
North Carolina 10 16 16
Dakota do Norte 10 18 18
Ohio 10 16 16
Oklahoma 16
Oregon 10 16 18
Pensilvânia 10 16 16
Rhode Island 10 16 16
Carolina do Sul 10 16 16
South Dakota 10 18 16
Tennessee 10 18 18
Texas 10 18 17
Utah 10 18 16
Vermont 10 16 16
Virgínia 12 16 18
Washington 12 18 16
West Virginia 12 16 16
Wisconsin 10 16 18
Wyoming 10 16 16

Os EUA criminalizaram práticas sexuais consentidas. Mesmo sexo consentido passou a ser considerado estupro e banalizaram o uso da palavra pedofilia. Qual a fonte Bíblica disso?
Não está escrito que o homem se juntará a sua mulher e eles serão uma só carne? Como pode os conservadores americanos terem criminalizado sexo consentido? Em nome de uma suposta moral, os EUA tornaram-se imorais ao criminalizar o sexo natural.

[1]http://chnm.gmu.edu/cyh/teaching-modules/230?section=primarysources&source=24

Humaniza Redes e Pedofilia

A página Humaniza Redes, do governo federal da presidenta Dilma Rousseff, foi acusada de apologia a pedofilia por ter veiculada o seguinte post:
Humaniza redesO post foi duramente criticado por opositores da presidenta Dilma, como os deputados Pastor Marco Feliciano e Jair Bolsonaro, e lideranças evangélicas, como Pr. Silas Malafaia. Mas, algumas pessoas entenderam a mensagem, como o caso do senhor Veri E Roger que afirmou “Eu entendi o texto. Eles querem dizer que nem todo abusador é pedófilo, pois pedofilia é considerado um transtorno pela psiquiatria. No entanto, se o abusador não é pedófilo (diagnosticado com este transtorno) logo ele é pior, é um criminoso que fez o que fez com sua saúde mental normal, não tendo esse álibi. Pedófilo ou criminoso, abusar de crianças ou qualquer pessoa é, sim, crime.”

O post da página Humaniza Redes apenas faz uma distinção entre a pedofilia e o abuso sexual de crianças e adolescentes. A afirmação “É importante saber que nem todo abusador pode ser considerado pedófilo” está correta. Qualquer psicológico, ou psiquiatra, especialista na área sabe que a maioria dos abusadores de crianças não é pedófila e que nem todo pedófilo abusa de crianças. Pedofilia não é crime.
Apesar da Humaniza Redes postar conteúdos sem noção, como um sobre racismo, ela acertou dessa vez. Postou um conteúdo sério que vai ao encontro dos especialistas em pedofilia.

O crime de dar bebidas alcoólicas para menores de dezoito anos.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (24/02/2015), o Projeto de Lei do Senado (PLS 508/2011, no Senado, e PL 5502/2013 na Câmara), que tipifica como crime, no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990), o fornecimento de bebidas alcoólicas a menores de dezoito anos. O texto prevê detenção de dois a quatro anos e multa de R$ três mil a R$ dez mil pelo descumprimento da proibição.

Leis têm custo para Estado

Para cada lei criada, há custos relacionados: policiais, delegados, promotores, defensores públicos, juízes etc. Não existe almoço grátis. E o povo paga caro por isso.
Enquanto criam uma lei eleitoreira dessa, a saúde, a educação, o saneamento básico, a vias do país etc. continuam péssimos.

O menor de idade não é proibido de beber.

O menor não é proibido de beber bebida alcoólica. Ou seja, na prática vai continuar a ter liberdade para continuar bebendo. E terá uma certa dificuldade de obter bebida de um comerciante honesto, porém ficará mais tentado a beber das mãos de bandidos, que poderão lhe oferecer uma leque maior de opções, como a maconha, o crack etc.
Inoportuna tornar crime servir bebida alcoólica para menores de 18 anos. Tal medida só vai aproximar os jovens do mundo do crime e das drogas ilegais. O álcool é justamente aquela coisa “não careta” legalizada que ajuda a evitar o ilegal. Quanto maior for a proibição do álcool, maior será a aproximação dos jovens para as drogas ilegais. Mais uma lei para colocar a população na ilegalidade. O Estado deveria ser a favor do povo e não contra o povo. O problema dos jovens de hoje com o álcool é a infantilização promovida pela sociedade moderna.

Cadeia para pais

Imagine pais no Ano Novo tomando um pouco de vinho com seus filhos. Eles podem ser presos em fragrante! Mais uma lei para encher a cadeia e que pode colocar muitos pais na cadeia por causa de um pouco de vinho, seja no Ano Novo ou numa festa. O simples ato dar uma bebida alcoólica para menores é crime.
Pastores e padres também podem ser prejudicados. Na Santa Ceia não tem vinho? Na Eucaristia não há vinho? Nessa lei nem Jesus escaparia, transformou água em vinho, realizou Eucaristia ou Santa Ceia e o apóstolo João era “menor de idade”.

Homossexualismo é renunciar a Deus, disse menino de 9 anos

Uma vez um menino de nove anos de idade disse que “homossexualismo é renunciar a Deus”. Ele disse que sentia renunciar a Deus quando praticava o homossexualismo (ou homossexualidade) com adolescentes.

Ele está coberto de razão, todo pecado, não só o homossexualismo, é renunciar a Deus. O ser humano renuncia a Deus quando peca.

O menino era constantamente sodomizado por adolescentes (de 11 a 13 anos) desde quando ele tinha apenas 6 anos de idade. Aos 6 anos de idade o menino foi levado ao homossexualismo por adolescentes com quem conviva, adolescentes de onze a treze anos que se aproveitavam do menino tímido e inseguro para ser a sua “mulherzinha”.

Por lei atualmente, tal estupro sodômico é considerado “estupro de vulnerável”. Mas, de que adianta existir uma lei dessa se adolescentes de 11 e 13 anos não podem ser presos? Eles podem estuprar, chantagear, ameaçar e abusar das crianças de tudo que é jeito, mas não podem ser presos. No máximo, ficam sujeitos a “medidas socioeducativas”. 

Todos Os Homens São Pedófilos? Dezoito é Apenas Um Número

Are All Men Pedophiles?” (Todos Os Homens São Pedófilos?), subtitulado “Eighteen Is Just A Number” (Dezoito é Apenas Um Número), é um filme documentário de 2012 sobre sexualidade, hebefilia e pedofilia, dirigido pelo jovem cineasta alemão Jan-Willem Breure. Foi estreado mundialmente o 2 de março de 2012 no Queens World Film Festival de Nova Iorque e tem sido projectado em diversos festivais de cinema com sucesso considerável[1].

Todos Os Homens São Pedófilos? Dezoito é Apenas Um Número

Todos Os Homens São Pedófilos? Dezoito é Apenas Um Número (“Are All Men Pedophiles? Eighteen Is Just A Number”).

O filme expõe a ideia que todos os homens são hebéfilos (e não pedófilos), isto é, que são naturalmente atraídos sexualmente por adolescentes (pessoas que atingiram a puberdade), e sustenta que a sociedade não deveria misturar hebefilia com a autêntica pedofilia (atração sexual para crianças pré-púberes), mostrando as consequências de se usar pedofilia de forma errada ao abranger a hebefilia, que se traduz em leis que consideram todos os homens como sendo pedófilos. O documentário analisa a pedofilia desde uma perspectiva cultural e profissional e do ponto de vista de várias pessoas, sexólogos, neurocientistas, psicólogos e olheiros de modelos.

Sugestão de leitura: Pedofilia não é crime.

[1]www.buzzfeed.com/annanorth/pedophilia-documentarian-eighteen-is-just-a-numb

Pedofilia não é crime

Infelizmente, a grande mídia usa a palavra pedofilia de forma equivocada. Associando pedofilia à prostituição ilegal (prostituição infantil e prostituição juvenil ou adolescente), à estupro de vulnerável e estupro comum, à pornografia ilegal (pornografia infantil e pornografia juvenil ou adolescente) dentre outros crimes, e a atos que nem são considerados crimes.

Pedofilia não é crime! Porque pedofilia não é ato. Apenas atos (práticas, ações) podem ser considerados crimes. Por isso, não existe nenhuma tipificação denominada pedofilia no código penal. Não é crime ser pedófilo.

Pedofilia é apenas a atração sexual primária por impúberes (quem não atingiu a puberdade). Está no CID (Catálogo Internacional de Doenças) versão 10, da OMS (Organização Mundial de Saúde), como um transtorno de preferência sexual. Portanto, pedofilia não é: abuso sexual de crianças, estupro, estupro de vulnerável, pornografia infantil, prostituição infantil, etc.

Para mais informações, leia o artigo: Pedofilia.