Mitos sobre Abuso Sexual Infantil

Mais um artigo que busca desconstruir alguns mitos. No artigo anterior foi tratado Mitos sobre Pedofilia. Neste artigo falaremos de mitos sobre abuso sexual infantil, ou seja,
de mitos sobre o abuso sexual de crianças. Biologicamente, criança é quem não atingiu a pubedade (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). A OMS (Organização Mundial de Saúde) classifica como criança o indivíduo com menos de 10 anos de idade.

Mito 1: Mulheres não abusam sexualmente de crianças

Assim, como há homens abusadores de crianças, também há mulheres abusadoras de crianças, que abusam tanto de crianças do sexo masculino quanto do sexo feminino. Muitas meninas são abusadas por outras mulheres (lésbicas ou não). Segundo a psicoterapeuta, sexóloga e especialista em sexualidade humana pela FMUSP, Dra. Magda Gazzi:

“existem pesquisas que nos sugerem que 20 a 25% dos casos de ASC [Abuso Sexual em Crianças] são cometidos por mulheres. As crianças abaixo de 5 anos são as que mais correm riscos de serem abusadas por mulheres, segundo a pesquisa. Esses abusos geralmente não são detectados devido a pouca idade das crianças e também porque algumas atividades sexuais são conduzidas em torno de práticas de higiene comuns ao dia-a-dia das crianças. A realidade é que algumas mulheres abusam de seu poder sobre as crianças e da sua facilidade de cuidadora, e podem sim fazer isso de maneira sexual” (Dra. Magda Gazzi, FMUSP)

Mito 2: Pedofilia é abuso sexual infantil

Pedofilia não é abusar sexualmente de criança. Pedofilia é apenas uma forte orientação sexual por crianças (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). Pedofilia não é uma prática sexual. Portanto, não faz sentido chamar o abuso sexual infantil de pedofilia.

Mito 3: Todo abusador de crianças é pedófilo

Nem todo pedófilo é abusador sexual de crianças e nem todo abusador sexual de crianças é pedófilo. A maioria dos abusadores sexuais de crianças não é pedófila. Estima-se que menos de 3% dos abusadores sexuais de crianças possam ter pedofilia.

Mito 4: As meninas correm mais risco de abuso sexual do que os meninos

Não dar para afirmar que meninas corram mais risco de serem abusadas sexualmente, porque também são comuns os abusos sexuais contra meninos, porém, esses abusos são muito mais menosprezados. Meninos têm muito mais dificuldade de relatar que foram vítimas de abuso sexual. Quando molestados por mulheres, suas queixas são menosprezadas; e quando molestados por homens, ficam com receio de serem considerados homossexuais (“viadinho”, “bichinha”, etc). E isso acaba se traduzindo em um número de denúncias muito menor por parte de meninos estuprados.

Mito 5: Apenas homossexuais abusam sexualmente de garotos
A maioria dos estupradores de meninos são heterossexuais. Isso mesmo, heterossexuais! Ninguém precisa ser gay para se envolver em atos homossexuais. Muitos heterossexuais, por falta do sexo oposto, transam com pessoas do mesmo sexo. É comum adolescentes heterossexuais se aproveitarem de crianças do mesmo sexo para sodomizá-las.

Mito 6: Só adultos abusam sexualmente de crianças

Adolescentes são os maiores molestadores sexuais de crianças. Se não for em números absolutos, os são, com certeza, em números relativos. É muito comum adolescentes abusarem sexualmente de crianças. Também não é raro que crianças violentem sexualmente outras crianças.

Mito 7: Crianças são assexuadas e puras

Segundo a tradição cristã, a criança nasce em pecado. Segundo a ciência, nota-se que crianças já nascem egoístas. Crianças também abusam de outras crianças, ou mesmo dos mais velhos.
A afirmação “O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe.” do “Do Contrato Social”, principal obra de Rousseau, não condiz com a realidade. Egoísmo, orgulho, vaidades, etc. são vícios internos do ser humano, que fazem das atitudes humanas más. Crianças não são assexuadas e nem puras de pensamentos.

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Felipe Heiderich Gay e Pedófilo?

Pastora Bianca Toledo se separa e acusa marido, Pastor Felipe Heiderich (Felipe Garcia Heiderich), de ser gay e pedófilo. O casal tinha fundado o ministério AME (Associação Mundial de Evangelização e Ensino). Eles também fazem parte faz parte do conselho de líderes internacionais da KGM (Kingdom Global Ministry), entidade norte-americana fundada por Larry Tituscom sede em Dallas, Texas, EUA. Bianca Toledo e Felipe Heiderich se casaram em 2013.

Bianca Toledo, Felipe Garcia Heiderich e o menino filho dela

Casal Bianca Toledo e Felipe Heiderich, e o menino filho da pastora.

Bianca acusou o companheiro de abusar sexualmente do enteado de 5 anos, filho de um relacionamento anterior dela. Segundo a denúncia, os abusos sexuais aconteciam durante o banho da criança. A pastora divulgou um vídeo dizendo que estava se separando de Felipe após descobrir que ele era homossexual e encontrava-se “acautelado por crime de pedofilia“.

Felipe nega todas as acusações. Segundo seu advogado, Leandro Meuser, o pastor está sendo vítima de injustiça: “Na qualidade de Advogado de Felipe G. Heiderich venho a público informar que as acusações formuladas contra Felipe são inteiramente falsas… iremos provar a inocência de Felipe nos autos do inquérito policial, confiando no trabalho da Policia e da Justiça! Orem por Felipe para que ele tenha forças para superar essa grave injustiça, e peçam a Deus que ele faça apenas JUSTIÇA, nada mais!”

A mídia como sempre erra ao falar que alguém é preso por pedofilia. Ninguém é preso por pedofilia, porque pedofilia não é crime. Felipe Heiderich foi indiciado pelo crime de estupro de vulnerável por ter feito sexo com uma criança de 5 anos de idade. No Antigo Testamento da Bíblia, não há condenação por alguém fazer sexo com uma criança, mas há pena de morte para quem prática atos homossexuais (sodomia).

A Bíblia cita dois papeis num relacionamento homossexual, o sodomita e o efeminado (ou afeminado).O sodomita é o indivíduo que faz o papel do homem, chamado de homossexual ativo. O sodomita pratica a penetração (sodomização) e têm o seu pênis estimulado pelo outro homem (chupado, masturbado, etc). Já o efeminado é o que faz o papel da mulher, chamado de homossexual passivo. O efeminado é penetrado, têm a sua região anal estimulada e estimula o pênis do outro homem (chupando, masturbando, etc).

Se o pastor Felipe tiver se comportado apenas como efeminado, sem penetrar ou estimular a região anal da criança, provavelmente não afetará a sexualidade do menino, ou seja, a criança continuará heterossexual. Mas, se o pastor tiver se comportado como sodomita, sodomizando, penetrando, estimulando a região anal do menino ou pedindo para a criança chupar o seu pênis, provavelmente afetará a sexualidade da criança e ela poderá se assumir homossexual ou bissexual. Sodomitas produzem efeminados.

Não é porque uma pessoa faz sexo com criança que essa pessoa seja pedófila. Pedofilia é apenas a forte atração sexual por quem não atingiu a puberdade. Pedofilia não a prática sexual com crianças. Há vários motivos para alguém fazer sexo com uma criança, além da pedofilia. Felipe pode ser um efeminado que buscou na criança, por ser menino, uma satisfação sexual, como buscaria com qualquer homem.

Felipe Garcia Heiderich

Felipe Heiderich defendendo a pureza: “Pureza é coisa de homem”

 

Humaniza Redes e Pedofilia

A página Humaniza Redes, do governo federal da presidenta Dilma Rousseff, foi acusada de apologia a pedofilia por ter veiculada o seguinte post:
Humaniza redesO post foi duramente criticado por opositores da presidenta Dilma, como os deputados Pastor Marco Feliciano e Jair Bolsonaro, e lideranças evangélicas, como Pr. Silas Malafaia. Mas, algumas pessoas entenderam a mensagem, como o caso do senhor Veri E Roger que afirmou “Eu entendi o texto. Eles querem dizer que nem todo abusador é pedófilo, pois pedofilia é considerado um transtorno pela psiquiatria. No entanto, se o abusador não é pedófilo (diagnosticado com este transtorno) logo ele é pior, é um criminoso que fez o que fez com sua saúde mental normal, não tendo esse álibi. Pedófilo ou criminoso, abusar de crianças ou qualquer pessoa é, sim, crime.”

O post da página Humaniza Redes apenas faz uma distinção entre a pedofilia e o abuso sexual de crianças e adolescentes. A afirmação “É importante saber que nem todo abusador pode ser considerado pedófilo” está correta. Qualquer psicológico, ou psiquiatra, especialista na área sabe que a maioria dos abusadores de crianças não é pedófila e que nem todo pedófilo abusa de crianças. Pedofilia não é crime.
Apesar da Humaniza Redes postar conteúdos sem noção, como um sobre racismo, ela acertou dessa vez. Postou um conteúdo sério que vai ao encontro dos especialistas em pedofilia.

Novo Código Penal (Sugestões)

Sugestões baseadas no parecer do relator, Senador Vital do Rego (11/12/2014):

Aborto provocado pela gestante
Art. 124. Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhe provoque:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Aborto provocado por terceiro com consentimento da gestante
Art. 125. Provocar aborto com o consentimento da gestante:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Sexo indevido
Art. XXX. Manter relação sexual vaginal, anal ou oral com maior de sete anos e menor de onze anos:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Estupro de vulnerável
Art. 192. Manter relação sexual vaginal, anal ou oral com menor de sete anos:
Pena – prisão, de oito a doze anos.
§ 1º Incide na mesma pena quem pratica a conduta abusando de pessoa enferma ou com deficiência mental, ou de quem, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência ou não possui o necessário discernimento.

Molestamento sexual de vulnerável
Art. 194. Constranger menor de onze anos à prática de ato libidinoso diverso do estupro vaginal, anal ou oral:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Favorecimento da prostituição ou da exploração sexual de vulnerável
Art. 195. Submeter, induzir ou atrair à prostituição ou outra forma de exploração sexual alguém menor de dezoito anos ou pessoa que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento
para decidir:
Pena – prisão, de quatro a dez anos.
§ 1º Incorre na mesma pena:
I – quem pratica ato sexual com pessoa entre onze e dezoito anos submetida a prostituição ou dela
praticante;
II – o proprietário, o gerente ou o responsável pelo local em que ocorram as condutas referidas no caput
deste artigo ou no inciso I;
III – quem impede ou dificulta que o menor abandone a prostituição.
§ 2º Na hipótese do inciso II do §1º, constitui efeito obrigatório da condenação a cassação da licença
de localização e de funcionamento do estabelecimento.
xx – o menor entre onze e dezoito anos que voluntariamente se submeta a prostituição;
Fotografia ou filmagem de cena de sexo
Art. 499. Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo menor de dez anos:
Pena – prisão, de três a oito anos.
§ 1o Incorre na mesma pena quem agencia, facilita, recruta, coage, ou de qualquer modo intermedeia a participação de menores de dez anos nas cenas referidas no caput deste artigo, ou ainda quem com esses contracena.
§ 2o Aumenta-se a pena de um terço se o agente comete o crime:
I – no exercício de cargo ou função pública ou a pretexto de exercê-la;
II – prevalecendo-se de relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade; ou
III – prevalecendo-se de relações de parentesco consanguíneo ou afim até o terceiro grau, ou por adoção,
de tutor, curador, preceptor, empregador da vítima ou de quem, a qualquer outro título, tenha autoridade
sobre ela, ou com seu consentimento.

Venda de fotografia ou vídeo com cena de sexo
Art. 500. Vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo
explícito ou pornográfica envolvendo menor de dez anos:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Art. XXX. Vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo maior de dez anos e menor de dezoito anos:
Pena – prisão, de dois a cinco anos.

Divulgação de cena de sexo
Art. 501. Tirar essse artigo.*

Aquisição ou posse de arquivo com cena de sexo
Art. 502. Tirar essse artigo.*

Simulação de cena de sexo
Art. 503. Tirar essse artigo.*
Art. 504. Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, menor de dez anos, com o fim de com ela praticar ato libidinoso:
Pena – prisão, de um a três anos.
Parágrafo único. Na mesma pena incorre quem:
I – facilita ou induz o acesso à criança de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica com o fim de com ela praticar ato libidinoso;
II – pratica as condutas descritas no caput deste artigo com o fim de induzir criança a se exibir de forma pornográfica ou sexualmente explícita.

Menores de doze anos
Art 31. São penalmente inimputáveis os menores de 12 anos, sujeitos às normas da legislação especial.
*Comumente adolescentes fazem uso de material pornográfico. Criminalizar essa prática não é efetiva (já que na Internet o acesso a pornografia é farto) e sobrecarrega a polícia e o judiciário. O Brasil já tem muitos problemas a serem resolvidos (saúde, educação, saneamento básico, estrutura, dívia pública, etc.) não dá para ficar sendo fiscal de punheteiro.

A puberdade começa por volta dos 9 anos nas garotas (menarca em média aos 12) e 10 anos nos garotos. É necessário que a Lei penal reflita isso.
Quanto a prostituição, é necessário que os adolescentes também sejam punidos para que os mesmos não se ofereçam para a prostituição.

Parecer do relator, Senador Vital do Rego (11/12/2014): http://www.senado.leg.br/atividade/materia/getTexto.asp?t=157931&c=PDF&tp=1

“Sou Menor, Tô no meu direito de passar a rola” diz adolescente

“Sou de menor, então to no meu direito de passar a rola”

“pra cadeia eu não vou, sou de menor u.u”

“C vc e menor de idade e estupra alguem vc n e preso n![” (“Se você é menor de idade e estupra alguém, você não é preso não!”)

As frases acimas foram ditas por adolescentes em posts de páginas, do tipo pedobear, que publicam fotos de crianças e adolescentes. O print desses comentários:

Adolescentes e a sensação de impunidade

Adolescentes e a sensação de impunidade

O descaso da grande mídia perante os abusos sexuais praticados por adolescentes:

Uma comparação.

Uma comparação.

Menina estuprada por adolescentes da família:

Abusada sexualmente por adolescentes da família

Criança abusada sexualmente por adolescentes da família.

Menina estuprada por primo adolescente:

Feminista quando criança estuprada por adolescente de 13 anos.

Feminista quando criança estuprada por adolescente de 13 anos.

Menino abusado por adolescentes:

Menino estuprado por adolescentes de 13 anos

Menino violentado sexualmente por adolescentes de 13 anos e outros predadores adolescentes.

Abusos sexuais de adolescentes contra crianças:

Há muitos casos de adolescentes que abusam sexualmente de crianças de cinco e seis anos de idade.

Repúdio à Lei 6.785/14, do deputado Flávio Bolsonaro

Moção de repúdio à Lei 6.785/14, de autoria do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PP-RJ).

Texto da lei nº 6785 de 22 de maio de 2014:

“Art 1º. Fica vedada a investidura em cargo público da administração pública direta, indireta, autarquias e fundações, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, por candidato que tenha sido condenado, com sentença transitada em julgado, pela prática de qualquer modalidade de abuso sexual contra menor (pedofilia), ainda que cumprida a pena.”[1]

Por que a lei é inadequada?

  1. A lei já começa inadequada nos conceitos usados no texto. Pedofilia não é crime. Pedofilia não é sinônimo de abuso sexual de menores de idade. Pedofilia nem ato é.
  2. A lei é inconstitucional porque penaliza o condenado além do previsto no próprio código penal.
  3. A lei atrapalha a integração da pessoa na sociedade. O ex-presidiário já sofre preconceito na iniciativa privada. O emprego público pode ser a sua esperança de poder trabalhar dignamente, se sustentar e produzir para a sociedade.
    Se estudou e consegiu passar num concurso público, ele deveria ter o direito de ingressar no serviço público.
  4. Atrapalhar a inserção social do ex-detento só aumenta a probabilidade do mesmo praticar novos crimes e crimes piores. O presídio já não melhora ninguém e ainda agrava problemas psicológicos e enfermidades que o preso tenha.
  5. A lei apenas reflete a histeria em cima da tal “pedofilia” (palavra usada incorretamente). Assim, a pessoa que acusada de abuso sexual fica com restrinção de direitos maior que um assassino.

O deputado Flávio Bolsonaro (como o seu pai, Jair Bolsonaro) se diz defensor dos “valores cristãos”. Mas, será que eles realmente seguem a Cristo? Será que realmente defendem valores cristãos?

Cristo concordaria com esse tipo de lei? Jesus foi contra o apedrejamento de uma mulher adúltera sentenciada à morte (o adultério era um crime hediondo, cuja a pena era a capital, ou seja, a morte). A legislação de Israel condenava à pena de morte por apedrejamento a mulher que adulterasse. Mesmo assim Jesus quis defender aquela criminosa que recebeu a sua sentença de morte de autoridades judaicas.

O que os Bolsonaros (Flávio, Carlos, Eduardo e Jair) fariam? Todos iriam querer aplicar exemplarmente a lei de Israel, como os fariseus queriam fazer, já que a família Bolsonaro defende que “bandido bom é bandido morto”. Isso não é cristianismo! Jesus veio ajudar os bandidos, viu o ser humano no bandido e foi tratado como bandido pelo Estado Romano, graças ao lobby de autoridades religiosas judaicas.

A família Bolsonaro defende pena capital (pena de morte) e a castração química de condenados de estupro e abuso sexual. Mas, não faz nada contra as falsas acusações de estupro (muitos homens são condenados injustamente por estupro) e nem contra a banalização do conceito de estupro promovida por feministas (feministas misândricas ficam estendendo o conceito de estupro até abranger toda relação heterossexual consentida).

Os Bolsonaros defendem valores do ódio, da vingança e do preconceito e usam uma suposta defensa da criança e da família como desculpa para legitimar atrocidades. Isso não tem nada de cristão. Como podem cristãos, católicos e protestantes, apoiarem pessoas violentas? Isso não faz sentido.

Cristão de verdade, por princípio, não vota nos Bolsonaros. É incompativel o Evangelho de Jesus Cristo com o Bolsonarismo (conservadorismo da família Bolsonaro).

O deputado Flávio Bolsonaro também diz defender o valor do trabalho e o mérito como mais justos critérios, mas na prática a lei de sua autoria tira a oportunidade do trabalho e do mérito.

A Lei 6.785/14, do deputado Flávio Bolsonaro (PP), ainda foi piorada pelo relator Luiz Martins na CCJ da Alerj. O deputado estadual Luiz Martins, merece ser mais repudiado que o próprio Flávio Bolsonaro, porque piorou o projeto de lei do Flávio ao acrescentar emenda para proibir qualquer cargo público [2] (antes o projeto original (Projeto de Lei Nº 1876/2012)[3] se limitava apenas às áreas de educação e saúde). Luiz Martins foi relator na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e deu parecer pela constitucionalidade com emendas. Outros deputados, de destaque, que também merecem repúdio são Janira Rocha (PSOL, relatora Comissão de Saúde)[4], Comte Bittencourt (PPS, relator na Comissão de Educação)[5], Nelson Gonçalves (relator na Comissão Comissão de Servidores Públicos)[6] e Luiz Paulo (relator na Comissão Comissão de Assuntos da Criança do Adolescente e do Idoso)[7]. Toda a Alerj merece repúdio por deixar passar uma lei absurda dessa. Outro que merece repúdio é o governador Luiz Fernando de Souza, mais conhecido como Luiz Fernando Pezão, por ter sancionado a lei [8].

Flávio Bolsonaro deveria buscar revogar essa lei imediamente.

A família Bolsonaro é merecedora das críticas que sofre da esquerda. Falta seriedade, equilíbrio e bom senso nos Bolsonaros. Família pedofóbica (todo mundo quer atacar os pedófilos por não terem sua orientação sexual protegida), homofóbica (defendeu publicamente violência física contra gays [9]), que faz do ódio sua causa.

Reafirmo o repúdio à Lei de Flávio Bolsonaro que impede ingresso de pedófilo em cargo público. Chega de histeria, ódio e intolerância. É preciso haver bom senso.

[1] “APROVADO PROJETO QUE IMPEDE INGRESSO DE PEDÓFILO EM CARGO PÚBLICO”, Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro -https://al-rj.jusbrasil.com.br/noticias/118196359/aprovado-projeto-que-impede-ingresso-de-pedofilo-em-cargo-publico

[2]http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1115.nsf/e00a7c3c8652b69a83256cca00646ee5/448f18a2df0c842083257ad3005cb1c7?

[3] “PROJETO DE LEI Nº 1876/2012” -http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1115.nsf/1061f759d97a6b24832566ec0018d832/23305d94417e1d8883257acd004a6250

[4]http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1115.nsf/e00a7c3c8652b69a83256cca00646ee5/8543e3aba944a16983257ca1006ce51f

[5]http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1115.nsf/e00a7c3c8652b69a83256cca00646ee5/0358c6e014930a7e83257ca1006cd159

[6]http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1115.nsf/e00a7c3c8652b69a83256cca00646ee5/863c4cda6e34be2c83257ca1006cf607

[7]http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1115.nsf/e00a7c3c8652b69a83256cca00646ee5/cb5d2edc37e1c51e83257ca1006d04d9

[8]http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/CONTLEI.NSF/c8aa0900025feef6032564ec0060dfff/a77aa3d6454d6b4883257ce1006a6945

[9] “Jair Bolsonaro, o língua solta” -http://gq.globo.com/Prazeres/Poder/noticia/2014/09/jair-bolsonaro-o-lingua-solta.html

[10] “Alerj aprova lei que proíbe pedófilo em cargo público”, Jorge Antonio Barros, Ancelmo Gois, O Globo -http://blogs.oglobo.globo.com/ancelmo/post/alerj-aprova-lei-que-proibe-pedofilo-em-cargo-publico-528199.html

[11] “LEI IMPEDE INGRESSO DE PEDÓFILO EM CARGO PÚBLICO”, Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro -https://al-rj.jusbrasil.com.br/noticias/120138783/lei-impede-ingresso-de-pedofilo-em-cargo-publico

[12] “PROJETOS DE LEI – 2012”,  Flávio Bolsonaro – Deputado Estadual RJ -http://flaviobolsonaro.com/projetos-de-lei-2012/

A Pedofilia Que É Acobertada

A Pedofilia e a Pederastia Que São Acobertadas

Apesar de “Pedofilia” se referir a atração sexual primária por pré-púberes (quem ainda não alcançou a puberdade), a mídia ignora isso e passa a incluir também adolescentes (púberes e pós-púberes) como vítimas de “pedofilia”. Pode parecer aos mais ingênuos que tal erro seria com a “boa intenção” de proteger adolescentes. Será que uma mídia, que não anda nem se preocupando com crianças de fato, vai se preocupar com adolescentes? A mídia vive de audiência, e a ela não costuma pensar duas vezes antes de polemizar qualquer tema para aumentar os seus lucros, além também dos seus interesses particulares (políticos, ideológicos etc.) por trás do que noticia.

O que vemos por ai é um verdadeiro bombardeio contra instituições religiosas, contra a instituição família e contra o homem em si, que nada mais é que a pessoa designada por Deus para ser “o cabeça” de sua família. Em qualquer organização de pessoas, quem é o mais visado pelos inimigos se não “o cabeça”? Você consegue entender por que há tanta propaganda negativa contra o homem hétero oficialmente adulto? Veja esta queixa:

Desconfiança continua em relação aos pais

O homem adolescente costuma ser poupado desses embates, e não é por bondade. Há interesses obscuros por trás disso, basicamente por dois motivos:

  1. Os adolescentes incham (juntamente com as adolescentes) as estatísticas de vitimas de “pedofilia“: Você colocar “adolescentes” como vítimas de pedofilia, aumentam as estatísticas de notificação em dezenas de vezes; Em contrapartida, há uma tendência de subestimar o número de adolescentes abusadores, uma vez que essa abordagem coloca crianças e adolescentes num mesmo nível. Algo similar acontece com as expressões “de menor“, “menor de idade” etc. Que acabam contribuindo culturalmente para quem não é considerado oficialmente “adulto” ser tratado como mera “criança”.
  2. Os adolescentes ficam livres e culturalmente motivados para fazerem sexo com crianças (uma vez que você acredite que o adolescente seja uma criança também; o contato sexual (a pederastia) do adolescente com a criança de fato, acaba sendo menosprezado; mesmo o adolescente tendo pênis adulto e podendo fazer filhos como qualquer adulto, na sua mente vai aparecer algo do tipo: “ele só tem 14 anos! É apenas um menino!”).

Não precisa ser um gênio para ver que quando se colocam “adolescentes” como vítimas de “pedofilia” ao usar, por exemplo, a maioridade civil como referência (a referência correta é a puberdade), as estatísticas aumentam dezenas vezes, ajudando a baralhar a realidade dos abusos sexuais cometidos contra crianças de fato. Incham as estatistas e o foco deixa de ser a criança; ao mesmo tempo em que passam uma imagem infantilizada do adolescente.

Quem falou para vocês que adolescentes são crianças? Foi Deus? O Deus da Bíblia que encarregou vários adolescentes com missões típicas de “adultos”? Para quem não sabe, no contexto Bíblico, adolescentes eram considerados adultos, assim como em praticamente toda a humanidade, seja formalmente ou informalmente (facilmente perceptível em regiões interioranas e suburbanas do nosso Brasil). A grande passagem que temos do mundo “infantil” para o mundo “adulto” se chama “puberdade“. E no adolescente há uma rejeição do estado de dependência, que é característica da infância, e um forte ímpeto por interações sociais. Não é à toa que o adolescente quer trabalhar, não tolera ser controlado pelos pais e busca participar de eventos sociais.

Com o título “A Pedofilia Que É Acobertada” venho abordar algo trágico, que faz parte da nossa realidade diária: Adolescentes que abusam sexualmente de crianças. Muitos adolescentes, para satisfazer seus desejos sexuais, acabam se aproveitando de crianças. Esses adolescentes não necessariamente sentem desejos sexuais por crianças, porém eles projetam, nas crianças, o seu alvo de desejo; e buscam fazer, com essas crianças, aquilo que desejam fazer com seu alvo. O adolescente abusador não se contenta com a automasturbação e nem se preocupa com o que possa estar fazendo de mal para com o outro (a criança), ele simplesmente deixa imperar o seu lado egoísta e sem caráter.

Você já parou para pensar que os maiores abusadores de crianças possam ser adolescentes? Infelizmente, a mídia só sabe focar no adulto e o adolescente abusador acaba sendo menosprezado. Eu afirmo: os maiores abusadores de crianças são adolescentes e não adultos. Duvida? Comece a investigar os casos de sexo na infância. Você provavelmente verá que os grandes aliciadores e abusadores são adolescentes.

Há uma “Sodoma” onde adolescentes abusam sexualmente de crianças. E a prática mais perversa é o garoto adolescente sodomizar meninos de menos de dez anos de idade (Leia também: Garotos Sodomitas). Tal prática costuma ser muito bem acobertada, onde o adolescente abusador promove um pacto de silêncio (se aproveitando da confiança da criança ou mesmo por ameaças), enquanto a criança constrangida pela sodomização, fica envergonhada e acaba aderindo ao pacto de silêncio proposto pelo seu abusador.

Quando o adolescente sodomiza a criança, ele está estimulando uma região cheia de terminações nervosas e altamente ligada ao sistema sexual da criança, o que fará consequentemente a criança sentir prazer com isso. Com a primeira sodomização feita, o adolescente sodomita não vai se contentar e vai aproveitar todas as oportunidades em que conseguir isolar a criança para continuar sodomizando-a. O adolescente sodomita e pederasta faz da criança sua “mulherzinha“, como no ditado “quem não tem cão, caça com gato“.

Um homem sodomizado na sua infância, sendo socialmente hétero, tem vergonha disso e prefere manter o máximo sigilo (afinal, se expor para quê, apenas para ficar com fama de “viado”? – Receio este que já aparece na infância e colabora ainda mais para o pacto de silêncio proposto pelo adolescente pederasta e sodomita). Já quem é homossexual assumido não se sente abusado e prefere evitar expor publicamente que teve relações sexuais na sua infância (sexo na infância não é bem visto pela sociedade). E assim nós temos uma cultura que acoberta esses abusos sexuais na infância, ainda mais reforçada com a influência da mídia de tratar adolescentes como “crianças”, passando assim uma imagem infantilizada dos adolescentes. 

O que você acha que acontece com a cabeça de uma criança que é sodomizada? Provavelmente ela terá prazer e absorverá tal prática na sua sexualidade. Dependendo de como são essas práticas sexuais (mais ou menos “amorosas” com beijos, carícias etc.) e do ambiente que cerca a criança, ela poderá aceitar essa “sexualidade” (como no caso dos homossexuais, transexuais, bissexuais, etc) ou viver num eterno dilema onde ela não quer expor publicamente essa “sexualidade” , mas a pratica de forma discreta.

Na próxima imagem, um exemplo de pessoa que pratica o ato homossexual discretamente (ela, como mesma diz, foi sodomizada quando tinha 5-6 anos de idade) e se identifica como “hétero passivo”, ou seja, heterossexual que curte apenas ser penetrado por outros homens e não sente atração sexual por homens:

Hétero passivo: Heterossexual e passivo

Hétero passivo, ou seja, heterossexual que curte apenas ser penetrado por outros homens e não sente atração sexual por homens. No caso da imagem, o homem pratica o ato homossexual discretamente e começou a ser sodomizado quando tinha 5 ou 6 anos de idade.

Vejam esta constatação feita pelo pastor Joide Miranda sobre quando era travesti:

Destacando o que ele disse: “99% dos homens que saem com travestis, quem são os ativos são os travestis“. Ele continua dizendo que são homens casados que deixam as suas esposas em casa e vão atrás de travestis. Percebeu a similaridade com o caso anterior (do rapaz casado que frequenta saunas gays)? Em ambos contextos, os maridos vão atrás de outros homens para serem os passivos e não os ativos na relação homossexual. Estamos diante de uma situação alarmante, onde muitas crianças são sodomizadas na infância e carregam esse fardo por toda a vida.

Vimos casos de homens que praticam atos homossexuais discretamente e agora vamos ver os casos de homens que se assumem publicamente homossexuais, transexuais e bissexuais. O que leva esses homens a se assumirem e a se identificarem como tais depende basicamente destas variáveis:

  1. A prática homossexual em si já é suficiente, porém um teor “amoroso” na relação ajuda a reforçar a condição de “hétero passivo”, homossexual, bissexual, travesti ou transexual (transgênero, bigênero ou agênero). Analisaremos um exemplo desse no decorrer do texto.
  2. Algo comum é a pessoa (criança, adolescente ou adulto) que é levada a prática homossexual acabar associando suas frustrações com o sexo oposto a uma sensação de incapacidade emocional e sexual com a pessoa do sexo oposto. Afinal, as pessoas convivem mais com outras do mesmo sexo, acabam tendo maior afinidade com elas, enquanto que com pessoas do sexo oposto há um chamado biológico para a responsabilidade (família).
  3. E a criação e o ambiente em que a criança vive.

Veremos agora a história de sexo na infância de uma pessoa, que atualmente se identica como transexual (ou transgênero, pessoa que se identifca como sendo do sexo oposto, de ambos os sexos, bigênero ou de nenhum, agênero) e fez cirurgia de mudança de sexo, cirurgia de redesignação sexual, ou ainda cirurgia de redefinição sexual, em 2012, até então ele apenas se identificava como homossexual passivo ou travesti, depois da cirurgia passou a se indentificar como trans (transexual ou transgênero). Repare, no decorrer do texto, que esse transexual foi abusado quando criança, mas acredita não ter sido abusado. Essa aceitação do abuso como uma prática sexual normal é um dos acobertadores de adolescentes abusadores sexuais de crianças. Muitas vítimas de adolescentes não acham que foram abusadas, diferentemente dos casos em que o abusador sexual é o pai, padrasto ou avô (nunca vi nenhum caso onde a vítima de um avô não tenha se sentido abusado).

O conteúdo que vou mostrar foi publicado publicamente pelo transexual em questão, assim que acessei me deparei com isto:

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Como já venho analisando essas histórias de sexo na infância e pelo texto chutei que o abusador fosse um adolescente de 13 anos. Chutei pelo fato de ser a idade que mais tenho visto repetir nas histórias que analisei. E pelo jeito acertei, o adolescente abusador tinha mesmo 13 anos:

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O transexual diz que os atos sexuais foram consentidos mesmo ele não entendendo direito o que estava acontecendo (aceitação do abuso como algo normal). Reparem que o adolescente abusador disse “Vamos fazer uma brincadeira gostosa que todo mundo faz?“. Nada malicioso esse adolescente, não é mesmo? Pense nele falando isso para um filho seu! Ele instigou a curiosidade da criança para induzi-la à prática sexual. Algo que eu acho muito sem sentido é que se esse mesmo garoto de 13 anos fizesse sexo com uma mulher de 18 anos (como o cantor Felipe Dylon), haveria o crime de “estupro de vulnerável”, porém um adolescente de 13 anos fazer sexo com uma criança de 6 anos não dá em nada, porque, de acordo com a lei, ambos não podem consentir sexo e menor de 18 anos não comete crime.

Vejamos como ficou a cabeça do menino que aos 6 anos foi feito de “mulherzinha” pelo seu vizinho adolescente de 13 anos:

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Percebam a confusão que ficou a cabecinha dessa criança depois de ser feita de “mulherzinha” pelo seu vizinho adolescente de 13 anos! Enquanto a mídia vive focando no adulto abusador, criando um clima de desconfiança generalizada entre adultos; um garoto de 13 anos, que você acha ser apenas um “menino”, pode estar sendo o mais eficiente dos abusadores, alguém que abusa à vontade, discretamente e sem levantar suspeita. 

Vamos ao próximo relacionamento citado pelo transexual:

Pedofilia_004: Adolescente abusador de 15 anos

Pelos relatos, o rapaz pederasta de 13 anos devia ter um pênis praticamente adulto e o homem de 15 anos devia ter um pênis de tamanho acima da média.

Vejamos nos comentários mais um caso de adolescente abusando sexualmente de criança:

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Pelo relato desse “Anônimo”, dá para perceber que trata-se de mais um homossexual que foi abusado sexualmente na infância por um pederasta, no caso um adolescente sodomita, e não se considera vítima de abuso sexual. Se o abusador pederasta fosse o seu próprio pai, ele não se sentiria também abusado? Duvido. Perceba como abusos de adolescentes contra crianças tendem a ser facilmente acobertados socialmente.

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A pessoa do comentário acima relatou algo muito grave: “os pequenos servindo aos maiores (adolescentes)”. Há uma “Sodoma” ou “pederastia” onde adolescentes abusam sexualmente de crianças e isso não é denunciado em nenhuma reportagem por ai.

Felizmente, alguém que não acha certo esses abusos sexuais:

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O próximo comentário é uma crítica às práticas homossexuais na infância relatadas no texto do transexual. Porém, o autor do comentário peca em sugerir que o transgênero não revele tais acontecimentos publicamente para evitar “preconceito”.

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Diante de críticas, o transexual dá suas justificativas:

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Pedofilia_005_justificativa 02

Vimos o relato de um transexual e alguns comentários sobre suas práticas sexuais na infância, onde ele aceita como não-abusivo, os abusos sexuais que sofreu por parte de adolescentes. Como foi falado, tal postura é um dos fatores que colaboram para o encobertamento de abusos sexuais cometidos por adolescentes.

Pior que a “impunidade” é a “sensação de impunidade“: Abaixo os comentários de adolescentes feitos numa página do Facebook. Percebam a sensação de impunidade que transmitem em seus comentários. Como resolver este problema?

Adolescentes ao verem fotos de crianças e adolescentes

Triste realidade do abuso sexual infantil: Há muitos casos de adolescentes que abusam de crianças de cinco e seis anos.

Pela proteção das crianças, um limite mais adequado :

225326_483521361696968_1300181000_n[1]

Campanha contra o abuso sexual infantil:

Campanha05Página no FacebookBrasil Sem Adolescentes Pedofilos Abusadores De Criancas

Site de notícias: Adolescentes Pedófilos.

Pela redução da maioridade penal: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=redmai

A trans (transexual) citada no artigo foi a Barbara K Aires, que contou a sua história no seu próprio blog “Relatos de uma trans“[1] acessado em 19/03/2013. O artigo usou como referência as seguintes postagens: “Relatos de Uma Trans: O início de tudo!!“[2], “Relatos de Uma Trans: Experiências Sexuais na Infância“[3], “Relatos de Uma Trans: Sobre Experiências Sexuais na Infância, Atualidades e Preconceito pra Locação“[4]

[1]http://barbarakaires.blogspot.com.br/
[2]http://barbarakaires.blogspot.com/2012/04/o-inicio-de-tudo.html
[3]http://barbarakaires.blogspot.com/2012/04/experiencias-sexuais-na-infancia.html
[4]http://barbarakaires.blogspot.com/2012/05/sobre-experiencias-sexuais-na-infancia.html