Marcelo Freixo é homem de coragem!

Marcelo Freixo é homem de coragem! É homem corajoso, porque para defender direitos humanos é preciso haver coragem. Levantar-se contra milicias é preciso ter coragem. Acreditar no ser humano é preciso ter coragem. Isso é ser cristão. Não foi isso que Jesus fez?

É muito fácil aderir ao discurso raso do “bandido bom é bandido morto” com uma população amedrontada pela criminalidade, aterrorizada pela alienante mídia sensacionalista que transforma qualquer ladrão de galinha no pior dos assassinos em série. A mídia lucra com a cultura da violência e do medo. A mídia irresponsavelmente promove a violência, a barbárie, os “justiceiros”.

É lamentável ver pessoas ditas cristãs hostilizar Marcelo Freixo por defender bandidos, ou melhor, por defender os direitos humanos, a dignidade humana. Mas, quem foi o maior defensor de bandidos senão o próprio Jesus Cristo, de acordo com o cristianismo? A função dos direitos humanos, como instituto, é proteger o ser humano da opressão dos agentes do Estado. Combater o abuso de autoridade, como os excessos praticados por policiais e garantir os direitos e a dignidade da pessoa sob o poder estatal.

A bancada evangélica se diz contra o aborto e defensora da família, mas barrou a redução da idade de consentimento para 12 anos, deixando jovens mulheres grávidas em apuros e suas famílias destruídas. Quem defende a família, deve defender todas as famílias, inclusive a da mulher de 12 anos. Sexo consentido não pode ser tratado como estupro de vulnerável. Na Bíblia, sequer existe idade de consentimento.

Sou a favor da redução da maioridade penal, e não apenas para 16, mas para 10, pelo menos. E o ECA punir não apenas os maiores de 12 anos, mas sim os maiores de 7, idade da razão. Pois acredito que adolescentes têm plena consciência dos seus atos e devem ser responsabilizados. Mesmo com esse posicionamento, sou contra a vingança e justiceiros. Apoio a ressocialização, a segunda chance e a anistia (o perdão de crimes).

Não foi isso que fez o próprio Jesus Cristo? Ser adúltera dava pena de morte em Israel, autoridades judaicas estavam lá para apedrejar aquela mulher. E o que Jesus fez? Intercedeu por ela e a sua intervenção fez aquela adúltera ter uma segunda chance. Ela foi anistiada. O que fariam os conservadores “cristãos”? “Tem que morrer mesmo!”.

Segundo a Teologia Cristã, a crucificação de Jesus não foi para perdoar os pecadores, ou seja, anistiar os criminosos perante Deus? Jesus não apenas defendeu criminosos, como morreu por eles. Deu a sua própria vida para que criminosos (pecadores) tivessem uma nova chance. E o que Jesus ensinou aos seus discípulos?

“Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.” Mateus 18:21,22

Muitos defensores do bordão “bandido bom é bandido morto“, buscam, no Antigo Testamento, o amparo para as suas posições radicais, como as rígidas leis israelitas e a clássica lei de talião (ou lei de retaliação, presente no Código de Hamurábi) do “olho por olho, dente por dente“. Cuja intenção não é a de promover a vingança, mas sim de freiá-la! Isso mesmo, de frear a vingança. Pois, na analogia, quem perdia o dente queria deixar o seu agressor banguelo. Com a lei do talião, só poderia descontar o dente perdido. Dando assim, uma proporcionalidade à vingança.

Mas, o que Jesus Cristo pensava sobre isso?

“Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. Eu, porém, vos digo que não resistais ao mau; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra; E, ao que quiser pleitear contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; E, se qualquer te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas. Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes. Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim? Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus.” Mateus 5:38-48

Não dá para conciliar o vingancismo com o Evangelho, com os ensinamentos e o comportamento de Jesus. Ele cobra dos seus seguidores nada menos que o perfeito amor. Ódio não tem lugar num coração verdadeiramente cristão. Ódio só gera mais mais ódio, violência só gera mais violência. Quem sente prazer em acusar e condenar é o Diabo (que não coincidentemente significa “acusador” e “caluniador”).

Marcelo Freixo não é perfeito. E talvez por ingenuamente apoie o feminismo, um movimento de ódio contra o sexo masculino, que banaliza o estupro e promove divisões na sociedade, com a desculpa de defender a igualdade entre gêneros. Na teoria, o feminismo se define como movimento igualitário, mas na prática não é bem isso que acontece. A Lei Feminicídio é desigualdade. A Lei Maria da Penha ignora que homens também são vítimas de violência doméstica. Sem contar os “textões” que colocam nos homens a culpa por todas as frustrações femininas.

Esse é um problema não apenas do Freixo, mas de muitos defensores de direitos humanos, que ficam cegos diante do feminismo, como no caso do suposto estupro coletivo da garota por 30 homens. Ao que tudo indica, não houve estupro, mas suruba, não com trinta, mas com cerca de oito homens negros periféricos durante dois dias. Ninguém que é violentamente estuprada volta ao local para reclamar do celular sumido.

divulgação do vídeo deixou a garota irada e, por azar, ela foi cair nas mãos de uma advogada feminista radical (aquela que teve sua candidatura impugnada pelo PSOL e que faz parte de um movimento que considera toda relação hétero como estupro). A adolescente precisava de um conselheiro do bem e não de alguém que alimentasse sua fúria.

Os homens, que não eram 30, mas uns 8, foram condenados por estupro antes mesmo da conclusão de qualquer investigação. O delegado viu contradição no depoimento da jovem, as duas perícias realizadas (na mulher e na foto) inocentaram os acusados. Mas, feministas e a mídia já haviam condenado os caras da periferia. Afastaram o delegado, e colocaram no lugar uma delegada reaça que prendeu até um rapaz que não participou de nada, no estilo “prende e depois, quem sabe, vê se é inocente”. Uma postura policial tão criticada pela esquerda e por defensores dos direitos humanos, acaba sendo legitimada por feministas.

Marcelo Freixo tem defeitos, eu também os tenho, todo mundo tem. Não devemos cultivar o ódio, seja mascarado de defensa de valores, como os conservadores, ou de defesa das mulheres, como as feministas. Ódio é ódio, e é mau em si mesmo. E não pode haver lugar para o ódio no coração do cristão ou de qualquer pessoa civilizada.

Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;” Mateus 5:9

Marcelo Ribeiro Freixo

Marcelo Ribeiro Freixo, professor e político brasileiro filiado ao PSOL (Partido Socialismo e Liberdade).
Deputado estadual pelo Rio de Janeiro e candidato a prefeito em 2016.

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Jesus é Lúcifer

Jesus é Lúcifer, como está na Biblia:

“Eu, Jesus, enviei o meu anjo para dar a vocês este testemunho concernente às igrejas. Eu sou a Raiz e o Descendente de Davi, e o resplandecente Lúcifer“. Apocalipse 22:16)

“E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e o Lúcifer apareça em vossos corações”. (2 Pedro 1:19)

Lúcifer vêm do latim (lux + ferre), que significa “portador da luz” e também é chamado de “Estrela da Manhã“, “Estrela D’Alva“, “Estrela da Alva“, “luz da manhã“, “Estrela Vésper“, “Estrela Vespertina“, “Estrela Matutina” e “Estrela do Pastor“, ou seja, se refere ao planeta Vênus. Vênus é usado simbolicamente ou metaforicamente como “portador da luz” por nascer antes do Sol no horizonte. É como se Vênus trouxesse o Sol consigo, trouxesse a “luz” que ilumina o dia, além de ser muito brilhosa. Vênus é o terceiro astro mais brilhante no céu depois do Sol e da Lua. Ele reflete 2/3 da luz que recebe do Sol. Vênus recebeu esse nome em referência à deusa grega do amor e da beleza, cuja equivalente romana era Afrodite.

Vênus, Lúcifer, "Estrela da Manhã", "Luz da Manhã"

Vênus, Lúcifer, “Luz da Manhã”, “Estrela da Manhã”, “Estrela D’Alva”, “Estrela da Alva”, “Estrela Matutina”, “Estrela Vésper”, “Estrela Vespertina” e “Estrela do Pastor”

Lúcifer é metaforicamente usado para se referir ao “rei da Babilônia” (Isaías 14:12), ao sumo sacerdote Simão, filho de Onias [Eclesiástico 1:6], à Glória de Deus (Apocalipse 2:28), ou a Jesus Cristo (Apocalipse 22:16) (2 Pedro 1:19).

Conjunção de Vênus, Júpiter e Marte

Conjunção Vênus Júpiter e Marte em Outubro de 2015

Jesus Cristo, no livro de apocalipse (22:16) se auto denomina “a resplandescente estrela da manhã”, o que é diferenciado quando o termo é usado separadamente “estrela da manhã” como “poder sobre nações”. (Apocalipse 2:28 e 26) (Isaías 14:12)

São Jerônimo ao escrever a Vulgata, uma tradução latina da Bíblia hebraica, usou a palavra latina “lucifer” para traduzir a palavra hebraica הֵילֵל em Isaiah 14:12. Esta palavra, transliterada hêlêl ou heylel, aparece apenas uma vez na Bíblia Hebraica e de acordo com a influência da versão do Rei Jaime significa “o brilhante, estrela da manhã, Lúcifer”. O Septuaginta traduz הֵילֵל para grego como ἑωσφόρος (heōsphoros), um nome, literalmente “o que traz o anoitecer”, para a estrela da manhã.

São Jerônimo usou lúcifer para ser o nome do principal anjo caído, e seu nome em hebraico, helel, é derivado do verbo lamentar, pois ele lamenta a sua queda e a perda do seu brilho. Esta visão prevaleceu entre os Padres da Igreja, de forma que Lúcifer não fosse o nome próprio do diabo, mas apenas o seu estado anterior à queda. Como a queda, o ex-anjo passou a ser chamado de Diabo (em latim diabolus, em grego διάβολος, transl. diábolos, caluniador, acusador), ou Satã (em hebraico Shai’tan, Adversário).

Por significar aquele que traz a luz, Lúcifer foi usado como nome próprio entre os primeiros cristãos, sendo o exemplo mais famoso o São Lúcifer, bispo de Sardenha, onde existe a única igreja à São Lúcifer conhecida.

Lúcifer não é o nome do Diabo, apesar de ser uma palavra latina usada para se referir ao diabo antes da queda, antes do anjo perder o seu brilho e deixar de ser um portador da luz. Por isso, é errado associar Lúcifer ao Satanismo.

Filha mata mãe com ajuda do namorado

Adolescente de 14 anos assassina a própria mãe com a ajuda do namorado de 16 anos. O motivo teria sido porque a mãe da menina, aluna do Colégio Adventista da Cohab, não apoiava o relacionamento dela com o rapaz, ambos menores de idade (vulgo “di menó“).

Namorados homicidas

Casal de adolescentes assassinos.  Leths Cutrim e Guii Botelho II (Fonte: Facebook).

Um crime bárbaro cometido na manhã de sábado (23/07/2016) chocou pela crueldade. Tatiana Albuquerque Cutrim Alves, de 49 anos, foi assassinada em sua residência no bairro do Parque Aurora, próximo ao Cohatrac, em São Luís, no Maranhão. A vítima assassinada foi encontrada com um armador de redes envolvido no pescoço. A mulher recebeu três golpes de faca, duas facadas no pescoço e outra facada no abdômen.

Mãe morta pela filha de catorze e seu namorado de dezesseis

Adolescente mata a própria mãe, que não concordava com seu relacionamento. amoroso. Postagem compartilhada, na rede social Facebook, por pessoas indignadas com o assassinato

De acordo com informações da polícia, a jovem adolescente de 14 anos agiu com a ajuda do namorado de 16 anos. Segundo o delegado da Delegacia de Homicídios, Estefânio Aragão, a razão do crime de homicídio teria sido porque a mãe adotiva da novinha não teria aprovado o relacionamento amoroso dela.

Tatiana Albuquerque Cutrim

Tatiana Albuquerque Cutrim Alves, assassinada pela filha adotiva de 14 anos.

O que fazer nessa situação?

O casal cometeu um crime bárbaro, um assassinato, crime hediondo, um homicídio qualificado, talvez um feminicídio pela relação de parentesco. Mas, por serem menores de 18 anos (a idade penal), eles não respondem diretamente por esse homicídio bárbaro, que à luz do ECA trata-se apenas de ato infracional, que pode levar os jovens a serem internados por alguns meses.

No ano passado, em 2015, foi aprovada em dois turnos, na câmara dos deputados, a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos, exceto tráfico de drogas. Mas, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) não andou no Senado. Mesmo assim, ainda seria pouco, porque a assassina da própria mãe tem 14 anos, menos de 16 anos.

O fato do rapaz ter concordado em cometer um assassinato (matar a mãe da moça) já evidencia que a mãe tinha razão em proibir o relacionamento deles, mas talvez a mãe não esperava que a própria filha fosse pior que o namorado.

Casos de filhas aliciando namorado para matar os próprios pais infelizmente acontece e talvez o mais famoso deles no Brasil seja o caso da Suzane von Richthofen, que mandou matar os próprio pais Manfred Albert von RichthofenMarísia von Richthofen, casal assassinado pelos irmãos Daniel Cravinhos e Cristian Cravinhos a mando da filha.

Está escrito na Bíblia:

“Desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea. Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne”. Marcos 10:6-8

É fato que a sociedade moderna infantiliza adolescentes, tratando-os como crianças grandes, e tal tratamento causa grande irritação nesses jovens, mas isso não justifica tamanha crueldade com os próprios pais.

Mitos sobre Abuso Sexual Infantil

Mais um artigo que busca desconstruir alguns mitos. No artigo anterior foi tratado Mitos sobre Pedofilia. Neste artigo falaremos de mitos sobre abuso sexual infantil, ou seja,
de mitos sobre o abuso sexual de crianças. Biologicamente, criança é quem não atingiu a pubedade (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). A OMS (Organização Mundial de Saúde) classifica como criança o indivíduo com menos de 10 anos de idade.

Mito 1: Mulheres não abusam sexualmente de crianças

Assim, como há homens abusadores de crianças, também há mulheres abusadoras de crianças, que abusam tanto de crianças do sexo masculino quanto do sexo feminino. Muitas meninas são abusadas por outras mulheres (lésbicas ou não). Segundo a psicoterapeuta, sexóloga e especialista em sexualidade humana pela FMUSP, Dra. Magda Gazzi:

“existem pesquisas que nos sugerem que 20 a 25% dos casos de ASC [Abuso Sexual em Crianças] são cometidos por mulheres. As crianças abaixo de 5 anos são as que mais correm riscos de serem abusadas por mulheres, segundo a pesquisa. Esses abusos geralmente não são detectados devido a pouca idade das crianças e também porque algumas atividades sexuais são conduzidas em torno de práticas de higiene comuns ao dia-a-dia das crianças. A realidade é que algumas mulheres abusam de seu poder sobre as crianças e da sua facilidade de cuidadora, e podem sim fazer isso de maneira sexual” (Dra. Magda Gazzi, FMUSP)

Mito 2: Pedofilia é abuso sexual infantil

Pedofilia não é abusar sexualmente de criança. Pedofilia é apenas uma forte orientação sexual por crianças (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). Pedofilia não é uma prática sexual. Portanto, não faz sentido chamar o abuso sexual infantil de pedofilia.

Mito 3: Todo abusador de crianças é pedófilo

Nem todo pedófilo é abusador sexual de crianças e nem todo abusador sexual de crianças é pedófilo. A maioria dos abusadores sexuais de crianças não é pedófila. Estima-se que menos de 3% dos abusadores sexuais de crianças possam ter pedofilia.

Mito 4: As meninas correm mais risco de abuso sexual do que os meninos

Não dar para afirmar que meninas corram mais risco de serem abusadas sexualmente, porque também são comuns os abusos sexuais contra meninos, porém, esses abusos são muito mais menosprezados. Meninos têm muito mais dificuldade de relatar que foram vítimas de abuso sexual. Quando molestados por mulheres, suas queixas são menosprezadas; e quando molestados por homens, ficam com receio de serem considerados homossexuais (“viadinho”, “bichinha”, etc). E isso acaba se traduzindo em um número de denúncias muito menor por parte de meninos estuprados.

Mito 5: Apenas homossexuais abusam sexualmente de garotos
A maioria dos estupradores de meninos são heterossexuais. Isso mesmo, heterossexuais! Ninguém precisa ser gay para se envolver em atos homossexuais. Muitos heterossexuais, por falta do sexo oposto, transam com pessoas do mesmo sexo. É comum adolescentes heterossexuais se aproveitarem de crianças do mesmo sexo para sodomizá-las.

Mito 6: Só adultos abusam sexualmente de crianças

Adolescentes são os maiores molestadores sexuais de crianças. Se não for em números absolutos, os são, com certeza, em números relativos. É muito comum adolescentes abusarem sexualmente de crianças. Também não é raro que crianças violentem sexualmente outras crianças.

Mito 7: Crianças são assexuadas e puras

Segundo a tradição cristã, a criança nasce em pecado. Segundo a ciência, nota-se que crianças já nascem egoístas. Crianças também abusam de outras crianças, ou mesmo dos mais velhos.
A afirmação “O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe.” do “Do Contrato Social”, principal obra de Rousseau, não condiz com a realidade. Egoísmo, orgulho, vaidades, etc. são vícios internos do ser humano, que fazem das atitudes humanas más. Crianças não são assexuadas e nem puras de pensamentos.

Adolescentes Sodomitas matam Transexual (Malakoi)

Dois adolescentes sodomitas (arsenokoitai) assassinaram um efeminado (Malakoi) após prática sexual na madrugada de segunda-feira (11/07/2016) em Cachoeira do Sul no Rio Grande do Sul. Nickolle Rocha, de 19 anos, foi espancado a socos e pontapés e morreu por traumatismo craniano. O transexual, que havia sido eleito Miss Diversidade de Cachoeira do Sul e Miss Simpatia da Diversidade do Rio Grande do Sul, foi encontrado já sem vida no início da manhã de segunda. Ele estava caído em um canto do Parque da Fenarroz, no bairro Cristo Rei.

Nickolle Rocha, transsexual assassinado

Nickolle Rocha, transsexual assassinado em cachoeira do sul

A polícia investigou o caso e os dois adolescentes acusados assumiram o crime de assassinato. Segundo eles, depois de manterem relações, Nikolle se desentendeu com o mais velho, que começou a agredi-la. O mais novo presenciou a discussão e também agrediu a vítima. Os adolescentes, que já possuem passagens por furto, dano, ameaça e lesões corporais, abandonaram o efeminado desacordado no local.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/07/12/transexual-e-espancada-ate-a-morte-no-rs-dois-adolescentes-sao-suspeitos.htm?cmpid=fb-uol

É comum efeminados (transexuais, gays passivos e héteros passivos) serem vítimas de violência por parte de sodomitas (que geralmente se identificam como héteros “muito macho” por não darem ré no quibe, queimar rosca, ou seja, por não serem penetrados). Os sodomitas se acham melhores por não serem penetrados ou por não chuparem pênis, mas pela Bíblia eles são pecadores do mesmo jeito e muitas vezes responsáveis pela criação de efeminados, quando sodomizam aquele priminho mais novo, por exemplo.

Mitos sobre Pedofilia

O termo pedofilia é muito banalizado pela mídia, a qual promove a desinformação e a ignorância sobre a parafilia pedofilia. Este artigo busca desconstruir alguns mitos. São eles:

Mito 1: Pedofilia é crime.

Pedofilia não é crime. Pedofilia não pode ser criminalizada, porque não é uma prática sexual, mas uma orientação sexual. O pedófilo tem sua sexualidade orientada para quem não atingiu a puberdade (em geral, menores de 9 anos).
Como a mídia banaliza o uso da palavra pedofilia, muita gente acha equivocadamente que pedofilia seja crime, exploração sexual, prostituição, estupro de vulnerável, incesto, relacionamento entre pessoas com grandes diferenças de idade (nesse caso a midia promove o preconceito etário), etc.

Mito 2: Todo abusador de crianças é pedófilo.

A maioria dos abusadores de crianças não é pedófila. Estima-se que menos de 20% dos abusadores de crianças possa ter pedofilia.

Mito 3: Todo pedófilo é abusador de crianças.

Ser pedófilo não significa ser abusador de crianças. Muitos pedófilos não fazem sexo com crianças, não abusam sexualmente de crianças e nem cometem crimes sexuais.

Mito 4: O Funk promove a pedofilia com as novinhas

Novinhas não são mulheres com menos de 9 anos, por tanto, não são crianças. Repito: novinhas não são crianças. E pedofilia não é algo que possa ser estimulado. Ninguém vira pedófilo por ver uma criança nua.
Por causa da desinformação da mídia, vemos músicas como:

“Se eu não como, outro come; se eu como, é pedofilia, ai caralho o que que eu faço com as novinha”. (Mc Fhael)

Provavelmente o Mc Fhael não está se referindo a mulheres menores de 9 anos de idade. Logo, a sua música nada tem a ver com pedofilia, mas como a mídia banaliza a palavra pedofilia, o jovem acha que é pedofilia e canta umas músicas dessas.

Mito 5: Pedófilos sentem prazer em torturar crianças
Sentir prazer em torturar alguém é sadismo, não pedofilia. O pedófilo sente atração sexual e afetiva por crianças. O prazer não é só do ato sexual, mas da convivência com a criança.

Mito 6: Adolescente não pode ser pedófilo.

Adolescentes podem ser pedófilos sim. Apesar de se evitar de rotular adolescentes de pedófilos para evitar que sejam estigmatizados, muitos pedófilos se perceberam como pedófilos por volta dos 11-12 anos, quando notaram que o seu desejo sexual era diferente da maioria dos jovens de sua idade.

Mito 7: Pedofilia é atração sexual por menores.

Pedofilia é a atração sexual por impúberes, por pessoas que não atingiram a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade. Por tanto, não é atração sexual por adolescentes. Como a puberdade é a grande responsável pela atração sexual, atração sexual por adolescentes é normal e toda pessoa saudável sente.

Mito 8: Pedofilia é fazer sexo com crianças.

Pedofilia é apenas sentir forte atração sexual por menores de 9 anos (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). Pedofilia não é pratica sexual. Por tanto, pedofilia não é fazer sexo com crianças. Muito menos fazer sexo com adolescentes ou sexo com menores.

Mito 9: Pedofilia é abuso sexual, violência sexual ou estupro de vulnerável.

Pedofilia não é pratica sexual. Logo, não faz sentido falar de abuso sexual, estupro de vulnerável ou violência sexual.

Mito 10: Pedofilia é prostituição de menores

Pedofilia não é pratica sexual. Logo, não faz sentido falar em prostituição de menores. E prostituição infantil (prostituição de criança) não é prostituição adolescente.

Mito 11: Pedofilia é pornografia infantil (pornografia de crianças).

Pedofilia não é ato sexual. Logo, não faz sentido falar de pornografia infantil (pornografia de crianças, pornografia de menores de 9 anos). E pornografia adolescente (Adolescent Pornography) não é pornografia infantil (CP, Child Pornography).

Mito 12: O celibato dos padres os leva à pedofilia.

Não há nenhuma evidência que indique que alguém que não faça sexo possa se tornar pedófilo.

Mito 13: Mulheres adultas vestidas com roupas de crianças é uma alternativa para pedófilos.
Pedofilia não é ter fetiche por mulheres adultas vestidas como crianças. O interesse do pedófilo é pela condição impúbere, de não ter entrado na puberdade, da criança. Mulheres adultas já entraram na puberdade e uma mera vestimenta não muda essa realidade. Roupas infantis não tiram a puberdade das mulheres.

Mito 14: Lolita é sobre pedofilia.
Ao contrário do que algumas pessoas dizem por ignorância ou má fé, Lolita, romance de Vladimir Nabokov, não é sobre pedofilia. Porque o protagonista Humbert Humbert era obcecado por Lolita, Dolores Haze, uma jovem mulher adolescente de 12 anos de idade, não por crianças. A faixa etária de interesse do personsagem era entre 9 e 14 anos, ou seja, meninas já na puberdade e pedofilia é antes da puberdade.

 

Felipe Heiderich Gay e Pedófilo?

Pastora Bianca Toledo se separa e acusa marido, Pastor Felipe Heiderich (Felipe Garcia Heiderich), de ser gay e pedófilo. O casal tinha fundado o ministério AME (Associação Mundial de Evangelização e Ensino). Eles também fazem parte faz parte do conselho de líderes internacionais da KGM (Kingdom Global Ministry), entidade norte-americana fundada por Larry Tituscom sede em Dallas, Texas, EUA. Bianca Toledo e Felipe Heiderich se casaram em 2013.

Bianca Toledo, Felipe Garcia Heiderich e o menino filho dela

Casal Bianca Toledo e Felipe Heiderich, e o menino filho da pastora.

Bianca acusou o companheiro de abusar sexualmente do enteado de 5 anos, filho de um relacionamento anterior dela. Segundo a denúncia, os abusos sexuais aconteciam durante o banho da criança. A pastora divulgou um vídeo dizendo que estava se separando de Felipe após descobrir que ele era homossexual e encontrava-se “acautelado por crime de pedofilia“.

Felipe nega todas as acusações. Segundo seu advogado, Leandro Meuser, o pastor está sendo vítima de injustiça: “Na qualidade de Advogado de Felipe G. Heiderich venho a público informar que as acusações formuladas contra Felipe são inteiramente falsas… iremos provar a inocência de Felipe nos autos do inquérito policial, confiando no trabalho da Policia e da Justiça! Orem por Felipe para que ele tenha forças para superar essa grave injustiça, e peçam a Deus que ele faça apenas JUSTIÇA, nada mais!”

A mídia como sempre erra ao falar que alguém é preso por pedofilia. Ninguém é preso por pedofilia, porque pedofilia não é crime. Felipe Heiderich foi indiciado pelo crime de estupro de vulnerável por ter feito sexo com uma criança de 5 anos de idade. No Antigo Testamento da Bíblia, não há condenação por alguém fazer sexo com uma criança, mas há pena de morte para quem prática atos homossexuais (sodomia).

A Bíblia cita dois papeis num relacionamento homossexual, o sodomita e o efeminado (ou afeminado).O sodomita é o indivíduo que faz o papel do homem, chamado de homossexual ativo. O sodomita pratica a penetração (sodomização) e têm o seu pênis estimulado pelo outro homem (chupado, masturbado, etc). Já o efeminado é o que faz o papel da mulher, chamado de homossexual passivo. O efeminado é penetrado, têm a sua região anal estimulada e estimula o pênis do outro homem (chupando, masturbando, etc).

Se o pastor Felipe tiver se comportado apenas como efeminado, sem penetrar ou estimular a região anal da criança, provavelmente não afetará a sexualidade do menino, ou seja, a criança continuará heterossexual. Mas, se o pastor tiver se comportado como sodomita, sodomizando, penetrando, estimulando a região anal do menino ou pedindo para a criança chupar o seu pênis, provavelmente afetará a sexualidade da criança e ela poderá se assumir homossexual ou bissexual. Sodomitas produzem efeminados.

Não é porque uma pessoa faz sexo com criança que essa pessoa seja pedófila. Pedofilia é apenas a forte atração sexual por quem não atingiu a puberdade. Pedofilia não a prática sexual com crianças. Há vários motivos para alguém fazer sexo com uma criança, além da pedofilia. Felipe pode ser um efeminado que buscou na criança, por ser menino, uma satisfação sexual, como buscaria com qualquer homem.

Felipe Garcia Heiderich

Felipe Heiderich defendendo a pureza: “Pureza é coisa de homem”