Não à Banalização da Pedofilia

Destacado

A pedofilia foi banalizada. A banalização da pedofilia é promovida principalmente pela mídia sensacionalista americana e repetida pelo pessoal com mentalidade de colônia, que não pensa, não tem senso crítico, apenas repete como papagaio. A banalização da pedofilia é uma irracionalidade moderna sustentada por moralistas, movimentos de ódio e especialmente pela mídia sensacionalista.

Quem banaliza a pedofilia não está preocupado com crianças. Porque se estivesse, não banalizaria a pedofilia. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, quem tem menos de 9 anos de idade. Pedofilia (também chamada de pedofilia erótica ou pedossexualidade erótica) é justamente uma forte orientação sexual por crianças, gente impúbere, pessoas que não atingiram a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade.

A puberdade é responsável sexualidade adulta. A puberdade começa por volta dos 9-10 anos, não 18. Logo, pedofilia não abrange adolescentes (seria uma contradição caso abrangesse). Adolescente é quem atingiu a puberdade. A fase da vida humana de maior erotismo é a adolescência. Nivelar adolescentes com crianças, atribui conceitualmente à infância uma eroticidade que ela não tem. E ainda pode expor criança a adolescentes abusadores sexuais. Adolescentes são grandes abusadores sexuais de crianças e isso é ignorado por ONGs que dizem se preocupar com crianças.

Ninguém precisa ser especialista em reprodução humana para saber que a puberdade é a grande responsável pela sexualidade adulta. Qualquer índio ou analfabeto entende isso instintivamente. Não é a toa que índios e pessoas humildes do interior começam a casar por volta dos 12 anos. Eles percebem a erotização natural e veem o casamento como o lugar mais apropriado para a prática sexual. Porém, a repressão sexual pode levar jovens a buscarem “alternativas” para fazerem sexo, como o bestialismo (sexo com animais).

Abaixo, a imagem ilustrativa mostra, o óbvio, a diferença entre sexualidade infantil e adulta. Infelizmente, hoje em dia, devida a influência puritana americana, é preciso dizer que 1+1=2, ou seja, que adolescentes não são crianças. Adolescentes têm sexualidade adulta, não sexualidade infantil. A puberdade é responsável pela sexualidade adulta. Repare que, por mais que ela “sensualize”, Melody é desinteressante sexualmente. Já a Isadora, mesmo na dela, é altamente atraente.

Sexualidade Infantil (impúbere) e Adulta (púbere)

Sexualidade infantil, impúbere (impubescente), é caracterizada pela baixa taxa de hormônios sexuais e a ausência dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da MC Melody de 8 anos.
Sexualidade adulta, púbere (pubescente), é caracterizada pela elevada taxa de hormônios sexuais e a presença dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da Isadora Rodrigues de 12 anos.

Sexualidade infantil, sexualidade impúbere (impubescente), é caracterizada pela baixa taxa de hormônios sexuais e a ausência dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da MC Melody de 8 anos na foto. A sexualidade infantil é a sexualidade da criança, pessoa impúbere (quem não atingiu a puberdade). A sexualidade infantil é desinteressante para a maioria das pessoas. Pedofilia é a intensa atração sexual por quem não atingiu a puberdade, ou seja, pela sexualidade infantil, impúbere, em geral, antes dos 9 anos. Não tem nada a ver com adolescentes, como nos casos das novinhas do funk, colegiais, teens da pornografia, LolitaCaetano Veloso, Romeu e Julieta, Valentina Schulz, Millie Bobby Brown, Nosso Sonho (Claudinho & Buchecha), etc.

Sexualidade adulta, sexualidade púbere (pubescente), é caracterizada pela elevada taxa de hormônios sexuais e a presença dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da Isadora Rodrigues de 12 anos na foto. A sexualidade adulta é a sexualidade de quem atingiu a puberdade. A puberdade é responsável pela sexualidade adulta, púbere (quem alcançou a puberdade). A sexualidade adulta é altamente interessante para a maioria das pessoas. Não há erotização infantil, sexualização da infância, sexualidade precoce, romantização da pedofilia, cultura da pedofilia. Porque não se trata de criança.

A imensa maioria dos adolescentes de 12 anos sente muito mais desejo sexual pela mulher de 12 anos (sexualidade adulta) que pela menina de 8 anos (sexualidade infantil), a qual tende a ser desinteressante sexualmente. Porém, há uma minoria que sente grande excitação, de forma contínua, pelas meninas de 8 anos, por elas serem impúberes (impubescente). Taís adolescentes podem ser pedófilos. Existem pedófilos exclusivos, que sentem intensa atração sexual apenas por crianças, e pedófilos não-exclusivos, que sentem acentuado desejo erótico por adultos também.

Infelizmente, gente má intencionada e alienada infantiliza a adolescência e iguala adolescentes a crianças. Busca negar o erotismo intenso e natural da juventude. A adolescência é a fase mais erótica do ser humano. Mas ficam chamando incorretamente de sexualidade infantil, como uma forma de castrar o jovem. Essa gente não está preocupada com criança. Porque se estivesse não nivelariam duas fases tão antagônicas (infância e adolescência). Infantilizar adolescentes, além de imbecilizar os jovens, expõe crianças ao erotismo, que elas não têm, e à naturalização de abusos sexuais por parte de adolescentes.

Igualar impúberes com púberes é banalizar a pedofilia, erotizar crianças e normatizar a sexualidade precoce. Gente que banaliza a pedofilia não se importa com criança, porque se se importassem não banalizariam a pedofilia. Banalizar a pedofilia é normatizá-la. É atribuí-la uma naturalidade que não existe. A maioria das pessoas não são pedófilas, não sente forte atração sexual por crianças (pessoas impúberes).

A novinha é sensacional sim, naturalmente, erótica e sensual, é adolescente e adulta, não criança.

A sexualidade do adolescente não é sexualidade infantil.

A sexualidade do adolescente é sexualidade adulta!

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Pedofilia deixa de ser considerada doença

A pedofilia (ou pedossexualidade), também chamada pedofilia erótica e pedossexualidade erótica, deixou de ser considerada doença pela OMS (Organização Mundial da Saúde), como revela a sua nova revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, o CID-11. Também deixaram a listagem de patologias o Fetichismo, o Travestismo Fetichista e o Sadomasoquismo – consideradas como desordens de preferência sexual – , e Transexualismo e Travestismo Bivalente – tratadas como transtornos da identidade sexual. O pedófilo, o fetichista, o sadomasoquista, o transexual e o travesti não são mais considerados doentes. [1][2]

A Pedofilia é uma forte orientação sexual por crianças (indivíduos impúberes, ou seja, quem não atingiu a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade). Para caracterizar a condição de pessoa pedófila, deve-se verificar que o interesse sexual por crianças (entes pré-púberes) é maior ou igual ao interesse sexual por indivíduos sexualmente maduros (entes púberes/pós-púberes).

A pedofilia foi considerada doença mental (um transtorno de preferência sexual) no CID-10, mas deixou a lista de patologias mentais no CID-11, que patologiza, na secção desordens parafílicas (paraphilic disorders), apenas o Transtorno Pedofílico (Pedophilic Disorder, também traduzido como Distúrbio Pedofílico ou Desordem Pedofílica), que abrange os pedófilos com grande dificuldade de se controlar ou que sofrem muito por sua condição sexual, como está na descrição:

O transtorno pedofílico é caracterizado por um padrão sustentado, focalizado e intenso de excitação sexual – manifestado por pensamentos sexuais persistentes, fantasias, impulsos ou comportamentos orientadas para pessoas pré-púberes. Além disso, para que o transtorno pedofílico possa ser diagnosticado, o indivíduo deve ter agido com base nesses pensamentos, fantasias ou impulsos ou ser acentuadamente angustiado por eles.[1]

Essa definição não é nenhuma novidade na psiquiatria, porque já estava no DSM-5 (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition), Quinta Edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria (APAAmerican Psychiatric Association)[2]. Como explica a revista Psychology Today:

Para a condição a ser diagnosticada, um indivíduo deve agir sobre seus impulsos sexuais ou sentir angústia significativa como resultado de seus desejos ou fantasias. Sem esses dois critérios, uma pessoa pode ter orientação sexual pedofílica, mas não transtorno pedofílico. (For the condition to be diagnosed, an individual must either act on their sexual urges or experience significant distress as a result of their urges or fantasies. Without these two criteria, a person may have a pedophilic sexual orientation but not pedophilic disorder).[3]

Por tanto, Pedofilia não é sinônimo de Transtorno Pedofílico e é reconhecida como uma orientação sexual normal pela OMS e pela APA, como nas referências citadas. Pedofilia não é mais doença. Apenas está nas listas do CID-11 e do DSM-5, o Transtorno Pedofílico. Assim como aconteceu com o homossexualismo, que consta no CID-9, e não no CID-10, onde foi colocada a homossexualidade egodistônica para os casos de homossexuais que sofrem com sua condição, deixando a homossexualidade em si de ser patológica, doentia, anormal.

No CID-10, casos de transtornos psicológicos ou de comportamento que levavam a pedossexualidade, homossexualidade e transexualidade poderiam ser enquadrados, respectivamente como pedossexualidade egodistônica, homossexualidade egodistônica e transexualidade egodistônica (a classificação também incluía identidade de gênero) na Orientação sexual egodistônica. O DSM-5 manteve a transexualidade como “Disforia de Gênero” e excluiu a sexualidade egodistônica (como consequência, também a transexualidade egodistônica).[2][7]

Será normal a intensa atração sexual por quem é inerentemente estéril?
É sabido que a puberdade é a grande responsável pela sexualidade adulta e pela atração sexual adulta, visando a reprodução da espécie. Por isso, a infância (fase que vai só até o início da puberdade, por volta dos 9 anos de idade) é sexualmente desinteressante, como regra. Sendo assim, não faz muito sentido a atração erótica por pessoas do mesmo sexo (homossexualidade) já que a relação também é estéril. Assim, ambos, pedossexualidade e homossexualidade, foram consideradas parafilias eróticas, pedofilia e homossexualismo, respectivamente, e patologizadas.[8].

E outra. Um sujeito se considerar do sexo oposto ao do seu corpo também seria normal? É normal uma pessoa se considerar sendo do sexo oposto ao do seu corpo? A incongruência mente-corpo, (no caso, incongruência de gênero) não seria exatamente o que caracterizaria a transexualidade (transexualismo) e travestilidade (travestismo) como mazelas (doenças)? Ciência à parte, o CID e o DSM sofrem influências de lobbys e essas influências determinam os paradigmas para considerar algo como doença (patologia).

Vê-se muita preocupação por parte de ativistas LGBTs em fazer a sua condição sexual ser despatologizada, como uma forma de combater preconceitos e estigmas. Mas, ninguém combate a estigmatização de doentes. Todo mundo está suscetível a ficar doente e o estado patológico não deveria ser desculpa para haver discriminações e hostilizações.

Apesar das reflexões, o blog não endossa qualquer preconceito contra minorias sexuais, pedossexuais (pedofobia), homossexuais (homofobia), transexuais (transfobia) .

Referências:

[1] O CID-11 (ICD-11) contém o “Transtorno Pedofílico” como sub-classe (6D32 Pedophilic disorder)  da classe “Transtornos Parafílicos” (Paraphilic disorders), no Capítulo dos “Transtornos mentais, comportamentais ou do neurodesenvolvimento” (06 Mental, behavioural or neurodevelopmental disorders). “Desordem Pedofílica”, “6D32 Pedophilic disorder”, CID-11 (ICD-11), OMS (WHO) -https://icd.who.int/browse11/l-m/en#/http://id.who.int/icd/entity/517058174

[2] MANUAL DIAGNÓSTICO E ESTATÍSTICO DE TRANSTORNOS MENTAIS 5ª EDIÇÃO DSM-5 -https://aempreendedora.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Manual-Diagnóstico-e-Estatístico-de-Transtornos-Mentais-DSM-5.pdf

[3] “Pedophilia”, Psychology Today -https://www.psychologytoday.com/us/conditions/pedophilia

[4] Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde 10ª Revisão (CID-10) – Versão WHO para 2016. [International Statistical Classification of Diseases and Related Health Problems 10th Revision (ICD-10)-WHO Version for 2016] – “Chapter V Mental and behavioural disorders (F00-F99)” -http://apps.who.int/classifications/icd10/browse/2016/en#/F60-F69

[5] O CID-10 (ICD-10) contém o “Fetichismo” como sub-classe (F65.0), o “Travestismo Fetichista” como sub-classe (F65.1), a “Pedofilia” (Pedossexualidade) como sub-classe (F65.4) e o “Sadomasoquismo” como sub-classe (F65.5) da classe “Transtornos da Preferência Sexual” (F65), no Capítulo dos “Transtornos Mentais e Comportamentais” (Capítulo V).

[6] O CID-10 (ICD-10) coloca a “Transexualismo” (Transexualidade) como sub-grupo (F64.0) e o “Travestismo bivalente” (Travestilidade) como sub-grupo (F64.1) do grupo “Transtornos da Identidade Sexual” (F64), no Capítulo dos “Transtornos Mentais e Comportamentais” (Capítulo V).

[7] O CID-10 (ICD-10) abarca o “Orientação Sexual Egodistônica” como sub-gênero (F66.1) do gênero “Transtornos psicológicos e comportamentais associados ao desenvolvimento sexual e à sua orientação” (F66), no Capítulo dos “Transtornos Mentais e Comportamentais” (Capítulo V).

[8] O CID-9 (ICD-9) inclui o “Homossexualismo” (Homossexualidade) como sub-categoria (302.0) e a “Pedofilia” (Pedossexualidade) como sub-categoria (302.2), da categoria “Desvios e Transtornos Sexuais” (302), no Capítulo dos “Transtornos Mentais” (Capítulo V).

Felipe Neto pedófilo?

Felipe Neto Rodrigues Vieira, conhecido popularmente apenas como Felipe Neto, é um vlogger, ator e empresário luso-brasileiro. É conhecido por ter um dos maiores canais brasileiros no Youtube e o maior canal de irmãos do mundo com Luccas Neto (Luccas Neto Ferreira, seu irmão), o canal Irmãos Neto.

Seria Felipe Neto pedófilo? Seria Luccas Neto pedófilo? Ambos irmãos seriam uma dupla de pedófilos? O presente artigo busca refletir sobre a questão e acusações sofridas pelos Irmãos Neto.

Pedofilia é uma forte orientação sexual antes da puberdade, em geral, antes dos 9 anos de idade. Só que há um detalhe: Quem entende esse conceito é geralmente quem pesquisou sobre o assunto de forma séria. A maioria das pessoas não pesquisam nada. Repetem o que ouvem pela mídia sensacionalista. E a mídia banalizam a pedofilia e associa a pedofilia ao abuso sexual infantil.

Dada o conceito de pedofilia, pode-se ver claramente que o comentário abaixo do Felipe nada tem a ver com pedofilia, a não ser que a intenção dele fosse banalizar a pedofilia para normalizá-lo. Ou seja, extender o conceito de pedofilia para incluir adolescentes e assim Neto se considerar igual a todo mundo.

“Se Deus reprovasse a pedofilia, maninas de 15 anos não teriam esses peitos” (Felipe Neto).

Comentário semelhante foi feito por Whindersson Nunes:

“Seu Deus reprovasse a pedofilia, meninas de 14 anos não teriam esses peitos deliciosos (Whindersson Nunes).

Felipe Neto teria apenas feito uma afirmação idiota ou seria pedófilo e estaria banalizando a pedofilia para justificando a sua orientação sexual pedofílica ou, o que é pior, tornando justificável o abuso sexual de crianças? Dizer-se contra a pedofilia não é resposta. Mesmo pedófilos assumidos se dizem contra.

Curiosamente, o maior público do Felipe Neto e de seu irmão (donos do canal “Irmãos Neto”) é de crianças e de deficientes mentais. Há muitas crianças de 2 anos já assistindo aos dois. Esses youtubers gostam mesmo de crianças, no sentido etimológico da palavra pedofilia ou no sentido psiquiátrico, ou a verdade é que apenas exploram crianças para ganhar dinheiro?

Dizer-se contra a pedofilia, que é moda atualmente, não faz ninguém deixar de ser pedófilo. Assim, como existem gays enrustidos que se dizem contra a homossexualidade, mas fazem sexo com pessoas do mesmo sexo. Também há pedófilos enrustidos que se dizem contra a pedofilia (pedossexualidade), mas fazem sexo com crianças.

Se Felipe Neto, ou Luccas Neto, for pedófilo, deve buscar ajuda. Há grupos de ajuda para pedófilos (pedossexuais). Se a sociedade não aceita a orientação sexual pedofílica, se revoltar e praticar violência só vai piorar tudo.

Pode ser mentira que algum dos irmãos netos seja pedófilo, mas o interesse deles por crianças acaba fomentando a suspeita sobre sua orientação sexual. Pedófilos gostam de estar com crianças. O mundo infantil os encanta. Michael Jackson (Michael Joseph Jackson) também é visto como pedossexual, apesar de nunca ter admitido.

Além da pedofilia, há outras polêmicas sobre os irmãos neto. Felipe Neto diz que os pais têm que decidir o que a criança pode assistir ou não. Que é responsabilidade dos pais o que os filhos consomem. Isso é uma verdade, mas não é desculpa para Youtubers se aproveitarem de crianças. Felipe e Luccas são acusados de explorarem crianças, de manipularem crianças para ficarem presas às telas (de computadores, tablets e smartphones) e de induzi-las comprar seus produtos.

Felipe Neto queria que o MP (Ministério Público) proibisse o MC Doguinha de cantar, mas se diz perseguido quando alguém crítica-o por falar palavrão, incentivar o consumismo, a má alimentação e explorar crianças por dinheiro. Um menino, supostamente de 11 anos, não pode cantar. Mas, crianças de 2 anos podem ser exploradas comercialmente. Que contradição!

Olha FN, eu queria poder lhe admirar como alguém que não era elite brasileira e ficou milionário, mas a sua postura apenas mostra a pior face do capitalismo, que é explorar pessoas, não poupando nem as crianças. Tudo por lucro. Felipe Neto se comporta como um psicopata mercenário.

[1]”archive.today @felipeneto maninas” -http://archive.li/2NnFS

[2]”@felipeneto maninas” -https://twitter.com/search?f=tweets&q=%40felipeneto%20maninas&src=typd

Mitos sobre Pedofilia

O termo pedofilia é muito banalizado pela mídia, a qual promove a desinformação e a ignorância sobre a parafilia pedofilia. Este artigo busca desconstruir alguns mitos. São eles:

Mito 1: Pedofilia é crime.

Pedofilia não é crime. Pedofilia não pode ser criminalizada, porque não é uma prática sexual, mas uma orientação sexual. O pedófilo tem sua sexualidade orientada para quem não atingiu a puberdade (em geral, menores de 9 anos).
Como a mídia banaliza o uso da palavra pedofilia, muita gente acha equivocadamente que pedofilia seja crime, exploração sexual, prostituição, estupro de vulnerável, incesto, relacionamento entre pessoas com grandes diferenças de idade (nesse caso a midia promove o preconceito etário), etc.

Mito 2: Todo abusador de crianças é pedófilo.

A maioria dos abusadores de crianças não é pedófila. Estima-se que menos de 20% dos abusadores de crianças possa ter pedofilia.

Mito 3: Todo pedófilo é abusador de crianças.

Ser pedófilo não significa ser abusador de crianças. Muitos pedófilos não fazem sexo com crianças, não abusam sexualmente de crianças e nem cometem crimes sexuais.

Mito 4: O Funk promove a pedofilia com as novinhas

Novinhas não são mulheres com menos de 9 anos, por tanto, não são crianças. Repito: novinhas não são crianças. E pedofilia não é algo que possa ser estimulado. Ninguém vira pedófilo por ver uma criança nua.
Por causa da desinformação da mídia, vemos músicas como:

“Se eu não como, outro come; se eu como, é pedofilia, ai caralho o que que eu faço com as novinha”. (Mc Fhael)

Provavelmente o Mc Fhael não está se referindo a mulheres menores de 9 anos de idade. Logo, a sua música nada tem a ver com pedofilia, mas como a mídia banaliza a palavra pedofilia, o jovem acha que é pedofilia e canta umas músicas dessas.

Mito 5: Pedófilos sentem prazer em torturar crianças
Sentir prazer em torturar alguém é sadismo, não pedofilia. O pedófilo sente atração sexual e afetiva por crianças. O prazer não é só do ato sexual, mas da convivência com a criança.

Mito 6: Adolescente não pode ser pedófilo.

Adolescentes podem ser pedófilos sim. Apesar de se evitar de rotular adolescentes de pedófilos para evitar que sejam estigmatizados, muitos pedófilos se perceberam como pedófilos por volta dos 11-12 anos, quando notaram que o seu desejo sexual era diferente da maioria dos jovens de sua idade.

Mito 7: Pedofilia é atração sexual por menores.

Pedofilia é a atração sexual por impúberes, por pessoas que não atingiram a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade. Por tanto, não é atração sexual por adolescentes. Como a puberdade é a grande responsável pela atração sexual, atração sexual por adolescentes é normal e toda pessoa saudável sente.

Mito 8: Pedofilia é fazer sexo com crianças.

Pedofilia é apenas sentir forte atração sexual por menores de 9 anos (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). Pedofilia não é pratica sexual. Por tanto, pedofilia não é fazer sexo com crianças. Muito menos fazer sexo com adolescentes ou sexo com menores.

Mito 9: Pedofilia é abuso sexual, violência sexual ou estupro de vulnerável.

Pedofilia não é pratica sexual. Logo, não faz sentido falar de abuso sexual, estupro de vulnerável ou violência sexual.

Mito 10: Pedofilia é prostituição de menores

Pedofilia não é pratica sexual. Logo, não faz sentido falar em prostituição de menores. E prostituição infantil (prostituição de criança) não é prostituição adolescente.

Mito 11: Pedofilia é pornografia infantil (pornografia de crianças).

Pedofilia não é ato sexual. Logo, não faz sentido falar de pornografia infantil (pornografia de crianças, pornografia de menores de 9 anos). E pornografia adolescente (Adolescent Pornography) não é pornografia infantil (CP, Child Pornography).

Mito 12: O celibato dos padres os leva à pedofilia.

Não há nenhuma evidência que indique que alguém que não faça sexo possa se tornar pedófilo.

Mito 13: Mulheres adultas vestidas com roupas de crianças é uma alternativa para pedófilos.
Pedofilia não é ter fetiche por mulheres adultas vestidas como crianças. O interesse do pedófilo é pela condição impúbere, de não ter entrado na puberdade, da criança. Mulheres adultas já entraram na puberdade e uma mera vestimenta não muda essa realidade. Roupas infantis não tiram a puberdade das mulheres.

Mito 14: Lolita é sobre pedofilia.
Ao contrário do que algumas pessoas dizem por ignorância ou má fé, Lolita, romance de Vladimir Nabokov, não é sobre pedofilia. Porque o protagonista Humbert Humbert era obcecado por Lolita, Dolores Haze, uma jovem mulher adolescente de 12 anos de idade, não por crianças. A faixa etária de interesse do personsagem era entre 9 e 14 anos, ou seja, meninas já na puberdade e pedofilia é antes da puberdade.

 

Felipe Heiderich Gay e Pedófilo?

Pastora Bianca Toledo se separa e acusa marido, Pastor Felipe Heiderich (Felipe Garcia Heiderich), de ser gay e pedófilo. O casal tinha fundado o ministério AME (Associação Mundial de Evangelização e Ensino). Eles também fazem parte faz parte do conselho de líderes internacionais da KGM (Kingdom Global Ministry), entidade norte-americana fundada por Larry Tituscom sede em Dallas, Texas, EUA. Bianca Toledo e Felipe Heiderich se casaram em 2013.

Bianca Toledo, Felipe Garcia Heiderich e o menino filho dela

Casal Bianca Toledo e Felipe Heiderich, e o menino filho da pastora.

Bianca acusou o companheiro de abusar sexualmente do enteado de 5 anos, filho de um relacionamento anterior dela. Segundo a denúncia, os abusos sexuais aconteciam durante o banho da criança. A pastora divulgou um vídeo dizendo que estava se separando de Felipe após descobrir que ele era homossexual e encontrava-se “acautelado por crime de pedofilia“.

Felipe nega todas as acusações. Segundo seu advogado, Leandro Meuser, o pastor está sendo vítima de injustiça: “Na qualidade de Advogado de Felipe G. Heiderich venho a público informar que as acusações formuladas contra Felipe são inteiramente falsas… iremos provar a inocência de Felipe nos autos do inquérito policial, confiando no trabalho da Policia e da Justiça! Orem por Felipe para que ele tenha forças para superar essa grave injustiça, e peçam a Deus que ele faça apenas JUSTIÇA, nada mais!”

A mídia como sempre erra ao falar que alguém é preso por pedofilia. Ninguém é preso por pedofilia, porque pedofilia não é crime. Felipe Heiderich foi indiciado pelo crime de estupro de vulnerável por ter feito sexo com uma criança de 5 anos de idade. No Antigo Testamento da Bíblia, não há condenação por alguém fazer sexo com uma criança, mas há pena de morte para quem prática atos homossexuais (sodomia).

A Bíblia cita dois papeis num relacionamento homossexual, o sodomita e o efeminado (ou afeminado).O sodomita é o indivíduo que faz o papel do homem, chamado de homossexual ativo. O sodomita pratica a penetração (sodomização) e têm o seu pênis estimulado pelo outro homem (chupado, masturbado, etc). Já o efeminado é o que faz o papel da mulher, chamado de homossexual passivo. O efeminado é penetrado, têm a sua região anal estimulada e estimula o pênis do outro homem (chupando, masturbando, etc).

Se o pastor Felipe tiver se comportado apenas como efeminado, sem penetrar ou estimular a região anal da criança, provavelmente não afetará a sexualidade do menino, ou seja, a criança continuará heterossexual. Mas, se o pastor tiver se comportado como sodomita, sodomizando, penetrando, estimulando a região anal do menino ou pedindo para a criança chupar o seu pênis, provavelmente afetará a sexualidade da criança e ela poderá se assumir homossexual ou bissexual. Sodomitas produzem efeminados.

Não é porque uma pessoa faz sexo com criança que essa pessoa seja pedófila. Pedofilia é apenas a forte atração sexual por quem não atingiu a puberdade. Pedofilia não a prática sexual com crianças. Há vários motivos para alguém fazer sexo com uma criança, além da pedofilia. Felipe pode ser um efeminado que buscou na criança, por ser menino, uma satisfação sexual, como buscaria com qualquer homem.

Felipe Garcia Heiderich

Felipe Heiderich defendendo a pureza: “Pureza é coisa de homem”

 

Caetano Veloso pedófilo?

Caetano Veloso é pedófilo? O músico Caetano Emanuel Viana Teles Veloso é acusado por adversários e preconceituosos de ser um pedófilo por ter feito sexo com Paula Mafra Lavigne, quando ela tinha 13 anos de idade [1][2][3]. Paula Lavigne perdeu sua virgindade com Caetano. As acusações são sem sentido. Entenda o porquê.

Pedofilia é antes dos 9 anos de idade, porque é antes da puberdade. Pedofilia é uma forte orientação sexual e afetiva por quem não atingiu a puberdade (em geral, menores de nove anos de idade). Nada a ver com Paula Lavigne, que já era uma mulher de 12-13 anos quando começou a se relacionar com o cantor. Uma mulher de 12 anos já está na idade até de engravidar, por isso é altamente atraente para os homens.

Caetano Emanuel Viana Teles Veloso e Paula Mafra Lavigne

Caetano Emanuel Viana Teles Veloso, 40 anos, e Paula Mafra Lavigne, 13 anos. Paula perdeu sua virgindade aos 13 anos com Caetano.

A puberdade feminina começa por volta dos 9 anos de idade, quando o broto mamário e demais carateres secundários (adultos) da sexualidade surgem. A infância termina e começa a adolescência, vida adulta. A maioridade da natureza é a puberdade. As pessoas entram na puberdade para se reproduzir. Por isso, que durante a história da humanidade mulheres estavam casando por volta dos 12 anos, como Maria de Nazaré, a mãe de Jesus.

Caetano é vítima de etarismo (preconceito etário ou preconceito inter-etário). Ocorre etarismo quando a pessoa é julgada por sua idade ou diferença de idade. Caetano Veloso é julgado por, aos 40 anos, ter desvirginado uma novinha de 13 anos, mulher com a qual casou 3 anos depois. Paula Lavigne tinha 16 anos quando casou com Caetano, formalizando assim a sua união.

Pessoas de má fé usam a histeria da pedofilia para promover o preconceito e o ódio. Banalizam o conceito da orientação sexual pedofílica para ofender pessoas não-pedófilas.

A atriz e produtora Paula Lavigne, 29, confirmou à Folha declarações dadas à revista “Playboy” que chega às bancas este mês, nas quais diz ter mantido suas primeiras relações sexuais com o compositor Caetano Veloso, seu atual marido, aos 13 anos. Na entrevista, Paula afirma ter perdido a virgindade na festa de aniversário de 40 anos de Veloso: “É tudo verdade”. [3]

Atualização agosto/2018:

Após fazer postagens defendendo Caetano, ao ser difamado por MBL e cia por ter tirado a virgindade de Paula, a página Mídia Ninja, que se diz uma alternativa à imprensa tradicional, fez postagem sensacionalista etarista, difamatória e caluniadora[4] contra Danilo Gentili (comediante de stand-up e apresentador do The Noite com Danilo Gentili). A mesma Mídia Ninja que também defendeu, em outubro de 2017, uma criança de 4 anos tocar num homem peladão e crianças de 6,7 anos desfilar com homem pelado como arte, e obras de bestialismo e cia.

Essa é uma contradição da esquerda atual. Chega a defender criança de 4 anos tocando em homem pelado como arte, defende seu colega que tirou a virgindade de uma mulher de 13 anos, mas condena o carinha de direita, que brincando, pediu para a Maísa lhe apresentar sua colega russa de 15 anos. Não haveria crime nenhum mesmo se Danilo fizesse suruba com ela. Não é a toa que a direita cresce. A esquerda quer bancar a libertária, mente aberta sem preconceitos, e, ao mesmo tempo, se coloca como uma violenta moralista, puritana e preconceituosa etarista.

Danilo Gentili acaba tendo razão quando se diz perseguido pela esquerda. A mídia, em geral, detonou Gentili por nada e defendeu a arte das crianças com peladão e não atacam Caetano Veloso, que não teve a mesma sorte de Laercio de Moura (também vítima de preconceito etário). Posturas de ódio, como essa da esquerda, de feministas e da mídia, favorece e fortalece a direita.

[1] “Eles voltaram! Relembre o amor nada discreto de Caetano e Paula Lavigne”-https://tvefamosos.uol.com.br/listas/eles-voltaram-relembre-o-amor-nada-discreto-de-caetano-e-paula-lavigne.htm

[2] “Caetanear o que há de bom” -https://www.terra.com.br/istoegente/302/reportagens/capa_paula_lavigne_02.htm

[3] “Lavigne perdeu virgindade aos 13 com Caetano”, RUI DANTAS -https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq01089835.htm ou -https://archive.is/4EdOm

[4] Mídia Ninja calunia Danilo Gentili -https://twitter.com/Dinhopsilva/status/1025428105694011392 ou -https://archive.is/amjEb

Jô Soares pedófilo?

Jô Soares (José Eugênio Soares) ou simplesmente humorista, escritor, diretor teatral, músico, dramaturgo, ator, pintor brasileiro e apresentador de televisão. Ele apresenta desde 2000 o Programa do Jô na Rede Globo de Televisão.

Em seu programa, Programa do Jô, exibido numa noite de quinta-feira (26/11/2015), Jô Soares entrevistou a atriz Bruna Lombardi (Bruna Patrizia Maria Teresa Romilda Lombardi, atriz, modelo e escritora brasileira)., de 63 anos. No decorrer da conversa, o apresentador relembrou a época quando conheceu Bruna, na época uma menina de 9 anos de idade: “Ela com o pai dela, o (cineasta Ugo) Lombardi, ela sentava no meu colo, com nove anos. Cabelo louro, que ia até a cintura, a mãe dela vestia ela como uma bonequinha”, disse Jô. “Eu olhava para ela com nove aninhos… E tinha sonhos eróticos”, contou. E respondeu a atriz: “Não fala isso, Jô”. E rebateu o apresentador: “Mas no sonho você já tinha 19”.

Jô Soares e Bruna Lombardi

Entrevista de Bruna Lombardi no Programa do Jô

Por essa mera citação, Jô Soares foi chamado de pedófilo por seus odiadores, seja de esquerda ou de direita.
Infelizmente, o termo pedofilia é usado como insulto, para ofender, injuriar, uma pessoa associando-a a alguém faz sexo com crianças ou abusa sexualmente delas, assim como a palavra gay é usada para ofender o homem associando a um homem que se interessa sexualmente por outros homens. A esquerda que se diz defensora de minorias como negros, homossexuais e mulheres, usa com naturalidade a palavra pedofilia para ofender. Será que essa mesma esquerda de hoje não seria a mesma a perseguir homossexuais e negros no passado? É muito fácil bater em quem é marginalizado pela elite e pelas leis.

Jô ter achado Bruna sexualmente atraente aos 9 anos não significa que ele seja pedófilo. Porque pedofilia é a atração sexual primária, ou orientação sexual primária, por quem não atingiu a puberdade (geralmente, garotas com menos de 9 anos de idade) .

Nem o programa Sensacionalista CQC (Custe o Que Custar), exibido pela Band (Rede Bandeirantes), que vive inventando pedofilia onde não tem, para mendigar por audiência mesmo atropelando a lei, chamou Jô Soares de pedófilo. Pelo contrário, seus apresentadores se divertiram com a situação. Para não serem processados? Talvez. Para não desagradarem ao Jô? Provavelmente. Jô Soares não é nenhum cara comum, “zè ninguém”, para ser desrespeitado pelo CQC, que se aproveita da ignorância, do moralismo, do preconceito e da histeria. Apesar de se dizer a favor dos direitos humanos e das minorias, é um programa que gosta de desonestamente explorar temas, e certamente perseguiria negros e homossexuais se fosse feito há um século atrás.