MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base

MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base (Videoclipe Oficial).

De acordo com o Portal G1 e Jornal Extra, o protagonista do clipe do funk “Vem e brota aqui na base”, com quase 14 milhões de visualições no Youtube, MC Doguinha, de 12 anos, virou alvo de uma ação do MP-RJ. No entender da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Criança e do Adolescente da capital fluminense, que instaurou um inquérito civil para tentar remover extrajudicialmente o link da internet, a gravação faz “apologia a práticas erótico-sexuais”. Segundo o MP, a conduta fere os princípios da “proteção integral da criança e do adolescente” e da finalidade social da internet.

O MP quer proteger o rapaz de quê? Do sexo? Do erotismo? Vão anular a puberdade do moleque? Qual garoto da idade dele que não fala putaria? Qual rapaz não quer uma namorada? Ele apenas canta o que sente. Não há nada demais na música dele. Ele está na idade mesmo que achar mulheres atraente sexualmente e, em vez de ficar se masturbando, está ganhando dinheiro com suas músicas eróticas.

Não existe “erotização precoce”. Não existe “erotização infantil”. O garoto nem criança é. O rapaz é jovem adolescente. Criança é quem não atingiu a puberdade (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). Qual garoto de 12 anos não se interessa por sexo? Não se encanta pelo corpo sedutor de uma novinha linda? A puberdade começa por volta dos 9 anos de idade. É natural e saudável que as pessoas se interessem por sexo.

Em vez do Estado aproveitar o momento para discutir sexualidade com os jovens (porque muitos fazem sexo, com funk ou sem funk), prefere acabar com a carreira do garoto e fingir que todo mundo é assexuado. Estamos no século XXI, mas devida a influência americana, tem gente que não saíu do século XIX.

A novinha de 12 anos e o MC Doguinha

MC Doguinha e a Novinha de 12 anos no videoclipe oficial “Vem e Brota Aqui Na Base”.

A mulher na psicina tem 12 anos, mesma idade do MC Doguinha. O videoclipe é um exemplo da diferença de desenvolvimento físico entre meninos e meninas. Enquanto o desenvolvimento feminino é mais rápido, o masculino é mais lento. Como o garoto já é baixinho, ficou o contraste: Menino e Mulherão. O que seria sorte para uns, virou histeria para outros e ajudou a promover a histeria da mulher adulta com criança. Teve gente dizendo que ele teria 6 anos.

MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base (Videoclipe Oficial):

Letra: “A novinha linda, que mora aqui do lado / Tá cheia de papinho no whatsapp / Bumbum gostosão, corpo sedutor / Foi por isso que o doguinha se encantou / Vem e brota aqui na base / Vamos fazer sacanagem / Sei que você tem vontade / Então, senta um pouquinho”.

Apoio a liberdade do MC Doguinha cantar suas músicas, que estão inclusive de acordo com o seu desenvolvimento. O menino mostra-se empoderado e protagonista de sua história e isso é muito positivo. O meu ver, quem está prejudicando o jovem é o Estado por meio do Ministério Público. O problema do funk não é o erotismo das músicas, mas sim à apologia às drogas, aos tráfico de drogas, às facções criminosas e ao crime organizado.

Pelo que vi, o MC Doguinha é pobre, estuda em escola pública. Com o dinheiro dos seus shows, Doguinha poderá ter melhor qualidade de vida, educação e saúde, e assim poder ter acesso a direitos previstos na Constituição e reafirmados no ECA (Estatuto da Criança é do Adolescente) que o Estado não consegue garantir. Sem falar da questão psicológica do jovem realizar o seu sonho de ser cantor.

Comentários de internautas nos sites da Globo:

Pann Suddo: “Com 8 anos o mlk tá no tráfico. Isso pode correr solto. Trabalho escravo, com patrão e tudo. Isso pode correr solto. Esse mlk tá com cordão de ouro, já era. O Funk é de menos.”

Eduardo Leal: “Se o Moleque estivesse feito um vídeo com atitudes homo afetivas não teria problema. Porque esta na moda! SHOW de bola Doginha!!!!”

Jo Ker: “Pelo jeito, seria melhor se o Doguinha tivesse com a pistola e o radinho no morro!!! Maldito estado e maldito sistema!!! Vcs vão pagar na mão de Deus tudo o que fazem com nós pobres… nascemos puros e inocentes e o estado nos alimenta com ódio e maldade… O Estado quer oprimir a qualquer custo a cultura da periferia e impedir o jovem pobre de ganhar dinheiro. Queira ou não queira, funk é fonte de renda que salva muitos jovens do crime e das drogas. Uma perseguição pura aos pobres, pois o tal Doguinha sabe o que tá fazendo, pessoas de 12 anos já matam na frieza, eu bem antes dos 10 anos já pensava nas menininhas… ”

Antonio Fernandes: “Isso é discriminação contra o funk. Se ele estivesse tocando um homem nu em um museu seria considerado arte.”

Antonio José: “Com 12 anos eu cantava sacanagem nas letras dos mamomas e raimundos, a difrença era que eu dava prejuizo ao invés de ajudar meus pais.”

Rodrigo Nascimento: “Tanta corrupção pro MP investigar, perdendo tempo com isso?”

Fontes visualizadas em 09-11-2017:

[1] “MP do Rio abre inquérito para tirar do Youtube funk com menino de 12 anos” -https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/mp-do-rio-abre-inquerito-para-tirar-do-youtube-funk-com-menino-de-12-anos.ghtml

[2] “Produtor de clipe com MC de 12 anos critica pedido de exclusão do MP-RJ: ‘Preconceito’” -https://extra.globo.com/noticias/rio/produtor-de-clipe-com-mc-de-12-anos-critica-pedido-de-exclusao-do-mp-rj-preconceito-22047084.html

[3] “MC Doguinha canta letras obscenas ao lado de adultos desde 9 anos e, aos 12, faz até 13 shows por semana” -https://g1.globo.com/musica/noticia/mc-doguinha-canta-letras-obscenas-ao-lado-de-adultos-desde-9-anos-e-aos-12-faz-ate-13-shows-por-semana.ghtml

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Millie Bobby Brown, Sexualização Natural e Saudável.

Onze (em inglês, Eleven), codinome de Jane Hopper, é uma das personagens principais da série de televisão Stranger Things da Netflix. Ela é interpretada pela jovem atriz Millie Bobby Brown. O nome de nascimento da personagem Onze (Eleven) é Jane Ives, dado por sua mãe, Terry Ives. No entanto, durante a segunda temporada, ela é adotada por Jim Hopper, passando a se chamar Jane Hopper.

Millie Bobby Brown (Eleven ou Jane Hopper de Stranger Things)

Millie Bobby Brown, a jovem adulta de 13 anos que tem sua sexualidade infantilizada por feministas puritanas. Ela faz a personagem Onze (em inglês, Eleven), codinome de Jane Hopper da série Stranger Things da Netflix.

A novinha Millie Bobby Brown apresentou mudança na sua vestimenta e moralistas feministas americanas (e brasileiras de mentalidade de colônia copiaram), que vivem o fantasma da Era Vitoriana, começaram a falar besteiras ao problematizarem a sexualidade natural e saudável da ninfeta. Enquanto isso ignoraram coisas como o fato da atriz ter que ficar careca para fazer uma série. Ou seja, a polêmica só gira em torno de sexo, coisa de puritanos mesmo.

Dizem que a lolita Millie Bobby Brown foi considerada uma ‘mulher sexy’ por uma revista internacional. E daí? Vão aceitar que a mulher é naturalmente sexual ou continuar com postura de puritanos do século XIX em querer negar a sexualidade das pessoas, especialmente das mulheres? A novinha Valentina Schulz também foi vítima dessa sexofobia. Uma postura tipicamente machista, porque busca infantilizar a sexualidade feminina para controla-la.

Uma tática desses moralistas é infantilizar mulheres. É irônico ver pessoas que se dizem feministas, que dizem lutam pelo “empoderamento” feminino, “desempoderar” mulheres. Infantilizar, vitimizar, tratar como incapaz e coitadinha, é desempoderar mulheres, torná-las socialmente inferiores. Empoderar é o contrário, é estimular a autonomia e independência nas mulheres, para que elas sejam donas de si mesmas e protagonistas de sua história.

Feministas roubaram o protagonismo de religiosos puritanos equivocados em infantilizar mulheres. Chamar uma jovem mulher de 13 anos de “criança” é infantilização pura e simples. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, meninas com menos de 9 anos de idade. Uma mulher de 13 anos, que já está na idade até de procriar, é uma mulher adulta. Pois a capacidade reprodutiva é a principal característica de um indivíduo adulto.

Mulheres entram na puberdade por volta dos 9 anos de idade, tornando-se adolescentes, e, com isso, passam por grandes mudanças do ponto de vista sexual, físico e mental visando a reprodução da espécie. A mulher é naturalmente erotizada e sexualizada. Por isso, é normal que comportamentos mudem e a menina se perceba adulta. É uma adultização natural e saudável, afinal, logo essa mulher fica fértil e poderá gerar a sua descendência. Ninguém ovula à toa.

A fase que vai, geralmente, dos 9 aos 13 anos de idade é uma fase de mudança radical na mulher. É a fase de deixa o infantil de lado e passar a se interessar com intensidade pelo mundo adulto. Ocorre o estirão da adolescência. A maturação óssea. A maturação sexual. E essa mudança acaba se refletindo nas vestimentas. A puberdade é a verdadeira maioridade do ser humano. A fase adulta começa com a puberdade e a puberdade se inicia, geralmente, na mulher, aos 9 anos, não 18.

Feministas criticam o eurocentrismo, a hegemonia branca e o cristianismo. Porém, elas acabam repetindo comportamentos moralistas de puritanos (a pior parte do cristianismo) e infantilizando jovens mulheres adolescentes. Infantilização essa inventada por brancos europeus! O que acabou gerando coisas como “rebeldia na adolescência”, que é fruto de um adulto (adolescente é adulto) sendo tratado como criança, ou seja, infantilizado.

Um adulto menor de idade infantilizado terá dificuldade de assumir responsabilidades mesmo quando atingir a maioridade civil. Ele será mais propenso a depressão e a outros problemas psicológicos devida a falta de amadurecimento na infância. Assim, como andadores para bebês atrapalham o seu desenvolvimento, pois a criança se esforça bem menos para andar, a infantilização também atrapalha ao deixar a pessoa psicologicamente mais acomodada, imatura e dependente.

MBL, Caetano Veloso e Roman Polanski

O MBL (Movimento Brasil Livre)[1] baixou o nível quando comparou o caso do Caetano Veloso (Caetano Emanuel Viana Teles Veloso), que fez sexo consensual com sua mulher Paula Lavigne de 13 anos, com Roman Polanski (Rajmund Roman Liebling), que estuprou a jovem modelo Samantha Geimer (Samantha Jane Gailey) de 13 anos. Para piora a baixaria ainda chamou Caetano de “pedófilo” e houve a promoção da hashtag #CaetanoPedófilo.

Nenhum dos dois casos tem a ver com pedofilia, porque pedofilia é uma forte orientação sexual antes da puberdade, em geral, antes dos 9 anos de idade. A desonestidade de banalizar a pedofilia vem dos EUA e o pessoal com mentalidade de colônia copia sem o menor senso crítico.

MBL e seus companheiros ideológicos da direita [2][3], ao comparar Caetano Veloso com Roman Polansk, ignoraram a questão fundamental: o consentimento sexual! No caso do Caetano, ele namorava a Paula quando ela perdeu a sua virgindade no aniversário dele de 40 anos por vontade própria. Já Roman Polanski drogou a modelo Samantha Geimer para fazer sexo com ela.

O Antagonista (sítio Web jornalístico criado pelos jornalistas Diogo Mainardi e Mário Sabino), chamado de Anestesista pelo site Ceticismo Político, foi atacado também de forma desonesta. O site Ceticismo Político compara uma mulher de 13 anos, que já tem idade para procriar, portanto adulta, com uma criança de 4 anos:

‘Isso automaticamente bate de frente com toda a argumentação contra o ato de forçar uma criança a tocar no corpo de um homem nu no MAM. Basta dizer, por distinção de emergência, que a criança “sempre foi adulta”.’ (Ceticismo Político[5])

O Antagonista não errou ao chamar uma mulher de 13 anos de “adulta”[4], porque a capacidade reprodutiva é a principal característica de um indivíduo adulto. A idade média da menarca é 12 e a puberdade (que começa por volta dos 9) é responsável pela sexualidade adulta. A maioridade da natureza é a puberdade. Não é a toa que historicamente, mulheres já estavam casando e formando família por volta dos 12 anos, como acontece ainda hoje, só que em quantidade bem menor.

Já uma menina de 4 anos é, exceto nos casos de puberdade precoce severa, uma menina impúbere (ou seja, que ainda não atingiu a puberdade). Por tanto, uma criança. Não dá para comparar uma criança de 4 anos com uma mulher de 13 anos. O curioso é que direita chama uma mulher de 13 anos de criança, quando a mesma faz sexo consentido, mas quando um adolescente pratica um crime automaticamente perde o seu status de “criança”.

Pedofilia é antes da puberdade, em geral, antes dos 9 anos de idade.A puberdade é responsável pela sexualidade adulta. Ela começa por volta dos 9 anos, não 18.Não há nada de imoral no caso do Caetano e Paula. Duas pessoas que quiseram ficar juntas e ficaram. Imoral é o preconceito etário e o moralismo idiota que infantiliza sexualmente. Quem não gostou que vá reclamar com Deus ou com a Natureza.

A nossa espécie entra na puberdade para procriar. A maioridade da natureza é a puberdade. Caetano não fez sexo com uma criança. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, quem tem menos de 9 anos de idade. Uma mulher de 12 anos é adulta porque já tem idade para procriar. A menarca é não é algo simbólico. Mulheres não ovulam à toa.

[1] “Movimento Brasil Livre”-mbl.org.br/

[2] “Roman Polanski não entra nos EUA desde os anos 70 por ter feito sexo com uma adolescente de 13 anos”, Ceticismo Político -ceticismopolitico.com/2017/10/22/roman-polanski-nao-entra-nos-eua-desde-os-anos-70-por-ter-feito-sexo-com-uma-adolescente-de-13-anos/

[3] ‘Após Polêmica Sobre Cabaço De Lavigne, Roman Polanski Manda Recado Para Caetano: “Tamo Junto”’, Joselito Müller -https://www.joselitomuller.com/apos-polemica-sobre-cabaco-de-lavigne-roman-polanski-manda-recado-para-caetano-tamo-junto/

[4] “Caetano Veloso processa MBL”, O Antagonista -https://www.oantagonista.com/sociedade/caetano-veloso-processa-mbl/

[5] ‘Site O Anestesista usa argumento bizarro dizendo “sempre foi adulta” para defender Caetano/Lavigne; não colou’, Ceticismo Político -https://ceticismopolitico.com/2017/10/22/site-o-anestesista-usa-argumento-bizarro-dizendo-sempre-foi-adulta-para-defender-caetanolavigne-nao-colou/

Menina de 12 anos foge com “cinquentão” hippie

A mesma notícia sendo abordada de forma diferente pelo portal R7 (r7.com) em duas reportagens (matérias jornalisticas), uma feita pelo RecordTV Minas e outra pelo Cidade Alerta.

Reportagem da RecordTV Minas: “Menina de 12 anos foge com ‘cinquentão’ e deixa carta dizendo que iria suicidar“[1]

Reportagem do Cidade Alerta: “Mãe salva filha de 12 anos das mãos de pedófilo“[2]

A RecordTV Minas foi preconceituosa ao destacar o “cinquentão” (preconceito etário).
Mas, apesar disso, abordou a notícia de forma melhor e mais isenta que o Cidade Alerta, que infelizmente, vive de sensacionalismo. Um programa sem credibilidade nenhuma por ser demasiadamente sensacionalista e que lucra em cima da violência e do medo das pessoas. Imaginem um programa desse na época em que negros e gays eram discriminados. Esses programas seriam cruelmente racistas e homofóbicos.

A reportagem do RecordTV Minas acertou ao chamar a mulher de 12 anos de adolescente. Sim, tanto legalmente, quanto biologicamente, uma menina de 12 anos é uma adolescente, não criança. Felizmente, não apelaram para o “criança de 12 anos” e nem para o “pedófilo“. Típicos termos que maus jornalistas se valem para fazer suas reportagens sensacionalistas, como as reportagens do Cidade Alerta. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade. Pedofilia é antes da puberdade.

O Cidade Alerta é o típico programa que transforma qualquer ladrão de galinha em perigosíssimo serial killer. É comum pessoas inocentes serem cruelmente prejudicadas por programas assim. É um programa que se aproveita do medo das pessoas para lucrar com audiência. Falta ética e profissionalismo nesse programa. Mas, nesse mundo capitalista ganhar dinheiro é o mais importante na mente de muitas pessoas.

A mãe da garota não salvou a filha de pedófilo nenhum. Uma garota de 12 anos é velha para um pedófilo (pedofilia é antes dos 9 anos de idade) e a moça fugiu com o homem, ela não foi raptada por ele. Ela fugiu e estava querendo ser salva da própria mãe. A situação é tão séria que a jovem prometeu se suicidar (deixou uma carta dizendo que iria tirar a própria vida).

Se o jovem adolescente, seja homem ou mulher, não se entende com seus pais, é melhor que, como última atitude, fuja de casa do que atente contra a própria vida ou chegue ao ponto de matar seus próprios pais, como neste infeliz e trágico caso: Menina mata a mãe

Será que a garota é apaixonada pelo hippie e fugiu para viver esse amor? Ou o ambiente familiar é muito hostil? Dizem que o homem tem mais de 50 anos (não parece tanto) e muita gente é preconceituosa. O problema de muitos pais é idealizar os próprios filhos e nessa idealização há muitos preconceitos embutidos e a vontade de realização dos pais nos filhos. Mas, os filhos não são continuação dos seus pais. São outras pessoas e é natural que discordem de seus pais.

No vídeo, a mãe diz: “Você poderia fazer qualquer coisa, mas fugir? Minha filha você sabe o que esse homem vai fazer com você? Ele vai te estuprar e depois te prostituir”. Diante do desespero da mãe, a menina não demostrou nenhum sinal de arrependimento e ainda gritou com a mãe: “Tira suas mãos de mim.” A mãe pediu a ajuda de pessoas no lugar para impedir o embarque da garota.

Vídeo: MÃE IMPEDE FUGA DA FILHA DE 12 ANOS COM HIPPIE:

Vídeo: Mãe consegue impedir que filha de 12 anos fugisse com hipster:

Aparentemente é mais um caso de filha que foge com amante por seus pais não aceitarem o seu relacionamento amoroso. Ela não é a primeira jovem mulher a fugir e nem será a última. Esses casos não são raros. Por que será que jovens mulheres chegam ao ponto de fugir com seus amados?

Apesar da sociedade moderna infantilizar adolescentes, a adolescência faz parte da fase adulta. A infância termina por volta dos 9 anos de idade, com o início da puberdade (a puberdade feminina não começa com a menarca, mas sim anos antes e o primeiro sinal visível é o aparecimento do broto mamário).

Uma jovem mulher de 12 anos de idade já está na fase de deixar seus pais e ir formar seu próprio ninho com o seu amante. Por isso, que elas sentem muita vontade de namorar e de enfrentar a autoridade dos pais. Ela sente grande desejo de ser independente e fazer as suas próprias escolhas, como qualquer mulher adulta. E ela é adulta! A fase adulta da mulher começa com a puberdade. A puberdade começa por volta dos 9 anos de idade, não 18.

Com a puberdade, o sexo ganha importância na vida das pessoas (homens e mulheres). O jovem adulto passa a deixar os pais de lado e a querer resolver seus próprios problemas, a valorizar mais as amizades (seu relacionamento social) e a buscar possíveis parceiros sexuais e amorosos. Por isso, que há mulheres, em geral, moças maiores de 11 anos, que chegam a fugir com seus amados. Essas mulheres apenas estão seguindo o caminho natural da vida. Não são vadias e nem vagabundas por isso, como infelizmente algumas pessoas falam. São mulheres de atitude, que vão atrás do que querem. E, como toda experiência, pode ser boa ou ruim. A moça pode viver um grande amor ou quebrar a cara, se decepcionar. Faz parte da vida.

[1]http://noticias.r7.com/minas-gerais/menina-de-12-anos-foge-com-cinquentao-e-deixa-carta-dizendo-que-iria-suicidar-24032017

[2]http://noticias.r7.com/cidade-alerta/videos/-mae-salva-filha-de-12-anos-das-maos-de-pedofilo-24032017

Kelly Key, Baba Baby e Amor

Baba“, também conhecida como “Baba Baby“, música de Kelly Key (Kelly de Almeida Afonso Freitas) do seu álbum Kelly Key de 2001, seu primeiro álbum homônimo, lançado em 17 de agosto pela Warner Music Brasil. Kelly mostrou para Andinho, um parceiro de composição, uma canção composta por ela aos 13 anos de idade, intitulada “Baba”, a qual tratava de um professor que havia a desprezado quando criança e passou a se interessar por ela já adolescente, ou seja, quando a criança cresceu e se tornou uma bela mulher. Apesar de inicialmente não achar que a canção seria boa o suficiente para o seu trabalho musical, ela e Andinho trabalharam na faixa de música, incorporando novos versos e criando um desfecho para incluí-la no álbum. A música acabou sendo o maior sucesso da artista e fez parte da campanha do Governo Federal pelo incentivo ao uso da camisinha, em 2002.

‘O papel de conselheira é o mesmo que Kelly interpretou quando contratada pelo Ministério da Saúde para fazer campanha pelo uso da camisinha, no Carnaval passado. Apesar de doar o cachê – cerca de R$ 50 mil – a uma instituição, a escolha do governo gerou polêmica. Quem a criticou disse que ela não tinha bagagem pedagógica para falar sobre o certo e o errado à juventude. Também foi qualificada como fútil e mulher-objeto. “Não sou a pessoa correta para dar conselho, porque já recebi muitos e não segui nenhum”, explica-se. “Mas nunca tive problemas com drogas e sempre usei camisinha. Tenho o perfil certo para falar com a juventude, porque vivi muito nova a minha vida.”’ (istoegente)[5]

Faixas do álbum de 2001: “Baba“, “Escondido“, “Só Quero Ficar“, “Bolada“, “Anjo“, “Baba“, “Brincar de Amor“, “Tudo Com Você“, “Quem é Você?“, “Viajar no Groove“, “Cachorrinho“, “Escondido” (remix). Foram gravadas em 2000 e 2001.

História da música “Baba”:

A canção “Baba”, Baba Baby, foi escrita originalmente quando ela tinha 13 anos, como um desabafo pessoal. Kelly Key, aos 7 anos de idade, era apaixonada pelo seu professor de educação física, que não queria nada com ela por ser muito nova. Mas, quando ela chegou à puberdade, e cresceu, ele passou a se interessar por ela. A mulher atraente de 12-13 anos, de corpo exuberante, já não era mais aquela criança de 7 anos, sem desenvolvimento puberal.

Kelly Key, além de ter um corpo maravilhosamente moldado pela puberdade, aos 12 anos, a mulher ainda malhava numa academia. O seu professor, que não se interessara pela menina de 7 anos, passou a desejar a mulher de 12-13 anos, que magoada pelo desprezo de outrora, passou a provocar e desprezar o tal professor, como vingança. Aos 13 anos, ela escreve a música “Baba” e conhece o seu novo amor, o cantor Latino (nome artístico de Roberto de Souza Rocha) e começou a namorá-lo. Latino logo engatou um relacionamento com a jovem mulher com quem casou aos 16 anos e teve uma filha. Ficaram juntos 5 anos (1997-2002). 

“Da infância tímida em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, Kelly de Almeida Afonso não era sombra do que é, hoje: cantora desinibida, mulher polêmica. Esse perfil começou a ser traçado aos 13 anos, quando ela investiu numa história de amor com um homem dez anos mais velho, casado e com filhos na bagagem. Latino, nome artístico de Roberto Souza Rocha, um cantor de funk do subúrbio carioca de Maria da Graça, foi por cinco anos um misto de amante, marido e empresário de Kelly” (istoegente)[5]

Kelly Key com o seu namorado Latino

Kelly Key, aos 13 anos de idade, começou a namorar Latino de 23.

Trechos da canção “Baba”:

“Você não acreditou
Você nem me olhou / Você sequer notou
Disse que eu era muito nova pra você
Mas agora que cresci você quer me namorar”
“Não vou acreditar nesse falso amor
Que só quer me iludir me enganar isso é caô
E pra nao dizer que eu sou ruim
Vou deixar você me olhar
Só olhar, só olhar, baba
Baby, baba”
“Olha o que perdeu
Baba, criança cresceu
Bem feito pra você, é, agora eu sou mais eu
Isso é pra você aprender a nunca mais me esnobar
Baba baby, baby, baba, baba
Baby, baba”[1]

Muitas garotas se irritam com o fato de não despertarem interesse relevante do sexo maculino quando ainda não entraram na puberdade, ou estão no início dela, e depois, com o corpo desenvolvido, passarem a se preterida por muitos homens. Elas ficam chateadas com a realidade, porque acreditam que um homem deveria ter interesse por ela antes dela ter o corpo desenvolvido para ser amor de verdade. Afinal, no conceito cristão de ágape, quem ama, ama além do corpo. Mulheres querem ser amadas independentemente do corpo que tenham.

Novinha feliz por emagrecer e ficar gata

A garota não precisou se esforçar muito. Porque os hormônios sexuais, devidos a puberdade, emagrecem e definem o corpo.

A puberdade feminina começa por volta dos 9 anos, é esperado que o erótico e o sexo ganhe importância em sua vida, que o corpo seja modelado e amadureça sexualmente. Logo, não se trata de sexualidade infantil, que por definição é impúbere, mas de sexualidade adulta, que é púbere. Nessa mudança corporal, muitas jovens mulheres se frustam ao ver como um corpo desenvolvido e bonito faz diferença na hora de arrumar um namorado, mas, por outro lado, também ficam envaidecidas diante do seu poder de sedução. O crush (gíria copiada dos EUA, que significa pessoa por quem se tem sentimento, desejo, paixão ou amor platônico), que antes a esnobava, pode começar a se deslumbrar e desejá-la.

[1]https://www.vagalume.com.br/kelly-key/baba.html

[2]https://pt.wikipedia.org/wiki/Kelly_Key_(álbum_de_2001)

[3]http://www.letras.com.br/curiosidades/kelly-key

[4]http://livrocaiunarede.blogspot.com.br/2006/03/baba-kelly-key.html

[5]http://www.terra.com.br/istoegente/199/reportagens/capa_kelly_key_01.htm

Adolescentes na Playboy

As mulheres mais jovens a posarem para a revista brasileira “Playboy” foram adolescentes. O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) define como adolescente a pessoa entre 12 e 18 anos de idade. A OMS (Organização Mundial de Saúde) classifica como adolescente o indivíduo entre 10 e 20 anos. Já biologicamente, a adolescência começa por volta dos 9 anos de idade, com o início da puberdade, e termina entorno dos 13-14 anos, com o fim da puberdade. Do ponto de vista biológico, a adolescência é a própria puberdade.

Algumas adolescentes, jovens mulheres menores de idade, já posaram nuas para a revista Playboy do grupo Abril de Roberto Civita. A publicação periódica de entretenimento contou com ensaios de belas novinhas, teens, como Verônica Rodrigues (14), Andréa Cardoso (14), Luciana Vendramini (16), Tania Tavares (16), Patricia Paixão (16) e Claudia Raia (17). Para aproveitar o mercado de ninfetas, chegou a lançar a publicação Ninfetas da Playboy e a anunciar a atriz Paloma Duarte como “Paloma Duarte – 18 anos com corpinho de 15”, em outdoors e cartazes..

A Playboy não era uma revista pornográfica, porque não havia práticas sexuais. A publicação de entretenimento masculino fazia apenas ensaios sensuais com mulheres peladas, ou seja, com a nudez feminina, como uma obra de arte, um trabalho de modelo fotográfica. Mulher de 14 anos chegando a comprar apartamento apenas por posar nua não é nada demais, não deixa de ser um grande negócio.

Adolescentes legais, como definidos pelo ECA, não são crianças. Criança é quem tem menos 9 anos, quem não atingiu a puberdade. A puberdade começa por volta dos 9 anos, não 18. Adolescentes são eróticos por natureza. Não é à toa que, historicamente, aos 12 anos, mulheres já estavam casando, como os índios fazem. Nos rapazes, o período de maior ocorrência da polução noturna é de 12 a 20 anos (ejaculação involuntária que ocorre durante o sono), devidas às altas taxas hormonais.

Posar para a Playboy, não há grande exposição e fama como ser artista, cantor, cantora, ator, atriz apresentador(a) de televisão, como a dupla Sandy e Júnior, de 4 e 5 anos, e a apresentadora Maísa Silva, de 6 anos. Se crianças podem ficar muito famosas e sofrerem com isso, já que a fama tem o seu preço. Uma mulher adolescente posar para a Plaboy, assim como ser modelo fotográfico, não seria nada demais, especialmente hoje em dia que mulheres se desnudam de graça na Internet e a nudez está mais naturalizada.

Não há nada de erotização precoce numa fase da vida onde se pode até engravidar. Quem erotiza é a própria puberdade e essa erotização é natural. Negar essa realidade é imoral, antinatural e anticristã. E movimentos que infantlizam adolescentes são satânicos, desonestos e antiéticos.

Aos puritanistas cristãos, digo, não se pode negar a sexualidade como forma de evitar a banalização do sexo. Negar a sexualidade é negar o próprio Deus. As pessoas entram na puberdade para se reproduzir, para fazer sexo mesmo, por isso que existe a atração sexual, que é uma atração adulta, não-infantil. A puberdade desenvolve as características sexuais secundárias (ou seja, adultas). A fase adulta começa com a puberdade por volta dos 9 anos e não 18 (maioridades civil e penal). Logo, é imoral negar a sensualidade e o erotismo da adolescência e infantilizar a sexualidade do jovem. A maioridade civil foi indevidamente usada para separar maiores de menores, infantilizando adolescentes. A verdadeira maioridade é a puberdade e esta realidade não pode ser negada.

As novinhas (ou seja, as jovens mulheres adolescentes) são inspiração de músicas, como Garota de Ipanema, da Bossa Nova, às populares canções do funk e sertanejo.

Verônica Rodrigues, 14 anos, Garota de Ipanema de 1989 e Capa da Playboy

A modelo Verônica Rodrigues foi Garota de Ipanema de 1989 e gata da capa da revista Playboy de Julho de 1989, aos 14 anos de idade. Ela começou a participar de concursos de beleza aos 13 anos, participou de 10 concursos e venceu todos, dentre eles, o concurso Garota de Ipanema. Ela participou do concurso Garota de Ipanema ainda com 13 anos e disputou com umas 60 candidatas. Completou 14 anos em janeiro de 1989, dias antes da final do concurso. A adolescente estudava normalmente e fazia ballet.

O seu principal incentivador foi seu pai, que a acompanhava. Já sua mãe não curtia muito o fato dela ser modelo. Era natural que todas as Garotas de Ipanema recebessem convite da Playboy. Veronica venceu o Concurso Garota de Ipanema de 89 e foi convidada para posar para a Playboy no mesmo ano. A final do concurso aconteceu em janeiro de 1989, dias após Verônica completar 14 anos. Em seguida, a revista entrou em contato. As fotos foram feitas em abril do mesmo ano. Ser Garota de Ipanema era o sonho de menina da Verônica.

A exigência da mãe da Verônica para poder permitir que a filha posasse nua para a revista, foi que as fotos fossem discretas. Sua mãe não curtia sua carreira de modelo fotográfico. Mas, seu pai, ao contrário, era um grande incentivador. Com o dinheiro recebido por ter posado nua, Verônica comprou um apartamento (seu primeiro imóvel).

“Sinto orgulho por fazer parte da história da Playboy, por ter conquistado um imóvel aos 14 anos com um trabalho honesto, por ter me destacado”
(Verônica Rodrigues, issuu.com/playbrinks, agosto/2014)

Verônica Rodrigues Entrevistada pela Playbrinks

Verônica Rodrigues conta sua história numa entrevista para a Playbrinks em agosto de 2014

Garota de Ipanema” foi uma canção composta por Tom Jobim e Vinícius de Moraes quando viram a jovem Helô Pinheiro (ainda Heloísa Eneida Menezes Paes Pinto) , aos 17 anos, andando distraída de biquíni pelas areias da Praia de Ipanema, em frente ao Bar Veloso (hoje Garota de Ipanema). A música foi baseada na “Menina que passa“. Por ter inspirado a canção, Helô Pinheiro é considerada a Eterna Garota de Ipanema.

“…Tão linda no espaço
Eu vi a menina
Que vinha num passo
Cheio de balanço
Caminho do mar”
(Menina que passa)

“Olha que coisa mais linda,

Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Num doce balanço, a caminho do mar
Moça do corpo dourado
Do sol de Ipanema
O seu balançado é mais que um poema
É a coisa mais linda que eu já vi passar…”
(Garota de Ipanema, 1962)

Verônica Rodrigues (nasceu em janeiro de 1975) na capa da Playboy:

Verônica Rodrigues eleita Garota de Ipanema de 1989 e Capa da Playboy de julho de 1989

Verônica Rodrigues, 14 anos de idade, Garota de Ipanema de 1989 e Gata da Capa da Revista Playboy de julho de 1989.

“Fiz a revista com 14 anos. Meus pais autorizaram porque naquela época com o dinheiro do trabalho comprei meu primeiro imóvel. Hoje em dia as meninas saem praticamente de graça, se desvalorizam postando fotos praticamente peladas na internet.” (Verônica Rodrigues)[1].

Afirmações de Verônica Rodrigues no Instagram leitor.playboy

Comentários de Verônica Rodrigues sobre quando foi capa da revista Playboy no perfil leitor.playboy do Instagram.

Além da Verônica Rodrigues, Garota de Ipanema de 1989, não se pode deixar de citar outras belas mulheres menores de idade que fizeram muitos homens babar por sua sensualidade.

Andréa Cardoso (Andréa Ormeneze Cardo) nasceu 31/12/1975: Por tanto, tinha 14 anos na Playboy de setembro de 1990 (capa Mônica Fraga) e 15 na Ninfetas da Playboy de abril de 1991 (sendo capa).

Playboy de setembro de 1990 com Mônica Fraga e Andréa Cardoso

Playboy de setembro de 1990 com Mônica Fraga (capa da revista) e a Ninfeta do Fantastico Andréa Cardoso

Aos 14 anos de idade, Andréa Cardoso posou nua para a Playboy de setembro de 1990, mas Mônica Fraga foi a capa. Já aos 15 anos de idade, Andréa foi capa da Ninfetas da Playboy de abril de 1991.

As Ninfetas da Playboy abril 1991 Andréa Cardoso capa da Playboy

As Ninfetas da Playboy 189 de abril de 1991 com Andréa Cardoso (capa da revista)

Luciana Vendramini, quase paquita do Xou da Xuxa e Capa da Playboy

Muitos pensam que Luciana Vendramini foi paquita do Xou da Xuxa por causa da sua foto vestida de paquita, mas ela, apesar de muito bonita, não foi selecionada para o grupo da primeira geração de paquitas. A ninfeta se dizia virgem quando posou nua para a Playboy

Luciana Regina Vendramini

Luciana Regina Vendramini (Jaú, 10 de dezembro de 1970). Estreou na televisão como candidata a paquita do Xou da Xuxa (primeira geração) na TV Globo, em 1986, mas perdeu para Ana Paula Guimarães (a primeira Catuxa do grupo paquitas). Foi Garota do Fantástico e posou para um ensaio da revista Playboy em 1987 (capa de dezembro).

Claudia Raia (Maria Cláudia Motta Raia de Mello, nascimento: 23 de dezembro de 1966), posou com 17 anos quando foi capa de 03/1984.
A atriz global Claudia Raia ainda era conhecida como “Maria Cláudia” quando posou nua para a revista pela primeira vez em 03/1984.

Maria Cláudia Capa da Playboy de Marco de 1984

Cláudia Raia, aos 17 anos de idade, foi capa da revista Playboy pela primeira vez. A atriz da Globo ainda se chamava “Maria Cláudia” quando posou nua.

A pesquisa parou por aqui. Encontrar essas mulheres deu trabalho e foi suficiente para elaboração desse artigo. Provavelmente as mulheres mais novas a posar para a revista Playboy tinham 14 anos, como as meninas citadas. Ganharam bastante dinheiro com a sensualidade que Deus lhes deu. As publicações são legais porque os pais permitiram que suas filhas posassem nuas na época.

Não faz sentido em haver polêmica com a nudez de uma jovem mulher, adolescente, novinha ou teen, como queira se referir. A puberdade começa aos 9 anos, não 18. E a idade da razão é aos 7 anos. Não deveria haver qualquer discriminação na sexualidade, já que ela é natural.

Além da Playboy, as novinhas arrasavam em programas de televisão, como Angélica, que começou a ser apresentadora aos 12 anos e Deise Braga de 14 anos, que também participou do Bolão do Faustão e dos Trapalhões[6], (além de outras) como bailarinas do Faustão (Garotas do Faustão).

“Fantástico. As Garotas do Faustão. 1990”

http://www.youtube.com/watch?v=_5IQMTDafPk

 

Links acessados em 20/02/2016

[1]https://www.instagram.com/p/BAH85aEJZlE/

[2]https://www.instagram.com/p/qHgn6tCESQvhOIom50vLw0BQI7Fw1zoZSYpdI0/

[3]issuu.com/playbrinks

[4]femeasvip.blogspot.com.br/2011/07/andrea-cardoso.html

[5]https://noticias.uol.com.br/politica/politicos-brasil/2006/deputado-estadual/31121975-andrea-cardoso.jhtm

[6] “Deise Braga: Uma gata com a bola toda”, Placar Magazine 20 jul. 1990 pág 18 -books.google.com.br/books?id=q6zlsfC6i0oC&printsec=frontcover

A Menina do Lado

A Menina do Lado é um filme brasileiro, do gênero drama, dirigido por Alberto Salvá, rodado em 1986 e lançado em 1987. Protagonizado pelo ator Reginaldo Faria, com 49 anos, e pela atriz Flávia Monteiro, com 14 anos. Foi a primeira atuação de Flávia no cinema. A roteirista do filme recorria a truques para que moça, novata no cinema, pudesse simular algo que nunca tinha vivido (Flávia Monteiro era virgem). O filme causou polêmica ao desafiar o preconceito etário com a personagem sapeca tendo romance com um homem de meia idade casado. 

“Havia uma cena de sexo mais intensa e ela me fez correr de um lado para o outro, para ficar com a respiração ofegante”. (Flávia Monteiro)[1]

A atriz, após ter lido, no jornal O Globo, uma nota anunciando uma seleção para a produção do filme. “Minha mãe me levou, escondida do meu pai. Passei nos testes de foto e de vídeo e, quando fui aprovada, o diretor me explicou como era a personagem”, lembra Flávia, que, ao vencer a seletiva, tinha em mãos o desafio de contar a novidade ao pai. “Fiz uma reunião de família e chamei minha avó para segurar a fera. Ele acabou consentindo e me levou ao psicólogo, antes de começarem as filmagens.”Para ficar nua e interpretar as cenas quentes de sexo ao lado de Faria, Flávia, que era virgem, contou com a ajuda de Elisa Tolomelli. A roteirista do filme recorria a truques para que a moça pudesse simular algo que nunca tinha vivido. “Havia uma cena de sexo mais intensa e ela me fez correr de um lado para o outro, para ficar com a respiração ofegante”, revela a atriz, que quase foi expulsa do colégio marista onde estudava, quando o filme foi lançado, devido aos protestos de mães.

Apesar de parecer óbvio, é errado buscamos uma aproximação entre “Menina do Lado”, de 1987, e o sempre citado “Lolita”. O romance de Vladimir Nabokov, que deu origem ao filme de Kubrick (e a uma refilmagem recente), trata do fetichismo doentio de um homem de meia-idade por uma adolescente. Em “A Menina do Lado”, percebemos uma verdadeira relação de amor, mútuo, entre os protagonistas – ainda que, evidentemente, sujeita a nuvens e trovoadas. (Andrea Ormond, 2005)[2]

O filme “A Menina Do Lado” aborda um relacionamento mais realista e natural de um homem com uma mulher bem mais jovem. Não trata de polêmicas, como prostituição, como no caso de “Menina Bonita” (“Pretty Baby”, dirigido por Louis Malle onde Brooke Shields interpreta Violet de 12 anos, filha de uma prostituta (Susan Sarandon) ou no caso do problemático Humbert, de Lolita, e seus pensamentos obsessivos, que a pesar da qualidade da obra, infelizmente promovem o etarismo. Também não se trata de pedofilia, porque pedofilia é antes da puberdade, em geral, antes dos 9 anos de idade.

Sinopse do filme “A Menina Do Lado”:

Reginaldo Faria interpreta o personagem Mauro, um jornalista, casado e de meia idade, que aluga uma casa numa praia da pacata localidade de Búzios, então distrito da cidade de Cabo Frio, Estado do Rio de Janeiro, para conseguir se inspirar e terminar de escrever seu livro. Lá ele conhece e, pouco a pouco, contra as expectativas, se apaixona pela adolescente Alice (interpretada por Flávia Monteiro), que passa as férias sozinha em uma casa vizinha a sua.

A cada revista, se mantêm como um dos meus filmes brasileiros favoritos. Alberto Salvá escreveu e dirigiu com maestria essa relação amorosa. que pode fugir dos padrões bestas impostos pela sociedade tacanha, mas nem por isso é menos verdadeira e de sentimentos verdadeiros. Mauro e Alice tem uma relação tão bonita, que vai do puro encantamento de um homem pela alegria de viver de uma garota que devolve a ele o tesão pela vida. E a Alice, que se encanta pela figura e jovialidade que ainda mora naquele homem. Cenas encantadoras, delicadas e ousadas de amor e sexo que retratam o amor, a paixão e o encantamento mútuo entre esse casal. Realmente, não entendo o porque de tanto escândalo por causa de um relacionamento de um casal, pode ser ousado, mas é puro e verdadeiro e nada vulgar.[3]

Elenco do filme:

Flávia Monteiro (Alice);
Reginaldo Faria (Mauro);
Sérgio Mamberti (Paulo Maurício);
Débora Duarte (Mãe de Alice);
John Herbert (Padrasto de Alice):
Tânia Scher (Mulher de Mauro);
Roney Villela (Filho de Mauro);
Helena Arras (Namorada do filho do Mauro);
Adriano Reys (Editor);
Vanessa Jardim;
Lídia Mattos.

Ótimo filme! Mostra o amor entre uma mulher de 14 anos e um homem de 50 anos. Com vidas diferentes, eles se unem pelo amor.[3]

Ficha Técnica

Alberto Salvá (Roteiro e Direção)
Elisa Tolomelli (Roteiro e Co-direção e Produção)
Antonio Luis Mendes (Direção de Fotografia)
Tereza Brandão (Produção Executiva)
Antonio Carlos Jobim (Trilha Sonora)
Eduardo Mihich (Cenografia)

Prêmios e indicações:

Festival de Gramado 1988 (Brasil): Recebeu dois Kikitos (símbolo e prêmio máximo concedido no Festival de Gramado) nas categorias Melhor Ator (Reginaldo Faria) e Melhor Atriz Coadjuvante (Flávia Monteiro). Indicado na categoria Melhor Filme.

Festival de Natal (Brasil): Recebeu dois prêmios nas categorias Melhor Roteiro (Elisa Tolomelli e Alberto Salvá) e Melhor Trilha Sonora (Tom Jobim).

Filme “A Menina Do Lado”

[1] Entrevista com Flávia Monteiro, ISTOÉ Gente -http://www.terra.com.br/istoegente/297/celebridade/index.htm ou -https://archive.is/iREt

[2] “A Menina do Lado”, Andrea Ormond-http://estranhoencontro.blogspot.com/2005/10/menina-do-lado.html ou -https://archive.is/iF9Or

[3] A Menina do Lado 1987, por Marcelo Rodrigues do Filmow -https://filmow.com/comentarios/6805681/ ou -https://archive.fo/0BCp3]