Professora é presa por fazer sexo com aluno de 13 anos no Texas

Professora de 24 anos é presa por fazer sexo consentido com um aluno de 13 anos no Texas, Estados Unidos. Ela foi acusada de abuso sexual por fazer sexo quase todos os dias, durante oito meses, com um estudante de 13 anos da escola onde trabalhava. Nisso a professora ficou grávida e sobreu aborto por causa da visita de um investigador de proteção a menores, questionando ela acerca da relação com o adolescente.

Alexandria, Professora do Texas vítima de heterofobia

Alexandria, Professora do Texas presa por heterofobia, sexofobia, moralismo barato e anticristão.

O que conservadores fizeram com o Texas? Uma mulher bonita de 24 anos sendo presa por fazer sexo consensual com um adolescente de 13 anos, quase diariamente, um sonho para a maioria dos homens. Como pode uma pessoa ser presa por fazer sexo consentido? Tinha que ser coisa de conservador moralista sexofóbico.

Onde está na Bíblia que relações sexuais consentidas entre homem e mulher devam ser criminalizadas? Na Bíblia, sequer há idade de consentimento. Isso mesmo, não existe idade de consemento da bíblia. Na Bíblia há muitas leis, mas nenhuma define uma idade de consentimento sexual. Por que será? Se nem Deus definiu idade de consentimento, como pode o homem querer definir idade de consentimento? E o que é pior, idades de consentimento altas, como as que existem nos EUA.

Conservadores cristãos americanos, católicos e protestantes, dizem admirar Israel, mas ignoram a tradição judaica que considera adulto os maiores de 12 (mulheres) e 13 anos (homens).

Conservadores americanos cristãos, protestantes e católicos  se dizem pró-vida, mas fazem com que relacionamentos sexuais consensuais sejam criminalizados, o que além de destruir famílias, leva ao aborto, como o dessa professora que teve um aborto por causa da pressão psicólogia que sofreu.

Essa mulher sofreu um aborto por causa dos conservadores. O conservadorismo é responsável por esse aborto. Mas, a cegueira moralista dos conservadores os fazem pior que os fariseus que condenaram Jesus.

Conservadores inventam leis sem a menor base biblica para criminalizar relacionamentos heterossexuais, destruindo famílias e gerando abortos. O moralismo mata e pessoas são presas injustamente.

Se não fosse por essas leis malditas que criminalizam relacionamentos consensuais, a criança teria o seu direito de nascer, a mulher o seu direito de mãe, e o rapaz o seu direito de ser pai.

Infelizmente, no Brasil também seria crime. O crime seria de “estupro de vulnerável“. Um rapaz de 13 anos, que faz sexo consentido com sua professora gata, sendo tratado como vítima de estupro de vulnerável. Além de ser uma ofensa a Deus por criminalizar o sexo consentido, é um enorme desrespeito às pessoas que são estupradas de verdade. Juristas sensatos quiseram mudar isso com a redução da idade de consentimento sexual no anteprojeto do novo código penal.

Para 99% dos homens de 13 anos, poder fazer sexo com uma bela mulher quase todo dia é um presente de Deus. Deus deu a Davi, o homem segundo o coração de Deus, várias mulheres. Salomão teve mil mulheres. Tem gente que precisa ler a Bíblia.

Fonte:extra.globo.com/noticias/mundo/professora-que-engravidou-de-estudante-de-13-anos-condenada-30-anos-de-prisao-20487968.html

Adolescente grávida quer morar com o padrasto

Jovem adolescente de 11 anos engravida do padrasto, diz que não houve estupro, que consentiu com as práticas sexuais e amorosas, que gosta dele e quer morar com ele.

Os encontros amorosos entre a garota de onze anos e o padrasto de quarenta anos, ocorriam no quarto da menina, antes do quarentão sair para trabalhar e com a mãe da moça na casa, em Rio Negro, disse o delegado Fábio Magalhães. A jovem está grávida de sete meses. O padrasto foi ouvido nesta quarta-feira (10/02/2016) na delegacia de Rio Negro. Conforme o delegado, o padrasto confirmou que mantinha relação sexual com a jovem mulher. “Ele confirmou que há muito tempo vinha mantendo relação sexual com ela”, afirmou Magalhães.

“O padrasto confirmou que há muito tempo vinha transando com a jovem” (Magalhães)

A adolescente foi chamada na delegacia e disse ter consentido os encontros amorosos. “Ela confirmou que consentiu, que ela gosta dele e queria morar com ele”, disse o delegado. Os encontros aconteciam ainda de madrugada, antes do padrasto ir trabalhar, no quarto dela. Eles moravam numa fazenda. O acusado de crime sexual morava com a mãe da menina há pouco mais de um ano, conforme afirmou o delegado. O padrasto e a jovem afilhada afirmaram que a mãe dela não sabia do relacionamento dos dois amantes. A mãe da adolescente só desconfiou na semana passada por causa do comportamento diferente da filha. Assim que tomou ciência do envolvimento da filha com o companheiro dela, expulsou o companheiro da casa e o denunciou. O homem suspeito de crime sexual está preso desde a última quinta-feira (04/02/2016) e foi indiciado por estupro de vulnerável. Apesar do consentimento da jovem ninfeta, o Código Penal define injustamente estupro de vulnerável: “Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos”. De acordo com o delegado, o acusado não tinha passagens pela polícia.

“A moça confirmou que consentiu as transas, que ela gosta do padrasto e que queria viver com ele” (Magalhães)

Informações do G1, MS.

Juíza Andréa Pachá critica e sensura G1 sobre caso de menina 11 anos e padrasto de 40

A juíza Andréa Pachá sensurou o G1 sobre relacionamento amoroso de menina de 11 anos com seu padrasto de 40.
O G1 apenas deu voz a suposta vítima, que afirmou ter consentido sexualmente e querer ficar com o seu amante.
Andréa Pachá se diz feminista, mas ignorou o desejo dessa jovem mulher de ficar com quem gosta e poder ter sua família. Diferentemente da Pachá, Simone de Beauvoir queria a abolição da idade de consentimento sexual.
Criança não faz criança. Criança é quem tem menos de 9 anos de idade, quem não atingiu a puberdade. Violência é, por coação estatal, tirar da garota o seu direito de ter uma família com o homem que ela gosta e assim poder criar o fruto desse amor.

A juíza Andréa Pachá está equivocada. Criança não faz criança. Criança é a garota com menos de 9 anos de idade, que não atingiu a puberdade. Quem verdadeiramente vitimou essa menina foi o Estado ao tirar da mulher o seu direito de ter uma família com o homem que ela gosta e assim poder criar o fruto desse amor. Não faz sentido falar de estupro quando há consentimento sexual. A garota se relacionava consessualmente com o homem. Devida à intervenção estatal, a jovem vai ser obrigada a ser mãe solteira de uma criança filha de pai presidiário. Sem a intervenção estatal, o casal estaria junto.

A repórter do G1, que foi sensurada pela magistrada Andréa Pachá, deu voz à garota, permitindo que a jovem exprimisse a sua vontade. Qual o problema disso? Receio da lei que criminaliza o sexo consentido seja questionada? Violência no uso perverso das palavras é ignorar a voz da vítima, tratar como estupro o sexo consensual. A jornalista do G1 teve a sensibilidade que a magistrada da área da família não teve, infelizmente. Jornalista é para noticiar fatos, não escrever notícias como bem quiser. Lamentavelmente, essa jornalista, ou repórter, foi injustiçada por ser profissional, por fazer o seu trabalho da forma correta.

A jovem mulher grávida quer ficar com o pai do seu filho. Por que a sua vontade não é ouvida? Os moralistas preferem obrigar essa garota a ser mãe solteira, a ter que criar o filho sozinha, a se sentir culpada pela prisão do pai do seu filho. O moralistas não estão nem aí para a criança que vai ser obrigada a nascer sem a presença do pai e sofrer com toda essa situação.
Nessa hora não aparecem defensores da mulher para apoiar a vontade da jovem de viver com o seu amor, nem defensores da criança e nem pró-vida para apoiar a criança no seu direito de ter seus pais. Muito menos defensores da família para apoiar essa família. Sim são uma família. Uma família vítima de vários preconceitos. Preconceito etário, preconceito por engravidar cedo, etc.

Outros casos de relacionamentos sexuais de jovens mulheres:

Justiça da Itália inocenta idoso de 60 anos por fazer sexo com menina de 11

Lola Benvenutti, uma mulher contra a hipocrisia, admite seu desejo por sexo aos 11 anos e ter escolhido um homem de 30 para tirar a sua virgindade

Mais um rapaz vítima da hipocrisia moralista, preso por assumir sua mulher e ter sido feito de bobo pelos pais da jovem:

Novo Código Penal (Sugestões)

Sugestões baseadas no parecer do relator, Senador Vital do Rego (11/12/2014):

Aborto provocado pela gestante
Art. 124. Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhe provoque:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Aborto provocado por terceiro com consentimento da gestante
Art. 125. Provocar aborto com o consentimento da gestante:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Sexo indevido
Art. XXX. Manter relação sexual vaginal, anal ou oral com maior de sete anos e menor de onze anos:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Estupro de vulnerável
Art. 192. Manter relação sexual vaginal, anal ou oral com menor de sete anos:
Pena – prisão, de oito a doze anos.
§ 1º Incide na mesma pena quem pratica a conduta abusando de pessoa enferma ou com deficiência mental, ou de quem, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência ou não possui o necessário discernimento.

Molestamento sexual de vulnerável
Art. 194. Constranger menor de onze anos à prática de ato libidinoso diverso do estupro vaginal, anal ou oral:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Favorecimento da prostituição ou da exploração sexual de vulnerável
Art. 195. Submeter, induzir ou atrair à prostituição ou outra forma de exploração sexual alguém menor de dezoito anos ou pessoa que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento
para decidir:
Pena – prisão, de quatro a dez anos.
§ 1º Incorre na mesma pena:
I – quem pratica ato sexual com pessoa entre onze e dezoito anos submetida a prostituição ou dela
praticante;
II – o proprietário, o gerente ou o responsável pelo local em que ocorram as condutas referidas no caput
deste artigo ou no inciso I;
III – quem impede ou dificulta que o menor abandone a prostituição.
§ 2º Na hipótese do inciso II do §1º, constitui efeito obrigatório da condenação a cassação da licença
de localização e de funcionamento do estabelecimento.
xx – o menor entre onze e dezoito anos que voluntariamente se submeta a prostituição;
Fotografia ou filmagem de cena de sexo
Art. 499. Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo menor de dez anos:
Pena – prisão, de três a oito anos.
§ 1o Incorre na mesma pena quem agencia, facilita, recruta, coage, ou de qualquer modo intermedeia a participação de menores de dez anos nas cenas referidas no caput deste artigo, ou ainda quem com esses contracena.
§ 2o Aumenta-se a pena de um terço se o agente comete o crime:
I – no exercício de cargo ou função pública ou a pretexto de exercê-la;
II – prevalecendo-se de relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade; ou
III – prevalecendo-se de relações de parentesco consanguíneo ou afim até o terceiro grau, ou por adoção,
de tutor, curador, preceptor, empregador da vítima ou de quem, a qualquer outro título, tenha autoridade
sobre ela, ou com seu consentimento.

Venda de fotografia ou vídeo com cena de sexo
Art. 500. Vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo
explícito ou pornográfica envolvendo menor de dez anos:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Art. XXX. Vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo maior de dez anos e menor de dezoito anos:
Pena – prisão, de dois a cinco anos.

Divulgação de cena de sexo
Art. 501. Tirar essse artigo.*

Aquisição ou posse de arquivo com cena de sexo
Art. 502. Tirar essse artigo.*

Simulação de cena de sexo
Art. 503. Tirar essse artigo.*
Art. 504. Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, menor de dez anos, com o fim de com ela praticar ato libidinoso:
Pena – prisão, de um a três anos.
Parágrafo único. Na mesma pena incorre quem:
I – facilita ou induz o acesso à criança de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica com o fim de com ela praticar ato libidinoso;
II – pratica as condutas descritas no caput deste artigo com o fim de induzir criança a se exibir de forma pornográfica ou sexualmente explícita.

Menores de doze anos
Art 31. São penalmente inimputáveis os menores de 12 anos, sujeitos às normas da legislação especial.
*Comumente adolescentes fazem uso de material pornográfico. Criminalizar essa prática não é efetiva (já que na Internet o acesso a pornografia é farto) e sobrecarrega a polícia e o judiciário. O Brasil já tem muitos problemas a serem resolvidos (saúde, educação, saneamento básico, estrutura, dívia pública, etc.) não dá para ficar sendo fiscal de punheteiro.

A puberdade começa por volta dos 9 anos nas garotas (menarca em média aos 12) e 10 anos nos garotos. É necessário que a Lei penal reflita isso.
Quanto a prostituição, é necessário que os adolescentes também sejam punidos para que os mesmos não se ofereçam para a prostituição.

Parecer do relator, Senador Vital do Rego (11/12/2014): http://www.senado.leg.br/atividade/materia/getTexto.asp?t=157931&c=PDF&tp=1

Bancada Evangélica e IPCO apoiam a destruição de famílias e o aborto

Consideradas pró-família e pró-vida, a bancada evangélica (Frente Parlamentar Evangélica) e o IPCO (Instituto Plínio Corrêa de Oliveira) apoiaram a criminalização de famílias e a imposição do aborto ao serem contra a reforma do novo código penal (PLS 236/2012 original), onde seria reduzida a idade de consentimento (estupro de vulnerável) de 14 anos para 12 anos de idade em casos de consentimento por parte do adolescente. Com a desculpa esfarrapada de combater a pedofilia, grupos como a Frente Parlamentar Evangélica e Instituto Plínio Corrêa de Oliveira se opuseram ao projeto. Esses grupos, que são formados por pessoas instruídas, deveriam saber que pedofilia é a atração sexual primária por pré-púberes e que a puberdade começa, em média, aos 9 anos, com o aparecimento do broto mamário, nas meninas e aos 10-11 anos, com o aumento dos testículos, nos meninos. A menarca na mulher ocorre, em média, aos 12 anos de idade. A redução da idade de consentimento (menoridade sexual) nada tem a ver com pedofilia. Mas, isso não importa para esses grupos que se dizem “defensores da família e da vida“. Para eles o que importa é se aproveitar da polêmica palavra “pedofilia” para ganhar espaço na mídia, como faz a própria mídia para aumentar sua audiência. Não importa para essa gente que famílias sejam destruídas e que o aborto seja imposto culturalmente, por meio de leis e de pseudo-pregações cristãs. Historicamente, adolescentes casavam e trabalhavam. Inclusive muita gente casou aos 12 anos. Em qualquer comunidade onde não haja a necessidade de estudar, provavelmente as pessoas casam cedo, como índios, povo do interior etc. Em um lugar onde as pessoas não estudam ou estudam até o 5º ano (antiga 4ª – primário), não há o porquê das pessoas demorarem a casar. Não é à toa que em vários lugares do Brasil, uma garota de 16 anos, sem casamento à vista, já era rotulada de “tá ficando para titia”.

Matheus Chequer e Larissa Manoela, Namorados, Atores de Chiquititas

Matheus Chequer e Larissa Manoela, Namorados, Atores de Chiquititas.

O Brasil está cheio de garotas de 12 anos se relacionando com rapazes de 13-16 anos, onde eventualmente ocorrem práticas sexuais. Graças à bancada evangélica e ao IPCO, essas práticas sexuais são legalmente “estupros de vulneráveis“. Relacionamentos consentidos sendo considerados crimes hediondos e com o sistema de saúde pronto a tratar essas garotas como “vítimas de violência sexual“. Bancada evangélica ou abortista? IPCO uma instituição católica? Jesus foi rejeitado, em sua época, pelo seu povo. Herodes tentou matá-lo quando criança. Hoje Jesus poderia ser abortado e o seu pai adotivo preso como estuprador com o aval de muitos líderes e grupos que se dizem cristãos hoje (igrejas evangélicas, bancada evangélica, Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, Paulo Fernando Melo da Costa (assessor parlamentar no congresso nacional), Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz (Presidente do Pró-Vida de Anápolis), Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, Damares, psicóloga Marisa Lobo, deputado Pr. Paulo Freire, Pr. José Wellington (Presidente da CGADB), Manuel Ferreira, senador Magno Malta, deputada Lauriete Rodrigues Malta, Liliam Sá, Rubens Teixeira, Júlio Severo, Zenobio Fonseca, Uziel Santana da ANAJURE, Pr. Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo etc).

Jesus e Maria, uma mãe adolescente

Jesus e Maria, uma mãe adolescente

Judias casavam por volta dos doze anos de idade. As referências sobre Maria não é exceção. O desposo seria em torno dos doze anos, e o nascimento de Jesus cerca de um ano mais tarde [3]. Não muitos diferentes de Israel, na Roma antiga, as mulheres se casavam antes dos 12 anos e os meninos a partir dos 14 anos. Após o Novo Testamento, judeus passaram a fixar idades mínimas para o casamento (mulheres: doze anos e homens: treze anos). E os romanos estabeleceram as idades mínimas de doze anos, para mulheres, catorze anos, para homens.

De que adianta a representante da Frente Parlamentar Evangélica, Damares Alves, lutar contra a legalização oficial do aborto e apoiar liberação do aborto através da criminalização de atos sexuais? Vale ressaltar que não é apenas a liberação do aborto, mas sim a imposição cultural do aborto, já que atos sexuais praticados pelas adolescentes acabam sendo considerados estupros, independentemente do seu consentimento e elas consideradas incapazes de consentir, que não tem discernimento para o ato sexual. Garotas, que naturalmente aceitam sua maternidade, estão sendo doutrinadas a se considerarem incapazes de terem seus próprios filhos.

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Damares, a redução da idade de estupro de vulnerável salvaria mais vidas que todo o seu trabalho contra o infanticídio indígena. De que adianta salvar alguns índios e, ao mesmo tempo, apoiar que milhares de brasileirinhos sejam dizimados?

Adolescentes não engravidam por doença, elas engravidam por estarem na época de poderem engravidar. É algo natural! Quem for pesquisar a história da humanidade verá que a gravidez na adolescência sempre foi comum. É a regra, não a exceção. O comum, durante toda a humanidade, foi mulheres adolescentes casarem e terem seus filhos. Inclusive, os pais da Igreja e outros escritos citam Maria, a mãe de Jesus, como sendo uma jovem de não mais que catorze anos de idade. Garotas, como a do vídeo, que naturalmente podem ser mães, estão sendo doutrinadas a serem abortistas por se tratar de “estupro de vulnerável” (definição legal criada em 2009). “Estupro de Vulnerável” é igual a aborto: Toda garota que faz sexo com 12, 13 anos é considerada legalmente incapaz (que não tem discernimento). Porém, a menarca, em média, é aos 12 anos. São garotas que naturalmente estão na fase de poderem engravidar. É comum garotas como ela, de comunidade, abraçarem a maternidade com mais facilidade do que as garotas de classes mais altas. O que é um paradoxo do ponto de vista financeiro, pode ser explicado quando se analisa as culturas envolvidas. Nas classes mais pobres, adolescentes cuidam de seus irmãos mais novos, fazem comida, cuidam da casa etc. Sendo vistas como moças (mulheres), logo, no caso de gravidez, o aborto tende a ser visto como ilegítimo. Pois a família já a vê como mulher apta a assumir responsabilidades. Essa percepção de “mulher capaz” da adolescente têm diminuído, por influências especialmente da mídia. Já garotas abastadas, que não arrumam o próprio quarto, vivem shoppings, festas etc. Praticamente sem assumir responsabilidades, tendem a ser vistas como “crianças”. Gerando a polêmico situação de “criança” grávida de outra criança, tornando assim o aborto aceitável ou mesmo bem visto, por tirar daquela “criança” (a adolescente) o peso de ser mãe.

Não ao aborto

Não ao aborto

A própria mídia que vive tratando adolescentes como vítimas de pedofilia, não deixa de sexualizar adolescentes. Inclusive, a programação voltada para adolescentes é focada em sexo e relações amorosas que culminam em sexo (eles nunca falam de casamento ou se preservar para o casamento). Na verdade, a mídia não anda respeitando nem as crianças pré-púberes (verdadeira pedofilia), quanto mais respeitar adolescentes. Pelo contrário, o que ela faz é infantilizá-los e ao mesmo tempo estimulá-los a prática sexual, criando o cenário ideal para o aborto e outras irresponsabilidades. É necessário frisar que está havendo toda uma doutrinação para tornar a adolescência uma fase abortista (A Legalização Do Aborto na Adolescência Avança Cada Vez Mais), algo que já acontece nas classes mais altas e nos países considerados desenvolvidos. Uma pesquisa realizada em 1998, pela UFCE, constatou que cerca de 80% das garotas das classes mais baixam não abortavam seus filhos; já nas classes mais altas, essa porcentagem caia para apenas 20% (ou seja, apenas 20% das adolescentes das classes mais altas não abortavam). Isso ajuda a explicar o porquê da gente não andar vendo mães adolescentes nas classes mais altas. Não é tratando o adolescente como um incapaz que se vai evitar que ele pratique atos sexuais. Muito pelo contrário, ele, “consciente” de sua incapacidade legal, será tentado a fazer sexo, já que o mesmo não será cobrado a assumir nenhuma responsabilidade, estando assim livre para ser promíscuo, abortar, estuprar e abusar de crianças (A Pedofilia Acobertada). É comum adolescentes se aproveitarem de crianças para se satisfazerem sexualmente, para treinar sexo ou mesmo por pura maldade. Um garoto de 13 anos que abusa de uma criança de 5 anos, por lei, não comete nenhum crime ou infração já que o mesmo, tendo 13 anos, ainda é considerado tão incapaz quanto a criança de 5. A legislação não faz distinção alguma. Todos os menores de 14 anos são considerados igualmente incapazes. Será que alguma garota de 12 anos vai deixar de fazer sexo por ser legalmente incapaz? Não é comum garotas iniciarem sua vida sexual às escondidas? Se elas, muitas vezes, não respeitando nem os próprios pais, irão respeitar uma legislação que as trata como incapazes? Ou a tendência será delas serem a cada dia mais irresponsáveis? Afinal, por lei, são consideradas sempre vítimas, coitadinhas, que não têm o discernimento para consentir. Logo, não deixa de ser uma tentação “aproveitar” essa fase para ariscar mais e degustar do prazer sexual com maior tranquilidade, já que em caso de gravidez, houve “estupro de vulnerável” mesmo, basta ir ao sistema de saúde para receber seu atendimento como “vítima de violência sexual“. A pesar das DST´s  e dos anticoncepcionais, a gravidez ainda é a maior preocupação de quem pratica sexo. Tratar as adolescentes como incapazes só tende a minguar a preocupação delas mesmas com uma possível gravidez e contribuir para o uso cada vez mais recreativo, promíscuo e irresponsável do sexo. Consequentemente, cria-se um ambiente altamente favorável à prática do aborto. Como se já não bastasse a banalização do sexo, a declaração de incapacidade legal acaba sendo a gota d’água, a peça chave uma cultura abortista. A prostituta Lola Benvenutti, de 21 anos, perdeu sua virgindade aos 11 anos de idade com um homem de 30 anos. Será que ela foi uma incapaz aos 11 anos de idade? Ela mesma diz que não era incapaz coisa nenhuma e que ainda estava com mais vontade de fazer sexo que o seu parceiro. Ela não via a hora de perder a virgindade, preparou o cenário e chamou para fazer o “serviço” o homem em questão. Não é nenhuma novidade que ela tenha feito sexo às escondidas, como a maioria das garotas fazem. E ela nem precisaria de alguém maior de 18 para tal ato. Qualquer adolescente tem libido de sobra para isso. Muitos não vê a hora de ter uma chance dessa. Certas pessoas ficam, em nome de uma pseudo-pedofilia, tentando convencer a Lola de que a mesma foi estuprada. Essas pessoas, além de irresponsavelmente quererem implantar, na mente da mulher, a sensação de estupro (uma cruel violência psicológica), colaboram para deixar as garotas ainda mais irresponsáveis, sob o manto de uma pseudo-incapacidade. Não adianta nada chorar diante do documentário Blood Money – Aborto Legalizado, que retrata a prática do aborto nos Estados Unidos da América, e colaborar para que o Brasil siga o mesmo caminho. Os EUA, que definiram leis de idade de consentimento na maioria dos seus estados em 1880 (idades 7, 10 e 12 anos), aumentaram essas idades em 1920 (para 14, 16 e 18 anos). Tornando a adolescência uma fase de incapazes, o passo base para a cultura do aborto se estabeleça. A maternidade, uma condição natural da mulher, é relativizada. Questionados a respeito dessa situação, o presidente da frente parlamentar evangélica, Pr. Paulo Freire, nada respondeu e bloqueou o contato; Damares Alves diz querer coibir a prostituição na Copa do mundo (mas aborto e destruir famílias pode?): O Rubens Teixeira sempre fugindo de um diálogo, prefere seguir a mesma linha do restante, mesmo que para isso famílias sejam destruídas e a cultura do aborto seja imposta. É nessas horas que a gente ver quem são os verdadeiros cristãos.

Marisa Lobo

Psicóloga Marisa Lobo, Jesus Cristo, Pedofilia, pederastia, adolescentes, estupro de vulnerável, sexo, aborto e bebê.

Jesus Cristo e São José

Jesus e José (um pedófilo pederasta, segundo a psicóloga Marisa Lobo)

Adendos: Na menarca, a adolescente já alcançou 95,5% da estatura final. Por mais 3 ou 4,8 anos, incrementos progressivamente menores irão ocorrer. Estirão da puberdade (ou estirão da adolescência), crescimento com a idade e estatura final[1]:

Estirão

Pesquisa sobre a idade da menarca na cidade de Londrina[2]:Londrina [1]Crescimento Pós-Menarca (*http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302000000300003.)

[2]IDADE DA MENARCA EM ADOLESCENTES DE LONDRINA – PR – 1999 (*http://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/RBAFS/article/view/1006)

[3]http://books.google.com.au/books?id=m_OShrBh0I0C&lpg=PP1&pg=PA12#v=onepage&q=betrothal&f=false

[4]http://www.newadvent.org/cathen/08504a.htm

M.A. Friedman (1980), Jewish Marriage in Palestine, Vol 1, The Jewish Theological Seminary of Americ.

Richard Burn, Robert Tyrwhitt and Robert Phillimore, The Ecclesiastical Law, Volume 4, Sweet Stevens & Norton (London), page 54

Diminuição da Idade de Consentimento – Novo Código Penal

A diminuição da idade de consentimento sexual no Novo Código Penal

A idade de consentimento sexual (ou idade de consenso sexual) não necessariamente coincide com a “maioridade sexual” (do francês “majorité sexuelle”), que indica a idade a partir da qual a pessoa tem, juridicamente, autonomia completa sobre sua vida sexual. A idade de consentimento também não se confunde com a idade mínima para casar, a emancipação de menores de idade, a idade da maioridade penal ou a idade da maioridade civil.

Infelizmente, no Brasil, toda relação sexual com menores de 14 anos (ou seja, com pessoas com menos de 14 anos de idade), mesmo que concentida, é tipificada como estupro de vulnerável no Código Penal, um crime hediondo, com pena mínima de 8 a 15 anos. Nem precisa haver conjunção carnal (sexo vaginal), sexo anal ou sexo oral, basta qualquer ato libidinoso para se caracterizar o crime. 14 anos é a chamada idade de consentimento sexual.

Até 2009 havia a chamada “presunção de violência” quando atos libidinosos eram praticados com alguém que ainda não tinha 14 anos completos (o que configurava crime de estupro, no caso de conjunção carnal, ou de atentado violento ao pudor, em outros casos de atos libidinosos). Atualmente, a idade de consenso sexual continua sendo de 14 anos, mas o nome do crime para quem se envolve eroticamente com pessoa abaixo dessa idade passou a ser “estupro de vulnerável” (art. 217-A, CP).

A pesar da mudança do título de “Crimes Contra os Costumes” para “Crimes Contra a Dignidade Sexual” ser vista como positiva por juristas, a persistência na idade de consentimento aos 14 anos, como definido no código penal de 1940 é vista como retrógada e o seu entedimento de forma absoluta como controversa . De que adianta muda o título e a lei penal continuar tratando a matéria da mesma maneira?

Nas palavras do professor Tulio Vianna, entender o tema de modo absoluto é “um atentado à liberdade sexual de adolescentes e deficientes mentais brasileiros. Se um rapaz de 13 anos mantiver relação sexual com uma mulher maior de 18 anos (uma prostituta, por exemplo), ela poderá ser punida por estupro de vulnerável com pena mínima de 8 anos de prisão”[3].

“Trata-se de um atentado à liberdade sexual de adolescentes e deficientes mentais brasileiros. Se um rapaz de 13 anos mantiver relação sexual com uma mulher maior de 18 anos (uma prostituta, por exemplo), ela poderá ser punida por estupro de vulnerável com pena mínima de 8 anos de prisão. O mesmo se diga em relação a um deficiente mental adulto que doravante não mais poderá se relacionar sexualmente, sob pena de seu parceiro ser punido pelo referido crime. Uma inaceitável ingerência do Estado brasileiro na vida sexual de seus cidadãos.” Tulio Vianna

Para o jurista Luiz Flávio Gomes, ex-promotor, juiz aposentado e membro da Comissão do Novo Código Penal (anteprojeto do NCP, PLS 236/2012), o marco etário dos 14 anos de idade, previsto no CP (Código Penal), não tem ressonância com o próprio ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), que considera vulnerável apenas os menores de 12 anos (definidos como crianças) e puni (com medidas socioeducativas) os maiores de 12 anos (designados como adolescentes) que cometem delitos (chamados de atos infracionais).

“Se o ECA abre a possibilidade de punir por cometimento de ato infracional aos 12 anos, por que não reconhece a liberdade, a legitimidade da vontade de praticar sexo? Se eles já conhecem, já praticam o sexo, por que nós, moralmente, vamos condenar essa situação? O posicionamento muito peremptório em relação à idade, sem avaliar o caso concreto, é um equívoco na jurisprudência do país, ainda muito controvertida.”[1]
(Luiz Flávio Gomes).

Na legislação atual, por incrível que pareça, se uma pessoa estuprar de verdade uma mulher de 18 anos, ela fica sujeita a uma pena de 6 a 10 anos, enquanto a pessoa que faz sexo consentido, ou apenas pratica um ato libidinoso consentido, com sua namorada de 13 anos, fica sujeita a uma pena bem maior. Além da criminalização do sexo consentido ser injusta, a pena é desproporcional até mesmo quando se comparado ao estupro de verdade de uma mulher de 14 anos. Enquanto a mulher de 18 anos, ou 14 anos, é fortemente violentada física, psicológica e moralmente num estupro verdadeiro; a mulher de 13 anos apenas teve um momento de prazer com quem quis no sexo consexual. A lei atual banaliza a definição legal de estupro.

É comum mulheres de 12 e 13 anos namorem e, eventualmente, praticarem sexo e outros atos libidinosos. Quando seus parceiros têm a mesma idade, ambos, a moça e o rapaz, cometem infração análoga ao crime de estupro de vunerável e podem ser internados. Quando namoram rapazes de 14, 15, 16 e 17 anos, apenas os moços cometem a infração análoga ao crime. Se seus parceiros forem maiores de 18 anos, eles passam a responder diretamente ao código penal e ficam sujeitos a penas absurdas.

A puberdade feminina começa por volta dos 9 anos de idade. A idade média da menarca é 12 anos. É normal, e esperado, que garotas queiram e mantenham relacionamentos afetivos-sexuais consentidos pelas idades de 11, 12 e 13 anos, e a lei, quando aplicada, é danosa. A literalidade da lei não respeita a realidade da sexualidade humana. Com a desculpa de proteção ao menor de 14 anos, a aplicação da lei não respeita o princípio da intervenção mínima, prejduca o próprio menor de idade e retira o seu direito a dignidade sexual, reprodutiva e psicológica.

“A lei não poderá, jamais, modificar a realidade e muito menos afastar a aplicação do princípio da intervenção mínima e seu correlato princípio da ofensividade. Se durante anos debateu-se, no Brasil, o caráter da presunção de violência – se relativo ou absoluto -, sem consenso, a bem da verdade, não será a criação de novo tipo penal o elemento extraordinário a fechar as portas para a vida real”. [2]

Veja os casos de garotas grávidas que passam o maior estresse com medo da lei. Uma garota grávida merece isso? Não merece, mesmo que tenha desobedecido aos seus pais. Ela namorar, e praticar sexo, está apenas seguindo o caminho natural da vida. As pessoas entram na puberdade para fazer sexo mesmo. O caráter absoluto da lei de estupro de vulnerável é ruim e a idade de 14 anos é alta. A própria lei é ruim ao considerar como crime de estupro de vunerável tanto o ato violento quanto o sem violência.

Magistrada Placidina Pires absolve caso de sexo consentido

A magistrada Placidina Pires, da 10ª Vara Criminal de Goiânia, absolveu homem denunciado por estupro de vulnerável contra uma jovem que na época tinha 12 anos de idade, por entender que não houve ofensa à dignidade da menor de 14 anos.

A juíza Placidina Pires, da 10ª Vara Criminal de Goiânia, absolveu um homem denunciado por estupro de vulnerável contra uma mulher que na época tinha 12 anos de idade, por entender que não houve ofensa à dignidade da adolescente menor de 14 anos. Os dois vivem atualmente como marido e mulher com o apoio dos pais, tem um filho e declararam em juízo que se apaixonaram. A magistrada observou as teses defendidas pelo doutrinador Guilherme de Souza Nucci e do ministro Celso Limongi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), de que é preciso compatibilizar o Código Penal (CP) com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que define como criança a pessoa antes dos 12 anos, e como adolescente aquela entre 12 e 18 anos, para avaliar a vulnerabilidade do menor de idade.

“O legislador, na área penal, continua retrógrado e incapaz de acompanhar as mudanças de comportamento reais na sociedade brasileira, inclusive no campo da definição de criança ou adolescente. Perdemos uma oportunidade ímpar para equiparar os conceitos com o Estatuto da Criança e do Adolescente, ou seja, criança é a pessoa menor de 12 anos; adolescente quem é maior de 12 anos. Logo, a idade de 14 anos deveria ser eliminada deste cenário. É o que demanda a lógica do sistema legislativo, se analisado em conjunto.” (Placidina Pires)

Na opinião da magistrada Placidina Pires, o posicionamento adotado pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) de que para a caracterização do crime de estupro de vulnerável previsto no artigo 217-A, caput, do Código Penal (basta que o agente tenha conjunção carnal ou pratique qualquer ato libidinoso com pessoa menor de 14 anos; o consentimento da vítima, sua eventual experiência sexual anterior ou a existência de um relacionamento amoroso entre ele e a vítima não afastam a ocorrência de crime), precisa passar por uma nova reflexão. “Não me convence a fundamentação inflexível, baseada em proteção que, em vez de proteger, desprotege e desampara quem merece proteção integral do Estado, permitido uma interferência desnecessária e desproporcional do Direito Penal nas deliberações tomadas no seio das famílias regularmente constituídas”, criticou.

Corretamente, o Ministro Marco Aurélio de Mello do STF afirmou, em 1996, sobre o caso do jugalmento do habeas-corpus de absolvição do encanador Márcio Luiz de Carvalho, que manteve relações sexuais consensuais com uma jovem mulher de 12 anos:

“Nos nossos dias, não há crianças, mas moças de doze anos.”
(Ministro Marco Aurélio de Mello)

Relatora de um caso de absolvição em 2012, Ministra Maria Thereza de Assis Moura, da 3ª Seção do STJ (Superior Tribunal de Justiça), entendeu que a presunção de violência no crime de estupro de vulnerável tem caráter relativo (ou seja, não tem caráter absoluto) e pode ser afastada diante da realidade concreta, porque o bem jurídico tutelado é a liberdade sexual. Nas palavras da ministra:

“Não se pode considerar crime fato que não tenha violado, verdadeiramente, o bem jurídico tutelado — a liberdade sexual.”
(Ministra Maria Thereza de Assis Moura)

Há casos de moças que engravidaram aos 12 e 13 anos de parceiros de 18 anos ou mais velhos e ficam juntos por anos, como um casal, cuidando dos seus filhos. Qual o sentido de prejudicar essas famílias com a aplicação da lei atual? Por isso que juristas, iluminados por Deus, propuseram a redução da idade de consentimento para 12 anos! Mas, enquanto a redução não é aprovada, alguns juizes sensatos relativizam a lei atual para amenizar as suas consquências maléficas e danosas.

Guilherme de Souza Nucci e Estupro de Vulnerável

“Ambos devem cuidar de seu filho, em liberdade, namorando ainda, e trabalhando para sustentar o fruto do seu amor. Jamais estupro. Simplesmente amor.” Guilherme Nucci

TJSP: “Estupro com violência presumida. Vítima com 13 anos de idade já iniciada na vida sexual. Absolvição. Necessidade. Vulnerabilidade relativa. Vítima que entendia a natureza do ato e com ele consentiu. Inexistência de violência presumida. Vítima com 11 anos de idade já iniciada na vida sexual. Vulnerabilidade relativa. Situação teratológica. Vítima que desejava o ato sexual, já havendo, em outra ocasião, combinado a prática do ato sexual com o acusado. Possibilidade de se flexibilizar, em situações ímpares, a presunção absoluta” (Ap. 0000533- 51.2008.8.26.0495/SP, 16.ª C. D. C., rel. Guilherme de Souza Nucci, 02.04.2013”

Não sei a religião (ou se tem religião) do Sr. Desembargador Dr. Guilherme Nucci, grande jurista brasileiro e um dos mais conceituados doutrinadores nas áreas do Direito Penal e Processo Penal do país, mas sua decisão humanista foi mais cristã que a da bancada cristâ (bancada católica e bancada evangélica), formada por parlamentares evangélicos e católicos, muitos pastores e pastoras, que se opôs à redução da idade de consentimento sexual.

A bancada evangélica e católica do Congresso se diz pró-vida (contra o aborto) e pró-família tradicional, mas não se importa com as dificuldades que passam a criança no útero, sua mãe e seu pai, devidas a maldita lei que criminaliza o sexo consessual. O desembargador, sim, defendeu uma familia tradicional, defendeu uma criança no útero de sua mãe! Defendeu uma jovem grávida. Defendeu um pai de família.

O que seria desse casal se o desembargador não Interviesse por eles? O rapaz seria preso por fazer sexo consentido com a namorada e teria a sua vida destruída, a jovem mulher teria que se virar com a gravidez, caso não houvesse um aborto. A criança teria a vida bem mais difícil, como se já não bastasse o estresse que ela e sua mãe já passaram devido ao processo judicial e policial. Por isso, que sexo consentido não pode ser crime, evitaria todo esse problema e outros.

A criminalização do sexo consentido promove abortos porque impõe pressão psicológica à mulher, levando-a a ter abortos espontâneos (que não têm nada de espontâneos) e a praticar o aborto diretamente por desespero ou influencida por terceiros. Traz dificuldade de acesso de adolescentes à saúde, prisão de pessoas pacíficas, etc.

Adolescentes de 13 anos

Mulheres jovens de 13 anos.

Imagine uma mãe de 13 anos, quem é o Estado para lhe tirar o seu direito a ter uma gestação tranquila? Que moral tem o Estado para tirar o seu direto de ser mãe e ter sua família? A ironia estatal é que em nome da proteção ao menor, o menor é punido, porque essa jovem é punida, física, moral e psicologicamente agredida.

A jovem mulher é punida diretamente por sofrer pressão para abortar, doar a criança e ser mãe solteira. O seu direito a ser mãe e ter sua família não é respeitado. Ela ainda é punida indiretamente, por ver seu namorado ou mesmo sua família em apuros.

A maioridade da natureza é a puberdade. Judeus estavam certos ao tratar uma mulher de 12 anos como mulher adulta (tradição judaica).

Mulheres Novinhas Adolescentes com a cantora Claudia Leitte

A primeira mulher tem 12 anos; a segunda, 14; a terceira, 17; e a quarta é a cantora Claudia Leitte.
A mais atraente, e com a roupa mais provocante, é a mulher de 12 anos! Como alguém pode chamar essa bela mulher de criança? É uma grande ofensa a Deus infantilizar essa mulher. A puberdade é responsável pela atração sexual. A puberdade feminina começa por volta dos 9 anos.

O mal do Conservadorismo é colocar supostos “valores morais” acima das pessoas. Inventam valores morais e querem impor a todo mundo, mesmo que para isso se destrua famílias e cause abortos, o que é uma contradição. O Conservadorismo quer ser Deus e condenaria o próprio Deus se podesse. Jesus foi perseguido por conservadores judaicos. Conservadores, ditos cristãos, não fariam diferente. As bancadas católica e evangélica trazem consigo o mal do Conservadorismo.

Lola Benvenutti perdeu a sua virgindade aos 11 anos de idade. A novinha não via a hora de perder a virgindade e, na sua vontade de fazer sexo discretamente, escolheu um homem de 30 anos. Ela afirma que fez sexo por vontade própria e ainda ficou querendo mais, porque, segundo ela, o rapaz não deu conta de lhe satisfazer sexualmente. Desde quando isso é estupro? Chamar um ato consensual de estupro é um desrespeito com as mulheres que são estupradas de verdade.

Lola Benvenutti querendo perder a virgindade, planejou o momento certo e chamou um homem para fazer o “serviço sexual”. Não é raro mulheres de 11 anos fazerem sexo. A partir dos 10 anos de idade, há a tendência da jovem desde dar o primeiro beijo a propriamente começar fazer sexo e ter uma vida sexual ativa. Nem toda mulher quer esperar por um príncipe encantado ou pelo casamento para satisfazer aos seus desejos sexuais e afetivos. Lola é uma dessas moças. Bruna Marquezine também perdeu sua virgindade aos 11 anos [10].

Jovens de 10 e 11 anos

Jovens adolescentes de 10 e 11 anos

A puberdade feminina começa por volta dos 9 anos de idade e geralmente o broto mamário é o primeiro sinal visível que aparece. O corpo se prepara para a reprodução da espécie, homônios sexuais aumentam consideravelmente, o sexo oposto ganha importância. Não é surpresa que aconteçam as primeiras interações sexuais e afetivas, e a menina queira beijar, fazer sexo, “ficar”, namorar, casar e engravidar.

Meninas mulheres de 12 anos de idade

Jovens mulheres adolescentes de 12 anos de idade. Na tradição judaica, essas meninas são consideradas mulheres adultas. Os judeus estão certos!

O PLS 236/2012, anteprojeto do NCP (Novo Código Penal), acertadamente reduz a idade de consentimento sexual de 14 para 12 anos de idade. Considerando estupro de vulnerável apenas a prática sexual, vaginal, anal ou oral, mesmo que concentida, com pessoas menores de 12 anos de idade, isto é, pessoas com menos de 12 anos de idade (artigos 186-188 [2]). Sem dúvida, um excelente progresso na legislação.

Mulheres e meninas

Mulheres e crianças

Uma pessoa de 12 anos não é criança, nem legalmente e nem biologicamente:

  • Legalmente, criança é quem tem menos de 12 anos de idade. Aos 12 anos se é adolescente, de acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).
  • A OMS (Organização Mundial da Saúde) da ONU (Organização das Nações Unidas) classifica como criança apenas a pessoa com menos de 10 anos de idade.
  • Biologicamente, criança é quem tem menos de 9 anos de idade, quem não atingiu a puberdade.

Portanto, a redução da idade de consentimento sexual, prevista no projeto do Novo Código Penal, não legaliza sexo com crianças. Não legaliza a pedofilia, muito menos o abuso sexual infantil. Está-se tratando de adolescentes, pessoas que já têm sexualidade adulta.

Meninas de 11 e 12 anos

Adolescentes de 11 e 12 anos acompanhadas. Cadê as crianças? Não há nenhuma. O que há são duas mulheres bonitas, uma de 11 anos e a outra de 12 anos.
Obs: Foto ilustrativa para comparação. Não são casais reais.

A redução da idade de consentimento sexual para 12 anos, ou mesmo para 10 anos, é coerente com a Biologia e com a Bíblia. Biologicamente, as pessoas entram na puberdade por volta dos 9 anos de idade, os desejos sexuais afloram, liberam feromônios e o erotismo lhes toma conta. É nada mais que a natureza dizendo que está na hora da reprodução, de ir atrás de relacionamentos amorosos e sexuais para gerar a prole.

Poder de atração sexual da mulher e idade

Gráfico mostra o poder de atração sexual da mulher com a idade.
A mulher entra na puberdade, por volta dos 9 anos de idade. Com o desenvolvimento puberal, o seu poder de atração sexual dispara. Esse poder de atração sexual alcança o seu pico e logo começa a diminuir com o tempo.

Na Bíblia nem sequer existe idade de consentimento sexual. Biblicamente, não há idade de consentimento sexual. A Bíblia não definiu nenhuma idade de consenso sexual. Então, como pode alguém, que se diz cristão, defender uma idade de consentimento alta? Não faz sentido. Portanto, a redução da idade de consentimento para 12 anos é bem vinda, boa e necessária. Não se pode criminalizar o sexo consentido. Criminalizar o sexo consentido é uma ofensa a Deus!

Na tradição judaica, uma mulher de 12 anos de idade é considerada mulher adulta e um rapaz de 13 anos de idade, um homem adulto. Bar Mitzvah (בר מצוה , Bar Mitzvá, “filho do mandamento”) representa a iniciação na vida adulta para os rapazes e a Bat Mitzvah (בת מצוה, Bat Mitzvá, “filha do mandamento”) para as moças. Segundo a Bíblia Sagrada, Jesus Cristo, com 12 anos de idade, foi levado ao templo (Lucas 2:42) como a tradição mandava.

Segundo a tradição católica, a Virgem Maria, a mãe de Jesus, dedicou-se ao Templo dos 3 aos 12 anos de idade, quando saiu para casar com carpiteiro José, um viúvo bem disposto de 90 anos. Na tradição judaica uma mulher de 12 anos é adulta. Pode-se notar que Deus é contra o preconceito etário e à favor da gravidez na adolescência. Maria de Nazaré engravidou na adolescência, pouco depois de ser desposada por São José. As judias, assim como as romanas, casavam cedo.

A proposta de redução da idade de consentimento sexual foi sugerida por juristas sérios que sabem da realidade dos adolescentes brasileiros, onde muitos namoram e fazem sexo com essa idade e que muita gente acaba tendo problemas desnecessários com a justiça por fazer sexo consentido, um crime sem vitima. A criminalização do sexo consentido coloca na cadeia pessoas inocentes, destrói famílias e promove abortos.

Tulio Vianna sobre mulher que fez sexo com adolescente de 12 anos

Prof. Tulio Vianna comenta sobre a injusta prisão de mulher americana que fez sexo com rapaz de 12 anos.

Segundo o site G1, muitos juízes e desembargadores sensatos apoiam a redução da idade de consentimento: “Levantamento do G1 junto a decisões de segunda instância dos tribunais de justiça do país mostra que juízes e desembargadores estão insatisfeitos com a Lei 12.015 que, em 2009, tornou crime todo ato de cunho sexual com menores de 14, mesmo com o consentimento da vítima”[1].

Quem é contra a redução da idade de consentimento sexual para 12 anos é anticristão, como foi explicado.

[1] NUCCI, Guilherme de Souza. Crimes contra a Dignidade Sexual. Editora RT.
[2] Proposta para mudar estupro na lei ‘chama coisa pelo nome’, diz relator -http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/05/proposta-para-mudar-estupro-na-lei-chama-coisa-pelo-nome-diz-relator.html
[3] Vianna, Túlio. Primeiras impressões sobre a nova lei de crimes sexuais. -tuliovianna.org/2009/08/10/primeiras-impressoes-sobre-a-nova-lei-de-crimes-sexuais/
[4] VULNERABILIDADE E ESTUPRO -https://www.facebook.com/guilherme.nucci/posts/2921817318890
[5]http://www.senado.leg.br/atividade/rotinas/materia/getPDF.asp?t=111516&tp=1
[6]http://oglobo.globo.com/sociedade/consentimento-nao-interfere-em-caso-de-estupro-de-vulneravel-decreta-stj-17312846
[7] Se há consentimento, sexo aos 12 anos não é estupro. -http://www.conjur.com.br/2009-fev-04/menina-12-anos-mantinha-relacao-sexual-nao-alegar-estupro
[8] Não há ofensa à dignidade sexual, se a relação é baseada em afeto, decide Justiça -tjgo.jus.br/index.php/home/imprensa/noticias/119-tribunal/11560-nao-ha-ofensa-a-dignidade-sexual-se-a-relacao-e-baseada-em-afeto-decide-justica
[9] Para juíza Placidina Pires, ato sexual consentido em relação de afeto com menor de 14 anos não é crime. -http://www.tjgo.jus.br/index.php/home/imprensa/noticias/119-tribunal/12061-para-juiza-ato-sexual-consentido-em-relacao-de-afeto-com-menor-de-14-anos-nao-e-crime
[10] Bruna Marquezine: “perdi a virgindade aos 11 anos” -http://www.diarioonline.com.br/entretenimento/fama/noticia-403142-marquezine-perdi-a-virgindade-aos-11-anos.html visto em 31/03/2017

Pedofilia

Pedofilia

A pedofilia (pedo + filia), também chamada de paedophilia erotica ou pedosexualidade, é a atração sexual primária por crianças, pré-púberes (quem ainda não atingiu à puberdade), em geral garotas com menos de nove anos e garotos com menos de dez anos. Comumente, um pedófilo pode ser adolescente ou adulto. Ou seja, quem já atingiu a puberdade (do latim pubertas; de puber – adulto com capacidade de procriar).

Portanto, pedofilia não é abuso sexual infantil, violência sexual, molestação de menores, estupro de criança, prostituição infantil, pornografia infantil, sadismo, pederastia, efebofilia, hebefilia, relacionamento adolescente-adulto, relação intergeracional, sexo com crianças, corrupção de menor, aliciamento de menores, crime sexual, assédio sexual, exploração sexual, estupro de vulnerável etc.

A mídia sensacionalista banaliza o uso da palavra pedofilia, que não é nem comportamento sexual e nem se refere a adolescentes, porque adolescentes já atingiram ou passaram pela puberdade, que começa aos 9 anos. O primeiro sinal visível da puberdade costuma ser o broto mamário, nas meninas, e o aumento dos testículos nos meninos. A menarca (primeira menstruação) vem depois de 2,5 a 5 anos do início da puberdade e ainda pode ser adiada artificialmente .

Infelizmente, a mídia trata o pedófilo como sinônimo de abusador sexual de crianças. Mas, pedofilia não é abuso sexual. Pedofilia é apenas uma forte orientação sexual por impúberes (quem não atingiu a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade). Em pessoas “normais”, a puberdade é a grande motivação para o sexo, mas com o pedófilo ocorre o contário. A falta da puberdade é que torna a pessoa sexualmente atraente. O pedófilo diante da impossibilidade de realizar o seu desejo, sofre, e pode, em alguns casos, tomar atitudes violentas e ser até um abusador sexual. Mas, a maioria dos abusadores sexuais de crianças não é pedófila. O abusador pode abusar de uma criança por vários motivos: por ter raiva da criança, por vingança, por achar que a criança é obrigada a lhe satisfazer sexualmente etc. A pessoa não precisa ser pedófila, ou ter um desejo sexual particular pela criança, para abusar dela.

E no caso dos padres, provavelmente as maiores motivações são o celibado e a homossexualidade, não a pedofilia. Homens héteros podem ter práticas homossexuais se estiverem em abstinência de sexo hétero. Também, há pouco tempo atrás, homens recebiam muita pressão para casar com mulheres, o que não é a praia dos homossexuais que viram na Igreja uma forma de fugir da pressão social para o casamento. E os coroinhas, muitas vezes adolescentes liberando seus feromônios, acabam sendo uma tentação para os padres homossexuais. Não é todo mundo que consegue ser celibatário. O maior instinto que existe é o reprodutivo, ou seja, o sexual. O instinto reprodutivo é mais forte até que o instinto de sobrevivência.

Pedofilia não é o nome de uma pratica sexual, ou de um comportamento sexual, nem muito menos de abuso sexual infantil. Por isso, pedofilia não é crime. Não existem crimes de pedofilia. A pedofilia não é ato, ação, prática ou comportamento para poder ser criminalizada. Sentimento, desejo, atração e afeição não são criminalizáveis.

Nepiofilia ou infantofilia é a atração sexual e afetiva por infantes, crianças até 3 anos.

Por que só há pedofilia antes da puberdade?

Porque é na puberdade que ocorre todas as mudanças necessárias para habilitar a espécie humana para a reprodução. A puberdade é a responsável pelo desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários:

Nos homens: massa muscular, ombros largos, pelos no corpo e no rosto, mandíbulas grandes, voz grave, Proeminência Laríngea (popularmente conhecida como Pomo-de-Adão, Maçã-de-Adão), acne, etc.

Nas mulheres: telarca (o crescimento dos seios), pubarca (desenvolvimento de pelos pubianos e axilares), alargamento da bacia, menstruação, acne, acúmulo de tecido adiposo, etc.

Para se ter um ideia, até o cheiro da pessoa muda. A pessoa que entra na puberdade passar efetivamente a desejar e ser desejado sexualmente, como reflexo do conjunto de mudanças inerente ao processo de puberdade. Antes da puberdade, espera-se não haver um interesse sexual relevante, como mostrado no grávico abaixo (veja que antes dos 9 anos de idade o poder de atração sexual feminino cai a praticamente zero).

Poder de atração sexual da mulher e idade

Gráfico mostra o poder de atração sexual da mulher com a idade.
A mulher entra na puberdade, por volta dos 9 anos de idade. Com o desenvolvimento puberal, o seu poder de atração sexual dispara. Esse poder de atração sexual alcança o seu pico e logo começa a diminuir com o tempo.

Casos de pedófilos:

“A primeira vez que ele notou que sentia atração por crianças ele tinha 11 anos. Ele ficou a fim de um garoto do jardim da infância e seu desejo era alimentado por breves espiadas dele nos corredores. Quando chegou aos 16 anos, seu interesse sexual por crianças tomou mais forma. Ele se sentia atraído, principalmente, por meninos entre três e sete anos e meninas com idades entre 5 e 8 anos de idade.”

Fonte: https://medium.com/brasil/voce-tem-16-anos-voce-e-um-pedofilo-voce-nao-quer-machucar-ninguem-e-agora-o-que-voce-faz-6d07d98042fb

“Comecei a me masturbar frequentemente como um mecanismo de fuga. Fantasiava pensando em um garoto de 6 anos que morava na rua atrás da minha. Não estou certo por que minhas fantasias eram ligadas a ele, mas acredito que era por ser a pessoa menos ameaçadora que eu conhecia. Apesar de eu ter 12 anos, não tinha a menor noção de que havia qualquer coisa errada em me sentir atraído sexualmente por um menino. A masturbação fazia bem, era tudo que importava”, escreve.

Fonte: A história de Brian Oliver

O normal para os jovens dos exemplos anteriores seria sentir atração sexual por adolescentes/adultos, ou seja, atração sexual por púberes/pós-púberes. Como comumente acontece por ai, onde adolescentes se masturbam ao verem revistas pornográficas ou quando pensam em alguma “gostosa” do colégio ou nas bailarinas do Faustão, etc.

A palavra “pedofilia”, vem do grego “παιδοφιλια” (paidophilia) formado por παις (pais, “criança”) e φιλια (philia, “amizade”, “afinidade”, “amor”, “afeição”, “atração”), como enofilia (apreciação por vinhos) e cinefilia (amor pelo cinema). Não confundir com o termo “pederastia” (do grego clássico παιδεραστής, composto de παῖς (“criança”) e ἐράω (“amar”), que apesar do sentido parecido, costuma ser usado para designar o relacionamento erótico entre um homem mais velho e outro mais jovem ou criança; além ser utilizado para qualquer relacionamento homossexual masculino. No Brasil, há o crime militar de pederastia no artigo 235 do Código Penal Militar (Decreto-Lei nº 1001/69), para penalizar atos sexuais praticados dentro das Forças Armadas, homossexuais ou não.

No sentido original da palavra, pedofilia seria ter amizade, ter afinidade, amar, gostar, ter afeto, ter atração por crianças. Ser pedófilo seria ser amigo, afetuoso etc. Porém, a palavra Pedofilia tomou um sentido restrito de “atração erótica” na Psiquiatria/Psicologia e foi listada como um transtorno da preferência sexual (como Fetichismo, Travestismo, Exibicionismo, Voyeurismo, Sadomasoquismo, Transtornos múltiplos da preferência sexual e outros transtornos da preferência sexual), uma desordem patológica, no CID 10 (Classificação Internacional de Doenças) da OMS (Organização Mundial de Saúde) e no DSM (Manual Diagnóstico de Transtornos Mentais) da APA (Associação Americana de Psiquiatria).
Pedofilofobia (ou pedofobia) é a aversão ou hostilidade a pedófilos.

Há grupos de ajuda a pedófilos, para dá-lhes apoio na sua convivência com sua orientação sexual pedofílica. Um desses grupos é o “Virtuous Pedophiles” (Pedófilos Virtuosos) que prega o celibato como alternativa de vida. Há também projetos, como o do Ph.D Brian Oliver, que é voltado a orientar adolescentes pedófilos. Outros grupos: B4U-ACT, NAMBLA, Ipce.

Ativismo pedófilo e Ativismo pró-pedofilia:

A maioria dos ativistas pedófilos concordam com os seguintes objetivos: mudança do conceito social de pedofilia; distinção de abuso sexual infantil e relações sexuais consentidas; liberdade sexual de crianças; desclassificação da pedofilia como doença, patologia e parafilia das listas oficiais de doenças e transtornos mentais;
reconhecimento da pedofilia, pedossexualidade, como uma orientação sexual normal;
eliminação das leis de idade de consentimento sexual; direito à liberdade de expressão e de informação.

A filósofa Simone de Beauvoir (feminista radical e principal ícone da Segunda Onda do Feminismo, autora da frase “Ninguém nasce mulher, torna-se mulher”) assinou, com outros intelectuais, uma petição ao parlamento francês em 1977 solicitando a abolição da idade de consentimento sexual e em prol da descriminalização do sexo consensual. A petição foi assinada por 69 personalidades, como os filósofos Michel Foucault, Jean-Paul Sartre, Jacques Derrida, Louis Althusser, Jean-François Lyotard, Gilles Deleuze, Roland Barthes, André Glucksmann, os escritores Philippe Sollers, Catherine Millet e Louis Aragon, a psicanalista infantil e pediatra Françoise Dolto, dentre outros.