Professora é presa por fazer sexo com aluno de 13 anos no Texas

Professora de 24 anos é presa por fazer sexo consentido com um aluno de 13 anos no Texas, Estados Unidos. Ela foi acusada de abuso sexual por fazer sexo quase todos os dias, durante oito meses, com um estudante de 13 anos da escola onde trabalhava. Nisso a professora ficou grávida e sobreu aborto por causa da visita de um investigador de proteção a menores, questionando ela acerca da relação com o adolescente.

Alexandria, Professora do Texas vítima de heterofobia

Alexandria, Professora do Texas presa por heterofobia, sexofobia, moralismo barato e anticristão.

O que conservadores fizeram com o Texas? Uma mulher bonita de 24 anos sendo presa por fazer sexo consensual com um adolescente de 13 anos, quase diariamente, um sonho para a maioria dos homens. Como pode uma pessoa ser presa por fazer sexo consentido? Tinha que ser coisa de conservador moralista sexofóbico.

Onde está na Bíblia que relações sexuais consentidas entre homem e mulher devam ser criminalizadas? Na Bíblia, sequer há idade de consentimento. Isso mesmo, não existe idade de consemento da bíblia. Na Bíblia há muitas leis, mas nenhuma define uma idade de consentimento sexual. Por que será? Se nem Deus definiu idade de consentimento, como pode o homem querer definir idade de consentimento? E o que é pior, idades de consentimento altas, como as que existem nos EUA.

Conservadores cristãos americanos, católicos e protestantes, dizem admirar Israel, mas ignoram a tradição judaica que considera adulto os maiores de 12 (mulheres) e 13 anos (homens).

Conservadores americanos cristãos, protestantes e católicos  se dizem pró-vida, mas fazem com que relacionamentos sexuais consensuais sejam criminalizados, o que além de destruir famílias, leva ao aborto, como o dessa professora que teve um aborto por causa da pressão psicólogia que sofreu.

Essa mulher sofreu um aborto por causa dos conservadores. O conservadorismo é responsável por esse aborto. Mas, a cegueira moralista dos conservadores os fazem pior que os fariseus que condenaram Jesus.

Conservadores inventam leis sem a menor base biblica para criminalizar relacionamentos heterossexuais, destruindo famílias e gerando abortos. O moralismo mata e pessoas são presas injustamente.

Se não fosse por essas leis malditas que criminalizam relacionamentos consensuais, a criança teria o seu direito de nascer, a mulher o seu direito de mãe, e o rapaz o seu direito de ser pai.

Infelizmente, no Brasil também seria crime. O crime seria de “estupro de vulnerável“. Um rapaz de 13 anos, que faz sexo consentido com sua professora gata, sendo tratado como vítima de estupro de vulnerável. Além de ser uma ofensa a Deus por criminalizar o sexo consentido, é um enorme desrespeito às pessoas que são estupradas de verdade. Juristas sensatos quiseram mudar isso com a redução da idade de consentimento sexual no anteprojeto do novo código penal.

Para 99% dos homens de 13 anos, poder fazer sexo com uma bela mulher quase todo dia é um presente de Deus. Deus deu a Davi, o homem segundo o coração de Deus, várias mulheres. Salomão teve mil mulheres. Tem gente que precisa ler a Bíblia.

Fonte:extra.globo.com/noticias/mundo/professora-que-engravidou-de-estudante-de-13-anos-condenada-30-anos-de-prisao-20487968.html

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Adolescente grávida quer morar com o padrasto

Jovem adolescente de 11 anos engravida do padrasto, diz que não houve estupro, que consentiu com as práticas sexuais e amorosas, que gosta dele e quer morar com ele.

Os encontros amorosos entre a garota de onze anos e o padrasto de quarenta anos, ocorriam no quarto da menina, antes do quarentão sair para trabalhar e com a mãe da moça na casa, em Rio Negro, disse o delegado Fábio Magalhães. A jovem está grávida de sete meses. O padrasto foi ouvido nesta quarta-feira (10/02/2016) na delegacia de Rio Negro. Conforme o delegado, o padrasto confirmou que mantinha relação sexual com a jovem mulher. “Ele confirmou que há muito tempo vinha mantendo relação sexual com ela”, afirmou Magalhães.

“O padrasto confirmou que há muito tempo vinha transando com a jovem” (Magalhães)

A adolescente foi chamada na delegacia e disse ter consentido os encontros amorosos. “Ela confirmou que consentiu, que ela gosta dele e queria morar com ele”, disse o delegado. Os encontros aconteciam ainda de madrugada, antes do padrasto ir trabalhar, no quarto dela. Eles moravam numa fazenda. O acusado de crime sexual morava com a mãe da menina há pouco mais de um ano, conforme afirmou o delegado. O padrasto e a jovem afilhada afirmaram que a mãe dela não sabia do relacionamento dos dois amantes. A mãe da adolescente só desconfiou na semana passada por causa do comportamento diferente da filha. Assim que tomou ciência do envolvimento da filha com o companheiro dela, expulsou o companheiro da casa e o denunciou. O homem suspeito de crime sexual está preso desde a última quinta-feira (04/02/2016) e foi indiciado por estupro de vulnerável. Apesar do consentimento da jovem ninfeta, o Código Penal define injustamente estupro de vulnerável: “Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos”. De acordo com o delegado, o acusado não tinha passagens pela polícia.

“A moça confirmou que consentiu as transas, que ela gosta do padrasto e que queria viver com ele” (Magalhães)

Informações do G1, MS.

Juíza Andréa Pachá critica e sensura G1 sobre caso de menina 11 anos e padrasto de 40

A juíza Andréa Pachá sensurou o G1 sobre relacionamento amoroso de menina de 11 anos com seu padrasto de 40.
O G1 apenas deu voz a suposta vítima, que afirmou ter consentido sexualmente e querer ficar com o seu amante.
Andréa Pachá se diz feminista, mas ignorou o desejo dessa jovem mulher de ficar com quem gosta e poder ter sua família. Diferentemente da Pachá, Simone de Beauvoir queria a abolição da idade de consentimento sexual.
Criança não faz criança. Criança é quem tem menos de 9 anos de idade, quem não atingiu a puberdade. Violência é, por coação estatal, tirar da garota o seu direito de ter uma família com o homem que ela gosta e assim poder criar o fruto desse amor.

A juíza Andréa Pachá está equivocada. Criança não faz criança. Criança é a garota com menos de 9 anos de idade, que não atingiu a puberdade. Quem verdadeiramente vitimou essa menina foi o Estado ao tirar da mulher o seu direito de ter uma família com o homem que ela gosta e assim poder criar o fruto desse amor. Não faz sentido falar de estupro quando há consentimento sexual. A garota se relacionava consessualmente com o homem. Devida à intervenção estatal, a jovem vai ser obrigada a ser mãe solteira de uma criança filha de pai presidiário. Sem a intervenção estatal, o casal estaria junto.

A repórter do G1, que foi sensurada pela magistrada Andréa Pachá, deu voz à garota, permitindo que a jovem exprimisse a sua vontade. Qual o problema disso? Receio da lei que criminaliza o sexo consentido seja questionada? Violência no uso perverso das palavras é ignorar a voz da vítima, tratar como estupro o sexo consensual. A jornalista do G1 teve a sensibilidade que a magistrada da área da família não teve, infelizmente. Jornalista é para noticiar fatos, não escrever notícias como bem quiser. Lamentavelmente, essa jornalista, ou repórter, foi injustiçada por ser profissional, por fazer o seu trabalho da forma correta.

A jovem mulher grávida quer ficar com o pai do seu filho. Por que a sua vontade não é ouvida? Os moralistas preferem obrigar essa garota a ser mãe solteira, a ter que criar o filho sozinha, a se sentir culpada pela prisão do pai do seu filho. O moralistas não estão nem aí para a criança que vai ser obrigada a nascer sem a presença do pai e sofrer com toda essa situação.
Nessa hora não aparecem defensores da mulher para apoiar a vontade da jovem de viver com o seu amor, nem defensores da criança e nem pró-vida para apoiar a criança no seu direito de ter seus pais. Muito menos defensores da família para apoiar essa família. Sim são uma família. Uma família vítima de vários preconceitos. Preconceito etário, preconceito por engravidar cedo, etc.

Outros casos de relacionamentos sexuais de jovens mulheres:

Justiça da Itália inocenta idoso de 60 anos por fazer sexo com menina de 11

Lola Benvenutti, uma mulher contra a hipocrisia, admite seu desejo por sexo aos 11 anos e ter escolhido um homem de 30 para tirar a sua virgindade

Mais um rapaz vítima da hipocrisia moralista, preso por assumir sua mulher e ter sido feito de bobo pelos pais da jovem:

Mito: Noivas meninas, 554 mil crianças casadas no Brasil

Títulos sensacionalistas, como “Noivas meninas: realidade de 554 mil crianças casadas no Brasil” são noticiados para chamar atenção e não passam de mentiras. As reportagens são sobre o casamento de mulheres adolescentes, geralmente casamentos consensuais.

Ivonete da Silva, de 14 anos, e Thainá Darri, de 17 anos

Ivonete da Silva, 14 anos, é mãe de Rayslani, de 1 ano. Thainá Darri, 17, casada desde os 15, está grávida.

A mídia em busca de audiência fácil fica desonestamente comparando o Brasil onde algumas garotas de 10 a 17 anos casam por livre e expontânea vontade com meninas de 7 anos do Oriente Médio que são obrigadas a se casar para ter uma vida melhor ou mesmo são vendidas. Parece que esses repórteres odeiam tanto o Brasil que só sabem falar mal do país.

Não há relato de meninas com menos de 9 anos casadas do Brasil. Assim, não se pode dizer que haja casamento infantil ou casamento de crianças no país do Pau-brasil. No Brasil, ocorre apenas casamentos de mulheres adolescentes, ou seja, de garotas com mais de 9 anos de idade, garotas que entram na puberdade e voluntariamente buscam por relacionamentos estáveis, e que deveriam ser devidamente reconhecidos pelo Estado.

Casamento infantil não existe no Brasil, não existem crianças casadas, não existem noivas meninas, porque criança é quem não atingiu a puberdade (geralmente, individuos com menos de nove anos de idade). Os casamentos e uniões no Brasil são realizados com pessoas maiores de nove anos. Pessoas que já entraram na puberdade, sendo portando adolescentes ou adultos. mas infelizmente a grande mídia e ONGs não fazem essa observação e divulgam a ideia equivocada de haver casamentos de crianças no Brasil.

Colocam vários defeitos no casamento como a baixa escolaridade das garotas, como se não fosse possível conciliar casamento e escola, e ignoram que o problema da baixa escolaridade está na dificuldade de acesso à educação e ao ensino regular, além da baixa qualidade que desestimula qualquer aluno. A pesar de Constitucional, o Estado não garante o direito à educação de qualidade a todos brasileiros.

Combater o casamento de jovens só vai levar as mulheres cada vez mais para a promiscuidade e a relacionamentos instáveis, aumentando a chance de pegarem DST’s, terem gravidez indesejada, serem mães solteiras etc. Não existe casamento infantil no Brasil. Criança é quem não atingiu a puberdade (em geral, garotas com menos de 9 anos de idade). Infelizmente, chamam equivocadamente o “casamento adolescente ou casamento adulto” de “casamento infantil”. Equivocadamente porque casamento infantil é apenas o casamento de pessoas com menos de 10 anos, idade que a própria ONU define como o início da adolescência, que considera criança quem tem menos de 10 anos. É uma boa referência porque criança é quem não atingiu a puberdade e a puberdade começa por volta dos 9 anos de idade.

É normal que mulheres adolescentes tenham relacionamentos. Se não há casamentos ou relacionamentos estáveis, abre espaços para condutas clandestinas, basta ver que mulheres jovens (12-24 anos) são as maiores vítimas da AIDS atualmente, fruto de relacionamentos cada vez mais eventuais, que aumentam a probabilidade de contágio. Relacionamentos eventuais muitas vezes são fruto do machismo, já que pais adoram “segurar” suas filhas e elas para ter mais liberdade, acabam fazendo coisas às escondidas e buscando a promiscuidade para viver a sua sexualidade, uma vez que têm dificuldade de arranjar um parceiro fixo.

É preciso se livrar do moralismo e encarar a realidade da sexualidade, porque enquanto a ONU e outras organizações estiverem aberta ao moralismo, assim como os governos, ficará difícil cuidar da saúde das jovens mulheres. Basta ver a histeria que ocorre com a vacinação de garotas contra o HPV, métodos contraceptivos, exames ginecológicos etc.

“Aqui, as meninas se jogam no funk, bebem e nem sabe quem é o pai do filho delas. O casamento me poupou disso”. Thainá Darri

Thaina Darri, 17 anos

“Aqui, as meninas se jogam no funk, bebem e nem sabe quem é o pai do filho delas. O casamento me poupou disso” Thaina Darri

Maria de Nazaré, uma mãe adolescente

A verdadeira história de Maria, mãe de Jesus: Quem foi Maria se não uma mãe adolescente? Ela foi a virgem teen escolhida. Uma donzela israelita e moça suburbana, uma jovem periférica, apesar da sua descendência de Davi. Uma mulher adolescente recatada, do lar e fiel a Deus. Não uma lolita, ou ninfeta ou periguete, vaidosa e entregue aos desejos e prazeres da carne, e nem uma patricinha ou socialite soberba apegada à luxúria e à avareza.

Maria de Nazaré, Virgem Maria, Santa Maria, Ave Maria, Mãe de Deus, Rainha dos Céus, Nossa Senhora e Teótoco são nomes e títulos atribuídos à mulher, a bem-aventurada entre as mulheres, que engravidou na adolescência de Jesus Cristo, o filho de Deus, por intervenção do Espírito Santo (Mateus 1:16-25, Lucas 1:26-56, Lucas 2:1-7). Descendente do rei Davi, Maria foi uma donzela, judia, adolescente, humildade e pobre. E foi essa simples mulher, a escolhida para ser a mãe do Messias, o Salvador Jesus Cristo.

“Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.” Maria, Lc 1:46-49

Maria de Nazaré

Maria de Nazaré, a novinha escolhida por Deus.
Maria, Mariam ou Miriam, tanto faz.

Maria (grego koiné: Μαριας ou Μαριαμ), Mariam (aramaico: Maryām; árabe: مريم, Maryam) ou Miriam (hebraico: מִרְיָם, Miriam), dedicou-se ao Templo dos 3 anos aos 12 anos quando saiu para se casar, como era o costume das judias de sua época. Os evangelhos canônicos descrevem Maria como uma jovem virgem (grego: παρθένος, parthenos).

Jesus e Maria, uma jovem mãe adolescente

Maria, mãe de Jesus, foi uma jovem adolescente grávida. A novinha grávida do Espírito Santo.

Maria de Nazaré, a Virgem Maria, foi desposada aos 12 anos de idade pelo carpiteiro José de 90 anos, um senhor de idade avançada, que morreu aos 110 anos. José ficou viúvo aos 89 anos, cerca de um ano antes de desposar Maria, de um casamento que durou 49 anos com uma mulher chamada Melcha, Escha por alguns e Salomé por outros; Eles tiveram seis filhos, duas meninas e quatro meninos, o mais jovem deles seria Tiago, o Justo, que se tornou discípulo de Jesus e ficou conhecido como “O Irmão do Senhor”.

Conforme o costume judaico, o desposo, uma espécie noivado sério com valor de casamento, teria ocorrido quando Maria de Nazaré tinha cerca de 12 anos, o nascimento de Jesus aconteceu cerca de um ano depois [1]. Ela se casou com José e o acompanhou a Belém, onde Jesus nasceu.

São José, Nossa Senhora e Senhor Jesus Cristo

O idoso José e sua mulher adolescente, Maria, a mãe do Filho de Deus encarnado. Nota-se que Deus é contra o preconceito etário (Ele é anti-preconceito inter-etário).

Hoje em dia a gravidez na adolescência é estimatizada. Mulheres adolescentes são hostilizadas por engravidar. Não é anormal engravidar na adolescência. Gravidez na adolescência foi a regra na humanidade. Não era cultural esperar muitos anos para uma mulher casar e ter filhos, como acontece com os índios. A sociedade ocidental atual é antimaternidade, a mulher é doutrinada a ser carreirista e deixar os filhos só para mais tarde, ou mesmo, nem tê-los.

Na tradição judaica uma menina de 12 anos é considerada mulher adulta, maior de idade. Diferentemente da sociedade ocidental moderna que considera uma mulher de 12 anos como menor de idade, já que a maioridade civil varia de 16 a 21 anos. Na Bíblia não existe uma idade para a maioridade, muito menos uma idade de consentimento sexual ou idade mínima para o casamento.

Jesus Cristo e São José

Jesus e José. As imagens mais antigas de São José o retratam como homem idoso, como descrito em escritos antigos.

Na sociedade ocidental moderna, o casal sagrado do cristianismo, além de ser vítima de preconceito por uma gravidez considerada precoce, seria vítima de preconceito etário, ou preconceito inter-etário, porque Maria foi uma novinha de 12 anos desposada pelo idoso José de 90, um relacionamento intergeracional. Maria seria tratada como vítima de casamento infantil, mesmo não sendo criança, e José criminalizado e taxado de pedófilo, devida a histeria promovida pela mídia sensacionalista e também, lamentavelmente, por conservadores cristãos.

Conservadores cristãos, católicos, protestantes e evangélicos, que se dizem pró-vida e pró-família, seriam os primeiros a hostilizar e condenar o casal sagrado do cristianismo, como fazem com casais semelhantes atualmente, devida a criminalização do sexo consentido e do próprio casamento. Esses hereges moralistas associam um relacionamento aprovado por Deus à pedofilia.

Mulheres grávidas aos 12 anos, adolescentes grávidas aos 14 anos, jovens grávidas aos 16 anos, … Sejam periguetes, ninfetas, lolitas, patricinhas, socialites ou moças recatadas de igreja (ou não). Todas essas teens podem engravidar na adolescência. Essas moças sofrem grande hostilidade de uma sociedade que trata uma gravidez como se fosse o fim do mundo. Governo e ONGs internacionais tratam essas gravidezes como se fossem doenças e deixam essas jovens mulheres estigmatizadas e sem direitos.

Todo cristão verdadeiro deve se esforçar para reduzir a idade de consentimento sexual para 10 anos e assim dar segurança legal para os relacionamentos das jovens mulheres, evitar que pessoas sejam presas injustamente, que famílias sejam destruídas e que abortos sejam induzidos por pressão psicológica motivadas pela lei.

Na Bíblia sequer existe idade de consentimento sexual. Idades de consentimento altas são absurdas. Levando em conta que a idade da razão é aos 7 anos e que a puberdade começa aos 9 anos, a tendência natural dos jovens é mesmo namorar e fazer sexo. Uma idade de consentimento sexual não pode ser maior que 10 anos.

[1] Allison, Dale C., Matthew: A Shorter Commentary, p.12 Continuum International Publishing Group, 2004 ISBN 0-567-08249-0

[2]http://www.newadvent.org/cathen/08504a.htm

M.A. Friedman (1980), Jewish Marriage in Palestine, Vol 1, The Jewish Theological Seminary of Americ.

Richard Burn, Robert Tyrwhitt and Robert Phillimore, The Ecclesiastical Law, Volume 4, Sweet Stevens & Norton (London), pag 54

Protoevangelho de Tiago

Mulher Grávida aos Treze Anos de Idade

Relato de uma mulher grávida aos treze anos:

“Me chamo K e tenho 18 anos hoje.
Sempre aparentei ser mais velha, eu com 13 anos me davam 15, 16 fácil. Comecei aprontar bem novinha tinha lá meus 11 anos, e tudo isso escondida dos meus pais, que nem sonhavam com as coisas que eu fazia, que por sinal eram separados. Sempre morei com a minha mãe, e quando nos mudamos para um bairro mais afastado da minha família aprontava agora sem medo.
Com 13 anos comecei a namorar um cara de 19 😶, escondida né, tentava falar dele pra minha mãe e fazer com que ela aceitasse, mas ela não aceitava, e mesmo ela não aceitando não foi motivo pra eu terminar rs, com uns 4 meses ele terminou comigo (pra ficar com outra menina. DESGRAÇADO!!), mais nem um mês depois voltamos a namorar, ainda sem o consentimento da minha mãe e de ninguém rs.. Eu trazia ele escondido pra minha casa enquanto minha mãe trabalhava, e bom mais ou menos entre setembro e outubro comecei a desconfia que estava grávida, pela ausência da menstruação e porque demos motivos pra dúvida surgir, mais enfim, meu namorado comprou um teste de farmácia e eu fiz, e deu POSITIVO, como eu já imaginava, eu e ele ficamos muito assustados, afinal ele era bem mais velho, e eu super novinha, praticamente um bebê e estava lá com outro bebê dentro de mim, e depois da confirmação veio a parte mais difícil, como vou contar pros meus pais que eu estou grávida, se eles nem sabem que eu namoro, primeiro contei pra uma amiga, que também tinha 13 anos, e ficou animada kkk, certa vez com a minha mãe já desconfiando pela ausência da minha menstruação, a minha abençoada amiga manda uma mensagem no celular dela (minha mãe) falando, “oi amiga, tudo bem? Cuida bem do meu bebê viu), ai a minha mãe sacou tudo e veio me confrontar, me perguntou se eu havia feito algo que ela devia se preocupar por conta da menstruação está atrasada, e eu? Vou negar? Não né, era a chance que eu esperava pra contar, então ela imediatamente foi pra cozinha, ferveu um leite e misturou canela e me deu, logo fui pesquisa pra que servia, e li que ele adiantava a menstruação, e bom eu com medo não tomei, abri a janela do meu quarto, moro no 3° andar, e joguei pela janela e falei que tomei, mais nisso ela já tinha ligado para o meu pai, que estava a caminho de casa, nisso quando ele chegou e a minha mãe contou, ele ficou louco, saiu de casa dizendo que ia na polícia prestar queixa, que isso se caracterizava em estupro, eu corri atrás dele e não deixei, então a minha mãe desceu e falou que ia me levar ao ginecologista, e lá fomos nós 3, chegando lá a clínica estava fechada, então minha mãe queria ir na casa do meu namorado, então com muito medo eu disse a onde era, chegando lá ela queria falar com a mãe dele que não estava lá, e nem ele, então ficamos esperando, e quando ela chegou a minha mãe começou a gritar na rua, chorando, dizendo que eu estava grávida e que ele tinha me estuprado, eu então comecei a defende lo né, foi quando eu avistei ele chegando e meu pai indo em direção a ele, então fui atrás e meu pai só perguntou quantos anos ele tinha, então ele entrou pra casa chorando e eu fui atrás pra tentar acalma lo, e então depois fomos embora.
No outro dia fui pra escola cedo, e quando voltei meu pai estava em casa com a minha mãe me esperando para ir fazer o exame de sangue, e então nós fomos e fizemos e veio a confirmação de fato, eu estava grávida de 6 semanas, e então passamos numa psicóloga lá mesmo n clínica que orientou a minha mãe a aceitar, já que naquela altura do campeonato já estava feito, e que assim era pra minha mãe orientar meu pai e a família toda, e então foi o que ela fez, mesmo estando relutante, mais ai o meu pai não aceitava, e ainda queria prestar queixa, mais então minha mãe tirou isso da cabeça dele, mais então ele não queria falar comigo, que contou pros meus 3 irmãos que são mais velhos que também não aceitavam de jeito nenhum. Passando mais ou menos um mês depois as coisas foram se acertando, a essa altura era o meu pai que me acompanhava a todas as consultas pré natais e fazia de tudo por mim, porém ele ainda não aceitava meu namorado, pois bem, quando Ela, nasceu (eu já tinha feito 14, era uma menina) , M, estava todo mundo lá, e foi mágico, pois a minha família toda passou a aceitar, e mais que isso, todos passaram a amar ela incondicionalmente, e esse amor, fez com que o meu pai e meus irmãos aceitassem o meu namorado. E bom é assim até hoje, continuo com o pai da minha filha (meu namorido) já fez 5 anos, ela hoje está pra completar 4 anos, e é o maior xodózinho do meu pai e dos meus irmãos e de toda a família!
E hoje tudo o que eu posso fazer é erguer a mão pro céu e agradecer a Deus pelo maior e melhor presente que eu já ganhei, a minha filha! 😍👭”

Comentário do blog:

A mulher teve que lutar pela sua gravidez e pelo seu relacionamento.
Os pais tentaram fazê-la abortar. Quiseram por seu namorado na cadeia. Ela mesmo grávida teve que resistir a tudo isso.
Graças a essa resistência dela, ela está com seu filho num relacionamento que já completa 5 anos.
Se a lei tivesse prevalecido, uma família teria sido destruída, a família dessa criança que mal veio ao mundo.
Seria muito cômodo para essa garota abortar o próprio filho.
É uma ilusão achar que idade de consentimento alta evita sexo, pelo contrário ela promove a promiscuidade. Porque a prática sexual se torna clandestina. Evita que relacionamentos sérios sejam assumidos e abre espaço para as “ficadas” (relacionamentos rápidos sem compromisso).
É necessária a redução da idade de consentimento sexual e o anteprojeto do novo código penal que diminui a idade de consenso sexual para 12 anos é bem vindo.

Outros casos:

“GRÁVIDA AOS 13 – MÃE AOS 14”

“Sim, grávida aos 13”