Kelly Key, Baba Baby e Amor

Baba“, também conhecida como “Baba Baby“, música de Kelly Key (Kelly de Almeida Afonso Freitas) do seu álbum Kelly Key de 2001, seu primeiro álbum homônimo, lançado em 17 de agosto pela Warner Music Brasil. Kelly mostrou para Andinho, um parceiro de composição, uma canção composta por ela aos 13 anos de idade, intitulada “Baba”, a qual tratava de um professor que havia a desprezado quando criança e passou a se interessar por ela já adolescente, ou seja, quando a criança cresceu e se tornou uma bela mulher. Apesar de inicialmente não achar que a canção seria boa o suficiente para o seu trabalho musical, ela e Andinho trabalharam na faixa de música, incorporando novos versos e criando um desfecho para incluí-la no álbum. A música acabou sendo o maior sucesso da artista e fez parte da campanha do Governo Federal pelo incentivo ao uso da camisinha, em 2002.

‘O papel de conselheira é o mesmo que Kelly interpretou quando contratada pelo Ministério da Saúde para fazer campanha pelo uso da camisinha, no Carnaval passado. Apesar de doar o cachê – cerca de R$ 50 mil – a uma instituição, a escolha do governo gerou polêmica. Quem a criticou disse que ela não tinha bagagem pedagógica para falar sobre o certo e o errado à juventude. Também foi qualificada como fútil e mulher-objeto. “Não sou a pessoa correta para dar conselho, porque já recebi muitos e não segui nenhum”, explica-se. “Mas nunca tive problemas com drogas e sempre usei camisinha. Tenho o perfil certo para falar com a juventude, porque vivi muito nova a minha vida.”’ (istoegente)[5]

Faixas do álbum de 2001: “Baba“, “Escondido“, “Só Quero Ficar“, “Bolada“, “Anjo“, “Baba“, “Brincar de Amor“, “Tudo Com Você“, “Quem é Você?“, “Viajar no Groove“, “Cachorrinho“, “Escondido” (remix). Foram gravadas em 2000 e 2001.

História da música “Baba”:

A canção “Baba”, Baba Baby, foi escrita originalmente quando ela tinha 13 anos, como um desabafo pessoal. Kelly Key, aos 7 anos de idade, era apaixonada pelo seu professor de educação física, que não queria nada com ela por ser muito nova. Mas, quando ela chegou à puberdade, e cresceu, ele passou a se interessar por ela. A mulher atraente de 12-13 anos, de corpo exuberante, já não era mais aquela criança de 7 anos, sem desenvolvimento puberal.

Kelly Key, além de ter um corpo maravilhosamente moldado pela puberdade, aos 12 anos, a mulher ainda malhava numa academia. O seu professor, que não se interessara pela menina de 7 anos, passou a desejar a mulher de 12-13 anos, que magoada pelo desprezo de outrora, passou a provocar e desprezar o tal professor, como vingança. Aos 13 anos, ela escreve a música “Baba” e conhece o seu novo amor, o cantor Latino (nome artístico de Roberto de Souza Rocha) e começou a namorá-lo. Latino logo engatou um relacionamento com a jovem mulher com quem casou aos 16 anos e teve uma filha. Ficaram juntos 5 anos (1997-2002). 

“Da infância tímida em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, Kelly de Almeida Afonso não era sombra do que é, hoje: cantora desinibida, mulher polêmica. Esse perfil começou a ser traçado aos 13 anos, quando ela investiu numa história de amor com um homem dez anos mais velho, casado e com filhos na bagagem. Latino, nome artístico de Roberto Souza Rocha, um cantor de funk do subúrbio carioca de Maria da Graça, foi por cinco anos um misto de amante, marido e empresário de Kelly” (istoegente)[5]

Kelly Key com o seu namorado Latino

Kelly Key, aos 13 anos de idade, começou a namorar Latino de 23.

Trechos da canção “Baba”:

“Você não acreditou
Você nem me olhou / Você sequer notou
Disse que eu era muito nova pra você
Mas agora que cresci você quer me namorar”
“Não vou acreditar nesse falso amor
Que só quer me iludir me enganar isso é caô
E pra nao dizer que eu sou ruim
Vou deixar você me olhar
Só olhar, só olhar, baba
Baby, baba”
“Olha o que perdeu
Baba, criança cresceu
Bem feito pra você, é, agora eu sou mais eu
Isso é pra você aprender a nunca mais me esnobar
Baba baby, baby, baba, baba
Baby, baba”[1]

Muitas garotas se irritam com o fato de não despertarem interesse relevante do sexo maculino quando ainda não entraram na puberdade, ou estão no início dela, e depois, com o corpo desenvolvido, passarem a se preterida por muitos homens. Elas ficam chateadas com a realidade, porque acreditam que um homem deveria ter interesse por ela antes dela ter o corpo desenvolvido para ser amor de verdade. Afinal, no conceito cristão de ágape, quem ama, ama além do corpo. Mulheres querem ser amadas independentemente do corpo que tenham.

Novinha feliz por emagrecer e ficar gata

A garota não precisou se esforçar muito. Porque os hormônios sexuais, devidos a puberdade, emagrecem e definem o corpo.

A puberdade feminina começa por volta dos 9 anos, é esperado que o erótico e o sexo ganhe importância em sua vida, que o corpo seja modelado e amadureça sexualmente. Logo, não se trata de sexualidade infantil, que por definição é impúbere, mas de sexualidade adulta, que é púbere. Nessa mudança corporal, muitas jovens mulheres se frustam ao ver como um corpo desenvolvido e bonito faz diferença na hora de arrumar um namorado, mas, por outro lado, também ficam envaidecidas diante do seu poder de sedução. O crush (gíria copiada dos EUA, que significa pessoa por quem se tem sentimento, desejo, paixão ou amor platônico), que antes a esnobava, pode começar a se deslumbrar e desejá-la.

[1]https://www.vagalume.com.br/kelly-key/baba.html

[2]https://pt.wikipedia.org/wiki/Kelly_Key_(álbum_de_2001)

[3]http://www.letras.com.br/curiosidades/kelly-key

[4]http://livrocaiunarede.blogspot.com.br/2006/03/baba-kelly-key.html

[5]http://www.terra.com.br/istoegente/199/reportagens/capa_kelly_key_01.htm

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Mitos sobre Abuso Sexual Infantil

Mais um artigo que busca desconstruir alguns mitos. No artigo anterior foi tratado Mitos sobre Pedofilia. Neste artigo falaremos de mitos sobre abuso sexual infantil, ou seja,
de mitos sobre o abuso sexual de crianças. Biologicamente, criança é quem não atingiu a pubedade (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). A OMS (Organização Mundial de Saúde) classifica como criança o indivíduo com menos de 10 anos de idade.

Mito 1: Mulheres não abusam sexualmente de crianças

Assim, como há homens abusadores de crianças, também há mulheres abusadoras de crianças, que abusam tanto de crianças do sexo masculino quanto do sexo feminino. Muitas meninas são abusadas por outras mulheres (lésbicas ou não). Segundo a psicoterapeuta, sexóloga e especialista em sexualidade humana pela FMUSP, Dra. Magda Gazzi:

“existem pesquisas que nos sugerem que 20 a 25% dos casos de ASC [Abuso Sexual em Crianças] são cometidos por mulheres. As crianças abaixo de 5 anos são as que mais correm riscos de serem abusadas por mulheres, segundo a pesquisa. Esses abusos geralmente não são detectados devido a pouca idade das crianças e também porque algumas atividades sexuais são conduzidas em torno de práticas de higiene comuns ao dia-a-dia das crianças. A realidade é que algumas mulheres abusam de seu poder sobre as crianças e da sua facilidade de cuidadora, e podem sim fazer isso de maneira sexual” (Dra. Magda Gazzi, FMUSP)

Mito 2: Pedofilia é abuso sexual infantil

Pedofilia não é abusar sexualmente de criança. Pedofilia é apenas uma forte orientação sexual por crianças (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). Pedofilia não é uma prática sexual. Portanto, não faz sentido chamar o abuso sexual infantil de pedofilia.

Mito 3: Todo abusador de crianças é pedófilo

Nem todo pedófilo é abusador sexual de crianças e nem todo abusador sexual de crianças é pedófilo. A maioria dos abusadores sexuais de crianças não é pedófila. Estima-se que menos de 3% dos abusadores sexuais de crianças possam ter pedofilia.

Mito 4: As meninas correm mais risco de abuso sexual do que os meninos

Não dar para afirmar que meninas corram mais risco de serem abusadas sexualmente, porque também são comuns os abusos sexuais contra meninos, porém, esses abusos são muito mais menosprezados. Meninos têm muito mais dificuldade de relatar que foram vítimas de abuso sexual. Quando molestados por mulheres, suas queixas são menosprezadas; e quando molestados por homens, ficam com receio de serem considerados homossexuais (“viadinho”, “bichinha”, etc). E isso acaba se traduzindo em um número de denúncias muito menor por parte de meninos estuprados.

Mito 5: Apenas homossexuais abusam sexualmente de garotos
A maioria dos estupradores de meninos são heterossexuais. Isso mesmo, heterossexuais! Ninguém precisa ser gay para se envolver em atos homossexuais. Muitos heterossexuais, por falta do sexo oposto, transam com pessoas do mesmo sexo. É comum adolescentes heterossexuais se aproveitarem de crianças do mesmo sexo para sodomizá-las.

Mito 6: Só adultos abusam sexualmente de crianças

Adolescentes são os maiores molestadores sexuais de crianças. Se não for em números absolutos, os são, com certeza, em números relativos. É muito comum adolescentes abusarem sexualmente de crianças. Também não é raro que crianças violentem sexualmente outras crianças.

Mito 7: Crianças são assexuadas e puras

Segundo a tradição cristã, a criança nasce em pecado. Segundo a ciência, nota-se que crianças já nascem egoístas. Crianças também abusam de outras crianças, ou mesmo dos mais velhos.
A afirmação “O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe.” do “Do Contrato Social”, principal obra de Rousseau, não condiz com a realidade. Egoísmo, orgulho, vaidades, etc. são vícios internos do ser humano, que fazem das atitudes humanas más. Crianças não são assexuadas e nem puras de pensamentos.

Felipe Heiderich Gay e Pedófilo?

Pastora Bianca Toledo se separa e acusa marido, Pastor Felipe Heiderich (Felipe Garcia Heiderich), de ser gay e pedófilo. O casal tinha fundado o ministério AME (Associação Mundial de Evangelização e Ensino). Eles também fazem parte faz parte do conselho de líderes internacionais da KGM (Kingdom Global Ministry), entidade norte-americana fundada por Larry Tituscom sede em Dallas, Texas, EUA. Bianca Toledo e Felipe Heiderich se casaram em 2013.

Bianca Toledo, Felipe Garcia Heiderich e o menino filho dela

Casal Bianca Toledo e Felipe Heiderich, e o menino filho da pastora.

Bianca acusou o companheiro de abusar sexualmente do enteado de 5 anos, filho de um relacionamento anterior dela. Segundo a denúncia, os abusos sexuais aconteciam durante o banho da criança. A pastora divulgou um vídeo dizendo que estava se separando de Felipe após descobrir que ele era homossexual e encontrava-se “acautelado por crime de pedofilia“.

Felipe nega todas as acusações. Segundo seu advogado, Leandro Meuser, o pastor está sendo vítima de injustiça: “Na qualidade de Advogado de Felipe G. Heiderich venho a público informar que as acusações formuladas contra Felipe são inteiramente falsas… iremos provar a inocência de Felipe nos autos do inquérito policial, confiando no trabalho da Policia e da Justiça! Orem por Felipe para que ele tenha forças para superar essa grave injustiça, e peçam a Deus que ele faça apenas JUSTIÇA, nada mais!”

A mídia como sempre erra ao falar que alguém é preso por pedofilia. Ninguém é preso por pedofilia, porque pedofilia não é crime. Felipe Heiderich foi indiciado pelo crime de estupro de vulnerável por ter feito sexo com uma criança de 5 anos de idade. No Antigo Testamento da Bíblia, não há condenação por alguém fazer sexo com uma criança, mas há pena de morte para quem prática atos homossexuais (sodomia).

A Bíblia cita dois papeis num relacionamento homossexual, o sodomita e o efeminado (ou afeminado).O sodomita é o indivíduo que faz o papel do homem, chamado de homossexual ativo. O sodomita pratica a penetração (sodomização) e têm o seu pênis estimulado pelo outro homem (chupado, masturbado, etc). Já o efeminado é o que faz o papel da mulher, chamado de homossexual passivo. O efeminado é penetrado, têm a sua região anal estimulada e estimula o pênis do outro homem (chupando, masturbando, etc).

Se o pastor Felipe tiver se comportado apenas como efeminado, sem penetrar ou estimular a região anal da criança, provavelmente não afetará a sexualidade do menino, ou seja, a criança continuará heterossexual. Mas, se o pastor tiver se comportado como sodomita, sodomizando, penetrando, estimulando a região anal do menino ou pedindo para a criança chupar o seu pênis, provavelmente afetará a sexualidade da criança e ela poderá se assumir homossexual ou bissexual. Sodomitas produzem efeminados.

Não é porque uma pessoa faz sexo com criança que essa pessoa seja pedófila. Pedofilia é apenas a forte atração sexual por quem não atingiu a puberdade. Pedofilia não a prática sexual com crianças. Há vários motivos para alguém fazer sexo com uma criança, além da pedofilia. Felipe pode ser um efeminado que buscou na criança, por ser menino, uma satisfação sexual, como buscaria com qualquer homem.

Felipe Garcia Heiderich

Felipe Heiderich defendendo a pureza: “Pureza é coisa de homem”

 

MC Melody

Gabriela Abreu, a MC Melody, gerou polêmica em abril de 2015, nas redes sociais, ao se apresentar dançando Funk aos 7 anos de idade (ela nasceu em 10/12/2007). Filha de Thiago Abreu, o MC Belinho, Melody dança Funk desde pequena, fã de Anitta, a menina sonha em ser artista do Funk.

MC Melody (Gabriela Abreu)

MC Melody (Gabriela Abreu), funkeira mirim.

MC Melody, a cantora mirim de 7 anos de idade que reacendeu a discussão sobre erotização infantil. Ora milhões de meninas dançaram o “Segure o Tchan” dos grupos “É o Than” e Gera-Samba, quando eram um só, “Na Boquinha da Garafa” da Companhia do Pagode e tantas outras músicas, como os funks com danças bastante sensuais. É uma hipocrisia querer prejudicar a carreira de uma garota que consegue ganhar dinheiro fazendo o que gosta, cantar e dançar funk, enquanto milhões de meninas dançam todo tipo de música sensual de graça, sem ganhar nada. Apenas como expectadoras. Qual dança não tem a sua sensualidade?

Infelizmente, os moralistas e conservadores, sejam de esquerda e direita, ditos defendores da família e feministas, chegaram ao ponto de querer a prisão do pai da Melody, apenas por ele tentar realizar o grande sonho da menina de sete anos de ser artista do Funk. Lamentável ver a bancada evangélica, que tanto se diz defensora da família, não respeitar a família do MC Belinho.

Se é imoral dançar funk, é infinitamente mais imoral prender os pais de uma menina de apenas sete anos de idade, com quem ela se relacionada muito bem. Prender os pais dela é violentá-la psicologicamente e emocionamente. Violência essa que tornou-se notável no seu semblante após a intervenção descabida dos ministérios públicos estadual de São Paulo e federal.

Uma tática dos moralistas é acusar o pai da menina de estar praticando exploração infantil. Que exploração? Como afirmado, ela canta e dança por gostar e sonhar de ser artista do funk. O pai não a força a nada. Quem ver os vídeos dela antes da perseguição estatal e midiática, percebe que a menina era só alegria. Alegria essa que foi abalada pela intervenção estatal e a ameaça de perda de guarda e de prisão do pai.

Uma criança, ou mesmo um adolescente, não pode ser artista do funk que já vem gente falando de exploração, mas ninguém toca na exploração estatal, que obriga todo mundo a estudar pelo menos 12 anos (Ensinos Fundamental e Médio), frequentando o ensino regular que mais enrola do que ensina, sem contar que a educação estatal é horrorosa. E pagar impostos não deixa de ser um estupro financeiro, que explora o trabalhador, quem produz, para manter a estrutura estatal, que vai ser usada para controlar esse mesmo trabalhador.

Sem dúvida, é melhor mesmo cantar funk ou desenvolver uma atividade que dê dinheiro e investir o que ganhar. Isso sim garante o futuro! O Estado está muito mais comprometido em dar vida boa para a sua elite (governantes, parlamentares, juízes, promotores e outros altos funcionários estatais), do que realmente se comprometer com o cidadão comum, com o pobre, que fica destinado a ensino público ruim, hospitais públicos lotados e a toda a burocracia que tortura qualquer um. Precisar acessar o serviço público para alguma coisa é uma lástima.

Não que estudar não seja importante, é importantíssimo e os funkeiros aproveitam a grana que ganham para frequentar escolas de melhor qualidade e não ficarem a mercer da péssima qualidade do ensino público.

Proibir menores de idade de cantar é matar sonhos, dizimar oportunidades únicas e abortar uma vida mais digna e confortável.

MC Melody e Anitta

MC Melody (Gabriela Abreu) e Anitta (Larissa de Macedo Machado), cantora, compositora, atriz e dançarina brasileira de música pop e funk melody.

Enquanto não falta ódio para destruir a felicidade de uma menina, que sonha em ser estrela do funk, poucos se importam com meninos de dois anos vestindo roupas de meninas, com a desculpa de desconstrução do gênero e em nome de uma igualidade que não existe. Crianças não são iguais. Não existe gênero neutro. Há meninos e meninas com as suas diferenças biológicas.

“MC Melody e os fiscais da vida alheia”

Mônica, ONU e Violência Contra Homens

A ONU escolheu a Mônica, do desenhista Maurício de Souza, para ser exemplo de empoderamento feminino. Isso mesmo empoderamento feminino. Que empoderamento é esse baseado na violência? É sabido que, em suas histórias, a Mõnica sempre reage com violência física quando se sente contrariada pelos meninos. É esse tipo de “empoderamento” que a ONU defende?

A ONU defende que meninas batam nos meninos

No dia 8 de março de 2016, com o Projeto Donas da Rua, a Mauricio de Sousa Produções (MSP) se tornou signatária dos Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU Mulheres.

A Mônica mete “o cacete”, agride os meninos de forma violenta, quando se sente contrariada. Como uma ONG, que faz campanha contra a violência contra mulheres, pode usar justamente uma personagem que pratica violência contra homens como exemplo de empoderamento feminino? A ONU luta contra a violência ou apenas contra a violência contra mulheres? E mais a ONU apoia a violência contra homens e ver essa violência como empoderamento feminino?

Violência física pura e virou exemplo de empoderamento feminismo da ONU Mulheres. Imaginem se fosse o contrário. As revistas seriam no mínimo banidas e mostradas como exemplo de sociedade patriarcal e machista.

História da Mônica:

Era o ano de 1963 quando a primeira personagem feminina criada pelo desenhista Mauricio de Sousa (nascido em 27 de outubro de 1935) apareceu em várias tirinhas. Inspirada em sua filha, Mônica Sousa, na época com três anos de idade, a personagem estreou em uma tirinha do Cebolinha, publicada no jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo). Logo, em sua estreia nos quadrinhos, a personagem Mônica pratica violência física contra o Cebolinha.

Mônica bate no Cebolinha

Na estreia de sua personagem, Mônica agride fisicamente o Cebolinha. É lamentável que a ONU Mulheres divulgue um quadrinho de violência física contra meninos e ainda apoie isso como empoderamento feminino: “Ela estreou na tirinha do Cebolinha e mostrou de cara a força das meninas”.

Mauricio de Sousa nunca teve problemas com a justiça por incentivar a prática de violência física contra meninos e as revistas da Turma da Mônica sempre foram normalmente vendidas. Por que a ONU não se importa com meninos? Por que a ONU ainda usa uma personagem que violenta meninos como exemplo de força feminina ou empoderamento feminino? A ONU está infectada por feministas misândricas?

Imaginem se fosse o contrário. Se o Cebolinha, ou o Cascão, batesse na Mônica, na Magali e noutras personagens femininas toda vez que se sentisse contrariado por elas? A ONU usaria como exemplo de força masculina ou empoderamento masculino? Claro que não. A ONU iria condenar a violência e pedir a proibição da venda das revistas. Feministas iriam usar o caso como exemplo de machismo e do patriarcalismo na sociedade.

Uma revista, onde regularmente  o Cebolinha, ou o Cascão, agredisse fisicamente Mônica, Magali e outras personagens do sexo feminino, teria o repúdio da ONU Mulheres e o enredo seria tratado como apologia e incitação à violência contra mulheres. Mas, como a violência é contra homens, ninguém liga. E a ONU ainda vê nisso exemplo de empoderamento feminino e força feminina.

E não é só a ONU Mulheres que pisou na bola ao escolher a Mônica como representante das meninas e exemplo de empoderamento feminino para as crianças. A personagem Mônica é embaixadora da Unicef (Fundo das Nações Unidas pela Infância) desde 2007. Isso mesmo. Desde 2007, Mônica é embaixadora do Unicef. Inacreditável, né?

Mônica espancando o Cebolinha

Mônica agredindo física e violentamente o Cebolinha (quadrinho mais recente).

É lamentável que a ONU, pela importância que tem no mundo, escolha uma personagem agressiva, violenta, descontrolada, que bate nos meninos por qualquer coisa. A mesma ONU que apoia a Lei Menino Bernardo, que proíbe até palmadas dos pais nos filhos, escolhe a personagem violenta para ser embaixadora da Unicef e exemplo de empoderamento feminino para meninas. Dá para entender?

A ONU Mulheres se diz fundamentada na visão de igualdade consagrada na Carta das Nações Unidas, a instituição trabalha pela eliminação da discriminação contra mulheres e meninas e a favor da igualdade de gêneros no que diz respeito ao desenvolvimento, direitos humanos, ação humanitária, paz e segurança. Cadê a igualdade, paz e segurança onde meninas são incentivas a serem violentas com os meninos?

Mulher, cor de rosa e feminismo

Para feministas, mulher não pode mais gostar de cor-de-rosa. Porque mulher gostar de cores consideradas femininas, como rosa, violeta, lilás, púrpura (magenta) ou roxo, é machismo. É o que afirma o post feminista: “Garota de 10 anos dá aula de feminismo no Encontro com Fátima Bernardes” [1]

O post do site Huffpost Brasil afirma que:

Quem assistiu ao programa Encontro nesta terça (15) ganhou uma pequena, mas poderosa, demonstração de como o feminismo está mudando a vida de jovens mulheres.

a garota Anita, filha de 10 anos do apresentador e escritor Marcos Piangers, deu um baile.

Perguntada se concordava que rosa é cor de menina e azul, cor de menino, Anita foi categórica: “Eu acho que assim: tem a fase que quando tu é pequena, tu gosta de rosa e roxo. Mas quando tu cresce, tu pensa: Pô, que porcaria! Isso é uma coisa machista! Eu não gosto de rosa.” EMPODERADA!

Anita Piangers deixou de gostar de cor de rosa por considerar machismo uma mulher gostar de rosa. A garota afirma ter gostado da cor rosa quando pequena, mas viu que era “machismo” gostar de rosa e hoje prefere usar azul. Ué, feminismo não era pela liberdade da mulher? Agora a mulher tem que ficar se policiando o tempo todo para não se enquadrar num critério que alguém definiu como machista?

Já a sua irmazinha pequena, Aurora Piangers, uma criança de apenas 2 anos, também no programa de Fátima Bernardes, afirma gostar de rosa. Tadinha, vai sofrer nas mãos da irmã mais velha para ser uma feminista empoderada que não gosta de rosa, magenta (púrpura), lilás, violeta ou roxo, essas cores consideradas femininas.

O título ainda chama de “aula de feminismo” e a autora do artigo continua empolgada, no decorrer do texto, com a atitude da jovem de 10 anos, tida como “empoderada” por se “libertar” do seu gosto por rosa.

De acordo com as feministas, pode-se concluir que as meninas nascem machistas, porque, desde bem pequenas, preferem as cores rosa e roxo, como nos exemplos de Anita e Aurora, que, quando pequenas, gostam dessas cores.

Mas o que dizem cientistas?

Segundo a teoria desenvolvida por cientistas da universidade chinesa Zhejiang, publicada no periódico Personality and Individual Differences:

“Mulheres preferem o rosa por causa de ancestrais coletoras de frutas. Já os homens gostam do azul porque a tonalidade representa um bom dia para a caça.”[2]

Segundo os cientistas, as mulheres tendem a preferir a cor de rosa e o vermelho, já homens tendem a dar preferência ao azul e ao verde. E as tendências vêm de longe. Os pesquisadores acreditam que o maior contato das mulheres com frutas vermelhas e roxas durante a coleta fez com que elas, ao longo do tempo, preferissem essas tonalidades. Os homens, por outro lado, por azul sinalizar bom tempo, ideal para os dias de caça, passaram a gostar mais dessa cor.

Atualização 15/09/2017: Taís Araújo desabafa sobre predileção da filha por brincar de “casinha”[3]:

“Tenho uma filha de 2 anos e oito meses que ama rosa, enlouquece com princesas, brinca de mãe e filho o dia todo e chora quando entra numa loja de brinquedos querendo ferro e tábua de passar! Socorro! Confesso que, cada vez que vejo esse movimento todo dela, me arrepio da cabeça aos pés. Parece piada que minha filha aja de maneira tão contrária a tudo que eu acredito; mais ainda, de maneira contrária a tudo que prego no meu dia a dia. Quando minha filha nasceu, não comprei um brinquedo. Bom, ela tinha um irmão de 3 anos, a casa já estava cheia de brinquedos e ela não precisava de nada além daqueles. Assim ela ficou, sem brinquedos novos até completar um ano, se não me engano. Foi ali que chegaram as primeiras bonecas, não sei quem deu, não me lembro, mas me lembro com perfeição quando ela, com um ano de idade, pegou uma boneca no colo e ninou. Fiquei muito espantada.” (Tais Araújo)

Taís Araújo, mais uma feminista espantada com o fato de que nem tudo é construção social. Há uma tendência natural de meninos e meninas fazerem escolhas especificas. Infelizmente, o ativismo feminista combate o masculino e o feminino por achar que é imposição social para oprimir mulheres. Ignoram que ser homem na sociedade também não é fácil.

[1] “Garota de 10 anos dá aula de feminismo no Encontro com Fátima Bernardes” -http://www.brasilpost.com.br/2015/09/15/feminismo-encontro-fatima_n_8142940.html

[2] “Por que as mulheres gostam da cor rosa?” -https://dicasdoprofessor.wordpress.com/2011/05/09/por-que-as-mulheres-gostam-da-cor-rosa/

[3] ‘Taís Araújo desabafa sobre predileção da filha por brincar de “casinha”‘ -https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2017/09/14/tais-araujo-desabafa-sobre-predilecao-da-filha-por-brincar-de-casinha.htm

Crianças não engravidam

A definição de criança é justamente quem não atingiu a puberdade. Quem ainda não começou a desenvolver os caracteres secundários (adultos) da sexualidade. Em, geral garotas entram na puberdade por volta dos 9 anos de idade, com o broto mamário, tornando-se púberes, e saem da puberdade por volta dos 13 anos, tornando-se pós-púberes. A menarca ocorre em média aos 12 anos de idade. A primeira menstruação é um fenômeno tardio dentro do processo puberal.

A infância termina com o início da puberdade. A puberdade feminina começa por volta dos nove anos de idade com o broto mamário, assim a mulher deixa de ser criança (quem não atingiu a puberdade) e passa a ser adolescente (quem alcançou a puberdade). Por volta dos 12 anos a mulher têm a primeira ovulação e ocorre a menarca (primeira menstruação). Tornar-se uma mulher adulta (quem alcançou a capacidade reprodutiva).

Biologicamente, criança é quem não atingiu a puberdade. Adolescente, quem entrou na puberdade. E adulto, quem alcançou a capacidade reprodutiva. A Biologia não é um mero papel onde qualquer pessoa coloca o que quer. A Biologia define nossas vidas. Uma mulher de 11-13 anos que ovula, ou esteja pestes a ovular, não é nenhuma surpresa que busque por relacionamentos, vá atrás de homens que lhe interessa. Afinal, alguém tem fecundar seus óvulos. Por isso, que essas mulheres chegam ao ponto de fugir com namorados e engravidam.

Uma mulher adolescente que já está na idade até de ter filhos, claro que vai atiçar o desejo dos homens. Logo, a fêmea tem que ser sexualmente atraente para atrair o macho e assim poder ser fecundada para gerar a prole, ou seja, seus filhos. As ninfetas, jovens mulheres, inspiram homens a fazer melodias como Garota de Ipanema, clássica canção de bossa nova e MPB de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, e as novinhas do funk e do sertanejo universitario.

A ONU classifica como criança quem tem menos de 10 anos de idade, mas dá um novo e equivocado sentido à palavra criança ao chamar de “crianças” os menores de idade, ou seja, pessoas que não alcançaram a maioridade civil, que na maioridade dos países é aos 18 anos de idade. O melhor é não confundir esses conceitos e usar o mais correto, porque novinhas, teens, ninfetas, adolescentes, não são crianças.

Atualmente, como garotas planejam seu futuro em terninar “os estudos”, fazer faculdade, ter uma carreira, acabam adiando a gravidez. Por isso, que a maioria das mulheres não engravidam na adolescência. Mesmo tendo vontade de engravidar jovem, na adolescência, que é o ideal, do ponto de vista biológico.
Imagine se não houvesse todo um planejamento de futuro. Alguém acha que a maioria das mulheres não engravidariam na adolescência?
Mulheres da periferia, do interior ou mesmo indígenas engravidam na adolescência, porque elas não têm tanta expectativa de futuro como a garota de classe alta, que já nasce com o futuro todo definido pelos pais, para ser não menos que juíza, engenheira ou médica.

Mulheres, que geralmente, não engravidam na adolescência, arrumam motivos para adiar esse momento especial. Não é por falta de vontade ou desejo. Se fosse depender da vontade delas, ficavam todas barrigudinhas na adolescência. E levando em conta que a popularização do ensino regular é algo recente, bem como as exigências do mercado de trabalho. Não é novidade que a gravidez na adolescência tenha sido a regra geral durante a história humana na Terra.

E quem definiu isso? A nossa biologia. A natureza! Mulheres adolescentes da modernidade são como borboletas que escolhem não voar, por motivos sociais, mesmo tendo asas e o desejo. Muitas querem ser mãe e adiam esse sonho por pressão social, como a jovem do vídeo a seguir:

“GRÁVIDA AOS 13 – MÃE AOS 14”

“Sim, grávida aos 13”

Aulas básicas sobre Biologia:

Ensino Médio Telecurso: https://www.youtube.com/watch?v=ifhBMyw3big

Prof. Paulo Jubilut: https://www.youtube.com/watch?v=oLtKGtyhgbw

Ótimos vídeos do especialista em reprodução humana Dr. Elsimar Coutinho: https://www.youtube.com/user/ElsimarCoutinho/videos