Não à Banalização da Pedofilia

Destacado

A pedofilia foi banalizada. A banalização da pedofilia é promovida principalmente pela mídia sensacionalista americana e repetida pelo pessoal com mentalidade de colônia, que não pensa, não tem senso crítico, apenas repete como papagaio. A banalização da pedofilia é uma irracionalidade moderna sustentada por moralistas, movimentos de ódio e especialmente pela mídia sensacionalista.

Quem banaliza a pedofilia não está preocupado com crianças. Porque se estivesse, não banalizaria a pedofilia. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, quem tem menos de 9 anos de idade. Pedofilia (também chamada de pedofilia erótica ou pedossexualidade erótica) é justamente uma forte orientação sexual por crianças, gente impúbere, pessoas que não atingiram a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade.

A puberdade é responsável sexualidade adulta. A puberdade começa por volta dos 9-10 anos, não 18. Logo, pedofilia não abrange adolescentes (seria uma contradição caso abrangesse). Adolescente é quem atingiu a puberdade. A fase da vida humana de maior erotismo é a adolescência. Nivelar adolescentes com crianças, atribui conceitualmente à infância uma eroticidade que ela não tem. E ainda pode expor criança a adolescentes abusadores sexuais. Adolescentes são grandes abusadores sexuais de crianças e isso é ignorado por ONGs que dizem se preocupar com crianças.

Ninguém precisa ser especialista em reprodução humana para saber que a puberdade é a grande responsável pela sexualidade adulta. Qualquer índio ou analfabeto entende isso instintivamente. Não é a toa que índios e pessoas humildes do interior começam a casar por volta dos 12 anos. Eles percebem a erotização natural e veem o casamento como o lugar mais apropriado para a prática sexual. Porém, a repressão sexual pode levar jovens a buscarem “alternativas” para fazerem sexo, como o bestialismo (sexo com animais).

Abaixo, a imagem ilustrativa mostra, o óbvio, a diferença entre sexualidade infantil e adulta. Infelizmente, hoje em dia, devida a influência puritana americana, é preciso dizer que 1+1=2, ou seja, que adolescentes não são crianças. Adolescentes têm sexualidade adulta, não sexualidade infantil. A puberdade é responsável pela sexualidade adulta. Repare que, por mais que ela “sensualize”, Melody é desinteressante sexualmente. Já a Isadora, mesmo na dela, é altamente atraente.

Sexualidade Infantil (impúbere) e Adulta (púbere)

Sexualidade infantil, impúbere (impubescente), é caracterizada pela baixa taxa de hormônios sexuais e a ausência dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da MC Melody de 8 anos.
Sexualidade adulta, púbere (pubescente), é caracterizada pela elevada taxa de hormônios sexuais e a presença dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da Isadora Rodrigues de 12 anos.

Sexualidade infantil, sexualidade impúbere (impubescente), é caracterizada pela baixa taxa de hormônios sexuais e a ausência dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da MC Melody de 8 anos na foto. A sexualidade infantil é a sexualidade da criança, pessoa impúbere (quem não atingiu a puberdade). A sexualidade infantil é desinteressante para a maioria das pessoas. Pedofilia é a intensa atração sexual por quem não atingiu a puberdade, ou seja, pela sexualidade infantil, impúbere, em geral, antes dos 9 anos. Não tem nada a ver com adolescentes, como nos casos das novinhas do funk, colegiais, teens da pornografia, LolitaCaetano Veloso, Romeu e Julieta, Valentina Schulz, Millie Bobby Brown, Nosso Sonho (Claudinho & Buchecha), etc.

Sexualidade adulta, sexualidade púbere (pubescente), é caracterizada pela elevada taxa de hormônios sexuais e a presença dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da Isadora Rodrigues de 12 anos na foto. A sexualidade adulta é a sexualidade de quem atingiu a puberdade. A puberdade é responsável pela sexualidade adulta, púbere (quem alcançou a puberdade). A sexualidade adulta é altamente interessante para a maioria das pessoas. Não há erotização infantil, sexualização da infância, sexualidade precoce, romantização da pedofilia, cultura da pedofilia. Porque não se trata de criança.

A imensa maioria dos adolescentes de 12 anos sente muito mais desejo sexual pela mulher de 12 anos (sexualidade adulta) que pela menina de 8 anos (sexualidade infantil), a qual tende a ser desinteressante sexualmente. Porém, há uma minoria que sente grande excitação, de forma contínua, pelas meninas de 8 anos, por elas serem impúberes (impubescente). Taís adolescentes podem ser pedófilos. Existem pedófilos exclusivos, que sentem intensa atração sexual apenas por crianças, e pedófilos não-exclusivos, que sentem acentuado desejo erótico por adultos também.

Infelizmente, gente má intencionada e alienada infantiliza a adolescência e iguala adolescentes a crianças. Busca negar o erotismo intenso e natural da juventude. A adolescência é a fase mais erótica do ser humano. Mas ficam chamando incorretamente de sexualidade infantil, como uma forma de castrar o jovem. Essa gente não está preocupada com criança. Porque se estivesse não nivelariam duas fases tão antagônicas (infância e adolescência). Infantilizar adolescentes, além de imbecilizar os jovens, expõe crianças ao erotismo, que elas não têm, e à naturalização de abusos sexuais por parte de adolescentes.

Igualar impúberes com púberes é banalizar a pedofilia, erotizar crianças e normatizar a sexualidade precoce. Gente que banaliza a pedofilia não se importa com criança, porque se se importassem não banalizariam a pedofilia. Banalizar a pedofilia é normatizá-la. É atribuí-la uma naturalidade que não existe. A maioria das pessoas não são pedófilas, não sente forte atração sexual por crianças (pessoas impúberes).

A novinha é sensacional sim, naturalmente, erótica e sensual, é adolescente e adulta, não criança.

A sexualidade do adolescente não é sexualidade infantil.

A sexualidade do adolescente é sexualidade adulta!

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Apoio à MC Loma

MC Loma, nome artístico de Paloma Roberta Silva Santos, nascida em Jaboatão dos Guararapes, em 29 de outubro de 2002, é compositora e cantora de funk, que alcançou, aos 15 anos, sucesso em todo o Brasil em 2018 com o hit “Envolvimento“, atuado em parceria com as gêmeas idênticas Marielly e Mirella, suas primas dançarinas,  conhecidas como “Gêmeas Lacração“,  O sucesso da canção foi tanto que o hit alcançou a primeira posição na lista “As 50 virais do mundo” do Spotify e alcançou mais de 214 milhões de visualizações no YouTube. Vários cantores, como Wesley Safadão, Anitta e Solange Almeida já cantaram a música que foi o hit do Carnaval 2018. Em 09 de Fevereiro de 2018 foi lançado o novo clipe oficial da cantora MC Loma, pela Start Music (Kondzilla). MC Loma e as Gêmeas Lacração assinaram um contrato com a gravadora Start Music.

MC Loma e as Gêmeas Lacração

MC Loma e as Gêmeas Lacração

O problema é que devida a correria da vida de artista, Loma parou de estudar. Vendo essa situação, o MP (Ministério Público) resolveu proibi-la de fazer shows por supostamente descumprir o ECA. Será que o MP tem razão ou deveria avaliar a situação com mais cuidado?

Antes de 2017, MC Loma era uma garota de baixa renda normal com a vida simples e o sonho de ser cantora famosa. O dia da fama e do sucesso chegaram. Ela está realizando o seu sonho de ser artista famosa. E ganhando dinheiro com isso.
Não vejo problema em ela deixar de estudar temporariamente para aproveitar o momento atual de sucesso e fazer o seu pé de meia. Sucesso como o dela é como acertar na loteria, muito difícil, especialmente para pobres. E não costuma durar muito, como todo hit de carnaval.

Estamos no capitalismo. É mais importante ganhar dinheiro que estudar. Com dinheiro ela pode ter acesso a melhor educação. Sem dinheiro, ela seria apenas aquela menina (Paloma Roberta) sem muita expectativa de 2017. Portanto, a MP está equivocado em proibir a jovem de fazer shows. Infelizmente, o estado está castrando o momento positivo que essa mulher está vivendo. Bem que o estado poderia estar mais empenhado em ajudar quem realmente necessita, como as crianças que ficam pedido esmola na rua. Paloma Roberta, a MC Loma, está com sua vida encaminhada.

Menina de 12 anos mata mãe com namorado

Menina de 12 anos mata a mãe com a ajuda do namorado de 16 anos. A mãe foi assassinada com um martelo e enterrada no pátio da casa onde morava. Segundo a notícia no G1: “Menina de 12 anos e namorado têm internação provisória decretada por suspeita de matar a mãe dela”[1].

Este blog já publicou outro caso de matricídio (filha matando a mãe) onde a filha de 14 anos mata mãe com ajuda do namorado. Não deixe de ler a outra postagem. E aí, como entender o caso? O que fazer? Veja que os casos são parecidos, filhas matando suas próprias mães com a ajuda do namorado.

O assassinato teria sido premeditado por vingança, segundo o promotor e delegado do caso[1]. Além da mãe ser contra o relacionamento do casal, ela denunciou o homem de 16 anos na delegacia por estupro de vulnerável. Infelizmente, lei criminaliza o sexo consentido antes dos 14 anos desde de 1940.

A pergunta que fica: Como um vulnerável pode ser incapaz de consentir sexo, mas capaz de engravidar e de matar a própria mãe? Não tem consciência para consentir sexo, mas tem para premeditar o assassinato da própria mãe? Isso não faz o menor sentido. A lei considera pessoas a partir dos 12 anos responsáveis por seus crimes (chamados formalmente de atos infracionais), ao menos essa idade deveria ser usada no lugar dos 14 anos para consentimento sexual.

A criminalização do sexo consentido é uma violência e gera violência. Tratar como estupro é pior ainda. Provavelmente, essa mãe estaria ainda viva se o sexo consentido de sua filha não fosse criminalizado e igualado a um estupro. Não há justificativa para o crime hediondo que a filha cometeu. Porém, a mãe se valeu de uma lei antinatural para prejudicar o homem, namorado da sua filha.

O pessoal moralista que infantiliza jovens precisa entender que uma mulher de 12 anos não é mais criança. Isso mesmo, a novinha de 12 anos não é criança. A legislação entende isso ao classificá-la como adolescente, mas se contradiz quando criminaliza o sexo consensual. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, quem tem menos de 9 anos de idade. A infância é uma fase que vai só até início da puberdade, por volta dos 9 anos de idade.

A maioridade da natureza é a puberdade. A nossa espécie entra na puberdade para procriar. Não é por acaso que essas jovens podem engravidar. Por isso, que por volta dos 9-10 anos, os filhos começam a se distanciar dos pais. As amizades ganham mais destaque e o desejo por namorar aflora. Os judeus sabiamente, reconhecem isso ao definir a mulher de 12 anos como adulta e habilitada até para o casamento conforme a tradição.

Infantilizar adolescentes é antinatural. É um desrespeito a sua natureza.

[1] “Menina de 12 anos e namorado têm internação provisória decretada por suspeita de matar a mãe dela” -https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/menina-de-12-anos-e-namorado-tem-internacao-provisoria-decretada-por-suspeita-de-matar-a-mae-dela.ghtml

[2] “Irmã caçula da menina de 12 anos suspeita de matar a mãe em Pinheiro Machado estava na casa no momento do crime, diz delegado” -https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/irma-cacula-da-menina-de-12-anos-suspeita-de-matar-a-mae-em-pinheiro-machado-estava-na-casa-no-momento-do-crime-diz-delegado.ghtml

MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base

MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base (Videoclipe Oficial).

De acordo com o Portal G1 e Jornal Extra, o protagonista do clipe do funk “Vem e brota aqui na base”, com quase 14 milhões de visualições no Youtube, MC Doguinha, de 12 anos, virou alvo de uma ação do MP-RJ. No entender da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Criança e do Adolescente da capital fluminense, que instaurou um inquérito civil para tentar remover extrajudicialmente o link da internet, a gravação faz “apologia a práticas erótico-sexuais”. Segundo o MP, a conduta fere os princípios da “proteção integral da criança e do adolescente” e da finalidade social da internet.

O MP quer proteger o rapaz de quê? Do sexo? Do erotismo? Vão anular a puberdade do moleque? Qual garoto da idade dele que não fala putaria? Qual rapaz não quer uma namorada? Ele apenas canta o que sente. Não há nada demais na música dele. Ele está na idade mesmo que achar mulheres atraente sexualmente e, em vez de ficar se masturbando, está ganhando dinheiro com suas músicas eróticas.

Não existe “erotização precoce”. Não existe “erotização infantil”. O garoto nem criança é. O rapaz é jovem adolescente. Criança é quem não atingiu a puberdade (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). Qual garoto de 12 anos não se interessa por sexo? Não se encanta pelo corpo sedutor de uma novinha linda? A puberdade começa por volta dos 9 anos de idade. É natural e saudável que as pessoas se interessem por sexo.

Em vez do Estado aproveitar o momento para discutir sexualidade com os jovens (porque muitos fazem sexo, com funk ou sem funk), prefere acabar com a carreira do garoto e fingir que todo mundo é assexuado. Estamos no século XXI, mas devida a influência americana, tem gente que não saíu do século XIX.

A novinha de 12 anos e o MC Doguinha

MC Doguinha e a Novinha de 12 anos no videoclipe oficial “Vem e Brota Aqui Na Base”.

A mulher na psicina tem 12 anos, mesma idade do MC Doguinha. O videoclipe é um exemplo da diferença de desenvolvimento físico entre meninos e meninas. Enquanto o desenvolvimento feminino é mais rápido, o masculino é mais lento. Como o garoto já é baixinho, ficou o contraste: Menino e Mulherão. O que seria sorte para uns, virou histeria para outros e ajudou a promover a histeria da mulher adulta com criança. Teve gente dizendo que ele teria 6 anos.

MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base (Videoclipe Oficial):

Letra: “A novinha linda, que mora aqui do lado / Tá cheia de papinho no whatsapp / Bumbum gostosão, corpo sedutor / Foi por isso que o doguinha se encantou / Vem e brota aqui na base / Vamos fazer sacanagem / Sei que você tem vontade / Então, senta um pouquinho”.

Apoio a liberdade do MC Doguinha cantar suas músicas, que estão inclusive de acordo com o seu desenvolvimento. O menino mostra-se empoderado e protagonista de sua história e isso é muito positivo. O meu ver, quem está prejudicando o jovem é o Estado por meio do Ministério Público. O problema do funk não é o erotismo das músicas, mas sim à apologia às drogas, aos tráfico de drogas, às facções criminosas e ao crime organizado.

Pelo que vi, o MC Doguinha é pobre, estuda em escola pública. Com o dinheiro dos seus shows, Doguinha poderá ter melhor qualidade de vida, educação e saúde, e assim poder ter acesso a direitos previstos na Constituição e reafirmados no ECA (Estatuto da Criança é do Adolescente) que o Estado não consegue garantir. Sem falar da questão psicológica do jovem realizar o seu sonho de ser cantor.

Comentários de internautas nos sites da Globo:

Pann Suddo: “Com 8 anos o mlk tá no tráfico. Isso pode correr solto. Trabalho escravo, com patrão e tudo. Isso pode correr solto. Esse mlk tá com cordão de ouro, já era. O Funk é de menos.”

Eduardo Leal: “Se o Moleque estivesse feito um vídeo com atitudes homo afetivas não teria problema. Porque esta na moda! SHOW de bola Doginha!!!!”

Jo Ker: “Pelo jeito, seria melhor se o Doguinha tivesse com a pistola e o radinho no morro!!! Maldito estado e maldito sistema!!! Vcs vão pagar na mão de Deus tudo o que fazem com nós pobres… nascemos puros e inocentes e o estado nos alimenta com ódio e maldade… O Estado quer oprimir a qualquer custo a cultura da periferia e impedir o jovem pobre de ganhar dinheiro. Queira ou não queira, funk é fonte de renda que salva muitos jovens do crime e das drogas. Uma perseguição pura aos pobres, pois o tal Doguinha sabe o que tá fazendo, pessoas de 12 anos já matam na frieza, eu bem antes dos 10 anos já pensava nas menininhas… ”

Antonio Fernandes: “Isso é discriminação contra o funk. Se ele estivesse tocando um homem nu em um museu seria considerado arte.”

Antonio José: “Com 12 anos eu cantava sacanagem nas letras dos mamomas e raimundos, a difrença era que eu dava prejuizo ao invés de ajudar meus pais.”

Rodrigo Nascimento: “Tanta corrupção pro MP investigar, perdendo tempo com isso?”

Fontes visualizadas em 09-11-2017:

[1] “MP do Rio abre inquérito para tirar do Youtube funk com menino de 12 anos” -https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/mp-do-rio-abre-inquerito-para-tirar-do-youtube-funk-com-menino-de-12-anos.ghtml

[2] “Produtor de clipe com MC de 12 anos critica pedido de exclusão do MP-RJ: ‘Preconceito’” -https://extra.globo.com/noticias/rio/produtor-de-clipe-com-mc-de-12-anos-critica-pedido-de-exclusao-do-mp-rj-preconceito-22047084.html

[3] “MC Doguinha canta letras obscenas ao lado de adultos desde 9 anos e, aos 12, faz até 13 shows por semana” -https://g1.globo.com/musica/noticia/mc-doguinha-canta-letras-obscenas-ao-lado-de-adultos-desde-9-anos-e-aos-12-faz-ate-13-shows-por-semana.ghtml

Millie Bobby Brown, Sexualização Natural e Saudável.

Onze (em inglês, Eleven), codinome de Jane Hopper, é uma das personagens principais da série de televisão Stranger Things da Netflix. Ela é interpretada pela jovem atriz Millie Bobby Brown. O nome de nascimento da personagem Onze (Eleven) é Jane Ives, dado por sua mãe, Terry Ives. No entanto, durante a segunda temporada, ela é adotada por Jim Hopper, passando a se chamar Jane Hopper.

Millie Bobby Brown (Eleven ou Jane Hopper de Stranger Things)

Millie Bobby Brown, a jovem adulta de 13 anos que tem sua sexualidade infantilizada por feministas puritanas. Ela faz a personagem Onze (em inglês, Eleven), codinome de Jane Hopper da série Stranger Things da Netflix.

A novinha Millie Bobby Brown apresentou mudança na sua vestimenta e moralistas feministas americanas (e brasileiras de mentalidade de colônia copiaram), que vivem o fantasma da Era Vitoriana, começaram a falar besteiras ao problematizarem a sexualidade natural e saudável da ninfeta. Enquanto isso ignoraram coisas como o fato da atriz ter que ficar careca para fazer uma série. Ou seja, a polêmica só gira em torno de sexo, coisa de puritanos mesmo.

Dizem que a lolita Millie Bobby Brown foi considerada uma ‘mulher sexy’ por uma revista internacional. E daí? Vão aceitar que a mulher é naturalmente sexual ou continuar com postura de puritanos do século XIX em querer negar a sexualidade das pessoas, especialmente das mulheres? A novinha Valentina Schulz também foi vítima dessa sexofobia. Uma postura tipicamente machista, porque busca infantilizar a sexualidade feminina para controla-la.

Uma tática desses moralistas é infantilizar mulheres. É irônico ver pessoas que se dizem feministas, que dizem lutam pelo “empoderamento” feminino, “desempoderar” mulheres. Infantilizar, vitimizar, tratar como incapaz e coitadinha, é desempoderar mulheres, torná-las socialmente inferiores. Empoderar é o contrário, é estimular a autonomia e independência nas mulheres, para que elas sejam donas de si mesmas e protagonistas de sua história.

Feministas roubaram o protagonismo de religiosos puritanos equivocados em infantilizar mulheres. Chamar uma jovem mulher de 13 anos de “criança” é infantilização pura e simples. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, meninas com menos de 9 anos de idade. Uma mulher de 13 anos, que já está na idade até de procriar, é uma mulher adulta. Pois a capacidade reprodutiva é a principal característica de um indivíduo adulto.

Mulheres entram na puberdade por volta dos 9 anos de idade, tornando-se adolescentes, e, com isso, passam por grandes mudanças do ponto de vista sexual, físico e mental visando a reprodução da espécie. A mulher é naturalmente erotizada e sexualizada. Por isso, é normal que comportamentos mudem e a menina se perceba adulta. É uma adultização natural e saudável, afinal, logo essa mulher fica fértil e poderá gerar a sua descendência. Ninguém ovula à toa.

A fase que vai, geralmente, dos 9 aos 13 anos de idade é uma fase de mudança radical na mulher. É a fase de deixa o infantil de lado e passar a se interessar com intensidade pelo mundo adulto. Ocorre o estirão da adolescência. A maturação óssea. A maturação sexual. E essa mudança acaba se refletindo nas vestimentas. A puberdade é a verdadeira maioridade do ser humano. A fase adulta começa com a puberdade e a puberdade se inicia, geralmente, na mulher, aos 9 anos, não 18.

Feministas criticam o eurocentrismo, a hegemonia branca e o cristianismo. Porém, elas acabam repetindo comportamentos moralistas de puritanos (a pior parte do cristianismo) e infantilizando jovens mulheres adolescentes. Infantilização essa inventada por brancos europeus! O que acabou gerando coisas como “rebeldia na adolescência”, que é fruto de um adulto (adolescente é adulto) sendo tratado como criança, ou seja, infantilizado.

Um adulto menor de idade infantilizado terá dificuldade de assumir responsabilidades mesmo quando atingir a maioridade civil. Ele será mais propenso a depressão e a outros problemas psicológicos devida a falta de amadurecimento na infância. Assim, como andadores para bebês atrapalham o seu desenvolvimento, pois a criança se esforça bem menos para andar, a infantilização também atrapalha ao deixar a pessoa psicologicamente mais acomodada, imatura e dependente.

Menina de 12 anos foge com “cinquentão” hippie

A mesma notícia sendo abordada de forma diferente pelo portal R7 (r7.com) em duas reportagens (matérias jornalisticas), uma feita pelo RecordTV Minas e outra pelo Cidade Alerta.

Reportagem da RecordTV Minas: “Menina de 12 anos foge com ‘cinquentão’ e deixa carta dizendo que iria suicidar“[1]

Reportagem do Cidade Alerta: “Mãe salva filha de 12 anos das mãos de pedófilo“[2]

A RecordTV Minas foi preconceituosa ao destacar o “cinquentão” (preconceito etário).
Mas, apesar disso, abordou a notícia de forma melhor e mais isenta que o Cidade Alerta, que infelizmente, vive de sensacionalismo. Um programa sem credibilidade nenhuma por ser demasiadamente sensacionalista e que lucra em cima da violência e do medo das pessoas. Imaginem um programa desse na época em que negros e gays eram discriminados. Esses programas seriam cruelmente racistas e homofóbicos.

A reportagem do RecordTV Minas acertou ao chamar a mulher de 12 anos de adolescente. Sim, tanto legalmente, quanto biologicamente, uma menina de 12 anos é uma adolescente, não criança. Felizmente, não apelaram para o “criança de 12 anos” e nem para o “pedófilo“. Típicos termos que maus jornalistas se valem para fazer suas reportagens sensacionalistas, como as reportagens do Cidade Alerta. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade. Pedofilia é antes da puberdade.

O Cidade Alerta é o típico programa que transforma qualquer ladrão de galinha em perigosíssimo serial killer. É comum pessoas inocentes serem cruelmente prejudicadas por programas assim. É um programa que se aproveita do medo das pessoas para lucrar com audiência. Falta ética e profissionalismo nesse programa. Mas, nesse mundo capitalista ganhar dinheiro é o mais importante na mente de muitas pessoas.

A mãe da garota não salvou a filha de pedófilo nenhum. Uma garota de 12 anos é velha para um pedófilo (pedofilia é antes dos 9 anos de idade) e a moça fugiu com o homem, ela não foi raptada por ele. Ela fugiu e estava querendo ser salva da própria mãe. A situação é tão séria que a jovem prometeu se suicidar (deixou uma carta dizendo que iria tirar a própria vida).

Se o jovem adolescente, seja homem ou mulher, não se entende com seus pais, é melhor que, como última atitude, fuja de casa do que atente contra a própria vida ou chegue ao ponto de matar seus próprios pais, como neste infeliz e trágico caso: Menina mata a mãe

Será que a garota é apaixonada pelo hippie e fugiu para viver esse amor? Ou o ambiente familiar é muito hostil? Dizem que o homem tem mais de 50 anos (não parece tanto) e muita gente é preconceituosa. O problema de muitos pais é idealizar os próprios filhos e nessa idealização há muitos preconceitos embutidos e a vontade de realização dos pais nos filhos. Mas, os filhos não são continuação dos seus pais. São outras pessoas e é natural que discordem de seus pais.

No vídeo, a mãe diz: “Você poderia fazer qualquer coisa, mas fugir? Minha filha você sabe o que esse homem vai fazer com você? Ele vai te estuprar e depois te prostituir”. Diante do desespero da mãe, a menina não demostrou nenhum sinal de arrependimento e ainda gritou com a mãe: “Tira suas mãos de mim.” A mãe pediu a ajuda de pessoas no lugar para impedir o embarque da garota.

Vídeo: MÃE IMPEDE FUGA DA FILHA DE 12 ANOS COM HIPPIE:

Vídeo: Mãe consegue impedir que filha de 12 anos fugisse com hipster:

Aparentemente é mais um caso de filha que foge com amante por seus pais não aceitarem o seu relacionamento amoroso. Ela não é a primeira jovem mulher a fugir e nem será a última. Esses casos não são raros. Por que será que jovens mulheres chegam ao ponto de fugir com seus amados?

Apesar da sociedade moderna infantilizar adolescentes, a adolescência faz parte da fase adulta. A infância termina por volta dos 9 anos de idade, com o início da puberdade (a puberdade feminina não começa com a menarca, mas sim anos antes e o primeiro sinal visível é o aparecimento do broto mamário).

Uma jovem mulher de 12 anos de idade já está na fase de deixar seus pais e ir formar seu próprio ninho com o seu amante. Por isso, que elas sentem muita vontade de namorar e de enfrentar a autoridade dos pais. Ela sente grande desejo de ser independente e fazer as suas próprias escolhas, como qualquer mulher adulta. E ela é adulta! A fase adulta da mulher começa com a puberdade. A puberdade começa por volta dos 9 anos de idade, não 18.

Com a puberdade, o sexo ganha importância na vida das pessoas (homens e mulheres). O jovem adulto passa a deixar os pais de lado e a querer resolver seus próprios problemas, a valorizar mais as amizades (seu relacionamento social) e a buscar possíveis parceiros sexuais e amorosos. Por isso, que há mulheres, em geral, moças maiores de 11 anos, que chegam a fugir com seus amados. Essas mulheres apenas estão seguindo o caminho natural da vida. Não são vadias e nem vagabundas por isso, como infelizmente algumas pessoas falam. São mulheres de atitude, que vão atrás do que querem. E, como toda experiência, pode ser boa ou ruim. A moça pode viver um grande amor ou quebrar a cara, se decepcionar. Faz parte da vida.

[1]http://noticias.r7.com/minas-gerais/menina-de-12-anos-foge-com-cinquentao-e-deixa-carta-dizendo-que-iria-suicidar-24032017

[2]http://noticias.r7.com/cidade-alerta/videos/-mae-salva-filha-de-12-anos-das-maos-de-pedofilo-24032017

Kelly Key, Baba Baby e Amor

Baba“, também conhecida como “Baba Baby“, música de Kelly Key (Kelly de Almeida Afonso Freitas) do seu álbum Kelly Key de 2001, seu primeiro álbum homônimo, lançado em 17 de agosto pela Warner Music Brasil. Kelly mostrou para Andinho, um parceiro de composição, uma canção composta por ela aos 13 anos de idade, intitulada “Baba”, a qual tratava de um professor que havia a desprezado quando criança e passou a se interessar por ela já adolescente, ou seja, quando a criança cresceu e se tornou uma bela mulher. Apesar de inicialmente não achar que a canção seria boa o suficiente para o seu trabalho musical, ela e Andinho trabalharam na faixa de música, incorporando novos versos e criando um desfecho para incluí-la no álbum. A música acabou sendo o maior sucesso da artista e fez parte da campanha do Governo Federal pelo incentivo ao uso da camisinha, em 2002.

‘O papel de conselheira é o mesmo que Kelly interpretou quando contratada pelo Ministério da Saúde para fazer campanha pelo uso da camisinha, no Carnaval passado. Apesar de doar o cachê – cerca de R$ 50 mil – a uma instituição, a escolha do governo gerou polêmica. Quem a criticou disse que ela não tinha bagagem pedagógica para falar sobre o certo e o errado à juventude. Também foi qualificada como fútil e mulher-objeto. “Não sou a pessoa correta para dar conselho, porque já recebi muitos e não segui nenhum”, explica-se. “Mas nunca tive problemas com drogas e sempre usei camisinha. Tenho o perfil certo para falar com a juventude, porque vivi muito nova a minha vida.”’ (istoegente)[5]

Faixas do álbum de 2001: “Baba“, “Escondido“, “Só Quero Ficar“, “Bolada“, “Anjo“, “Baba“, “Brincar de Amor“, “Tudo Com Você“, “Quem é Você?“, “Viajar no Groove“, “Cachorrinho“, “Escondido” (remix). Foram gravadas em 2000 e 2001.

História da música “Baba”:

A canção “Baba”, Baba Baby, foi escrita originalmente quando ela tinha 13 anos, como um desabafo pessoal. Kelly Key, aos 7 anos de idade, era apaixonada pelo seu professor de educação física, que não queria nada com ela por ser muito nova. Mas, quando ela chegou à puberdade, e cresceu, ele passou a se interessar por ela. A mulher atraente de 12-13 anos, de corpo exuberante, já não era mais aquela criança de 7 anos, sem desenvolvimento puberal.

Kelly Key, além de ter um corpo maravilhosamente moldado pela puberdade, aos 12 anos, a mulher ainda malhava numa academia. O seu professor, que não se interessara pela menina de 7 anos, passou a desejar a mulher de 12-13 anos, que magoada pelo desprezo de outrora, passou a provocar e desprezar o tal professor, como vingança. Aos 13 anos, ela escreve a música “Baba” e conhece o seu novo amor, o cantor Latino (nome artístico de Roberto de Souza Rocha) e começou a namorá-lo. Latino logo engatou um relacionamento com a jovem mulher com quem casou aos 16 anos e teve uma filha. Ficaram juntos 5 anos (1997-2002). 

“Da infância tímida em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, Kelly de Almeida Afonso não era sombra do que é, hoje: cantora desinibida, mulher polêmica. Esse perfil começou a ser traçado aos 13 anos, quando ela investiu numa história de amor com um homem dez anos mais velho, casado e com filhos na bagagem. Latino, nome artístico de Roberto Souza Rocha, um cantor de funk do subúrbio carioca de Maria da Graça, foi por cinco anos um misto de amante, marido e empresário de Kelly” (istoegente)[5]

Kelly Key com o seu namorado Latino

Kelly Key, aos 13 anos de idade, começou a namorar Latino de 23.

Trechos da canção “Baba”:

“Você não acreditou
Você nem me olhou / Você sequer notou
Disse que eu era muito nova pra você
Mas agora que cresci você quer me namorar”
“Não vou acreditar nesse falso amor
Que só quer me iludir me enganar isso é caô
E pra nao dizer que eu sou ruim
Vou deixar você me olhar
Só olhar, só olhar, baba
Baby, baba”
“Olha o que perdeu
Baba, criança cresceu
Bem feito pra você, é, agora eu sou mais eu
Isso é pra você aprender a nunca mais me esnobar
Baba baby, baby, baba, baba
Baby, baba”[1]

Muitas garotas se irritam com o fato de não despertarem interesse relevante do sexo maculino quando ainda não entraram na puberdade, ou estão no início dela, e depois, com o corpo desenvolvido, passarem a se preterida por muitos homens. Elas ficam chateadas com a realidade, porque acreditam que um homem deveria ter interesse por ela antes dela ter o corpo desenvolvido para ser amor de verdade. Afinal, no conceito cristão de ágape, quem ama, ama além do corpo. Mulheres querem ser amadas independentemente do corpo que tenham.

Novinha feliz por emagrecer e ficar gata

A garota não precisou se esforçar muito. Porque os hormônios sexuais, devidos a puberdade, emagrecem e definem o corpo.

A puberdade feminina começa por volta dos 9 anos, é esperado que o erótico e o sexo ganhe importância em sua vida, que o corpo seja modelado e amadureça sexualmente. Logo, não se trata de sexualidade infantil, que por definição é impúbere, mas de sexualidade adulta, que é púbere. Nessa mudança corporal, muitas jovens mulheres se frustam ao ver como um corpo desenvolvido e bonito faz diferença na hora de arrumar um namorado, mas, por outro lado, também ficam envaidecidas diante do seu poder de sedução. O crush (gíria copiada dos EUA, que significa pessoa por quem se tem sentimento, desejo, paixão ou amor platônico), que antes a esnobava, pode começar a se deslumbrar e desejá-la.

[1]https://www.vagalume.com.br/kelly-key/baba.html

[2]https://pt.wikipedia.org/wiki/Kelly_Key_(álbum_de_2001)

[3] “Curiosidades de Kelly Key” -http://www.letras.com.br/curiosidades/kelly-key ou -https://archive.is/wGfo7

[4]http://livrocaiunarede.blogspot.com.br/2006/03/baba-kelly-key.html

[5] “Capa – Kelly Key – Segredos da vida privada”, Rodrigo Cardoso, ISTOÉ Gente -http://www.terra.com.br/istoegente/199/reportagens/capa_kelly_key_01.htm ou -https://archive.is/WoSdL