Professora é presa por fazer sexo com aluno de 13 anos no Texas

Professora de 24 anos é presa por fazer sexo consentido com um aluno de 13 anos no Texas, Estados Unidos. Ela foi acusada de abuso sexual por fazer sexo quase todos os dias, durante oito meses, com um estudante de 13 anos da escola onde trabalhava. Nisso a professora ficou grávida e sobreu aborto por causa da visita de um investigador de proteção a menores, questionando ela acerca da relação com o adolescente.

Alexandria, Professora do Texas vítima de heterofobia

Alexandria, Professora do Texas presa por heterofobia, sexofobia, moralismo barato e anticristão.

O que conservadores fizeram com o Texas? Uma mulher bonita de 24 anos sendo presa por fazer sexo consensual com um adolescente de 13 anos, quase diariamente, um sonho para a maioria dos homens. Como pode uma pessoa ser presa por fazer sexo consentido? Tinha que ser coisa de conservador moralista sexofóbico.

Onde está na Bíblia que relações sexuais consentidas entre homem e mulher devam ser criminalizadas? Na Bíblia, sequer há idade de consentimento. Isso mesmo, não existe idade de consemento da bíblia. Na Bíblia há muitas leis, mas nenhuma define uma idade de consentimento sexual. Por que será? Se nem Deus definiu idade de consentimento, como pode o homem querer definir idade de consentimento? E o que é pior, idades de consentimento altas, como as que existem nos EUA.

Conservadores cristãos americanos, católicos e protestantes, dizem admirar Israel, mas ignoram a tradição judaica que considera adulto os maiores de 12 (mulheres) e 13 anos (homens).

Conservadores americanos cristãos, protestantes e católicos  se dizem pró-vida, mas fazem com que relacionamentos sexuais consensuais sejam criminalizados, o que além de destruir famílias, leva ao aborto, como o dessa professora que teve um aborto por causa da pressão psicólogia que sofreu.

Essa mulher sofreu um aborto por causa dos conservadores. O conservadorismo é responsável por esse aborto. Mas, a cegueira moralista dos conservadores os fazem pior que os fariseus que condenaram Jesus.

Conservadores inventam leis sem a menor base biblica para criminalizar relacionamentos heterossexuais, destruindo famílias e gerando abortos. O moralismo mata e pessoas são presas injustamente.

Se não fosse por essas leis malditas que criminalizam relacionamentos consensuais, a criança teria o seu direito de nascer, a mulher o seu direito de mãe, e o rapaz o seu direito de ser pai.

Infelizmente, no Brasil também seria crime. O crime seria de “estupro de vulnerável“. Um rapaz de 13 anos, que faz sexo consentido com sua professora gata, sendo tratado como vítima de estupro de vulnerável. Além de ser uma ofensa a Deus por criminalizar o sexo consentido, é um enorme desrespeito às pessoas que são estupradas de verdade. Juristas sensatos quiseram mudar isso com a redução da idade de consentimento sexual no anteprojeto do novo código penal.

Para 99% dos homens de 13 anos, poder fazer sexo com uma bela mulher quase todo dia é um presente de Deus. Deus deu a Davi, o homem segundo o coração de Deus, várias mulheres. Salomão teve mil mulheres. Tem gente que precisa ler a Bíblia.

Fonte:extra.globo.com/noticias/mundo/professora-que-engravidou-de-estudante-de-13-anos-condenada-30-anos-de-prisao-20487968.html

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Adolescente grávida quer morar com o padrasto

Jovem adolescente de 11 anos engravida do padrasto, diz que não houve estupro, que consentiu com as práticas sexuais e amorosas, que gosta dele e quer morar com ele.

Os encontros amorosos entre a garota de onze anos e o padrasto de quarenta anos, ocorriam no quarto da menina, antes do quarentão sair para trabalhar e com a mãe da moça na casa, em Rio Negro, disse o delegado Fábio Magalhães. A jovem está grávida de sete meses. O padrasto foi ouvido nesta quarta-feira (10/02/2016) na delegacia de Rio Negro. Conforme o delegado, o padrasto confirmou que mantinha relação sexual com a jovem mulher. “Ele confirmou que há muito tempo vinha mantendo relação sexual com ela”, afirmou Magalhães.

“O padrasto confirmou que há muito tempo vinha transando com a jovem” (Magalhães)

A adolescente foi chamada na delegacia e disse ter consentido os encontros amorosos. “Ela confirmou que consentiu, que ela gosta dele e queria morar com ele”, disse o delegado. Os encontros aconteciam ainda de madrugada, antes do padrasto ir trabalhar, no quarto dela. Eles moravam numa fazenda. O acusado de crime sexual morava com a mãe da menina há pouco mais de um ano, conforme afirmou o delegado. O padrasto e a jovem afilhada afirmaram que a mãe dela não sabia do relacionamento dos dois amantes. A mãe da adolescente só desconfiou na semana passada por causa do comportamento diferente da filha. Assim que tomou ciência do envolvimento da filha com o companheiro dela, expulsou o companheiro da casa e o denunciou. O homem suspeito de crime sexual está preso desde a última quinta-feira (04/02/2016) e foi indiciado por estupro de vulnerável. Apesar do consentimento da jovem ninfeta, o Código Penal define injustamente estupro de vulnerável: “Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos”. De acordo com o delegado, o acusado não tinha passagens pela polícia.

“A moça confirmou que consentiu as transas, que ela gosta do padrasto e que queria viver com ele” (Magalhães)

Informações do G1, MS.

Juíza Andréa Pachá critica e sensura G1 sobre caso de menina 11 anos e padrasto de 40

A juíza Andréa Pachá sensurou o G1 sobre relacionamento amoroso de menina de 11 anos com seu padrasto de 40.
O G1 apenas deu voz a suposta vítima, que afirmou ter consentido sexualmente e querer ficar com o seu amante.
Andréa Pachá se diz feminista, mas ignorou o desejo dessa jovem mulher de ficar com quem gosta e poder ter sua família. Diferentemente da Pachá, Simone de Beauvoir queria a abolição da idade de consentimento sexual.
Criança não faz criança. Criança é quem tem menos de 9 anos de idade, quem não atingiu a puberdade. Violência é, por coação estatal, tirar da garota o seu direito de ter uma família com o homem que ela gosta e assim poder criar o fruto desse amor.

A juíza Andréa Pachá (Andréa Maciel Pachá) está equivocada. Criança não faz criança. Criança é a garota com menos de 9 anos de idade, que não atingiu a puberdade. Quem verdadeiramente vitimou essa menina foi o Estado ao tirar da mulher o seu direito de ter uma família com o homem que ela gosta e assim poder criar o fruto desse amor. Não faz sentido falar de estupro quando há consentimento sexual. A garota se relacionava consessualmente com o homem. Devida à intervenção estatal, a jovem vai ser obrigada a ser mãe solteira de uma criança filha de pai presidiário. Sem a intervenção estatal, o casal estaria junto.

A repórter do G1, que foi sensurada pela magistrada Andréa Pachá, deu voz à garota, permitindo que a jovem exprimisse a sua vontade. Qual o problema disso? Receio da lei que criminaliza o sexo consentido seja questionada? Violência no uso perverso das palavras é ignorar a voz da vítima, tratar como estupro o sexo consensual. A jornalista do G1 teve a sensibilidade que a magistrada da área da família não teve, infelizmente. Jornalista é para noticiar fatos, não escrever notícias como bem quiser. Lamentavelmente, essa jornalista, ou repórter, foi injustiçada por ser profissional, por fazer o seu trabalho da forma correta.

A jovem mulher grávida quer ficar com o pai do seu filho. Por que a sua vontade não é ouvida? Os moralistas preferem obrigar essa garota a ser mãe solteira, a ter que criar o filho sozinha, a se sentir culpada pela prisão do pai do seu filho. O moralistas não estão nem aí para a criança que vai ser obrigada a nascer sem a presença do pai e sofrer com toda essa situação.
Nessa hora não aparecem defensores da mulher para apoiar a vontade da jovem de viver com o seu amor, nem defensores da criança e nem pró-vida para apoiar a criança no seu direito de ter seus pais. Muito menos defensores da família para apoiar essa família. Sim são uma família. Uma família vítima de vários preconceitos. Preconceito etário, preconceito por engravidar cedo, etc.

Outros casos de relacionamentos sexuais de jovens mulheres:

Justiça da Itália inocenta idoso de 60 anos por fazer sexo com menina de 11

Lola Benvenutti, uma mulher contra a hipocrisia, admite seu desejo por sexo aos 11 anos e ter escolhido um homem de 30 para tirar a sua virgindade

Mais um rapaz vítima da hipocrisia moralista, preso por assumir sua mulher e ter sido feito de bobo pelos pais da jovem:

Já não se pode casar com 14 anos na Espanha

“O Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência, proibindo o casamento“. 1Tm 4:1

A Espanha aprovou legislação para aumentar para dezesseis anos a idade mínima legal para casar. A mesma lei eleva de treze para dezesseis a idade legal de consentimento sexual. Chamando erradamente de casamento infantil, o casamento adolescente é combatido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (em inglês United Nations Children’s Fund – UNICEF) mesmo num pais onde apenas quatro adolescentes casaram em 2014. Por que a ONU combate tanto o casamento adolescente, mesmo sendo a cada dia mais raro? A idade média ao primeiro casamento, em 2014, situou-se nos 32 anos para os homens e 30 para as mulheres, incluindo os “casamentos” homossexuais. Será que a média da primeira prática sexual situou-se nos 32 anos para os homens e 30 para as mulheres? Claro que não. Ficaram na promiscuidade, cuja consequência é a maior vulnerabilidade da pessoa a DST´s (doenças sexualmente transmissíveis) e gravidezes indesejadas. E para piorar ainda aumenta a idade de consentimento sexual para criminalizar práticas sexuais consentidas. Tipo de crime sem vítima. Que só promove a irresponsabilidade, a destruição de famílias (Grávida aos Treze Anos) e o aborto (Aborto na Adolescência), já que quem está abaixo da idade de consentimento é tratado como incapaz, sem direitos e deveres. O irônico é a ONU culpar a Igreja Católica pelos casos de AIDS no mundo, sendo que o maior responsável pela propagação do HIV é a promiscuidade, além do uso de drogas injetáveis. Se as pessoas fossem castas e apenas fizessem sexo no casamento, não existiria AIDS.

O artigo 16 da Declaração Universal de Direitos Humanos determina que:

“Os homens e as mulheres, a partir da idade da adolescência, têm o direito, sem restrição alguma por raça, nacionalidade ou religião, a se casar e fundar uma família; disfrutando de direitos iguais em relação ao matrimônio e em caso de dissolução do matrimônio.”[2]

[1]http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4697232
[2]http://www.dhnet.org.br/direitos/sip/onu/matrimonio/conv62.htm]

Legalização do Aborto nos Estados Unidos

O filme Blood Money – Aborto Legalizado parece não ser suficiente para haver uma reflexão da aceitação do aborto no maior país cristão protestante do mundo. Como pode o aborto ter tido tanto espaço num pais onde se criminaliza até sexo oral e anal?
O país berço da produção pornográfica e do dia da bruxas mostra as controvérsias desse país com forte influência conservadora, que foi fundado por protestantes calvinistas. Como pode um país de origem cristã protestante ter aceito a legalização do aborto? Como um pais conservador se tornou abortista?
Demonizando o sexo! Os conservadores americanos são tão conservadores que prenderiam até Jesus Cristo por transformar água em vinho. Bebidas alcoólicas já foram criminalizadas em 1920, coincidentemente na mesma época onde levantaram as idades de consentimento, criminalizando sexo com adolescentes e jovens adultos, com segue:

Limite de idade em leis de consenso etário em Estados Americanos:

1880 1920 2007
Estados Unidos
Alabama 10 16 16
Alasca 16 16
Arizona 12 18 18
Arkansas 10 16 16
Califórnia 10 18 18
Colorado 10 18 15
Connecticut 10 16 16
Distrito de Columbia 12 16 16
Delaware 7 16 16
Flórida 10 18 18
Georgia 10 14 16
Hawaii 16
Idaho 10 18 18
Illinois 10 16 17
Indiana 12 16 16
Iowa 10 16 16
Kansas 10 18 16
Kentucky 12 16 16
Louisiana 12 18 17
Maine 10 16 16
Maryland 10 16 16
Massachusetts 10 16 16
Michigan 10 16 16
Minnesota 10 18 16
Mississipi 10 18 16
Missouri 12 18 17
Montana 10 18 16
Nebraska 10 18 17
Nevada 12 18 16
New Hampshire 10 16 16
New Jersey 10 16 16
Novo México 10 16 17
Nova Iorque 10 18 17
North Carolina 10 16 16
Dakota do Norte 10 18 18
Ohio 10 16 16
Oklahoma 16
Oregon 10 16 18
Pensilvânia 10 16 16
Rhode Island 10 16 16
Carolina do Sul 10 16 16
South Dakota 10 18 16
Tennessee 10 18 18
Texas 10 18 17
Utah 10 18 16
Vermont 10 16 16
Virgínia 12 16 18
Washington 12 18 16
West Virginia 12 16 16
Wisconsin 10 16 18
Wyoming 10 16 16

Os EUA criminalizaram práticas sexuais consentidas. Mesmo sexo consentido passou a ser considerado estupro e banalizaram o uso da palavra pedofilia. Qual a fonte Bíblica disso?
Não está escrito que o homem se juntará a sua mulher e eles serão uma só carne? Como pode os conservadores americanos terem criminalizado sexo consentido? Em nome de uma suposta moral, os EUA tornaram-se imorais ao criminalizar o sexo natural.

[1]http://chnm.gmu.edu/cyh/teaching-modules/230?section=primarysources&source=24

Novo Código Penal (Sugestões)

Sugestões baseadas no parecer do relator, Senador Vital do Rego (11/12/2014):

Aborto provocado pela gestante
Art. 124. Provocar aborto em si mesma ou consentir que outrem lhe provoque:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Aborto provocado por terceiro com consentimento da gestante
Art. 125. Provocar aborto com o consentimento da gestante:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Sexo indevido
Art. XXX. Manter relação sexual vaginal, anal ou oral com maior de sete anos e menor de onze anos:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Estupro de vulnerável
Art. 192. Manter relação sexual vaginal, anal ou oral com menor de sete anos:
Pena – prisão, de oito a doze anos.
§ 1º Incide na mesma pena quem pratica a conduta abusando de pessoa enferma ou com deficiência mental, ou de quem, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência ou não possui o necessário discernimento.

Molestamento sexual de vulnerável
Art. 194. Constranger menor de onze anos à prática de ato libidinoso diverso do estupro vaginal, anal ou oral:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Favorecimento da prostituição ou da exploração sexual de vulnerável
Art. 195. Submeter, induzir ou atrair à prostituição ou outra forma de exploração sexual alguém menor de dezoito anos ou pessoa que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento
para decidir:
Pena – prisão, de quatro a dez anos.
§ 1º Incorre na mesma pena:
I – quem pratica ato sexual com pessoa entre onze e dezoito anos submetida a prostituição ou dela
praticante;
II – o proprietário, o gerente ou o responsável pelo local em que ocorram as condutas referidas no caput
deste artigo ou no inciso I;
III – quem impede ou dificulta que o menor abandone a prostituição.
§ 2º Na hipótese do inciso II do §1º, constitui efeito obrigatório da condenação a cassação da licença
de localização e de funcionamento do estabelecimento.
xx – o menor entre onze e dezoito anos que voluntariamente se submeta a prostituição;
Fotografia ou filmagem de cena de sexo
Art. 499. Produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo menor de dez anos:
Pena – prisão, de três a oito anos.
§ 1o Incorre na mesma pena quem agencia, facilita, recruta, coage, ou de qualquer modo intermedeia a participação de menores de dez anos nas cenas referidas no caput deste artigo, ou ainda quem com esses contracena.
§ 2o Aumenta-se a pena de um terço se o agente comete o crime:
I – no exercício de cargo ou função pública ou a pretexto de exercê-la;
II – prevalecendo-se de relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade; ou
III – prevalecendo-se de relações de parentesco consanguíneo ou afim até o terceiro grau, ou por adoção,
de tutor, curador, preceptor, empregador da vítima ou de quem, a qualquer outro título, tenha autoridade
sobre ela, ou com seu consentimento.

Venda de fotografia ou vídeo com cena de sexo
Art. 500. Vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo
explícito ou pornográfica envolvendo menor de dez anos:
Pena – prisão, de quatro a oito anos.

Art. XXX. Vender ou expor à venda fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo maior de dez anos e menor de dezoito anos:
Pena – prisão, de dois a cinco anos.

Divulgação de cena de sexo
Art. 501. Tirar essse artigo.*

Aquisição ou posse de arquivo com cena de sexo
Art. 502. Tirar essse artigo.*

Simulação de cena de sexo
Art. 503. Tirar essse artigo.*
Art. 504. Aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, menor de dez anos, com o fim de com ela praticar ato libidinoso:
Pena – prisão, de um a três anos.
Parágrafo único. Na mesma pena incorre quem:
I – facilita ou induz o acesso à criança de material contendo cena de sexo explícito ou pornográfica com o fim de com ela praticar ato libidinoso;
II – pratica as condutas descritas no caput deste artigo com o fim de induzir criança a se exibir de forma pornográfica ou sexualmente explícita.

Menores de doze anos
Art 31. São penalmente inimputáveis os menores de 12 anos, sujeitos às normas da legislação especial.
*Comumente adolescentes fazem uso de material pornográfico. Criminalizar essa prática não é efetiva (já que na Internet o acesso a pornografia é farto) e sobrecarrega a polícia e o judiciário. O Brasil já tem muitos problemas a serem resolvidos (saúde, educação, saneamento básico, estrutura, dívia pública, etc.) não dá para ficar sendo fiscal de punheteiro.

A puberdade começa por volta dos 9 anos nas garotas (menarca em média aos 12) e 10 anos nos garotos. É necessário que a Lei penal reflita isso.
Quanto a prostituição, é necessário que os adolescentes também sejam punidos para que os mesmos não se ofereçam para a prostituição.

Parecer do relator, Senador Vital do Rego (11/12/2014): http://www.senado.leg.br/atividade/materia/getTexto.asp?t=157931&c=PDF&tp=1

Bancada Evangélica e IPCO apoiam a destruição de famílias e o aborto

Consideradas pró-família e pró-vida, a bancada evangélica (Frente Parlamentar Evangélica) e o IPCO (Instituto Plínio Corrêa de Oliveira) apoiaram a criminalização de famílias e a imposição do aborto ao serem contra a reforma do novo código penal (PLS 236/2012 original), onde seria reduzida a idade de consentimento (estupro de vulnerável) de 14 anos para 12 anos de idade em casos de consentimento por parte do adolescente. Com a desculpa esfarrapada de combater a pedofilia, grupos como a Frente Parlamentar Evangélica e Instituto Plínio Corrêa de Oliveira se opuseram ao projeto. Esses grupos, que são formados por pessoas instruídas, deveriam saber que pedofilia é a atração sexual primária por pré-púberes e que a puberdade começa, em média, aos 9 anos, com o aparecimento do broto mamário, nas meninas e aos 10-11 anos, com o aumento dos testículos, nos meninos. A menarca na mulher ocorre, em média, aos 12 anos de idade. A redução da idade de consentimento (menoridade sexual) nada tem a ver com pedofilia. Mas, isso não importa para esses grupos que se dizem “defensores da família e da vida“. Para eles o que importa é se aproveitar da polêmica palavra “pedofilia” para ganhar espaço na mídia, como faz a própria mídia para aumentar sua audiência. Não importa para essa gente que famílias sejam destruídas e que o aborto seja imposto culturalmente, por meio de leis e de pseudo-pregações cristãs. Historicamente, adolescentes casavam e trabalhavam. Inclusive muita gente casou aos 12 anos. Em qualquer comunidade onde não haja a necessidade de estudar, provavelmente as pessoas casam cedo, como índios, povo do interior etc. Em um lugar onde as pessoas não estudam ou estudam até o 5º ano (antiga 4ª – primário), não há o porquê das pessoas demorarem a casar. Não é à toa que em vários lugares do Brasil, uma garota de 16 anos, sem casamento à vista, já era rotulada de “tá ficando para titia”.

Matheus Chequer e Larissa Manoela, Namorados, Atores de Chiquititas

Matheus Chequer e Larissa Manoela, Namorados, Atores de Chiquititas.

O Brasil está cheio de garotas de 12 anos se relacionando com rapazes de 13-16 anos, onde eventualmente ocorrem práticas sexuais. Graças à bancada evangélica e ao IPCO, essas práticas sexuais são legalmente “estupros de vulneráveis“. Relacionamentos consentidos sendo considerados crimes hediondos e com o sistema de saúde pronto a tratar essas garotas como “vítimas de violência sexual“. Bancada evangélica ou abortista? IPCO uma instituição católica? Jesus foi rejeitado, em sua época, pelo seu povo. Herodes tentou matá-lo quando criança. Hoje Jesus poderia ser abortado e o seu pai adotivo preso como estuprador com o aval de muitos líderes e grupos que se dizem cristãos hoje (igrejas evangélicas, bancada evangélica, Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, Paulo Fernando Melo da Costa (assessor parlamentar no congresso nacional), Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz (Presidente do Pró-Vida de Anápolis), Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, Damares, psicóloga Marisa Lobo, deputado Pr. Paulo Freire, Pr. José Wellington (Presidente da CGADB), Manuel Ferreira, senador Magno Malta, deputada Lauriete Rodrigues Malta, Liliam Sá, Rubens Teixeira, Júlio Severo, Zenobio Fonseca, Uziel Santana da ANAJURE, Pr. Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo etc).

Jesus e Maria, uma mãe adolescente

Jesus e Maria, uma mãe adolescente

Judias casavam por volta dos doze anos de idade. As referências sobre Maria não é exceção. O desposo seria em torno dos doze anos, e o nascimento de Jesus cerca de um ano mais tarde [3]. Não muitos diferentes de Israel, na Roma antiga, as mulheres se casavam antes dos 12 anos e os meninos a partir dos 14 anos. Após o Novo Testamento, judeus passaram a fixar idades mínimas para o casamento (mulheres: doze anos e homens: treze anos). E os romanos estabeleceram as idades mínimas de doze anos, para mulheres, catorze anos, para homens.

De que adianta a representante da Frente Parlamentar Evangélica, Damares Alves, lutar contra a legalização oficial do aborto e apoiar liberação do aborto através da criminalização de atos sexuais? Vale ressaltar que não é apenas a liberação do aborto, mas sim a imposição cultural do aborto, já que atos sexuais praticados pelas adolescentes acabam sendo considerados estupros, independentemente do seu consentimento e elas consideradas incapazes de consentir, que não tem discernimento para o ato sexual. Garotas, que naturalmente aceitam sua maternidade, estão sendo doutrinadas a se considerarem incapazes de terem seus próprios filhos.

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Damares, a redução da idade de estupro de vulnerável salvaria mais vidas que todo o seu trabalho contra o infanticídio indígena. De que adianta salvar alguns índios e, ao mesmo tempo, apoiar que milhares de brasileirinhos sejam dizimados?

Adolescentes não engravidam por doença, elas engravidam por estarem na época de poderem engravidar. É algo natural! Quem for pesquisar a história da humanidade verá que a gravidez na adolescência sempre foi comum. É a regra, não a exceção. O comum, durante toda a humanidade, foi mulheres adolescentes casarem e terem seus filhos. Inclusive, os pais da Igreja e outros escritos citam Maria, a mãe de Jesus, como sendo uma jovem de não mais que catorze anos de idade. Garotas, como a do vídeo, que naturalmente podem ser mães, estão sendo doutrinadas a serem abortistas por se tratar de “estupro de vulnerável” (definição legal criada em 2009). “Estupro de Vulnerável” é igual a aborto: Toda garota que faz sexo com 12, 13 anos é considerada legalmente incapaz (que não tem discernimento). Porém, a menarca, em média, é aos 12 anos. São garotas que naturalmente estão na fase de poderem engravidar. É comum garotas como ela, de comunidade, abraçarem a maternidade com mais facilidade do que as garotas de classes mais altas. O que é um paradoxo do ponto de vista financeiro, pode ser explicado quando se analisa as culturas envolvidas. Nas classes mais pobres, adolescentes cuidam de seus irmãos mais novos, fazem comida, cuidam da casa etc. Sendo vistas como moças (mulheres), logo, no caso de gravidez, o aborto tende a ser visto como ilegítimo. Pois a família já a vê como mulher apta a assumir responsabilidades. Essa percepção de “mulher capaz” da adolescente têm diminuído, por influências especialmente da mídia. Já garotas abastadas, que não arrumam o próprio quarto, vivem shoppings, festas etc. Praticamente sem assumir responsabilidades, tendem a ser vistas como “crianças”. Gerando a polêmico situação de “criança” grávida de outra criança, tornando assim o aborto aceitável ou mesmo bem visto, por tirar daquela “criança” (a adolescente) o peso de ser mãe.

Não ao aborto

Não ao aborto

A própria mídia que vive tratando adolescentes como vítimas de pedofilia, não deixa de sexualizar adolescentes. Inclusive, a programação voltada para adolescentes é focada em sexo e relações amorosas que culminam em sexo (eles nunca falam de casamento ou se preservar para o casamento). Na verdade, a mídia não anda respeitando nem as crianças pré-púberes (verdadeira pedofilia), quanto mais respeitar adolescentes. Pelo contrário, o que ela faz é infantilizá-los e ao mesmo tempo estimulá-los a prática sexual, criando o cenário ideal para o aborto e outras irresponsabilidades. É necessário frisar que está havendo toda uma doutrinação para tornar a adolescência uma fase abortista (A Legalização Do Aborto na Adolescência Avança Cada Vez Mais), algo que já acontece nas classes mais altas e nos países considerados desenvolvidos. Uma pesquisa realizada em 1998, pela UFCE, constatou que cerca de 80% das garotas das classes mais baixam não abortavam seus filhos; já nas classes mais altas, essa porcentagem caia para apenas 20% (ou seja, apenas 20% das adolescentes das classes mais altas não abortavam). Isso ajuda a explicar o porquê da gente não andar vendo mães adolescentes nas classes mais altas. Não é tratando o adolescente como um incapaz que se vai evitar que ele pratique atos sexuais. Muito pelo contrário, ele, “consciente” de sua incapacidade legal, será tentado a fazer sexo, já que o mesmo não será cobrado a assumir nenhuma responsabilidade, estando assim livre para ser promíscuo, abortar, estuprar e abusar de crianças (A Pedofilia Acobertada). É comum adolescentes se aproveitarem de crianças para se satisfazerem sexualmente, para treinar sexo ou mesmo por pura maldade. Um garoto de 13 anos que abusa de uma criança de 5 anos, por lei, não comete nenhum crime ou infração já que o mesmo, tendo 13 anos, ainda é considerado tão incapaz quanto a criança de 5. A legislação não faz distinção alguma. Todos os menores de 14 anos são considerados igualmente incapazes. Será que alguma garota de 12 anos vai deixar de fazer sexo por ser legalmente incapaz? Não é comum garotas iniciarem sua vida sexual às escondidas? Se elas, muitas vezes, não respeitando nem os próprios pais, irão respeitar uma legislação que as trata como incapazes? Ou a tendência será delas serem a cada dia mais irresponsáveis? Afinal, por lei, são consideradas sempre vítimas, coitadinhas, que não têm o discernimento para consentir. Logo, não deixa de ser uma tentação “aproveitar” essa fase para ariscar mais e degustar do prazer sexual com maior tranquilidade, já que em caso de gravidez, houve “estupro de vulnerável” mesmo, basta ir ao sistema de saúde para receber seu atendimento como “vítima de violência sexual“. A pesar das DST´s  e dos anticoncepcionais, a gravidez ainda é a maior preocupação de quem pratica sexo. Tratar as adolescentes como incapazes só tende a minguar a preocupação delas mesmas com uma possível gravidez e contribuir para o uso cada vez mais recreativo, promíscuo e irresponsável do sexo. Consequentemente, cria-se um ambiente altamente favorável à prática do aborto. Como se já não bastasse a banalização do sexo, a declaração de incapacidade legal acaba sendo a gota d’água, a peça chave uma cultura abortista. A prostituta Lola Benvenutti, de 21 anos, perdeu sua virgindade aos 11 anos de idade com um homem de 30 anos. Será que ela foi uma incapaz aos 11 anos de idade? Ela mesma diz que não era incapaz coisa nenhuma e que ainda estava com mais vontade de fazer sexo que o seu parceiro. Ela não via a hora de perder a virgindade, preparou o cenário e chamou para fazer o “serviço” o homem em questão. Não é nenhuma novidade que ela tenha feito sexo às escondidas, como a maioria das garotas fazem. E ela nem precisaria de alguém maior de 18 para tal ato. Qualquer adolescente tem libido de sobra para isso. Muitos não vê a hora de ter uma chance dessa. Certas pessoas ficam, em nome de uma pseudo-pedofilia, tentando convencer a Lola de que a mesma foi estuprada. Essas pessoas, além de irresponsavelmente quererem implantar, na mente da mulher, a sensação de estupro (uma cruel violência psicológica), colaboram para deixar as garotas ainda mais irresponsáveis, sob o manto de uma pseudo-incapacidade. Não adianta nada chorar diante do documentário Blood Money – Aborto Legalizado, que retrata a prática do aborto nos Estados Unidos da América, e colaborar para que o Brasil siga o mesmo caminho. Os EUA, que definiram leis de idade de consentimento na maioria dos seus estados em 1880 (idades 7, 10 e 12 anos), aumentaram essas idades em 1920 (para 14, 16 e 18 anos). Tornando a adolescência uma fase de incapazes, o passo base para a cultura do aborto se estabeleça. A maternidade, uma condição natural da mulher, é relativizada. Questionados a respeito dessa situação, o presidente da frente parlamentar evangélica, Pr. Paulo Freire, nada respondeu e bloqueou o contato; Damares Alves diz querer coibir a prostituição na Copa do mundo (mas aborto e destruir famílias pode?): O Rubens Teixeira sempre fugindo de um diálogo, prefere seguir a mesma linha do restante, mesmo que para isso famílias sejam destruídas e a cultura do aborto seja imposta. É nessas horas que a gente ver quem são os verdadeiros cristãos.

Marisa Lobo

Psicóloga Marisa Lobo, Jesus Cristo, Pedofilia, pederastia, adolescentes, estupro de vulnerável, sexo, aborto e bebê.

Jesus Cristo e São José

Jesus e José (um pedófilo pederasta, segundo a psicóloga Marisa Lobo)

Adendos: Na menarca, a adolescente já alcançou 95,5% da estatura final. Por mais 3 ou 4,8 anos, incrementos progressivamente menores irão ocorrer. Estirão da puberdade (ou estirão da adolescência), crescimento com a idade e estatura final[1]:

Estirão

Pesquisa sobre a idade da menarca na cidade de Londrina[2]:Londrina [1]Crescimento Pós-Menarca (*http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302000000300003.)

[2]IDADE DA MENARCA EM ADOLESCENTES DE LONDRINA – PR – 1999 (*http://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/RBAFS/article/view/1006)

[3]http://books.google.com.au/books?id=m_OShrBh0I0C&lpg=PP1&pg=PA12#v=onepage&q=betrothal&f=false

[4]http://www.newadvent.org/cathen/08504a.htm

M.A. Friedman (1980), Jewish Marriage in Palestine, Vol 1, The Jewish Theological Seminary of Americ.

Richard Burn, Robert Tyrwhitt and Robert Phillimore, The Ecclesiastical Law, Volume 4, Sweet Stevens & Norton (London), page 54

A Legalização Do Aborto na Adolescência Avança Cada Vez Mais

aborto[1]

Apesar do aborto não ser legalizado, mas apenas haver a possibilidade legal da não punição dos envolvidos, em certos casos; na prática, pode-se notar que, com as recentes modificações legais (como a Lei n° 12.015/2009), a adolescência vem se tornando uma fase onde cada vez mais o aborto é permitido.

O adolescente, ao ser considerado “vulnerável”, acaba sendo colocado no mesmo nível de uma pessoa que, por doença mental ou enfermidade, não é capaz de consentir um ato sexual. Assim, torna-se permitida a prática do aborto nessa fase da vida.

Uma adolescente de 14-17 anos, que se prostitui (ou alega se prostituir), tem permissão legal para abortar (“favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de vulnerável” – CP, art. 218-B, caput e § 2º, I). Por exemplo, uma garota, que resolveu se prostituir para comprar um carro ou uma bolsa, pode abortar à vontade.

As garotas com menos de 14 anos tem permissão irrestrita para abortar, já que qualquer prática sexual, em que se envolve, é considerada “estupro de vulnerável” (CP, art. 217-A). E não faltam conselheiros para incentivar o aborto:

Imagem

A cartilha “ASPECTOS JURÍDICOS DO ATENDIMENTO ÀS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL”[1] do Ministério da Saúde, expõe claramente as possibilidades de aborto mencionadas:

Aborto permitido

ASPECTOS JURÍDICOS DO ATENDIMENTO ÀS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL página 27

Como se não bastasse, há parlamentares querendo ampliar essa lei (CP, art. 217-A) para abranger todos os adolescentes[2], decretando, duma vez, o aborto “legal” e irrestrito para menores de 18 anos!

Pensem vocês, como usuários do SUS, tendo que esperar um pouco mais para serem atendidos, já que adolescentes, que vão abortar, têm prioridade no atendimento. É o direito de ser irresponsável com o melhor suporte do Estado.

Tendo em vista que há pesquisadores e psicólogos querendo aumentar a fase da adolescência para 24[3], 25[4] e 29 anos, imaginem onde isso pode dá. Do jeito que a coisa vai, não será mais preciso legalizar o aborto oficialmente.

Para piorar, essas leis ainda colaboram com abusos sexuais de crianças (A Pedofilia Que É Acobertada, Garotos Sodomitas).

[1]http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/aspectos_juridicos_atendimento_vitimas_violencia_2ed.pdf

[2]http://www.carlosbritto.com/ccj-do-senado-aprova-projeto-que-torna-crime-fazer-sexo-com-menores-de-18-anos/

[3]http://www.youtube.com/watch?v=PPakQDOHj9Q

[4]http://oglobo.globo.com/saude/nova-orientacao-para-psicologos-prega-que-adolescencia-agora-vai-ate-os-25-anos-10127417

[5]http://www.ionline.pt/artigos/mundo/homens-so-se-tornam-adultos-aos-54-anos