MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base

MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base (Videoclipe Oficial).

De acordo com o Portal G1 e Jornal Extra, o protagonista do clipe do funk “Vem e brota aqui na base”, com quase 14 milhões de visualições no Youtube, MC Doguinha, de 12 anos, virou alvo de uma ação do MP-RJ. No entender da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Criança e do Adolescente da capital fluminense, que instaurou um inquérito civil para tentar remover extrajudicialmente o link da internet, a gravação faz “apologia a práticas erótico-sexuais”. Segundo o MP, a conduta fere os princípios da “proteção integral da criança e do adolescente” e da finalidade social da internet.

O MP quer proteger o rapaz de quê? Do sexo? Do erotismo? Vão anular a puberdade do moleque? Qual garoto da idade dele que não fala putaria? Qual rapaz não quer uma namorada? Ele apenas canta o que sente. Não há nada demais na música dele. Ele está na idade mesmo que achar mulheres atraente sexualmente e, em vez de ficar se masturbando, está ganhando dinheiro com suas músicas eróticas.

Não existe “erotização precoce”. Não existe “erotização infantil”. O garoto nem criança é. O rapaz é jovem adolescente. Criança é quem não atingiu a puberdade (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). Qual garoto de 12 anos não se interessa por sexo? Não se encanta pelo corpo sedutor de uma novinha linda? A puberdade começa por volta dos 9 anos de idade. É natural e saudável que as pessoas se interessem por sexo.

Em vez do Estado aproveitar o momento para discutir sexualidade com os jovens (porque muitos fazem sexo, com funk ou sem funk), prefere acabar com a carreira do garoto e fingir que todo mundo é assexuado. Estamos no século XXI, mas devida a influência americana, tem gente que não saíu do século XIX.

A novinha de 12 anos e o MC Doguinha

MC Doguinha e a Novinha de 12 anos no videoclipe oficial “Vem e Brota Aqui Na Base”.

A mulher na psicina tem 12 anos, mesma idade do MC Doguinha. O videoclipe é um exemplo da diferença de desenvolvimento físico entre meninos e meninas. Enquanto o desenvolvimento feminino é mais rápido, o masculino é mais lento. Como o garoto já é baixinho, ficou o contraste: Menino e Mulherão. O que seria sorte para uns, virou histeria para outros e ajudou a promover a histeria da mulher adulta com criança. Teve gente dizendo que ele teria 6 anos.

MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base (Videoclipe Oficial):

Letra: “A novinha linda, que mora aqui do lado / Tá cheia de papinho no whatsapp / Bumbum gostosão, corpo sedutor / Foi por isso que o doguinha se encantou / Vem e brota aqui na base / Vamos fazer sacanagem / Sei que você tem vontade / Então, senta um pouquinho”.

Apoio a liberdade do MC Doguinha cantar suas músicas, que estão inclusive de acordo com o seu desenvolvimento. O menino mostra-se empoderado e protagonista de sua história e isso é muito positivo. O meu ver, quem está prejudicando o jovem é o Estado por meio do Ministério Público. O problema do funk não é o erotismo das músicas, mas sim à apologia às drogas, aos tráfico de drogas, às facções criminosas e ao crime organizado.

Pelo que vi, o MC Doguinha é pobre, estuda em escola pública. Com o dinheiro dos seus shows, Doguinha poderá ter melhor qualidade de vida, educação e saúde, e assim poder ter acesso a direitos previstos na Constituição e reafirmados no ECA (Estatuto da Criança é do Adolescente) que o Estado não consegue garantir. Sem falar da questão psicológica do jovem realizar o seu sonho de ser cantor.

Comentários de internautas nos sites da Globo:

Pann Suddo: “Com 8 anos o mlk tá no tráfico. Isso pode correr solto. Trabalho escravo, com patrão e tudo. Isso pode correr solto. Esse mlk tá com cordão de ouro, já era. O Funk é de menos.”

Eduardo Leal: “Se o Moleque estivesse feito um vídeo com atitudes homo afetivas não teria problema. Porque esta na moda! SHOW de bola Doginha!!!!”

Jo Ker: “Pelo jeito, seria melhor se o Doguinha tivesse com a pistola e o radinho no morro!!! Maldito estado e maldito sistema!!! Vcs vão pagar na mão de Deus tudo o que fazem com nós pobres… nascemos puros e inocentes e o estado nos alimenta com ódio e maldade… O Estado quer oprimir a qualquer custo a cultura da periferia e impedir o jovem pobre de ganhar dinheiro. Queira ou não queira, funk é fonte de renda que salva muitos jovens do crime e das drogas. Uma perseguição pura aos pobres, pois o tal Doguinha sabe o que tá fazendo, pessoas de 12 anos já matam na frieza, eu bem antes dos 10 anos já pensava nas menininhas… ”

Antonio Fernandes: “Isso é discriminação contra o funk. Se ele estivesse tocando um homem nu em um museu seria considerado arte.”

Antonio José: “Com 12 anos eu cantava sacanagem nas letras dos mamomas e raimundos, a difrença era que eu dava prejuizo ao invés de ajudar meus pais.”

Rodrigo Nascimento: “Tanta corrupção pro MP investigar, perdendo tempo com isso?”

Fontes visualizadas em 09-11-2017:

[1] “MP do Rio abre inquérito para tirar do Youtube funk com menino de 12 anos” -https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/mp-do-rio-abre-inquerito-para-tirar-do-youtube-funk-com-menino-de-12-anos.ghtml

[2] “Produtor de clipe com MC de 12 anos critica pedido de exclusão do MP-RJ: ‘Preconceito’” -https://extra.globo.com/noticias/rio/produtor-de-clipe-com-mc-de-12-anos-critica-pedido-de-exclusao-do-mp-rj-preconceito-22047084.html

[3] “MC Doguinha canta letras obscenas ao lado de adultos desde 9 anos e, aos 12, faz até 13 shows por semana” -https://g1.globo.com/musica/noticia/mc-doguinha-canta-letras-obscenas-ao-lado-de-adultos-desde-9-anos-e-aos-12-faz-ate-13-shows-por-semana.ghtml

Anúncios

Millie Bobby Brown, Sexualização Natural e Saudável.

Onze (em inglês, Eleven), codinome de Jane Hopper, é uma das personagens principais da série de televisão Stranger Things da Netflix. Ela é interpretada pela jovem atriz Millie Bobby Brown. O nome de nascimento da personagem Onze (Eleven) é Jane Ives, dado por sua mãe, Terry Ives. No entanto, durante a segunda temporada, ela é adotada por Jim Hopper, passando a se chamar Jane Hopper.

Millie Bobby Brown (Eleven ou Jane Hopper de Stranger Things)

Millie Bobby Brown, a jovem adulta de 13 anos que tem sua sexualidade infantilizada por feministas puritanas. Ela faz a personagem Onze (em inglês, Eleven), codinome de Jane Hopper da série Stranger Things da Netflix.

A novinha Millie Bobby Brown apresentou mudança na sua vestimenta e moralistas feministas americanas (e brasileiras de mentalidade de colônia copiaram), que vivem o fantasma da Era Vitoriana, começaram a falar besteiras ao problematizarem a sexualidade natural e saudável da ninfeta. Enquanto isso ignoraram coisas como o fato da atriz ter que ficar careca para fazer uma série. Ou seja, a polêmica só gira em torno de sexo, coisa de puritanos mesmo.

Dizem que a lolita Millie Bobby Brown foi considerada uma ‘mulher sexy’ por uma revista internacional. E daí? Vão aceitar que a mulher é naturalmente sexual ou continuar com postura de puritanos do século XIX em querer negar a sexualidade das pessoas, especialmente das mulheres? A novinha Valentina Schulz também foi vítima dessa sexofobia. Uma postura tipicamente machista, porque busca infantilizar a sexualidade feminina para controla-la.

Uma tática desses moralistas é infantilizar mulheres. É irônico ver pessoas que se dizem feministas, que dizem lutam pelo “empoderamento” feminino, “desempoderar” mulheres. Infantilizar, vitimizar, tratar como incapaz e coitadinha, é desempoderar mulheres, torná-las socialmente inferiores. Empoderar é o contrário, é estimular a autonomia e independência nas mulheres, para que elas sejam donas de si mesmas e protagonistas de sua história.

Feministas roubaram o protagonismo de religiosos puritanos equivocados em infantilizar mulheres. Chamar uma jovem mulher de 13 anos de “criança” é infantilização pura e simples. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, meninas com menos de 9 anos de idade. Uma mulher de 13 anos, que já está na idade até de procriar, é uma mulher adulta. Pois a capacidade reprodutiva é a principal característica de um indivíduo adulto.

Mulheres entram na puberdade por volta dos 9 anos de idade, tornando-se adolescentes, e, com isso, passam por grandes mudanças do ponto de vista sexual, físico e mental visando a reprodução da espécie. A mulher é naturalmente erotizada e sexualizada. Por isso, é normal que comportamentos mudem e a menina se perceba adulta. É uma adultização natural e saudável, afinal, logo essa mulher fica fértil e poderá gerar a sua descendência. Ninguém ovula à toa.

A fase que vai, geralmente, dos 9 aos 13 anos de idade é uma fase de mudança radical na mulher. É a fase de deixa o infantil de lado e passar a se interessar com intensidade pelo mundo adulto. Ocorre o estirão da adolescência. A maturação óssea. A maturação sexual. E essa mudança acaba se refletindo nas vestimentas. A puberdade é a verdadeira maioridade do ser humano. A fase adulta começa com a puberdade e a puberdade se inicia, geralmente, na mulher, aos 9 anos, não 18.

Feministas criticam o eurocentrismo, a hegemonia branca e o cristianismo. Porém, elas acabam repetindo comportamentos moralistas de puritanos (a pior parte do cristianismo) e infantilizando jovens mulheres adolescentes. Infantilização essa inventada por brancos europeus! O que acabou gerando coisas como “rebeldia na adolescência”, que é fruto de um adulto (adolescente é adulto) sendo tratado como criança, ou seja, infantilizado.

Um adulto menor de idade infantilizado terá dificuldade de assumir responsabilidades mesmo quando atingir a maioridade civil. Ele será mais propenso a depressão e a outros problemas psicológicos devida a falta de amadurecimento na infância. Assim, como andadores para bebês atrapalham o seu desenvolvimento, pois a criança se esforça bem menos para andar, a infantilização também atrapalha ao deixar a pessoa psicologicamente mais acomodada, imatura e dependente.