Menina de 12 anos foge com “cinquentão” hippie

A mesma notícia sendo abordada de forma diferente pelo portal R7 (r7.com) em duas reportagens (matérias jornalisticas), uma feita pelo RecordTV Minas e outra pelo Cidade Alerta.

Reportagem da RecordTV Minas: “Menina de 12 anos foge com ‘cinquentão’ e deixa carta dizendo que iria suicidar“[1]

Reportagem do Cidade Alerta: “Mãe salva filha de 12 anos das mãos de pedófilo“[2]

A RecordTV Minas foi preconceituosa ao destacar o “cinquentão” (preconceito etário).
Mas, apesar disso, abordou a notícia de forma melhor e mais isenta que o Cidade Alerta, que infelizmente, vive de sensacionalismo. Um programa sem credibilidade nenhuma por ser demasiadamente sensacionalista e que lucra em cima da violência e do medo das pessoas. Imaginem um programa desse na época em que negros e gays eram discriminados. Esses programas seriam cruelmente racistas e homofóbicos.

A reportagem do RecordTV Minas acertou ao chamar a mulher de 12 anos de adolescente. Sim, tanto legalmente, quanto biologicamente, uma menina de 12 anos é adolescente, não criança. Felizmente, não apelaram para o “criança de 12 anos” e nem para o “pedófilo“. Típicos termos que maus jornalistas se valem para fazer suas reportagens sensacionalistas, como as reportagens do Cidade Alerta. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade. Pedofilia é antes da puberdade.

O Cidade Alerta é o típico programa que transforma qualquer ladrão de galinha em perigosíssimo serial killer. É comum pessoas inocentes serem cruelmente prejudicadas por programas assim. É um programa que se aproveita do medo das pessoas para lucrar com audiência. Falta ética e profissionalismo nesse programa. Mas, nesse mundo capitalista ganhar dinheiro é o mais importante na mente de muitas pessoas.

A mãe não salvou a filha de pedófilo nenhum. Uma garota de 12 anos é velha para um pedófilo (pedofilia é antes dos 9 anos de idade) e a moça fugiu com o rapaz, ela não foi raptada pelo homem. Ela fugiu e estava querendo ser salva da própria mãe. A situação é tão séria que a jovem prometeu se suicidar (deixou uma carta dizendo que iria tirar a própria vida).

Se o jovem adolescente, seja homem ou mulher, não se entende com seus pais, é melhor que fuja de casa do que atente contra a própria vida ou chegue ao ponto de matar seus próprios pais, como nesse infeliz e drágico caso: Menina mata a mãe

Será que a jovem mulher é apaixonada pelo hippie e fugiu para viver esse amor? Ou o ambiente famíliar é muito hostil? Dizem que o homem tem mais de 50 anos (não parece tanto) e muita gente é preconceituosa. O problema de muitos pais é idealizar os próprios filhos e nessa idealização há muitos preconceitos embutidos e a vontade de realização dos pais nos filhos. Mas, os filhos não são continuação dos seus pais. São outras pessoas e é natural que discordem de seus pais.

No vídeo, a mãe diz: “Você poderia fazer qualquer coisa, mas fugir? Minha filha você sabe o que esse homem vai fazer com você? Ele vai te estuprar e depois te prostituir”. Diante do desespero da mãe a menina não demostrou nenhum sinal de arrependimento e ainda gritou com a mãe: “Tira suas mãos de mim.” A mãe pediu ajuda de pessoas no lugar para impedir o embarque da jovem mulher.

Vídeo: MÃE IMPEDE FUGA DA FILHA DE 12 ANOS COM HIPPIE:

Vídeo: Mãe consegue impedir que filha de 12 anos fugisse com hipster:

Aparentemente é mais um caso de filha que foge com amante por seus pais não aceitarem o seu relacionamento amoroso. Ela não é a primeira mulher a fugir e nem será a última. Esses casos não são raros. Por que será que jovens mulheres chegam ao ponto de fugir com seus amados?

Apesar da sociedade moderna infantilizar adolescentes, a adolescência faz parte da fase adulta. A infância termina por volta dos 9 anos de idade, com o início da puberdade (a puberdade feminina não começa com a menarca, mas sim anos antes e o primeiro sinal visível é o aparecimento do broto mamário).

Uma mulher de 12 anos de idade já está na fase de deixar seus pais e ir formar seu próprio ninho com o seu amante. Por isso, que elas sentem muita vontade de namorar e de enfretar a autoridade dos pais. Ela sente grande desejo de ser independente e fazer as suas próprias escolhas, como qualquer mulher adulta. E ela é adulta! A fase adulta da mulher começa com a puberdade. A puberdade começa por volta dos 9 anos de idade, não 18.

Com a puberdade, o sexo ganha importância na vida das pessoas (homens e mulheres). O jovem adulto passa a deixar os pais de lado e a querer resolver seus próprios problemas, a valorizar mais as amizades (seu relacionamento social) e a buscar possíveis parceiros sexuais e amorosos. Por isso, que há mulheres, em geral, maiores de 11 anos, que chegam a fugir com seus amados. Essas mulheres apenas estão seguindo o caminiho natural da vida. Não são vadias e nem vagabundas por isso, como infelizmente algumas pessoas falam. São mulheres de atitude, que vão atrás do que querem. E como toda experiência pode ser boa ou ruim. A jovem mulher pode viver um grande amor ou quebrar a cara, se decepcionar. Faz parte da vida.

[1]http://noticias.r7.com/minas-gerais/menina-de-12-anos-foge-com-cinquentao-e-deixa-carta-dizendo-que-iria-suicidar-24032017

[2]http://noticias.r7.com/cidade-alerta/videos/-mae-salva-filha-de-12-anos-das-maos-de-pedofilo-24032017

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Kelly Key, Baba Baby e Amor

Baba“, também conhecida como “Baba Baby“, música de Kelly Key (Kelly de Almeida Afonso Freitas) do seu álbum Kelly Key de 2001, seu primeiro álbum homônimo, lançado em 17 de agosto pela Warner Music Brasil. Kelly mostrou para Andinho, um parceiro de composição, uma canção composta por ela aos 13 anos de idade, intitulada “Baba”, a qual tratava de um professor que havia a desprezado quando criança e passou a se interessar por ela já adolescente, ou seja, quando a criança cresceu e se tornou uma bela mulher. Apesar de inicialmente não achar que a canção seria boa o suficiente para o seu trabalho musical, ela e Andinho trabalharam na faixa de música, incorporando novos versos e criando um desfecho para incluí-la no álbum. A música acabou sendo o maior sucesso da artista e fez parte da campanha do Governo Federal pelo incentivo ao uso da camisinha, em 2002.

‘O papel de conselheira é o mesmo que Kelly interpretou quando contratada pelo Ministério da Saúde para fazer campanha pelo uso da camisinha, no Carnaval passado. Apesar de doar o cachê – cerca de R$ 50 mil – a uma instituição, a escolha do governo gerou polêmica. Quem a criticou disse que ela não tinha bagagem pedagógica para falar sobre o certo e o errado à juventude. Também foi qualificada como fútil e mulher-objeto. “Não sou a pessoa correta para dar conselho, porque já recebi muitos e não segui nenhum”, explica-se. “Mas nunca tive problemas com drogas e sempre usei camisinha. Tenho o perfil certo para falar com a juventude, porque vivi muito nova a minha vida.”’ (istoegente)[5]

Faixas do álbum de 2001: “Escondido“, “Só Quero Ficar“, “Bolada“, “Anjo“, “Baba“, “Brincar de Amor“, “Tudo Com Você“, “Quem é Você?“, “Viajar no Groove“, “Cachorrinho“, “Escondido” (remix). Foram gravadas em 2000 e 2001.

A canção “Baba”, Baba Baby, foi escrita originalmente quando ela tinha 13 anos, como um desabafo pessoal. Kelly Key, aos 7 anos de idade, era apaixonada pelo seu professor de educação física, que não queria nada com ela por ser muito nova. Mas, quando ela chegou à puberdade, e cresceu, ele passou a se interessar por ela. A mulher atraente de 12-13 anos, de corpo exuberante, já não era mais aquela criança de 7 anos, sem desenvolvimento puberal.

Kelly Key, além de ter um corpo maravilhosamente moldado pela puberdade, aos 12 anos, a mulher ainda malhava numa academia. O seu professor, que não se interessara pela menina de 7 anos, passou a desejar a mulher de 12-13 anos, que magoada pelo desprezo de outrora, passou a provocar e desprezar o tal professor, como vingança. Aos 13 anos, ela escreve a música “Baba” e conhece o seu novo amor, o cantor Latino (nome artístico de Roberto de Souza Rocha) e começou a namorá-lo. Latino logo engatou um relacionamento com a jovem mulher com quem casou aos 16 anos e teve uma filha. Ficaram juntos 5 anos (1997-2002). 

“Da infância tímida em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, Kelly de Almeida Afonso não era sombra do que é, hoje: cantora desinibida, mulher polêmica. Esse perfil começou a ser traçado aos 13 anos, quando ela investiu numa história de amor com um homem dez anos mais velho, casado e com filhos na bagagem. Latino, nome artístico de Roberto Souza Rocha, um cantor de funk do subúrbio carioca de Maria da Graça, foi por cinco anos um misto de amante, marido e empresário de Kelly” (istoegente)[5]

Kelly Key com o seu namorado Latino

Kelly Key, aos 13 anos de idade, começou a namorar Latino de 23.

Trechos da canção “Baba”:

“Você não acreditou
Você nem me olhou / Você sequer notou
Disse que eu era muito nova pra você
Mas agora que cresci você quer me namorar”
“Não vou acreditar nesse falso amor
Que só quer me iludir me enganar isso é caô
E pra nao dizer que eu sou ruim
Vou deixar você me olhar
Só olhar, só olhar, baba
Baby, baba”
“Olha o que perdeu
Baba, criança cresceu
Bem feito pra você, é, agora eu sou mais eu
Isso é pra você aprender a nunca mais me esnobar
Baba baby, baby, baba, baba
Baby, baba”[1]

Muitas garotas se irritam com o fato de não despertarem interesse relevante do sexo maculino quando ainda não entraram na puberdade, ou estão no início dela, e depois, com o corpo desenvolvido, passarem a se preterida por muitos homens. Elas ficam chateadas com a realidade, porque acreditam que um homem deveria ter interesse por ela antes dela ter o corpo desenvolvido para ser amor de verdade. Afinal, no conceito cristão de ágape, quem ama, ama além do corpo. Mulheres querem ser amadas independentemente do corpo que tenham.

Novinha feliz por emagrecer e ficar gata

A garota não precisou se esforçar muito. Porque os hormônios sexuais, devidos a puberdade, emagrecem e definem o corpo.

A puberdade feminina começa por volta dos 9 anos, é esperado que o erótico e o sexo ganhe importância em sua vida, que o corpo seja modelado e amadureça sexualmente. Logo, não se trata de sexualidade infantil, que por definição é impúbere, mas de sexualidade adulta, que é púbere. Nessa mudança corporal, muitas jovens mulheres se frustam ao ver como um corpo desenvolvido e bonito faz diferença na hora de arrumar um namorado, mas, por outro lado, também ficam envaidecidas diante do seu poder de sedução. O crush (gíria copiada dos EUA, que significa pessoa por quem se tem sentimento, desejo, paixão ou amor platônico), que antes a esnobava, pode começar a se deslumbrar e desejá-la.

[1]https://www.vagalume.com.br/kelly-key/baba.html

[2]https://pt.wikipedia.org/wiki/Kelly_Key_(álbum_de_2001)

[3]http://www.letras.com.br/curiosidades/kelly-key

[4]http://livrocaiunarede.blogspot.com.br/2006/03/baba-kelly-key.html

[5]http://www.terra.com.br/istoegente/199/reportagens/capa_kelly_key_01.htm