Adolescente grávida quer morar com o padrasto

Jovem adolescente de 11 anos engravida do padrasto, diz que não houve estupro, que consentiu com as práticas sexuais e amorosas, que gosta dele e quer morar com ele.

Os encontros amorosos entre a garota de onze anos e o padrasto de quarenta anos, ocorriam no quarto da menina, antes do quarentão sair para trabalhar e com a mãe da moça na casa, em Rio Negro, disse o delegado Fábio Magalhães. A jovem está grávida de sete meses. O padrasto foi ouvido nesta quarta-feira (10/02/2016) na delegacia de Rio Negro. Conforme o delegado, o padrasto confirmou que mantinha relação sexual com a jovem mulher. “Ele confirmou que há muito tempo vinha mantendo relação sexual com ela”, afirmou Magalhães.

“O padrasto confirmou que há muito tempo vinha transando com a jovem” (Magalhães)

A adolescente foi chamada na delegacia e disse ter consentido os encontros amorosos. “Ela confirmou que consentiu, que ela gosta dele e queria morar com ele”, disse o delegado. Os encontros aconteciam ainda de madrugada, antes do padrasto ir trabalhar, no quarto dela. Eles moravam numa fazenda. O acusado de crime sexual morava com a mãe da menina há pouco mais de um ano, conforme afirmou o delegado. O padrasto e a jovem afilhada afirmaram que a mãe dela não sabia do relacionamento dos dois amantes. A mãe da adolescente só desconfiou na semana passada por causa do comportamento diferente da filha. Assim que tomou ciência do envolvimento da filha com o companheiro dela, expulsou o companheiro da casa e o denunciou. O homem suspeito de crime sexual está preso desde a última quinta-feira (04/02/2016) e foi indiciado por estupro de vulnerável. Apesar do consentimento da jovem ninfeta, o Código Penal define injustamente estupro de vulnerável: “Ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos”. De acordo com o delegado, o acusado não tinha passagens pela polícia.

“A moça confirmou que consentiu as transas, que ela gosta do padrasto e que queria viver com ele” (Magalhães)

Informações do G1, MS.

Juíza Andréa Pachá critica e sensura G1 sobre caso de menina 11 anos e padrasto de 40

A juíza Andréa Pachá sensurou o G1 sobre relacionamento amoroso de menina de 11 anos com seu padrasto de 40.
O G1 apenas deu voz a suposta vítima, que afirmou ter consentido sexualmente e querer ficar com o seu amante.
Andréa Pachá se diz feminista, mas ignorou o desejo dessa jovem mulher de ficar com quem gosta e poder ter sua família. Diferentemente da Pachá, Simone de Beauvoir queria a abolição da idade de consentimento sexual.
Criança não faz criança. Criança é quem tem menos de 9 anos de idade, quem não atingiu a puberdade. Violência é, por coação estatal, tirar da garota o seu direito de ter uma família com o homem que ela gosta e assim poder criar o fruto desse amor.

A juíza Andréa Pachá está equivocada. Criança não faz criança. Criança é a garota com menos de 9 anos de idade, que não atingiu a puberdade. Quem verdadeiramente vitimou essa menina foi o Estado ao tirar da mulher o seu direito de ter uma família com o homem que ela gosta e assim poder criar o fruto desse amor. Não faz sentido falar de estupro quando há consentimento sexual. A garota se relacionava consessualmente com o homem. Devida à intervenção estatal, a jovem vai ser obrigada a ser mãe solteira de uma criança filha de pai presidiário. Sem a intervenção estatal, o casal estaria junto.

A repórter do G1, que foi sensurada pela magistrada Andréa Pachá, deu voz à garota, permitindo que a jovem exprimisse a sua vontade. Qual o problema disso? Receio da lei que criminaliza o sexo consentido seja questionada? Violência no uso perverso das palavras é ignorar a voz da vítima, tratar como estupro o sexo consensual. A jornalista do G1 teve a sensibilidade que a magistrada da área da família não teve, infelizmente. Jornalista é para noticiar fatos, não escrever notícias como bem quiser. Lamentavelmente, essa jornalista, ou repórter, foi injustiçada por ser profissional, por fazer o seu trabalho da forma correta.

A jovem mulher grávida quer ficar com o pai do seu filho. Por que a sua vontade não é ouvida? Os moralistas preferem obrigar essa garota a ser mãe solteira, a ter que criar o filho sozinha, a se sentir culpada pela prisão do pai do seu filho. O moralistas não estão nem aí para a criança que vai ser obrigada a nascer sem a presença do pai e sofrer com toda essa situação.
Nessa hora não aparecem defensores da mulher para apoiar a vontade da jovem de viver com o seu amor, nem defensores da criança e nem pró-vida para apoiar a criança no seu direito de ter seus pais. Muito menos defensores da família para apoiar essa família. Sim são uma família. Uma família vítima de vários preconceitos. Preconceito etário, preconceito por engravidar cedo, etc.

Outros casos de relacionamentos sexuais de jovens mulheres:

Justiça da Itália inocenta idoso de 60 anos por fazer sexo com menina de 11

Lola Benvenutti, uma mulher contra a hipocrisia, admite seu desejo por sexo aos 11 anos e ter escolhido um homem de 30 para tirar a sua virgindade

Mais um rapaz vítima da hipocrisia moralista, preso por assumir sua mulher e ter sido feito de bobo pelos pais da jovem:

Novinhas não são crianças!

Novinhas não são crianças! Novinhas são mulheres adolescentes e adultas (ou seja, púberes e pós-púberes). Criança é quem não atingiu a puberdade (em geral, garotas com menos de nove anos de idade, ou seja, pré-púberes).

No BBB16 (Big Brother Brasil 2016), o participante Laercio de Moura, de 53 anos, foi vítima de preconceito etário, ofensa e calúnia por ser acusado de ser “Velho, nojento e pedófilo“, pela Ana Paula (participante de 34 anos que disse ser machista) por dizer que gosta de novinhas. Apesar de pedofilia não ser crime, o termo “pedofilia” é erroneamente usado pela mídia como sinônimo de crime sexual. Se Ana Paula acusou Laércio de crime sexual, deveria ter, no mínimo, provado. Mas não há provas de nenhum crime sexual que possa ter sido praticado por Laércio. Ele não está respondendo a nenhum processo criminal e nem cível. As fãs de Ana Paula ainda tentaram alegar que Laércio curte a página de Valentina Schulz do MasterChef Júnior 2015 e que compartilhou a foto de uma jovem mulher:

Laercio de Moura compartilhou foto de adolescente

Um amigo o chamou brincando de pedófilo. Laercio respondeu se dizendo efebófilo.

A foto compartilhada não é de uma criança, mas sim de uma jovem mulher, talvez ainda legalmente adolescente. Um homem de 53 anos gostar de mulheres jovens é crime? Sentimentos não são criminalizáveis e se relacionar sexualmente com maiores de 14 anos não é crime. Mas, os etaristas (preconceituosos etários) querem é promover o preconceito de qualquer maneira, mesmo cometendo crime (discriminação por idade, assim como raça, sexo, religião, é crime).

Um amigo o chamou brincando de pedófilo e Laercio respondeu dizendo ser efebófilo.
Efeboflia seria a preferência por adolescentes. Nada ver com pedofilia (atração sexual primária por quem não atingiu a puberdade). Todo homem saúdavel é atraído preferencialmente por mulheres jovens, porque nelas há maior chance de haver uma fecundação de sucesso e filhos mais saudáveis (fato científico).

Em tom poético, Pedro Bial faz o discurso de eliminação de Laercio do Reality: “… Você que dorme de cuecas, já que não pode dormir nu como de costume. Você e suas Lolitas, suas Anitas e a maioridade. Você e sua idade…”

Novinha é um termo que surgiu da periferia, do negro e do funk. E como tudo que vem da favela, da comunidade, da periferia, da negritude, de cultura não elite branca europeia, é demonizado, marginalizado e subjugado.

Laércio é o “negro” que a esquerda e o feminismo preconceituosos querem chamar de pedófilo, mas não podem para não serem considerados racistas ou politicamente incorretos. Afinal, tanto esquerdistas, quanto feministas, gostam de outorgar-se defensores dos negros, pobres e favelados.

Luiz Gonzaga – O xote das meninas (Mandacaru quando fulora na seca – 1953):

“Ela só quer, só pensa em namorar”

Novinha se revolta por não ter namorado: “Toda garota tem namorado menos eu”