Já não se pode casar com 14 anos na Espanha

“O Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência, proibindo o casamento“. 1Tm 4:1

A Espanha aprovou legislação para aumentar para dezesseis anos a idade mínima legal para casar. A mesma lei eleva de treze para dezesseis a idade legal de consentimento sexual. Chamando erradamente de casamento infantil, o casamento adolescente é combatido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (em inglês United Nations Children’s Fund – UNICEF) mesmo num pais onde apenas quatro adolescentes casaram em 2014. Por que a ONU combate tanto o casamento adolescente, mesmo sendo a cada dia mais raro? A idade média ao primeiro casamento, em 2014, situou-se nos 32 anos para os homens e 30 para as mulheres, incluindo os “casamentos” homossexuais. Será que a média da primeira prática sexual situou-se nos 32 anos para os homens e 30 para as mulheres? Claro que não. Ficaram na promiscuidade, cuja consequência é a maior vulnerabilidade da pessoa a DST´s (doenças sexualmente transmissíveis) e gravidezes indesejadas. E para piorar ainda aumenta a idade de consentimento sexual para criminalizar práticas sexuais consentidas. Tipo de crime sem vítima. Que só promove a irresponsabilidade, a destruição de famílias (Grávida aos Treze Anos) e o aborto (Aborto na Adolescência), já que quem está abaixo da idade de consentimento é tratado como incapaz, sem direitos e deveres. O irônico é a ONU culpar a Igreja Católica pelos casos de AIDS no mundo, sendo que o maior responsável pela propagação do HIV é a promiscuidade, além do uso de drogas injetáveis. Se as pessoas fossem castas e apenas fizessem sexo no casamento, não existiria AIDS.

O artigo 16 da Declaração Universal de Direitos Humanos determina que:

“Os homens e as mulheres, a partir da idade da adolescência, têm o direito, sem restrição alguma por raça, nacionalidade ou religião, a se casar e fundar uma família; disfrutando de direitos iguais em relação ao matrimônio e em caso de dissolução do matrimônio.”[2]

[1]http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4697232
[2]http://www.dhnet.org.br/direitos/sip/onu/matrimonio/conv62.htm]

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