Mulher Grávida aos Treze Anos de Idade

Relato de uma mulher grávida aos treze anos:

“Me chamo K e tenho 18 anos hoje.
Sempre aparentei ser mais velha, eu com 13 anos me davam 15, 16 fácil. Comecei aprontar bem novinha tinha lá meus 11 anos, e tudo isso escondida dos meus pais, que nem sonhavam com as coisas que eu fazia, que por sinal eram separados. Sempre morei com a minha mãe, e quando nos mudamos para um bairro mais afastado da minha família aprontava agora sem medo.
Com 13 anos comecei a namorar um cara de 19 😶, escondida né, tentava falar dele pra minha mãe e fazer com que ela aceitasse, mas ela não aceitava, e mesmo ela não aceitando não foi motivo pra eu terminar rs, com uns 4 meses ele terminou comigo (pra ficar com outra menina. DESGRAÇADO!!), mais nem um mês depois voltamos a namorar, ainda sem o consentimento da minha mãe e de ninguém rs.. Eu trazia ele escondido pra minha casa enquanto minha mãe trabalhava, e bom mais ou menos entre setembro e outubro comecei a desconfia que estava grávida, pela ausência da menstruação e porque demos motivos pra dúvida surgir, mais enfim, meu namorado comprou um teste de farmácia e eu fiz, e deu POSITIVO, como eu já imaginava, eu e ele ficamos muito assustados, afinal ele era bem mais velho, e eu super novinha, praticamente um bebê e estava lá com outro bebê dentro de mim, e depois da confirmação veio a parte mais difícil, como vou contar pros meus pais que eu estou grávida, se eles nem sabem que eu namoro, primeiro contei pra uma amiga, que também tinha 13 anos, e ficou animada kkk, certa vez com a minha mãe já desconfiando pela ausência da minha menstruação, a minha abençoada amiga manda uma mensagem no celular dela (minha mãe) falando, “oi amiga, tudo bem? Cuida bem do meu bebê viu), ai a minha mãe sacou tudo e veio me confrontar, me perguntou se eu havia feito algo que ela devia se preocupar por conta da menstruação está atrasada, e eu? Vou negar? Não né, era a chance que eu esperava pra contar, então ela imediatamente foi pra cozinha, ferveu um leite e misturou canela e me deu, logo fui pesquisa pra que servia, e li que ele adiantava a menstruação, e bom eu com medo não tomei, abri a janela do meu quarto, moro no 3° andar, e joguei pela janela e falei que tomei, mais nisso ela já tinha ligado para o meu pai, que estava a caminho de casa, nisso quando ele chegou e a minha mãe contou, ele ficou louco, saiu de casa dizendo que ia na polícia prestar queixa, que isso se caracterizava em estupro, eu corri atrás dele e não deixei, então a minha mãe desceu e falou que ia me levar ao ginecologista, e lá fomos nós 3, chegando lá a clínica estava fechada, então minha mãe queria ir na casa do meu namorado, então com muito medo eu disse a onde era, chegando lá ela queria falar com a mãe dele que não estava lá, e nem ele, então ficamos esperando, e quando ela chegou a minha mãe começou a gritar na rua, chorando, dizendo que eu estava grávida e que ele tinha me estuprado, eu então comecei a defende lo né, foi quando eu avistei ele chegando e meu pai indo em direção a ele, então fui atrás e meu pai só perguntou quantos anos ele tinha, então ele entrou pra casa chorando e eu fui atrás pra tentar acalma lo, e então depois fomos embora.
No outro dia fui pra escola cedo, e quando voltei meu pai estava em casa com a minha mãe me esperando para ir fazer o exame de sangue, e então nós fomos e fizemos e veio a confirmação de fato, eu estava grávida de 6 semanas, e então passamos numa psicóloga lá mesmo n clínica que orientou a minha mãe a aceitar, já que naquela altura do campeonato já estava feito, e que assim era pra minha mãe orientar meu pai e a família toda, e então foi o que ela fez, mesmo estando relutante, mais ai o meu pai não aceitava, e ainda queria prestar queixa, mais então minha mãe tirou isso da cabeça dele, mais então ele não queria falar comigo, que contou pros meus 3 irmãos que são mais velhos que também não aceitavam de jeito nenhum. Passando mais ou menos um mês depois as coisas foram se acertando, a essa altura era o meu pai que me acompanhava a todas as consultas pré natais e fazia de tudo por mim, porém ele ainda não aceitava meu namorado, pois bem, quando Ela, nasceu (eu já tinha feito 14, era uma menina) , M, estava todo mundo lá, e foi mágico, pois a minha família toda passou a aceitar, e mais que isso, todos passaram a amar ela incondicionalmente, e esse amor, fez com que o meu pai e meus irmãos aceitassem o meu namorado. E bom é assim até hoje, continuo com o pai da minha filha (meu namorido) já fez 5 anos, ela hoje está pra completar 4 anos, e é o maior xodózinho do meu pai e dos meus irmãos e de toda a família!
E hoje tudo o que eu posso fazer é erguer a mão pro céu e agradecer a Deus pelo maior e melhor presente que eu já ganhei, a minha filha! 😍👭”

Comentário do blog:

A mulher teve que lutar pela sua gravidez e pelo seu relacionamento.
Os pais tentaram fazê-la abortar. Quiseram por seu namorado na cadeia. Ela mesmo grávida teve que resistir a tudo isso.
Graças a essa resistência dela, ela está com seu filho num relacionamento que já completa 5 anos.
Se a lei tivesse prevalecido, uma família teria sido destruída, a família dessa criança que mal veio ao mundo.
Seria muito cômodo para essa garota abortar o próprio filho.
É uma ilusão achar que idade de consentimento alta evita sexo, pelo contrário ela promove a promiscuidade. Porque a prática sexual se torna clandestina. Evita que relacionamentos sérios sejam assumidos e abre espaço para as “ficadas” (relacionamentos rápidos sem compromisso).
É necessária a redução da idade de consentimento sexual e o anteprojeto do novo código penal que diminui a idade de consenso sexual para 12 anos é bem vindo.

Outros casos:

“GRÁVIDA AOS 13 – MÃE AOS 14”

“Sim, grávida aos 13”

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Humaniza Redes e Racismo

Passando pela página do Humaniza Redes no Facebook, me deparo com o seguinte post:

Humaniza Redes e Racismo

Humaniza Redes e Racismo.

A página diz que a expressão “A coisa tá preta” é racismo contra negros por ter conotação negativa.

Sendo assim, a expressão “Esqueci, me deu um branco!” seria racismo contra brancos?
E “ih, vai amarelar!” racismo contra índios?

Caro, Humaniza Redes, a expressão “José ganhou uma nota preta” é positiva, significa que a pessoa ganhou muito dinheiro. Há expressões positivas e negativas relacionadas a cores.

Em relação a branco, usadas de forma negativa, além de “me deu um branco“, há ainda as expressões: “passar em branco“, “questão em branco“, “branco de medo“, dentre outras.

Uma página, que custa milhões de dinheiro público, não deveria alimentar picuinhas entre etnias de pessoas. Não deveria marginalizar o povo brasileiro, dizendo que o mesmo é culturalmente racista, machista etc. E deveria respeitar a nossa língua portuguesa, não existe a palavra “negrxs”.

A página “Humaniza Redes” é administrada por feministas. Feministas vivem demonizando a sociedade, a maternidade, o homem e a família. Bem que elas poderiam “humanizar” as próprias mentes e deixar de promover o aborto, que não passa de assassinato.

Muitas feministas dizem que é melhor abortar a criança do que deixá-la nascer e viver uma vida difícil. Ou seja, para feministas não há nada de mais em condenar à morte quem é pobre ou indesejado.