MC Pedrinho injustiçado

Pedro Maia Tempester, nome artístico MC Pedrinho, cantor brasileiro de funk, conhecido nacionalmente por hits como “Dom Dom Dom”, “Ela e Doida”, “Matemática”, “Geometria da Putaria”, “Planeta da Putaria”, “Senta e Contrai”, “Vida Diferenciada”, “Prepara Novinha”, “Na perereca”, “Romano Da Putaria”, foi proibido de cantar em todo o Brasil.

A Promotoria de Justiça de Santana, em São Paulo, obteve liminar, do Juízo da Infância e da Juventude, que proíbe shows de MC Pedrinho em todo o Brasil. A Vara da Infância e da Juventude determinou a retirada de todo conteúdo relacionado ao funkeiro das redes sociais (Facebook, Youtube etc).

A Justiça solicitou ao CONANDA (Conselho Nacional dos Direitos da Criança) a comunicação da decisão a todos os cerca de 5.700 conselhos tutelares no Brasil para que efetuem a fiscalização. Segundo ela, o caso se trata de violação ao ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

Deputados da bancada evangélica se moblizaram para proibir funkeiros menores de idade de cantar. Mas cadê essa gente para combater crianças na rua passando fome?
Criança em vunerabilidade social é criança na rua, passando fome e frio, sofrendo violência, não cantando música. Aliás, por lei, a partir dos 12 anos é adolescente e a puberdade começa por volta dos 9 anos. Não é novidade que se interessem por sexo.

O adolescente, que completou 13 anos em maio (nascimento: 3 de maio de
2002), entrou em depressão, segundo seu empresário. Agentes do estado, com seus altos salários, não fizeram nada para esse jovem sair da pobreza, mas se acham no direito de acabar com a sua carreira por ele cantar músicas eróticas e pornográficas.

MC Pedrinho, MC Brinquedo (Vinicius Ricardo de Santos Moura, conhecido pela canção “Roça Roça”) e MC Pikachu (Matheus Sampaio Correa, famoso pela música “Tava na Rua”) cantores do subgênero do funk paulista conhecido como “funk ousadia”, ou “funk picante”, que superaram a pobreza com suas músicas.

Esses MCs deveriam ter liberdade para cantar suas músicas. Proibir só vai atrapalhar a vida desses músicos de aproveitar o mercado. Com eles, cantando ou não, há um público que gosta das músicas, inclusive a maior parte são de jovens. É uma oportunidade para se trabalhar a educação sexual, tratando de DST´s (doenças sexualmente transmissíveis) e gravidez.

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Mulher Grávida aos Treze Anos de Idade

Relato de uma mulher grávida aos treze anos:

“Me chamo K e tenho 18 anos hoje.
Sempre aparentei ser mais velha, eu com 13 anos me davam 15, 16 fácil. Comecei aprontar bem novinha tinha lá meus 11 anos, e tudo isso escondida dos meus pais, que nem sonhavam com as coisas que eu fazia, que por sinal eram separados. Sempre morei com a minha mãe, e quando nos mudamos para um bairro mais afastado da minha família aprontava agora sem medo.
Com 13 anos comecei a namorar um cara de 19 😶, escondida né, tentava falar dele pra minha mãe e fazer com que ela aceitasse, mas ela não aceitava, e mesmo ela não aceitando não foi motivo pra eu terminar rs, com uns 4 meses ele terminou comigo (pra ficar com outra menina. DESGRAÇADO!!), mais nem um mês depois voltamos a namorar, ainda sem o consentimento da minha mãe e de ninguém rs.. Eu trazia ele escondido pra minha casa enquanto minha mãe trabalhava, e bom mais ou menos entre setembro e outubro comecei a desconfia que estava grávida, pela ausência da menstruação e porque demos motivos pra dúvida surgir, mais enfim, meu namorado comprou um teste de farmácia e eu fiz, e deu POSITIVO, como eu já imaginava, eu e ele ficamos muito assustados, afinal ele era bem mais velho, e eu super novinha, praticamente um bebê e estava lá com outro bebê dentro de mim, e depois da confirmação veio a parte mais difícil, como vou contar pros meus pais que eu estou grávida, se eles nem sabem que eu namoro, primeiro contei pra uma amiga, que também tinha 13 anos, e ficou animada kkk, certa vez com a minha mãe já desconfiando pela ausência da minha menstruação, a minha abençoada amiga manda uma mensagem no celular dela (minha mãe) falando, “oi amiga, tudo bem? Cuida bem do meu bebê viu), ai a minha mãe sacou tudo e veio me confrontar, me perguntou se eu havia feito algo que ela devia se preocupar por conta da menstruação está atrasada, e eu? Vou negar? Não né, era a chance que eu esperava pra contar, então ela imediatamente foi pra cozinha, ferveu um leite e misturou canela e me deu, logo fui pesquisa pra que servia, e li que ele adiantava a menstruação, e bom eu com medo não tomei, abri a janela do meu quarto, moro no 3° andar, e joguei pela janela e falei que tomei, mais nisso ela já tinha ligado para o meu pai, que estava a caminho de casa, nisso quando ele chegou e a minha mãe contou, ele ficou louco, saiu de casa dizendo que ia na polícia prestar queixa, que isso se caracterizava em estupro, eu corri atrás dele e não deixei, então a minha mãe desceu e falou que ia me levar ao ginecologista, e lá fomos nós 3, chegando lá a clínica estava fechada, então minha mãe queria ir na casa do meu namorado, então com muito medo eu disse a onde era, chegando lá ela queria falar com a mãe dele que não estava lá, e nem ele, então ficamos esperando, e quando ela chegou a minha mãe começou a gritar na rua, chorando, dizendo que eu estava grávida e que ele tinha me estuprado, eu então comecei a defende lo né, foi quando eu avistei ele chegando e meu pai indo em direção a ele, então fui atrás e meu pai só perguntou quantos anos ele tinha, então ele entrou pra casa chorando e eu fui atrás pra tentar acalma lo, e então depois fomos embora.
No outro dia fui pra escola cedo, e quando voltei meu pai estava em casa com a minha mãe me esperando para ir fazer o exame de sangue, e então nós fomos e fizemos e veio a confirmação de fato, eu estava grávida de 6 semanas, e então passamos numa psicóloga lá mesmo n clínica que orientou a minha mãe a aceitar, já que naquela altura do campeonato já estava feito, e que assim era pra minha mãe orientar meu pai e a família toda, e então foi o que ela fez, mesmo estando relutante, mais ai o meu pai não aceitava, e ainda queria prestar queixa, mais então minha mãe tirou isso da cabeça dele, mais então ele não queria falar comigo, que contou pros meus 3 irmãos que são mais velhos que também não aceitavam de jeito nenhum. Passando mais ou menos um mês depois as coisas foram se acertando, a essa altura era o meu pai que me acompanhava a todas as consultas pré natais e fazia de tudo por mim, porém ele ainda não aceitava meu namorado, pois bem, quando Ela, nasceu (eu já tinha feito 14, era uma menina) , M, estava todo mundo lá, e foi mágico, pois a minha família toda passou a aceitar, e mais que isso, todos passaram a amar ela incondicionalmente, e esse amor, fez com que o meu pai e meus irmãos aceitassem o meu namorado. E bom é assim até hoje, continuo com o pai da minha filha (meu namorido) já fez 5 anos, ela hoje está pra completar 4 anos, e é o maior xodózinho do meu pai e dos meus irmãos e de toda a família!
E hoje tudo o que eu posso fazer é erguer a mão pro céu e agradecer a Deus pelo maior e melhor presente que eu já ganhei, a minha filha! 😍👭”

Comentário do blog:

A mulher teve que lutar pela sua gravidez e pelo seu relacionamento.
Os pais tentaram fazê-la abortar. Quiseram por seu namorado na cadeia. Ela mesmo grávida teve que resistir a tudo isso.
Graças a essa resistência dela, ela está com seu filho num relacionamento que já completa 5 anos.
Se a lei tivesse prevalecido, uma família teria sido destruída, a família dessa criança que mal veio ao mundo.
Seria muito cômodo para essa garota abortar o próprio filho.
É uma ilusão achar que idade de consentimento alta evita sexo, pelo contrário ela promove a promiscuidade. Porque a prática sexual se torna clandestina. Evita que relacionamentos sérios sejam assumidos e abre espaço para as “ficadas” (relacionamentos rápidos sem compromisso).
É necessária a redução da idade de consentimento sexual e o anteprojeto do novo código penal que diminui a idade de consenso sexual para 12 anos é bem vindo.

Outros casos:

“GRÁVIDA AOS 13 – MÃE AOS 14”

“Sim, grávida aos 13”

Humaniza Redes e Racismo

Passando pela página do Humaniza Redes no Facebook, me deparo com o seguinte post:

Humaniza Redes e Racismo

Humaniza Redes e Racismo.

A página diz que a expressão “A coisa tá preta” é racismo contra negros por ter conotação negativa.

Sendo assim, a expressão “Esqueci, me deu um branco!” seria racismo contra brancos?

E “ih, vai amarelar!” racismo contra índios?

Caro, Humaniza Redes, a expressão “José ganhou uma nota preta” é positiva, significa que a pessoa ganhou muito dinheiro. Há expressões positivas e negativas relacionadas a cores (não raças ou etnias).

Em relação a cor branca, expressões usadas de forma negativa, além de “me deu um branco“, há ainda as expressões: “passar em branco“, “questão em branco“, “branco de medo“, dentre outras.

Uma página, que custa milhões de dinheiro público, não deveria alimentar picuinhas entre etnias de pessoas. Não deveria marginalizar o povo brasileiro, dizendo que o mesmo é culturalmente racista, machista etc. E deveria respeitar a nossa língua portuguesa, não existe a palavra “negrxs”.

A página “Humaniza Redes” é administrada por feministas. Feministas vivem demonizando a sociedade, a maternidade, o homem e a família. Bem que elas poderiam “humanizar” as próprias mentes e deixar de promover o aborto, que não passa de assassinato.

Muitas feministas dizem que é melhor abortar a criança do que deixá-la nascer e viver uma vida difícil. Ou seja, para feministas não há nada de mais em condenar à morte quem é pobre ou indesejado.