A Legalização Do Aborto na Adolescência Avança Cada Vez Mais

aborto[1]

Apesar do aborto não ser legalizado, mas apenas haver a possibilidade legal da não punição dos envolvidos, em certos casos; na prática, pode-se notar que, com as recentes modificações legais (como a Lei n° 12.015/2009), a adolescência vem se tornando uma fase onde cada vez mais o aborto é permitido.

O adolescente, ao ser considerado “vulnerável”, acaba sendo colocado no mesmo nível de uma pessoa que, por doença mental ou enfermidade, não é capaz de consentir um ato sexual. Assim, torna-se permitida a prática do aborto nessa fase da vida.

Uma adolescente de 14-17 anos, que se prostitui (ou alega se prostituir), tem permissão legal para abortar (“favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de vulnerável” – CP, art. 218-B, caput e § 2º, I). Por exemplo, uma garota, que resolveu se prostituir para comprar um carro ou uma bolsa, pode abortar à vontade.

As garotas com menos de 14 anos tem permissão irrestrita para abortar, já que qualquer prática sexual, em que se envolve, é considerada “estupro de vulnerável” (CP, art. 217-A). E não faltam conselheiros para incentivar o aborto:

Imagem

A cartilha “ASPECTOS JURÍDICOS DO ATENDIMENTO ÀS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL”[1] do Ministério da Saúde, expõe claramente as possibilidades de aborto mencionadas:

Aborto permitido

ASPECTOS JURÍDICOS DO ATENDIMENTO ÀS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL página 27

Como se não bastasse, há parlamentares querendo ampliar essa lei (CP, art. 217-A) para abranger todos os adolescentes[2], decretando, duma vez, o aborto “legal” e irrestrito para menores de 18 anos!

Pensem vocês, como usuários do SUS, tendo que esperar um pouco mais para serem atendidos, já que adolescentes, que vão abortar, têm prioridade no atendimento. É o direito de ser irresponsável com o melhor suporte do Estado.

Tendo em vista que há pesquisadores e psicólogos querendo aumentar a fase da adolescência para 24[3], 25[4] e 29 anos, imaginem onde isso pode dá. Do jeito que a coisa vai, não será mais preciso legalizar o aborto oficialmente.

Para piorar, essas leis ainda colaboram com abusos sexuais de crianças (A Pedofilia Que É Acobertada, Garotos Sodomitas).

[1]http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/aspectos_juridicos_atendimento_vitimas_violencia_2ed.pdf

[2]http://www.carlosbritto.com/ccj-do-senado-aprova-projeto-que-torna-crime-fazer-sexo-com-menores-de-18-anos/

[3]http://www.youtube.com/watch?v=PPakQDOHj9Q

[4]http://oglobo.globo.com/saude/nova-orientacao-para-psicologos-prega-que-adolescencia-agora-vai-ate-os-25-anos-10127417

[5]http://www.ionline.pt/artigos/mundo/homens-so-se-tornam-adultos-aos-54-anos

A Pedofilia Que É Acobertada

A Pedofilia e a Pederastia Que São Acobertadas

Apesar de “Pedofilia” se referir a atração sexual primária por pré-púberes (quem ainda não alcançou a puberdade), a mídia ignora isso e passa a incluir também adolescentes (púberes e pós-púberes) como vítimas de “pedofilia”. Pode parecer aos mais ingênuos que tal erro seria com a “boa intenção” de proteger adolescentes. Será que uma mídia, que não anda nem se preocupando com crianças de fato, vai se preocupar com adolescentes? A mídia vive de audiência, e a ela não costuma pensar duas vezes antes de polemizar qualquer tema para aumentar os seus lucros, além também dos seus interesses particulares (políticos, ideológicos etc.) por trás do que noticia.

O que vemos por ai é um verdadeiro bombardeio contra instituições religiosas, contra a instituição família e contra o homem em si, que nada mais é que a pessoa designada por Deus para ser “o cabeça” de sua família. Em qualquer organização de pessoas, quem é o mais visado pelos inimigos se não “o cabeça”? Você consegue entender por que há tanta propaganda negativa contra o homem hétero oficialmente adulto? Veja esta queixa:

Desconfiança continua em relação aos pais

O homem adolescente costuma ser poupado desses embates, e não é por bondade. Há interesses obscuros por trás disso, basicamente por dois motivos:

  1. Os adolescentes incham (juntamente com as adolescentes) as estatísticas de vitimas de “pedofilia“: Você colocar “adolescentes” como vítimas de pedofilia, aumentam as estatísticas de notificação em dezenas de vezes; Em contrapartida, há uma tendência de subestimar o número de adolescentes abusadores, uma vez que essa abordagem coloca crianças e adolescentes num mesmo nível. Algo similar acontece com as expressões “de menor“, “menor de idade” etc. Que acabam contribuindo culturalmente para quem não é considerado oficialmente “adulto” ser tratado como mera “criança”.
  2. Os adolescentes ficam livres e culturalmente motivados para fazerem sexo com crianças (uma vez que você acredite que o adolescente seja uma criança também; o contato sexual (a pederastia) do adolescente com a criança de fato, acaba sendo menosprezado; mesmo o adolescente tendo pênis adulto e podendo fazer filhos como qualquer adulto, na sua mente vai aparecer algo do tipo: “ele só tem 14 anos! É apenas um menino!”).

Não precisa ser um gênio para ver que quando se colocam “adolescentes” como vítimas de “pedofilia” ao usar, por exemplo, a maioridade civil como referência (a referência correta é a puberdade), as estatísticas aumentam dezenas vezes, ajudando a baralhar a realidade dos abusos sexuais cometidos contra crianças de fato. Incham as estatistas e o foco deixa de ser a criança; ao mesmo tempo em que passam uma imagem infantilizada do adolescente.

Quem falou para vocês que adolescentes são crianças? Foi Deus? O Deus da Bíblia que encarregou vários adolescentes com missões típicas de “adultos”? Para quem não sabe, no contexto Bíblico, adolescentes eram considerados adultos, assim como em praticamente toda a humanidade, seja formalmente ou informalmente (facilmente perceptível em regiões interioranas e suburbanas do nosso Brasil). A grande passagem que temos do mundo “infantil” para o mundo “adulto” se chama “puberdade“. E no adolescente há uma rejeição do estado de dependência, que é característica da infância, e um forte ímpeto por interações sociais. Não é à toa que o adolescente quer trabalhar, não tolera ser controlado pelos pais e busca participar de eventos sociais.

Com o título “A Pedofilia Que É Acobertada” venho abordar algo trágico, que faz parte da nossa realidade diária: Adolescentes que abusam sexualmente de crianças. Muitos adolescentes, para satisfazer seus desejos sexuais, acabam se aproveitando de crianças. Esses adolescentes não necessariamente sentem desejos sexuais por crianças, porém eles projetam, nas crianças, o seu alvo de desejo; e buscam fazer, com essas crianças, aquilo que desejam fazer com seu alvo. O adolescente abusador não se contenta com a automasturbação e nem se preocupa com o que possa estar fazendo de mal para com o outro (a criança), ele simplesmente deixa imperar o seu lado egoísta e sem caráter.

Você já parou para pensar que os maiores abusadores de crianças possam ser adolescentes? Infelizmente, a mídia só sabe focar no adulto e o adolescente abusador acaba sendo menosprezado. Eu afirmo: os maiores abusadores de crianças são adolescentes e não adultos. Duvida? Comece a investigar os casos de sexo na infância. Você provavelmente verá que os grandes aliciadores e abusadores são adolescentes.

Há uma “Sodoma” onde adolescentes abusam sexualmente de crianças. E a prática mais perversa é o garoto adolescente sodomizar meninos de menos de dez anos de idade (Leia também: Garotos Sodomitas). Tal prática costuma ser muito bem acobertada, onde o adolescente abusador promove um pacto de silêncio (se aproveitando da confiança da criança ou mesmo por ameaças), enquanto a criança constrangida pela sodomização, fica envergonhada e acaba aderindo ao pacto de silêncio proposto pelo seu abusador.

Quando o adolescente sodomiza a criança, ele está estimulando uma região cheia de terminações nervosas e altamente ligada ao sistema sexual da criança, o que fará consequentemente a criança sentir prazer com isso. Com a primeira sodomização feita, o adolescente sodomita não vai se contentar e vai aproveitar todas as oportunidades em que conseguir isolar a criança para continuar sodomizando-a. O adolescente sodomita e pederasta faz da criança sua “mulherzinha“, como no ditado “quem não tem cão, caça com gato“.

Um homem sodomizado na sua infância, sendo socialmente hétero, tem vergonha disso e prefere manter o máximo sigilo (afinal, se expor para quê, apenas para ficar com fama de “viado”? – Receio este que já aparece na infância e colabora ainda mais para o pacto de silêncio proposto pelo adolescente pederasta e sodomita). Já quem é homossexual assumido não se sente abusado e prefere evitar expor publicamente que teve relações sexuais na sua infância (sexo na infância não é bem visto pela sociedade). E assim nós temos uma cultura que acoberta esses abusos sexuais na infância, ainda mais reforçada com a influência da mídia de tratar adolescentes como “crianças”, passando assim uma imagem infantilizada dos adolescentes. 

O que você acha que acontece com a cabeça de uma criança que é sodomizada? Provavelmente ela terá prazer e absorverá tal prática na sua sexualidade. Dependendo de como são essas práticas sexuais (mais ou menos “amorosas” com beijos, carícias etc.) e do ambiente que cerca a criança, ela poderá aceitar essa “sexualidade” (como no caso dos homossexuais, transexuais, bissexuais, etc) ou viver num eterno dilema onde ela não quer expor publicamente essa “sexualidade” , mas a pratica de forma discreta.

Na próxima imagem, um exemplo de pessoa que pratica o ato homossexual discretamente (ela, como mesma diz, foi sodomizada quando tinha 5-6 anos de idade) e se identifica como “hétero passivo”, ou seja, heterossexual que curte apenas ser penetrado por outros homens e não sente atração sexual por homens:

Hétero passivo: Heterossexual e passivo

Hétero passivo, ou seja, heterossexual que curte apenas ser penetrado por outros homens e não sente atração sexual por homens. No caso da imagem, o homem pratica o ato homossexual discretamente e começou a ser sodomizado quando tinha 5 ou 6 anos de idade.

Vejam esta constatação feita pelo pastor Joide Miranda sobre quando era travesti:

Destacando o que ele disse: “99% dos homens que saem com travestis, quem são os ativos são os travestis“. Ele continua dizendo que são homens casados que deixam as suas esposas em casa e vão atrás de travestis. Percebeu a similaridade com o caso anterior (do rapaz casado que frequenta saunas gays)? Em ambos contextos, os maridos vão atrás de outros homens para serem os passivos e não os ativos na relação homossexual. Estamos diante de uma situação alarmante, onde muitas crianças são sodomizadas na infância e carregam esse fardo por toda a vida.

Vimos casos de homens que praticam atos homossexuais discretamente e agora vamos ver os casos de homens que se assumem publicamente homossexuais, transexuais e bissexuais. O que leva esses homens a se assumirem e a se identificarem como tais depende basicamente destas variáveis:

  1. A prática homossexual em si já é suficiente, porém um teor “amoroso” na relação ajuda a reforçar a condição de “hétero passivo”, homossexual, bissexual, travesti ou transexual (transgênero, bigênero ou agênero). Analisaremos um exemplo desse no decorrer do texto.
  2. Algo comum é a pessoa (criança, adolescente ou adulto) que é levada a prática homossexual acabar associando suas frustrações com o sexo oposto a uma sensação de incapacidade emocional e sexual com a pessoa do sexo oposto. Afinal, as pessoas convivem mais com outras do mesmo sexo, acabam tendo maior afinidade com elas, enquanto que com pessoas do sexo oposto há um chamado biológico para a responsabilidade (família).
  3. E a criação e o ambiente em que a criança vive.

Veremos agora a história de sexo na infância de uma pessoa, que atualmente se identica como transexual (ou transgênero, pessoa que se identifca como sendo do sexo oposto, de ambos os sexos, bigênero ou de nenhum, agênero) e fez cirurgia de mudança de sexo, cirurgia de redesignação sexual, ou ainda cirurgia de redefinição sexual, em 2012, até então ele apenas se identificava como homossexual passivo ou travesti, depois da cirurgia passou a se indentificar como trans (transexual ou transgênero). Repare, no decorrer do texto, que esse transexual foi abusado quando criança, mas acredita não ter sido abusado. Essa aceitação do abuso como uma prática sexual normal é um dos acobertadores de adolescentes abusadores sexuais de crianças. Muitas vítimas de adolescentes não acham que foram abusadas, diferentemente dos casos em que o abusador sexual é o pai, padrasto ou avô (nunca vi nenhum caso onde a vítima de um avô não tenha se sentido abusado).

O conteúdo que vou mostrar foi publicado publicamente pelo transexual em questão, assim que acessei me deparei com isto:

Pedofilia_002

Como já venho analisando essas histórias de sexo na infância e pelo texto chutei que o abusador fosse um adolescente de 13 anos. Chutei pelo fato de ser a idade que mais tenho visto repetir nas histórias que analisei. E pelo jeito acertei, o adolescente abusador tinha mesmo 13 anos:

Pedofilia_000

O transexual diz que os atos sexuais foram consentidos mesmo ele não entendendo direito o que estava acontecendo (aceitação do abuso como algo normal). Reparem que o adolescente abusador disse “Vamos fazer uma brincadeira gostosa que todo mundo faz?“. Nada malicioso esse adolescente, não é mesmo? Pense nele falando isso para um filho seu! Ele instigou a curiosidade da criança para induzi-la à prática sexual. Algo que eu acho muito sem sentido é que se esse mesmo garoto de 13 anos fizesse sexo com uma mulher de 18 anos (como o cantor Felipe Dylon), haveria o crime de “estupro de vulnerável”, porém um adolescente de 13 anos fazer sexo com uma criança de 6 anos não dá em nada, porque, de acordo com a lei, ambos não podem consentir sexo e menor de 18 anos não comete crime.

Vejamos como ficou a cabeça do menino que aos 6 anos foi feito de “mulherzinha” pelo seu vizinho adolescente de 13 anos:

Pedofilia_001

Percebam a confusão que ficou a cabecinha dessa criança depois de ser feita de “mulherzinha” pelo seu vizinho adolescente de 13 anos! Enquanto a mídia vive focando no adulto abusador, criando um clima de desconfiança generalizada entre adultos; um garoto de 13 anos, que você acha ser apenas um “menino”, pode estar sendo o mais eficiente dos abusadores, alguém que abusa à vontade, discretamente e sem levantar suspeita. 

Vamos ao próximo relacionamento citado pelo transexual:

Pedofilia_004: Adolescente abusador de 15 anos

Pelos relatos, o rapaz pederasta de 13 anos devia ter um pênis praticamente adulto e o homem de 15 anos devia ter um pênis de tamanho acima da média.

Vejamos nos comentários mais um caso de adolescente abusando sexualmente de criança:

Pedofilia_005__comentário_01

Pelo relato desse “Anônimo”, dá para perceber que trata-se de mais um homossexual que foi abusado sexualmente na infância por um pederasta, no caso um adolescente sodomita, e não se considera vítima de abuso sexual. Se o abusador pederasta fosse o seu próprio pai, ele não se sentiria também abusado? Duvido. Perceba como abusos de adolescentes contra crianças tendem a ser facilmente acobertados socialmente.

Pedofilia_005__comentário_02

A pessoa do comentário acima relatou algo muito grave: “os pequenos servindo aos maiores (adolescentes)”. Há uma “Sodoma” ou “pederastia” onde adolescentes abusam sexualmente de crianças e isso não é denunciado em nenhuma reportagem por ai.

Felizmente, alguém que não acha certo esses abusos sexuais:

Pedofilia_005_críticas 01

O próximo comentário é uma crítica às práticas homossexuais na infância relatadas no texto do transexual. Porém, o autor do comentário peca em sugerir que o transgênero não revele tais acontecimentos publicamente para evitar “preconceito”.

Pedofilia_005_críticas 02

Diante de críticas, o transexual dá suas justificativas:

Pedofilia_005_justificativa 01

Pedofilia_005_justificativa 02

Vimos o relato de um transexual e alguns comentários sobre suas práticas sexuais na infância, onde ele aceita como não-abusivo, os abusos sexuais que sofreu por parte de adolescentes. Como foi falado, tal postura é um dos fatores que colaboram para o encobertamento de abusos sexuais cometidos por adolescentes.

Pior que a “impunidade” é a “sensação de impunidade“: Abaixo os comentários de adolescentes feitos numa página do Facebook. Percebam a sensação de impunidade que transmitem em seus comentários. Como resolver este problema?

Adolescentes ao verem fotos de crianças e adolescentes

Triste realidade do abuso sexual infantil: Há muitos casos de adolescentes que abusam de crianças de cinco e seis anos.

Pela proteção das crianças, um limite mais adequado :

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Campanha contra o abuso sexual infantil:

Campanha05Página no FacebookBrasil Sem Adolescentes Pedofilos Abusadores De Criancas

Site de notícias: Adolescentes Pedófilos.

Pela redução da maioridade penal: http://www.peticaopublica.com.br/?pi=redmai

A trans (transexual) citada no artigo foi a Barbara K Aires, que contou a sua história no seu próprio blog “Relatos de uma trans“[1] acessado em 19/03/2013. O artigo usou como referência as seguintes postagens: “Relatos de Uma Trans: O início de tudo!!“[2], “Relatos de Uma Trans: Experiências Sexuais na Infância“[3], “Relatos de Uma Trans: Sobre Experiências Sexuais na Infância, Atualidades e Preconceito pra Locação“[4]

[1]http://barbarakaires.blogspot.com.br/
[2]http://barbarakaires.blogspot.com/2012/04/o-inicio-de-tudo.html
[3]http://barbarakaires.blogspot.com/2012/04/experiencias-sexuais-na-infancia.html
[4]http://barbarakaires.blogspot.com/2012/05/sobre-experiencias-sexuais-na-infancia.html