Não à Banalização da Pedofilia

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A pedofilia foi banalizada. A banalização da pedofilia é promovida principalmente pela mídia sensacionalista americana e repetida pelo pessoal com mentalidade de colônia, que não pensa, não tem senso crítico, apenas repete como papagaio. A banalização da pedofilia é uma irracionalidade moderna sustentada por moralistas, movimentos de ódio e especialmente pela mídia sensacionalista.

Quem banaliza a pedofilia não está preocupado com crianças. Porque se estivesse, não banalizaria a pedofilia. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, quem tem menos de 9 anos de idade. Pedofilia (também chamada de pedofilia erótica ou pedossexualidade erótica) é justamente uma forte orientação sexual por crianças, gente impúbere, pessoas que não atingiram a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade.

A puberdade é responsável sexualidade adulta. A puberdade começa por volta dos 9-10 anos, não 18. Logo, pedofilia não abrange adolescentes (seria uma contradição caso abrangesse). Adolescente é quem atingiu a puberdade. A fase da vida humana de maior erotismo é a adolescência. Nivelar adolescentes com crianças, atribui conceitualmente à infância uma eroticidade que ela não tem. E ainda pode expor criança a adolescentes abusadores sexuais. Adolescentes são grandes abusadores sexuais de crianças e isso é ignorado por ONGs que dizem se preocupar com crianças.

Ninguém precisa ser especialista em reprodução humana para saber que a puberdade é a grande responsável pela sexualidade adulta. Qualquer índio ou analfabeto entende isso instintivamente. Não é a toa que índios e pessoas humildes do interior começam a casar por volta dos 12 anos. Eles percebem a erotização natural e veem o casamento como o lugar mais apropriado para a prática sexual. Porém, a repressão sexual pode levar jovens a buscarem “alternativas” para fazerem sexo, como o bestialismo (sexo com animais).

Abaixo, a imagem ilustrativa mostra, o óbvio, a diferença entre sexualidade infantil e adulta. Infelizmente, hoje em dia, devida a influência puritana americana, é preciso dizer que 1+1=2, ou seja, que adolescentes não são crianças. Adolescentes têm sexualidade adulta, não sexualidade infantil. A puberdade é responsável pela sexualidade adulta. Repare que, por mais que ela “sensualize”, Melody é desinteressante sexualmente. Já a Isadora, mesmo na dela, é altamente atraente.

Sexualidade Infantil (impúbere) e Adulta (púbere)

Sexualidade infantil, impúbere (impubescente), é caracterizada pela baixa taxa de hormônios sexuais e a ausência dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da MC Melody de 8 anos.
Sexualidade adulta, púbere (pubescente), é caracterizada pela elevada taxa de hormônios sexuais e a presença dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da Isadora Rodrigues de 12 anos.

Sexualidade infantil, sexualidade impúbere (impubescente), é caracterizada pela baixa taxa de hormônios sexuais e a ausência dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da MC Melody de 8 anos na foto. A sexualidade infantil é a sexualidade da criança, pessoa impúbere (quem não atingiu a puberdade). A sexualidade infantil é desinteressante para a maioria das pessoas. Pedofilia é a intensa atração sexual por quem não atingiu a puberdade, ou seja, pela sexualidade infantil, impúbere, em geral, antes dos 9 anos. Não tem nada a ver com adolescentes, como nos casos das novinhas do funk, colegiais, teens da pornografia, LolitaCaetano Veloso, Romeu e Julieta, Valentina Schulz, Millie Bobby Brown, Nosso Sonho (Claudinho & Buchecha), etc.

Sexualidade adulta, sexualidade púbere (pubescente), é caracterizada pela elevada taxa de hormônios sexuais e a presença dos caracteres adultos (ou secundários) da sexualidade, como no caso da Isadora Rodrigues de 12 anos na foto. A sexualidade adulta é a sexualidade de quem atingiu a puberdade. A puberdade é responsável pela sexualidade adulta, púbere (quem alcançou a puberdade). A sexualidade adulta é altamente interessante para a maioria das pessoas. Não há erotização infantil, sexualização da infância, sexualidade precoce, romantização da pedofilia, cultura da pedofilia. Porque não se trata de criança.

A imensa maioria dos adolescentes de 12 anos sente muito mais desejo sexual pela mulher de 12 anos (sexualidade adulta) que pela menina de 8 anos (sexualidade infantil), a qual tende a ser desinteressante sexualmente. Porém, há uma minoria que sente grande excitação, de forma contínua, pelas meninas de 8 anos, por elas serem impúberes (impubescente). Taís adolescentes podem ser pedófilos. Existem pedófilos exclusivos, que sentem intensa atração sexual apenas por crianças, e pedófilos não-exclusivos, que sentem acentuado desejo erótico por adultos também.

Infelizmente, gente má intencionada e alienada infantiliza a adolescência e iguala adolescentes a crianças. Busca negar o erotismo intenso e natural da juventude. A adolescência é a fase mais erótica do ser humano. Mas ficam chamando incorretamente de sexualidade infantil, como uma forma de castrar o jovem. Essa gente não está preocupada com criança. Porque se estivesse não nivelariam duas fases tão antagônicas (infância e adolescência). Infantilizar adolescentes, além de imbecilizar os jovens, expõe crianças ao erotismo, que elas não têm, e à naturalização de abusos sexuais por parte de adolescentes.

Igualar impúberes com púberes é banalizar a pedofilia, erotizar crianças e normatizar a sexualidade precoce. Gente que banaliza a pedofilia não se importa com criança, porque se se importassem não banalizariam a pedofilia. Banalizar a pedofilia é normatizá-la. É atribuí-la uma naturalidade que não existe. A maioria das pessoas não são pedófilas, não sente forte atração sexual por crianças (pessoas impúberes).

A novinha é sensacional sim, naturalmente, erótica e sensual, é adolescente e adulta, não criança.

A sexualidade do adolescente não é sexualidade infantil.

A sexualidade do adolescente é sexualidade adulta!

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Maria de Nazaré, uma mãe adolescente

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A verdadeira história de Maria, mãe de Jesus: Quem foi Maria se não uma mãe adolescente? Ela foi a virgem teen escolhida. Uma donzela israelita e moça suburbana, uma jovem periférica, apesar da sua descendência de Davi. Uma mulher adolescente recatada, do lar e fiel a Deus. Não uma lolita, ou ninfeta ou periguete, vaidosa e entregue aos desejos e prazeres da carne, e nem uma patricinha ou socialite soberba apegada à luxúria e à avareza.

Maria de Nazaré, Virgem Maria, Santa Maria, Ave Maria, Mãe de Deus, Rainha dos Céus, Nossa Senhora e Teótoco são nomes e títulos atribuídos à mulher, a bem-aventurada entre as mulheres, que engravidou na adolescência de Jesus Cristo, o filho de Deus, por intervenção do Espírito Santo (Mateus 1:16-25, Lucas 1:26-56, Lucas 2:1-7). Descendente do rei Davi, Maria foi uma donzela, judia, adolescente, humildade e pobre. E foi essa simples mulher, a escolhida para ser a mãe do Messias, o Salvador Jesus Cristo.

“Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.” Maria, Lc 1:46-49

Maria de Nazaré

Maria de Nazaré, a novinha escolhida por Deus.
Maria, Mariam ou Miriam, tanto faz.

Maria (grego koiné: Μαριας ou Μαριαμ), Mariam (aramaico: Maryām; árabe: مريم, Maryam) ou Miriam (hebraico: מִרְיָם, Miriam), dedicou-se ao Templo dos 3 anos aos 12 anos quando saiu para se casar, como era o costume das judias de sua época. Os evangelhos canônicos descrevem Maria como uma jovem virgem (grego: παρθένος, parthenos).

Jesus e Maria, uma jovem mãe adolescente

Maria, mãe de Jesus, foi uma jovem adolescente grávida. A novinha grávida do Espírito Santo.

Maria de Nazaré, a Virgem Maria, foi desposada aos 12 anos de idade pelo carpiteiro José de 90 anos, um senhor de idade avançada, que morreu aos 110 anos. José ficou viúvo aos 89 anos, cerca de um ano antes de desposar Maria, de um casamento que durou 49 anos com uma mulher chamada Melcha, Escha por alguns e Salomé por outros; Eles tiveram seis filhos, duas meninas e quatro meninos, o mais jovem deles seria Tiago, o Justo, que se tornou discípulo de Jesus e ficou conhecido como “O Irmão do Senhor”.

Conforme o costume judaico, o desposo, uma espécie noivado sério com valor de casamento, teria ocorrido quando Maria de Nazaré tinha cerca de 12 anos, o nascimento de Jesus aconteceu cerca de um ano depois [1]. Ela se casou com José e o acompanhou a Belém, onde Jesus nasceu.

São José, Nossa Senhora e Senhor Jesus Cristo

O idoso José e sua mulher adolescente, Maria, a mãe do Filho de Deus encarnado. Nota-se que Deus é contra o preconceito etário (Ele é anti-preconceito inter-etário).

Hoje em dia a gravidez na adolescência é estimatizada. Mulheres adolescentes são hostilizadas por engravidar. Não é anormal engravidar na adolescência. Gravidez na adolescência foi a regra na humanidade. Não era cultural esperar muitos anos para uma mulher casar e ter filhos, como acontece com os índios. A sociedade ocidental atual é antimaternidade, a mulher é doutrinada a ser carreirista e deixar os filhos só para mais tarde, ou mesmo, nem tê-los.

Na tradição judaica uma menina de 12 anos é considerada mulher adulta, maior de idade. Diferentemente da sociedade ocidental moderna que considera uma mulher de 12 anos como menor de idade, já que a maioridade civil varia de 15 a 21 anos. Na Bíblia não existe uma idade para a maioridade, muito menos uma idade de consentimento sexual ou idade mínima para o casamento.

Jesus Cristo e São José

Jesus e José. As imagens mais antigas de São José o retratam como homem idoso, como descrito em escritos antigos.

Na sociedade ocidental moderna, o casal sagrado do cristianismo, além de ser vítima de preconceito por uma gravidez considerada precoce, seria vítima de preconceito etário, ou preconceito inter-etário, porque Maria foi uma novinha de 12 anos desposada pelo idoso José de 90, um relacionamento intergeracional. Maria seria tratada como vítima de casamento infantil, mesmo não sendo criança, e José criminalizado e taxado de pedófilo, devida a histeria promovida pela mídia sensacionalista e também, lamentavelmente, por conservadores cristãos.

Conservadores cristãos, católicos, protestantes e evangélicos, que se dizem pró-vida e pró-família, seriam os primeiros a hostilizar e condenar o casal sagrado do cristianismo, como fazem com casais semelhantes atualmente, devida a criminalização do sexo consentido e do próprio casamento. Esses hereges moralistas associam um relacionamento aprovado por Deus à pedofilia.

Mulheres grávidas aos 12 anos, adolescentes grávidas aos 14 anos, jovens grávidas aos 16 anos, … Sejam periguetes, ninfetas, lolitas, patricinhas, socialites ou moças recatadas de igreja (ou não). Todas essas teens podem engravidar na adolescência. Essas moças sofrem grande hostilidade de uma sociedade que trata uma gravidez como se fosse o fim do mundo. Governo e ONGs internacionais tratam essas gravidezes como se fossem doenças e deixam essas jovens mulheres estigmatizadas e sem direitos.

Todo cristão verdadeiro deve se esforçar para reduzir a idade de consentimento sexual para 10 anos e assim dar segurança legal para os relacionamentos das jovens mulheres, evitar que pessoas sejam presas injustamente, que famílias sejam destruídas e que abortos sejam induzidos por pressão psicológica motivadas pela lei.

Na Bíblia sequer existe idade de consentimento sexual. Idades de consentimento altas são absurdas. Levando em conta que a idade da razão é aos 7 anos e que a puberdade começa aos 9 anos, a tendência natural dos jovens é mesmo namorar e fazer sexo. Uma idade de consentimento sexual não pode ser maior que 10 anos.

[1] Allison, Dale C., Matthew: A Shorter Commentary, p.12 Continuum International Publishing Group, 2004 ISBN 0-567-08249-0

[2]http://www.newadvent.org/cathen/08504a.htm

M.A. Friedman (1980), Jewish Marriage in Palestine, Vol 1, The Jewish Theological Seminary of Americ.

Richard Burn, Robert Tyrwhitt and Robert Phillimore, The Ecclesiastical Law, Volume 4, Sweet Stevens & Norton (London), pag 54

Protoevangelho de Tiago

Apoio à MC Loma

MC Loma, nome artístico de Paloma Roberta Silva Santos, nascida em Jaboatão dos Guararapes, em 29 de outubro de 2002, é compositora e cantora de funk, que alcançou, aos 15 anos, sucesso em todo o Brasil em 2018 com o hit “Envolvimento“, atuado em parceria com as gêmeas idênticas Marielly e Mirella, suas primas dançarinas,  conhecidas como “Gêmeas Lacração“,  O sucesso da canção foi tanto que o hit alcançou a primeira posição na lista “As 50 virais do mundo” do Spotify e alcançou mais de 214 milhões de visualizações no YouTube. Vários cantores, como Wesley Safadão, Anitta e Solange Almeida já cantaram a música que foi o hit do Carnaval 2018. Em 09 de Fevereiro de 2018 foi lançado o novo clipe oficial da cantora MC Loma, pela Start Music (Kondzilla). MC Loma e as Gêmeas Lacração assinaram um contrato com a gravadora Start Music.

MC Loma e as Gêmeas Lacração

MC Loma e as Gêmeas Lacração

O problema é que devida a correria da vida de artista, Loma parou de estudar. Vendo essa situação, o MP (Ministério Público) resolveu proibi-la de fazer shows por supostamente descumprir o ECA. Será que o MP tem razão ou deveria avaliar a situação com mais cuidado?

Antes de 2017, MC Loma era uma garota de baixa renda normal com a vida simples e o sonho de ser cantora famosa. O dia da fama e do sucesso chegaram. Ela está realizando o seu sonho de ser artista famosa. E ganhando dinheiro com isso.
Não vejo problema em ela deixar de estudar temporariamente para aproveitar o momento atual de sucesso e fazer o seu pé de meia. Sucesso como o dela é como acertar na loteria, muito difícil, especialmente para pobres. E não costuma durar muito, como todo hit de carnaval.

Estamos no capitalismo. É mais importante ganhar dinheiro que estudar. Com dinheiro ela pode ter acesso a melhor educação. Sem dinheiro, ela seria apenas aquela menina (Paloma Roberta) sem muita expectativa de 2017. Portanto, a MP está equivocado em proibir a jovem de fazer shows. Infelizmente, o estado está castrando o momento positivo que essa mulher está vivendo. Bem que o estado poderia estar mais empenhado em ajudar quem realmente necessita, como as crianças que ficam pedido esmola na rua. Paloma Roberta, a MC Loma, está com sua vida encaminhada.

Pedofilia deixa de ser considerada doença

A pedofilia (ou pedossexualidade), também chamada pedofilia erótica e pedossexualidade erótica, deixou de ser considerada doença pela OMS (Organização Mundial da Saúde), como revela a sua nova revisão da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, o CID-11. Também deixaram a listagem de patologias o Fetichismo, o Travestismo Fetichista e o Sadomasoquismo – consideradas como desordens de preferência sexual – , e Transexualismo e Travestismo Bivalente – tratadas como transtornos da identidade sexual. O pedófilo, o fetichista, o sadomasoquista, o transexual e o travesti não são mais considerados doentes. [1][2]

A Pedofilia é uma forte orientação sexual por crianças (indivíduos impúberes, ou seja, quem não atingiu a puberdade, em geral, menores de 9 anos de idade). Para caracterizar a condição de pessoa pedófila, deve-se verificar que o interesse sexual por crianças (entes pré-púberes) é maior ou igual ao interesse sexual por indivíduos sexualmente maduros (entes púberes/pós-púberes).

A pedofilia foi considerada doença mental (um transtorno de preferência sexual) no CID-10, mas deixou a lista de patologias mentais no CID-11, que patologiza, na secção desordens parafílicas (paraphilic disorders), apenas o Transtorno Pedofílico (Pedophilic Disorder, também traduzido como Distúrbio Pedofílico ou Desordem Pedofílica), que abrange os pedófilos com grande dificuldade de se controlar ou que sofrem muito por sua condição sexual, como está na descrição:

O transtorno pedofílico é caracterizado por um padrão sustentado, focalizado e intenso de excitação sexual – manifestado por pensamentos sexuais persistentes, fantasias, impulsos ou comportamentos orientadas para pessoas pré-púberes. Além disso, para que o transtorno pedofílico possa ser diagnosticado, o indivíduo deve ter agido com base nesses pensamentos, fantasias ou impulsos ou ser acentuadamente angustiado por eles.[1]

Essa definição não é nenhuma novidade na psiquiatria, porque já estava no DSM-5 (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, Fifth Edition), Quinta Edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais da Associação Americana de Psiquiatria (APAAmerican Psychiatric Association)[2]. Como explica a revista Psychology Today:

Para a condição a ser diagnosticada, um indivíduo deve agir sobre seus impulsos sexuais ou sentir angústia significativa como resultado de seus desejos ou fantasias. Sem esses dois critérios, uma pessoa pode ter orientação sexual pedofílica, mas não transtorno pedofílico. (For the condition to be diagnosed, an individual must either act on their sexual urges or experience significant distress as a result of their urges or fantasies. Without these two criteria, a person may have a pedophilic sexual orientation but not pedophilic disorder).[3]

Por tanto, Pedofilia não é sinônimo de Transtorno Pedofílico e é reconhecida como uma orientação sexual normal pela OMS e pela APA, como nas referências citadas. Pedofilia não é mais doença. Apenas está nas listas do CID-11 e do DSM-5, o Transtorno Pedofílico. Assim como aconteceu com o homossexualismo, que consta no CID-9, e não no CID-10, onde foi colocada a homossexualidade egodistônica para os casos de homossexuais que sofrem com sua condição, deixando a homossexualidade em si de ser patológica, doentia, anormal.

No CID-10, casos de transtornos psicológicos ou de comportamento que levavam a pedossexualidade, homossexualidade e transexualidade poderiam ser enquadrados, respectivamente como pedossexualidade egodistônica, homossexualidade egodistônica e transexualidade egodistônica (a classificação também incluía identidade de gênero) na Orientação sexual egodistônica. O DSM-5 manteve a transexualidade como “Disforia de Gênero” e excluiu a sexualidade egodistônica (como consequência, também a transexualidade egodistônica).[2][7]

Será normal a intensa atração sexual por quem é inerentemente estéril?
É sabido que a puberdade é a grande responsável pela sexualidade adulta e pela atração sexual adulta, visando a reprodução da espécie. Por isso, a infância (fase que vai só até o início da puberdade, por volta dos 9 anos de idade) é sexualmente desinteressante, como regra. Sendo assim, não faz muito sentido a atração erótica por pessoas do mesmo sexo (homossexualidade) já que a relação também é estéril. Assim, ambos, pedossexualidade e homossexualidade, foram consideradas parafilias eróticas, pedofilia e homossexualismo, respectivamente, e patologizadas.[8].

E outra. Um sujeito se considerar do sexo oposto ao do seu corpo também seria normal? É normal uma pessoa se considerar sendo do sexo oposto ao do seu corpo? A incongruência mente-corpo, (no caso, incongruência de gênero) não seria exatamente o que caracterizaria a transexualidade (transexualismo) e travestilidade (travestismo) como mazelas (doenças)? Ciência à parte, o CID e o DSM sofrem influências de lobbys e essas influências determinam os paradigmas para considerar algo como doença (patologia).

Vê-se muita preocupação por parte de ativistas LGBTs em fazer a sua condição sexual ser despatologizada, como uma forma de combater preconceitos e estigmas. Mas, ninguém combate a estigmatização de doentes. Todo mundo está suscetível a ficar doente e o estado patológico não deveria ser desculpa para haver discriminações e hostilizações.

Apesar das reflexões, o blog não endossa qualquer preconceito contra minorias sexuais, pedossexuais (pedofobia), homossexuais (homofobia), transexuais (transfobia) .

Referências:

[1] O CID-11 (ICD-11) contém o “Transtorno Pedofílico” como sub-classe (6D32 Pedophilic disorder)  da classe “Transtornos Parafílicos” (Paraphilic disorders), no Capítulo dos “Transtornos mentais, comportamentais ou do neurodesenvolvimento” (06 Mental, behavioural or neurodevelopmental disorders). “Desordem Pedofílica”, “6D32 Pedophilic disorder”, CID-11 (ICD-11), OMS (WHO) -https://icd.who.int/browse11/l-m/en#/http://id.who.int/icd/entity/517058174

[2] MANUAL DIAGNÓSTICO E ESTATÍSTICO DE TRANSTORNOS MENTAIS 5ª EDIÇÃO DSM-5 -https://aempreendedora.com.br/wp-content/uploads/2017/04/Manual-Diagnóstico-e-Estatístico-de-Transtornos-Mentais-DSM-5.pdf

[3] “Pedophilia”, Psychology Today -https://www.psychologytoday.com/us/conditions/pedophilia

[4] Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde 10ª Revisão (CID-10) – Versão WHO para 2016. [International Statistical Classification of Diseases and Related Health Problems 10th Revision (ICD-10)-WHO Version for 2016] – “Chapter V Mental and behavioural disorders (F00-F99)” -http://apps.who.int/classifications/icd10/browse/2016/en#/F60-F69

[5] O CID-10 (ICD-10) contém o “Fetichismo” como sub-classe (F65.0), o “Travestismo Fetichista” como sub-classe (F65.1), a “Pedofilia” (Pedossexualidade) como sub-classe (F65.4) e o “Sadomasoquismo” como sub-classe (F65.5) da classe “Transtornos da Preferência Sexual” (F65), no Capítulo dos “Transtornos Mentais e Comportamentais” (Capítulo V).

[6] O CID-10 (ICD-10) coloca a “Transexualismo” (Transexualidade) como sub-grupo (F64.0) e o “Travestismo bivalente” (Travestilidade) como sub-grupo (F64.1) do grupo “Transtornos da Identidade Sexual” (F64), no Capítulo dos “Transtornos Mentais e Comportamentais” (Capítulo V).

[7] O CID-10 (ICD-10) abarca o “Orientação Sexual Egodistônica” como sub-gênero (F66.1) do gênero “Transtornos psicológicos e comportamentais associados ao desenvolvimento sexual e à sua orientação” (F66), no Capítulo dos “Transtornos Mentais e Comportamentais” (Capítulo V).

[8] O CID-9 (ICD-9) inclui o “Homossexualismo” (Homossexualidade) como sub-categoria (302.0) e a “Pedofilia” (Pedossexualidade) como sub-categoria (302.2), da categoria “Desvios e Transtornos Sexuais” (302), no Capítulo dos “Transtornos Mentais” (Capítulo V).

Menina de 12 anos mata mãe com namorado

Menina de 12 anos mata a mãe com a ajuda do namorado de 16 anos. A mãe foi assassinada com um martelo e enterrada no pátio da casa onde morava. Segundo a notícia no G1: “Menina de 12 anos e namorado têm internação provisória decretada por suspeita de matar a mãe dela”[1].

Este blog já publicou outro caso de matricídio (filha matando a mãe) onde a filha de 14 anos mata mãe com ajuda do namorado. Não deixe de ler a outra postagem. E aí, como entender o caso? O que fazer? Veja que os casos são parecidos, filhas matando suas próprias mães com a ajuda do namorado.

O assassinato teria sido premeditado por vingança, segundo o promotor e delegado do caso[1]. Além da mãe ser contra o relacionamento do casal, ela denunciou o homem de 16 anos na delegacia por estupro de vulnerável. Infelizmente, lei criminaliza o sexo consentido antes dos 14 anos desde de 1940.

A pergunta que fica: Como um vulnerável pode ser incapaz de consentir sexo, mas capaz de engravidar e de matar a própria mãe? Não tem consciência para consentir sexo, mas tem para premeditar o assassinato da própria mãe? Isso não faz o menor sentido. A lei considera pessoas a partir dos 12 anos responsáveis por seus crimes (chamados formalmente de atos infracionais), ao menos essa idade deveria ser usada no lugar dos 14 anos para consentimento sexual.

A criminalização do sexo consentido é uma violência e gera violência. Tratar como estupro é pior ainda. Provavelmente, essa mãe estaria ainda viva se o sexo consentido de sua filha não fosse criminalizado e igualado a um estupro. Não há justificativa para o crime hediondo que a filha cometeu. Porém, a mãe se valeu de uma lei antinatural para prejudicar o homem, namorado da sua filha.

O pessoal moralista que infantiliza jovens precisa entender que uma mulher de 12 anos não é mais criança. Isso mesmo, a novinha de 12 anos não é criança. A legislação entende isso ao classificá-la como adolescente, mas se contradiz quando criminaliza o sexo consensual. Criança é quem não atingiu a puberdade, em geral, quem tem menos de 9 anos de idade. A infância é uma fase que vai só até início da puberdade, por volta dos 9 anos de idade.

A maioridade da natureza é a puberdade. A nossa espécie entra na puberdade para procriar. Não é por acaso que essas jovens podem engravidar. Por isso, que por volta dos 9-10 anos, os filhos começam a se distanciar dos pais. As amizades ganham mais destaque e o desejo por namorar aflora. Os judeus sabiamente, reconhecem isso ao definir a mulher de 12 anos como adulta e habilitada até para o casamento conforme a tradição.

Infantilizar adolescentes é antinatural. É um desrespeito a sua natureza.

[1] “Menina de 12 anos e namorado têm internação provisória decretada por suspeita de matar a mãe dela” -https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/menina-de-12-anos-e-namorado-tem-internacao-provisoria-decretada-por-suspeita-de-matar-a-mae-dela.ghtml

[2] “Irmã caçula da menina de 12 anos suspeita de matar a mãe em Pinheiro Machado estava na casa no momento do crime, diz delegado” -https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/irma-cacula-da-menina-de-12-anos-suspeita-de-matar-a-mae-em-pinheiro-machado-estava-na-casa-no-momento-do-crime-diz-delegado.ghtml

Fantástico comete preconceito etário

A edição do dia 06/05/2018 do programa Fantástico, da Rede Globo, comete preconceito etário no seu quadro “Vai Fazer o Quê“. Onde dois atores, uma mulher de 16 anos com cara de 12 anos se encontra com um homem bem mais velho e ele tenta forçar algo mais.  Uma cena sensacionalista copiada da tv americana CBS. É lamentável que um apresentador como Ernesto Paglia se proponha a fazer um programa preconceituoso como esse. E ainda foi copiado de uma emissora americana.

O programa trata o fato de que o homem ser bem mais velho e ter mentido a idade fosse um perigo e que se ele tivesse mesmo 16 anos não haveria problema algum. Há vários adolescentes cometendo crimes bárbaros por aí, mas para a encenação sensacionalista, o grande perigo é o homem ser mais velho. Uma abordagem claramente etarista.

Uma programa ainda trata o homem como potencial pedófilo. Pedófilo por quê? Por que seria abusador? Mas, pedófilo curte criança, pessoa pré-púbere, em geral, com menos de 9 anos de idade. Assim, o Fantástico faz o desserviço de banalizar a pedofilia.

Há riscos em se encontrar como uma pessoa desconhecida, mas o perigo não é devido ao fato da pessoa ser “mais velha”, “feia” e “gorda”. E nem por mentir a idade. O Fantástico copiou uma cena preconceituosa e sensacionalista. Cadê a tal qualidade Globo? Não mostrou nenhuma.

Felipe Neto pedófilo?

Felipe Neto Rodrigues Vieira, conhecido popularmente apenas como Felipe Neto, é um vlogger, ator e empresário luso-brasileiro. É conhecido por ter um dos maiores canais brasileiros no Youtube e o maior canal de irmãos do mundo com Luccas Neto (Luccas Neto Ferreira, seu irmão), o canal Irmãos Neto.

Seria Felipe Neto pedófilo? Seria Luccas Neto pedófilo? Ambos irmãos seriam uma dupla de pedófilos? O presente artigo busca refletir sobre a questão e acusações sofridas pelos Irmãos Neto.

Pedofilia é uma forte orientação sexual antes da puberdade, em geral, antes dos 9 anos de idade. Só que há um detalhe: Quem entende esse conceito é geralmente quem pesquisou sobre o assunto de forma séria. A maioria das pessoas não pesquisam nada. Repetem o que ouvem pela mídia sensacionalista. E a mídia banalizam a pedofilia e associa a pedofilia ao abuso sexual infantil.

Dada o conceito de pedofilia, pode-se ver claramente que o comentário abaixo do Felipe nada tem a ver com pedofilia, a não ser que a intenção dele fosse banalizar a pedofilia para normalizá-lo. Ou seja, extender o conceito de pedofilia para incluir adolescentes e assim Neto se considerar igual a todo mundo.

“Se Deus reprovasse a pedofilia, maninas de 15 anos não teriam esses peitos” (Felipe Neto).

Comentário semelhante foi feito por Whindersson Nunes:

“Seu Deus reprovasse a pedofilia, meninas de 14 anos não teriam esses peitos deliciosos (Whindersson Nunes).

Felipe Neto teria apenas feito uma afirmação idiota ou seria pedófilo e estaria banalizando a pedofilia para justificando a sua orientação sexual pedofílica ou, o que é pior, tornando justificável o abuso sexual de crianças? Dizer-se contra a pedofilia não é resposta. Mesmo pedófilos assumidos se dizem contra.

Curiosamente, o maior público do Felipe Neto e de seu irmão (donos do canal “Irmãos Neto”) é de crianças e de deficientes mentais. Há muitas crianças de 2 anos já assistindo aos dois. Esses youtubers gostam mesmo de crianças, no sentido etimológico da palavra pedofilia ou no sentido psiquiátrico, ou a verdade é que apenas exploram crianças para ganhar dinheiro?

Dizer-se contra a pedofilia, que é moda atualmente, não faz ninguém deixar de ser pedófilo. Assim, como existem gays enrustidos que se dizem contra a homossexualidade, mas fazem sexo com pessoas do mesmo sexo. Também há pedófilos enrustidos que se dizem contra a pedofilia (pedossexualidade), mas fazem sexo com crianças.

Se Felipe Neto, ou Luccas Neto, for pedófilo, deve buscar ajuda. Há grupos de ajuda para pedófilos (pedossexuais). Se a sociedade não aceita a orientação sexual pedofílica, se revoltar e praticar violência só vai piorar tudo.

Pode ser mentira que algum dos irmãos netos seja pedófilo, mas o interesse deles por crianças acaba fomentando a suspeita sobre sua orientação sexual. Pedófilos gostam de estar com crianças. O mundo infantil os encanta. Michael Jackson (Michael Joseph Jackson) também é visto como pedossexual, apesar de nunca ter admitido.

Além da pedofilia, há outras polêmicas sobre os irmãos neto. Felipe Neto diz que os pais têm que decidir o que a criança pode assistir ou não. Que é responsabilidade dos pais o que os filhos consomem. Isso é uma verdade, mas não é desculpa para Youtubers se aproveitarem de crianças. Felipe e Luccas são acusados de explorarem crianças, de manipularem crianças para ficarem presas às telas (de computadores, tablets e smartphones) e de induzi-las comprar seus produtos.

Felipe Neto queria que o MP (Ministério Público) proibisse o MC Doguinha de cantar, mas se diz perseguido quando alguém crítica-o por falar palavrão, incentivar o consumismo, a má alimentação e explorar crianças por dinheiro. Um menino, supostamente de 11 anos, não pode cantar. Mas, crianças de 2 anos podem ser exploradas comercialmente. Que contradição!

Olha FN, eu queria poder lhe admirar como alguém que não era elite brasileira e ficou milionário, mas a sua postura apenas mostra a pior face do capitalismo, que é explorar pessoas, não poupando nem as crianças. Tudo por lucro. Felipe Neto se comporta como um psicopata mercenário.

[1]”archive.today @felipeneto maninas” -http://archive.li/2NnFS

[2]”@felipeneto maninas” -https://twitter.com/search?f=tweets&q=%40felipeneto%20maninas&src=typd

MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base

MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base (Videoclipe Oficial).

De acordo com o Portal G1 e Jornal Extra, o protagonista do clipe do funk “Vem e brota aqui na base”, com quase 14 milhões de visualições no Youtube, MC Doguinha, de 12 anos, virou alvo de uma ação do MP-RJ. No entender da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Criança e do Adolescente da capital fluminense, que instaurou um inquérito civil para tentar remover extrajudicialmente o link da internet, a gravação faz “apologia a práticas erótico-sexuais”. Segundo o MP, a conduta fere os princípios da “proteção integral da criança e do adolescente” e da finalidade social da internet.

O MP quer proteger o rapaz de quê? Do sexo? Do erotismo? Vão anular a puberdade do moleque? Qual garoto da idade dele que não fala putaria? Qual rapaz não quer uma namorada? Ele apenas canta o que sente. Não há nada demais na música dele. Ele está na idade mesmo que achar mulheres atraente sexualmente e, em vez de ficar se masturbando, está ganhando dinheiro com suas músicas eróticas.

Não existe “erotização precoce”. Não existe “erotização infantil”. O garoto nem criança é. O rapaz é jovem adolescente. Criança é quem não atingiu a puberdade (em geral, pessoas com menos de 9 anos de idade). Qual garoto de 12 anos não se interessa por sexo? Não se encanta pelo corpo sedutor de uma novinha linda? A puberdade começa por volta dos 9 anos de idade. É natural e saudável que as pessoas se interessem por sexo.

Em vez do Estado aproveitar o momento para discutir sexualidade com os jovens (porque muitos fazem sexo, com funk ou sem funk), prefere acabar com a carreira do garoto e fingir que todo mundo é assexuado. Estamos no século XXI, mas devida a influência americana, tem gente que não saíu do século XIX.

A novinha de 12 anos e o MC Doguinha

MC Doguinha e a Novinha de 12 anos no videoclipe oficial “Vem e Brota Aqui Na Base”.

A mulher na psicina tem 12 anos, mesma idade do MC Doguinha. O videoclipe é um exemplo da diferença de desenvolvimento físico entre meninos e meninas. Enquanto o desenvolvimento feminino é mais rápido, o masculino é mais lento. Como o garoto já é baixinho, ficou o contraste: Menino e Mulherão. O que seria sorte para uns, virou histeria para outros e ajudou a promover a histeria da mulher adulta com criança. Teve gente dizendo que ele teria 6 anos.

MC Doguinha – Vem e Brota Aqui Na Base (Videoclipe Oficial):

Letra: “A novinha linda, que mora aqui do lado / Tá cheia de papinho no whatsapp / Bumbum gostosão, corpo sedutor / Foi por isso que o doguinha se encantou / Vem e brota aqui na base / Vamos fazer sacanagem / Sei que você tem vontade / Então, senta um pouquinho”.

Apoio a liberdade do MC Doguinha cantar suas músicas, que estão inclusive de acordo com o seu desenvolvimento. O menino mostra-se empoderado e protagonista de sua história e isso é muito positivo. O meu ver, quem está prejudicando o jovem é o Estado por meio do Ministério Público. O problema do funk não é o erotismo das músicas, mas sim à apologia às drogas, aos tráfico de drogas, às facções criminosas e ao crime organizado.

Pelo que vi, o MC Doguinha é pobre, estuda em escola pública. Com o dinheiro dos seus shows, Doguinha poderá ter melhor qualidade de vida, educação e saúde, e assim poder ter acesso a direitos previstos na Constituição e reafirmados no ECA (Estatuto da Criança é do Adolescente) que o Estado não consegue garantir. Sem falar da questão psicológica do jovem realizar o seu sonho de ser cantor.

Comentários de internautas nos sites da Globo:

Pann Suddo: “Com 8 anos o mlk tá no tráfico. Isso pode correr solto. Trabalho escravo, com patrão e tudo. Isso pode correr solto. Esse mlk tá com cordão de ouro, já era. O Funk é de menos.”

Eduardo Leal: “Se o Moleque estivesse feito um vídeo com atitudes homo afetivas não teria problema. Porque esta na moda! SHOW de bola Doginha!!!!”

Jo Ker: “Pelo jeito, seria melhor se o Doguinha tivesse com a pistola e o radinho no morro!!! Maldito estado e maldito sistema!!! Vcs vão pagar na mão de Deus tudo o que fazem com nós pobres… nascemos puros e inocentes e o estado nos alimenta com ódio e maldade… O Estado quer oprimir a qualquer custo a cultura da periferia e impedir o jovem pobre de ganhar dinheiro. Queira ou não queira, funk é fonte de renda que salva muitos jovens do crime e das drogas. Uma perseguição pura aos pobres, pois o tal Doguinha sabe o que tá fazendo, pessoas de 12 anos já matam na frieza, eu bem antes dos 10 anos já pensava nas menininhas… ”

Antonio Fernandes: “Isso é discriminação contra o funk. Se ele estivesse tocando um homem nu em um museu seria considerado arte.”

Antonio José: “Com 12 anos eu cantava sacanagem nas letras dos mamomas e raimundos, a difrença era que eu dava prejuizo ao invés de ajudar meus pais.”

Rodrigo Nascimento: “Tanta corrupção pro MP investigar, perdendo tempo com isso?”

Fontes visualizadas em 09-11-2017:

[1] “MP do Rio abre inquérito para tirar do Youtube funk com menino de 12 anos” -https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/mp-do-rio-abre-inquerito-para-tirar-do-youtube-funk-com-menino-de-12-anos.ghtml

[2] “Produtor de clipe com MC de 12 anos critica pedido de exclusão do MP-RJ: ‘Preconceito’” -https://extra.globo.com/noticias/rio/produtor-de-clipe-com-mc-de-12-anos-critica-pedido-de-exclusao-do-mp-rj-preconceito-22047084.html

[3] “MC Doguinha canta letras obscenas ao lado de adultos desde 9 anos e, aos 12, faz até 13 shows por semana” -https://g1.globo.com/musica/noticia/mc-doguinha-canta-letras-obscenas-ao-lado-de-adultos-desde-9-anos-e-aos-12-faz-ate-13-shows-por-semana.ghtml